MTC | Professor recomenda alimentação correcta, descanso e “boas emoções” Hoje Macau - 20 Fev 2020 [dropcap]U[/dropcap]m professor de medicina tradicional chinesa afirmou ontem que uma alimentação correcta, descanso e “boas emoções” são a aposta para proteger o sistema imunitário do novo coronavírus. O professor do Instituto de Ciências Médicas Chinesas da Universidade de Macau (UM) Yonghua Zhao disse à Lusa que o Governo de Macau não deu orientações quando ao uso de medicamentos tradicionais chineses no tratamento do Covid-19. “De acordo com o meu entendimento, muitos residentes de Macau não consomem remédios de ervas chineses para melhorar a imunidade contra a infecção do novo coronavírus”, acrescentou. Zhao justificou que a medicina tradicional chinesa não está a ser utilizada como modo de prevenção e fortalecimento imunitário contra o Covid-19 porque o “Governo de Macau e o departamento de saúde não divulgaram as directrizes para o uso de fitoterápicos chineses como método preventivo do novo coronavírus”. Desta forma, “os melhores métodos para melhorar a imunidade são garantir tempo suficiente para dormir, alimentos saudáveis e nutrientes (por exemplo, vegetais com maior teor de fibras: cenouras, beterrabas e brócolos), além de boa emoção”, disse. “Muitos estudos indicam que o ‘butirato da microbiota’ intestinal que fermenta em alguns vegetais ricos em fibras pode regular a nossa imunidade contra infecções respiratórias”, explicou. O professor do Instituto de Ciências Médicas Chinesas da UM frisou ainda que medicamentos da medicina tradicional chinesa só devem ser utilizados sob orientação de um especialista e que o cidadão comum não se deve automedicar. O melhor para o cidadão é mesmo uma alimentação saudável: “acho que os alimentos saudáveis são superiores aos fitoterápicos chineses para residentes comuns”, enfatizou. Só vitórias Na segunda-feira, a agência de notícias estatal chinesa Xinhua citou um funcionário da Administração da Medicina Tradicional Chinesa para indicar que “a medicina tradicional chinesa tem-se mostrado eficaz na cura de pacientes do novo coronavírus”. A fórmula “Qingfei Paidutang” foi utilizada no tratamento de 701 casos confirmados em dez províncias, dos quais 130 foram curados, destacou o funcionário da Administração de Medicina Tradicional Chinesa, Li Yu. Os sintomas desapareceram em 51 casos e melhoraram em 268, com outros 212 a permaneceram em situação estável, disse Li, acrescentando que o “Qingfei Paidutang” foi recomendada para instituições médicas em todo o país em 6 de Fevereiro. Ontem, a Xinhua destacou que a medicina tradicional chinesa “nunca perdeu uma luta contra epidemias na história” do país. As fórmulas “clássicas mostraram evidência suficiente na cura de doenças epidémicas como a varíola nos milhares de anos passados”, apontou a agência estatal chinesa.
MTC | Professor recomenda alimentação correcta, descanso e "boas emoções" Hoje Macau - 20 Fev 2020 [dropcap]U[/dropcap]m professor de medicina tradicional chinesa afirmou ontem que uma alimentação correcta, descanso e “boas emoções” são a aposta para proteger o sistema imunitário do novo coronavírus. O professor do Instituto de Ciências Médicas Chinesas da Universidade de Macau (UM) Yonghua Zhao disse à Lusa que o Governo de Macau não deu orientações quando ao uso de medicamentos tradicionais chineses no tratamento do Covid-19. “De acordo com o meu entendimento, muitos residentes de Macau não consomem remédios de ervas chineses para melhorar a imunidade contra a infecção do novo coronavírus”, acrescentou. Zhao justificou que a medicina tradicional chinesa não está a ser utilizada como modo de prevenção e fortalecimento imunitário contra o Covid-19 porque o “Governo de Macau e o departamento de saúde não divulgaram as directrizes para o uso de fitoterápicos chineses como método preventivo do novo coronavírus”. Desta forma, “os melhores métodos para melhorar a imunidade são garantir tempo suficiente para dormir, alimentos saudáveis e nutrientes (por exemplo, vegetais com maior teor de fibras: cenouras, beterrabas e brócolos), além de boa emoção”, disse. “Muitos estudos indicam que o ‘butirato da microbiota’ intestinal que fermenta em alguns vegetais ricos em fibras pode regular a nossa imunidade contra infecções respiratórias”, explicou. O professor do Instituto de Ciências Médicas Chinesas da UM frisou ainda que medicamentos da medicina tradicional chinesa só devem ser utilizados sob orientação de um especialista e que o cidadão comum não se deve automedicar. O melhor para o cidadão é mesmo uma alimentação saudável: “acho que os alimentos saudáveis são superiores aos fitoterápicos chineses para residentes comuns”, enfatizou. Só vitórias Na segunda-feira, a agência de notícias estatal chinesa Xinhua citou um funcionário da Administração da Medicina Tradicional Chinesa para indicar que “a medicina tradicional chinesa tem-se mostrado eficaz na cura de pacientes do novo coronavírus”. A fórmula “Qingfei Paidutang” foi utilizada no tratamento de 701 casos confirmados em dez províncias, dos quais 130 foram curados, destacou o funcionário da Administração de Medicina Tradicional Chinesa, Li Yu. Os sintomas desapareceram em 51 casos e melhoraram em 268, com outros 212 a permaneceram em situação estável, disse Li, acrescentando que o “Qingfei Paidutang” foi recomendada para instituições médicas em todo o país em 6 de Fevereiro. Ontem, a Xinhua destacou que a medicina tradicional chinesa “nunca perdeu uma luta contra epidemias na história” do país. As fórmulas “clássicas mostraram evidência suficiente na cura de doenças epidémicas como a varíola nos milhares de anos passados”, apontou a agência estatal chinesa.
Covid-19 | China altera método de contagem e regista menor subida de casos em quase um mês Hoje Macau - 20 Fev 2020 [dropcap]A[/dropcap]s autoridades chinesas voltaram hoje a alterar a metodologia da contagem de infectados com o coronavírus Covid-19, numa decisão que se reflectiu numa descida acentuada no número de novos casos. O último número divulgado de novos pacientes foi de 394, no menor desde 25 de janeiro, e uma descida acentuada em relação a quarta-feira, quando foram identificados 1.749 novos casos, com as autoridades a decidirem voltar a contabilizar apenas pacientes sujeitos a exame laboratorial. Na quinta-feira passada, a Comissão de Saúde da China adotou um novo método de contagem, que incluía “casos clinicamente diagnosticados”, apesar de que não terem ainda sido submetidos a exame laboratorial. A Comissão Nacional de Saúde acrescentou que 279 casos foram deduzidos da contagem diária após as análises terem apresentado um resultado negativo. O coronavírus Covid-19 provocou 2.118 mortos na China continental e infectou mais de 75.000 pessoas a nível mundial. A maioria dos casos ocorreu na China, onde o novo vírus foi detetado no final de 2019, na província de Hubei, a mais afetada pela epidemia. Além de 2.118 mortos na China continental, morreram três pessoas no Japão, duas na região chinesa de Hong Kong, duas no Irão, uma nas Filipinas, uma em França e uma em Taiwan.
Covid-19 | China altera método de contagem e regista menor subida de casos em quase um mês Hoje Macau - 20 Fev 2020 [dropcap]A[/dropcap]s autoridades chinesas voltaram hoje a alterar a metodologia da contagem de infectados com o coronavírus Covid-19, numa decisão que se reflectiu numa descida acentuada no número de novos casos. O último número divulgado de novos pacientes foi de 394, no menor desde 25 de janeiro, e uma descida acentuada em relação a quarta-feira, quando foram identificados 1.749 novos casos, com as autoridades a decidirem voltar a contabilizar apenas pacientes sujeitos a exame laboratorial. Na quinta-feira passada, a Comissão de Saúde da China adotou um novo método de contagem, que incluía “casos clinicamente diagnosticados”, apesar de que não terem ainda sido submetidos a exame laboratorial. A Comissão Nacional de Saúde acrescentou que 279 casos foram deduzidos da contagem diária após as análises terem apresentado um resultado negativo. O coronavírus Covid-19 provocou 2.118 mortos na China continental e infectou mais de 75.000 pessoas a nível mundial. A maioria dos casos ocorreu na China, onde o novo vírus foi detetado no final de 2019, na província de Hubei, a mais afetada pela epidemia. Além de 2.118 mortos na China continental, morreram três pessoas no Japão, duas na região chinesa de Hong Kong, duas no Irão, uma nas Filipinas, uma em França e uma em Taiwan.
Covid-19 | Coreia do Sul regista primeira morte associada ao novo coronavírus Hoje Macau - 20 Fev 2020 [dropcap]A[/dropcap] Coreia do Sul registou a primeira morte pelo novo coronavírus (Covid-19), noticiou hoje a agência Associated Press (AP), que cita a imprensa sul-coreana. Segundo a AP, através de informações da agência de notícias sul-coreana Yonhap, o Centro de Controlo e Prevenção de Doenças sul-coreano ainda não forneceu mais detalhes sobre esta morte no país. Hoje, mais cedo, as autoridades sul-coreanas confirmaram que há 82 casos do novo coronavírus na Coreia do Sul, após 35 novas infeções terem sido registadas, segundo a Associated Press. A agência de notícias EFE referiu, entretanto, que o número de casos subiu para 104, após serem registados 53 novos pacientes infectados pelo vírus. O autarca de Daegu (sudeste), Kwon Young-jin, disse hoje que a sua cidade e outras vizinhas registaram casos adicionais de infeção pelo novo coronavírus e que, devido a esta situação, pediu ajuda do Governo central. Kwon pediu, numa conferência de imprensa transmitida pela televisão nacional, que os habitantes da cidade, cerca de 2,5 milhões de pessoas, evitem sair de casa e usem máscara como protecção. Segundo a AP, o Centro de Controlo e Prevenção de Doenças da Coreia disse que pelo menos 28 dos 35 novos pacientes foram a serviços religiosos assistidos por um paciente com o vírus ou contactaram-no na mesma igreja em Daegu. Essa paciente é uma mulher sul-coreana, com cerca de 60 anos, que não tem registo recente de viagens ao estrangeiro, segundo autoridades do Centro. A mulher testou positivo para o novo coronavírus na terça-feira. A Igreja de Jesus Shincheonji, que afirma ter cerca de 200.000 seguidores na Coreia do Sul, disse que fechou todas as suas 74 igrejas em todo o país e disse aos seguidores que assistissem aos seus serviços religiosos na rede social YouTube. A Igreja afirmou, num comunicado, que as autoridades de saúde estavam a desinfectar a igreja em Daegu que a paciente frequentava, enquanto tentavam localizar os fiéis que estiveram no local. Essa igreja de Daegu tem cerca de 8.000 seguidores. O Presidente sul-coreano, Moon Jae-in, disse que o Governo central disponibilizará toda a assistência disponível para ajudar Daegu a combater a propagação do vírus, segundo a Presidência.
Covid-19 | Coreia do Sul regista primeira morte associada ao novo coronavírus Hoje Macau - 20 Fev 2020 [dropcap]A[/dropcap] Coreia do Sul registou a primeira morte pelo novo coronavírus (Covid-19), noticiou hoje a agência Associated Press (AP), que cita a imprensa sul-coreana. Segundo a AP, através de informações da agência de notícias sul-coreana Yonhap, o Centro de Controlo e Prevenção de Doenças sul-coreano ainda não forneceu mais detalhes sobre esta morte no país. Hoje, mais cedo, as autoridades sul-coreanas confirmaram que há 82 casos do novo coronavírus na Coreia do Sul, após 35 novas infeções terem sido registadas, segundo a Associated Press. A agência de notícias EFE referiu, entretanto, que o número de casos subiu para 104, após serem registados 53 novos pacientes infectados pelo vírus. O autarca de Daegu (sudeste), Kwon Young-jin, disse hoje que a sua cidade e outras vizinhas registaram casos adicionais de infeção pelo novo coronavírus e que, devido a esta situação, pediu ajuda do Governo central. Kwon pediu, numa conferência de imprensa transmitida pela televisão nacional, que os habitantes da cidade, cerca de 2,5 milhões de pessoas, evitem sair de casa e usem máscara como protecção. Segundo a AP, o Centro de Controlo e Prevenção de Doenças da Coreia disse que pelo menos 28 dos 35 novos pacientes foram a serviços religiosos assistidos por um paciente com o vírus ou contactaram-no na mesma igreja em Daegu. Essa paciente é uma mulher sul-coreana, com cerca de 60 anos, que não tem registo recente de viagens ao estrangeiro, segundo autoridades do Centro. A mulher testou positivo para o novo coronavírus na terça-feira. A Igreja de Jesus Shincheonji, que afirma ter cerca de 200.000 seguidores na Coreia do Sul, disse que fechou todas as suas 74 igrejas em todo o país e disse aos seguidores que assistissem aos seus serviços religiosos na rede social YouTube. A Igreja afirmou, num comunicado, que as autoridades de saúde estavam a desinfectar a igreja em Daegu que a paciente frequentava, enquanto tentavam localizar os fiéis que estiveram no local. Essa igreja de Daegu tem cerca de 8.000 seguidores. O Presidente sul-coreano, Moon Jae-in, disse que o Governo central disponibilizará toda a assistência disponível para ajudar Daegu a combater a propagação do vírus, segundo a Presidência.
Covid-19 | “Máscaras? É por causa da poluição”, dizem populares em Teerão Hoje Macau - 20 Fev 2020 [dropcap]E[/dropcap]m Teerão são já muitos os que andam de máscara, mas a medida é explicada por populares pela poluição atmosférica e não pelo novo coronavírus Covid-19, uma epidemia cuja mortalidade tinha poupado até hoje o Irão. Os dois primeiros casos mortais foram hoje referenciados pela agência estatal IRNA, que cita uma assessora do ministro da Saúde, identificada como Alireza Vahabzadeh, que precisou que as vítimas, duas pessoas idosas, foram localizadas em Qom, cerca de 140 quilómetros a sul da capital do país, Teerão. Ainda há dois dias, a IRNA citava o ministro da Saúde, Saeed Namaki assegurando que não havia casos positivos do novo coronavírus no Irão, acrescentando que as fronteiras eram controladas 24 sobre 24 horas. Mas para populares contactados pela agência Lusa, e que desconheciam a confirmação oficial dos primeiros casos mortais no país, quem usa máscara fá-lo para se proteger da poluição. Sadegh, que preferiu não dizer o nome completo, respondeu apontando para a fila interminável de carros que a meio da tarde de hoje, tal como nos outros dias da semana, ajuda a formar uma expressiva nuvem. “Em Teerão já não se pode falar de hora de ponta. Todos os dias o trânsito é caótico e fico admirado por não haver mais acidentes”, acrescenta Sadegh, que sabe do que fala porque todas as semanas vai várias vezes ao Aeroporto Internacional Imam Khomeini, a cerca de 50 quilómetros, buscar clientes com o seu carro particular a fazer de táxi. A entrada em Teerão da Persian Gulf Freeway, que passa ao lado do aeroporto, começa nas três faixas previstas que recebem seis carros. Carros da polícia distribuídos ao longo do trajeto não impressionam os condutores, que apesar dos vários sinais ao longo da via alertarem para a obrigatoriedade do uso de cinto de segurança não fazem caso e, muitos, conduzem com uma mão, enquanto o telemóvel na outra os ajuda a encontrar o melhor trajeto ou onde fica uma ou outra morada. Mas o novo coronavírus preocupa as autoridades e hoje a IRNA publicou uma notícia sobre uma iniciativa de solidariedade com a China, mas também de sensibilização dos iranianos, com uma projeção multimédia sobre a emblemática Torre Azadi. A Torre Azadi, anteriormente conhecida como Torre Shahyad, monumento localizado na Praça Azadi, é um dos marcos históricos da capital e que marca a entrada oeste da cidade. Faz parte do Complexo Cultural Azadi, que também inclui um museu subterrâneo. A iniciativa do município de Teerão foi marcada pela projeção da bandeira chinesa no monumento. Citada pela IRNA, a porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros chinês, Hua Chunying saudou o recente envio pelo Irão de três milhões de máscaras. O coronavírus Covid-19 já provocou 2.014 mortos e infectou mais de 75.000 pessoas a nível mundial. A maioria dos casos ocorreu na China, onde o novo vírus foi detetado no final de 2019, na província de Hubei, a mais afetada pela epidemia. Além de 2.006 mortos na China continental, morreram duas pessoas na região chinesa de Hong Kong, duas no Irão, uma nas Filipinas, uma no Japão, uma em França e uma em Taiwan. As autoridades chinesas isolaram várias cidades da província de Hubei, no centro do país, para tentar controlar a epidemia, medida que abrange cerca de 60 milhões de pessoas.
Covid-19 | "Máscaras? É por causa da poluição", dizem populares em Teerão Hoje Macau - 20 Fev 2020 [dropcap]E[/dropcap]m Teerão são já muitos os que andam de máscara, mas a medida é explicada por populares pela poluição atmosférica e não pelo novo coronavírus Covid-19, uma epidemia cuja mortalidade tinha poupado até hoje o Irão. Os dois primeiros casos mortais foram hoje referenciados pela agência estatal IRNA, que cita uma assessora do ministro da Saúde, identificada como Alireza Vahabzadeh, que precisou que as vítimas, duas pessoas idosas, foram localizadas em Qom, cerca de 140 quilómetros a sul da capital do país, Teerão. Ainda há dois dias, a IRNA citava o ministro da Saúde, Saeed Namaki assegurando que não havia casos positivos do novo coronavírus no Irão, acrescentando que as fronteiras eram controladas 24 sobre 24 horas. Mas para populares contactados pela agência Lusa, e que desconheciam a confirmação oficial dos primeiros casos mortais no país, quem usa máscara fá-lo para se proteger da poluição. Sadegh, que preferiu não dizer o nome completo, respondeu apontando para a fila interminável de carros que a meio da tarde de hoje, tal como nos outros dias da semana, ajuda a formar uma expressiva nuvem. “Em Teerão já não se pode falar de hora de ponta. Todos os dias o trânsito é caótico e fico admirado por não haver mais acidentes”, acrescenta Sadegh, que sabe do que fala porque todas as semanas vai várias vezes ao Aeroporto Internacional Imam Khomeini, a cerca de 50 quilómetros, buscar clientes com o seu carro particular a fazer de táxi. A entrada em Teerão da Persian Gulf Freeway, que passa ao lado do aeroporto, começa nas três faixas previstas que recebem seis carros. Carros da polícia distribuídos ao longo do trajeto não impressionam os condutores, que apesar dos vários sinais ao longo da via alertarem para a obrigatoriedade do uso de cinto de segurança não fazem caso e, muitos, conduzem com uma mão, enquanto o telemóvel na outra os ajuda a encontrar o melhor trajeto ou onde fica uma ou outra morada. Mas o novo coronavírus preocupa as autoridades e hoje a IRNA publicou uma notícia sobre uma iniciativa de solidariedade com a China, mas também de sensibilização dos iranianos, com uma projeção multimédia sobre a emblemática Torre Azadi. A Torre Azadi, anteriormente conhecida como Torre Shahyad, monumento localizado na Praça Azadi, é um dos marcos históricos da capital e que marca a entrada oeste da cidade. Faz parte do Complexo Cultural Azadi, que também inclui um museu subterrâneo. A iniciativa do município de Teerão foi marcada pela projeção da bandeira chinesa no monumento. Citada pela IRNA, a porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros chinês, Hua Chunying saudou o recente envio pelo Irão de três milhões de máscaras. O coronavírus Covid-19 já provocou 2.014 mortos e infectou mais de 75.000 pessoas a nível mundial. A maioria dos casos ocorreu na China, onde o novo vírus foi detetado no final de 2019, na província de Hubei, a mais afetada pela epidemia. Além de 2.006 mortos na China continental, morreram duas pessoas na região chinesa de Hong Kong, duas no Irão, uma nas Filipinas, uma no Japão, uma em França e uma em Taiwan. As autoridades chinesas isolaram várias cidades da província de Hubei, no centro do país, para tentar controlar a epidemia, medida que abrange cerca de 60 milhões de pessoas.
Covid-19 | Número de mortos supera 2.100, menor subida de novos casos em quase um mês Hoje Macau - 20 Fev 2020 [dropcap]O[/dropcap] número de mortos devido ao novo coronavírus subiu hoje para 2.118 na China continental, ao mesmo tempo que foi registado o menor aumento diário de novos casos de infeção em quase um mês, de 394. A Comissão de Saúde da China indicou que, até à meia-noite de hoje, 114 pessoas morreram devido ao Covid-19. O número de pacientes fixou-se, no total, em 74.576. No entanto, o número de novos casos diários é o menor desde 25 de Janeiro. O número de casos graves ascendeu a 11.864, enquanto 16.155 pessoas receberam alta, disse a Comissão. As autoridades informaram que 589.163 pessoas que tiveram contacto próximo com pacientes foram acompanhadas, entre as quais 126.363 ainda estão sob observação e 4.922 são suspeitas de terem contraído a doença. Por outro lado, a província de Hubei, cuja capital Wuhan é o centro do surto, registou 108 novas mortes e 349 novos casos de infecção. Só Wuhan registou a maioria das vítimas mortais, 1.585, e dos casos de infeção, 45.027. Várias cidades na zona estão em quarentena desde 23 de janeiro passado, numa medida que afecta cerca de 60 milhões de pessoas. Além dos 2.118 mortos na China continental, morreram duas pessoas na região chinesa de Hong Kong, duas no Irão, uma nas Filipinas, uma no Japão, uma em França e uma em Taiwan.
Covid-19 | Número de mortos supera 2.100, menor subida de novos casos em quase um mês Hoje Macau - 20 Fev 2020 [dropcap]O[/dropcap] número de mortos devido ao novo coronavírus subiu hoje para 2.118 na China continental, ao mesmo tempo que foi registado o menor aumento diário de novos casos de infeção em quase um mês, de 394. A Comissão de Saúde da China indicou que, até à meia-noite de hoje, 114 pessoas morreram devido ao Covid-19. O número de pacientes fixou-se, no total, em 74.576. No entanto, o número de novos casos diários é o menor desde 25 de Janeiro. O número de casos graves ascendeu a 11.864, enquanto 16.155 pessoas receberam alta, disse a Comissão. As autoridades informaram que 589.163 pessoas que tiveram contacto próximo com pacientes foram acompanhadas, entre as quais 126.363 ainda estão sob observação e 4.922 são suspeitas de terem contraído a doença. Por outro lado, a província de Hubei, cuja capital Wuhan é o centro do surto, registou 108 novas mortes e 349 novos casos de infecção. Só Wuhan registou a maioria das vítimas mortais, 1.585, e dos casos de infeção, 45.027. Várias cidades na zona estão em quarentena desde 23 de janeiro passado, numa medida que afecta cerca de 60 milhões de pessoas. Além dos 2.118 mortos na China continental, morreram duas pessoas na região chinesa de Hong Kong, duas no Irão, uma nas Filipinas, uma no Japão, uma em França e uma em Taiwan.
Redes sociais | DICJ esclarece vídeo sobre alojamento de funcionários Hoje Macau - 20 Fev 202020 Fev 2020 [dropcap]T[/dropcap]em vindo a circular nas redes sociais um vídeo onde se vê camas dispostas em salas de hotéis, alegadamente para servirem de alojamento temporário aos trabalhadores não residentes (TNR) das concessionárias de jogo. No entanto, a Direcção dos Serviços de Inspecção e Coordenação de Jogos (DICJ) esclareceu ontem, em comunicado, que tais espaços não servem para alojar TNR nesta altura em que Macau combate o novo coronavírus, tendo sido criados para épocas de tufão. “Na realidade, o vídeo que circula on-line, que alegadamente exibe a colocação de camas em hotéis, em elevada densidade, para alojamento temporário dos TNR pelas concessionárias / subconcessionárias, trata-se afinal do local de descanso temporário providenciado pelas concessionárias / subconcessionárias para os seus trabalhadores que no passado ficaram retidos nas suas instalações devido ao vento e à chuva, durante a passagem de tufões por Macau.” No que diz respeito ao alojamento de TNR nesta fase, “as seis operadoras de jogo manifestaram o seu apoio, correspondendo ao apelo do Governo da RAEM, quanto a providenciarem melhores medidas para o alojamento dos seus TNR que vivem fora das fronteiras de Macau, cumprindo as suas responsabilidades sociais nos trabalhos de prevenção e controlo da epidemia na comunidade”.
Redes sociais | DICJ esclarece vídeo sobre alojamento de funcionários Hoje Macau - 20 Fev 2020 [dropcap]T[/dropcap]em vindo a circular nas redes sociais um vídeo onde se vê camas dispostas em salas de hotéis, alegadamente para servirem de alojamento temporário aos trabalhadores não residentes (TNR) das concessionárias de jogo. No entanto, a Direcção dos Serviços de Inspecção e Coordenação de Jogos (DICJ) esclareceu ontem, em comunicado, que tais espaços não servem para alojar TNR nesta altura em que Macau combate o novo coronavírus, tendo sido criados para épocas de tufão. “Na realidade, o vídeo que circula on-line, que alegadamente exibe a colocação de camas em hotéis, em elevada densidade, para alojamento temporário dos TNR pelas concessionárias / subconcessionárias, trata-se afinal do local de descanso temporário providenciado pelas concessionárias / subconcessionárias para os seus trabalhadores que no passado ficaram retidos nas suas instalações devido ao vento e à chuva, durante a passagem de tufões por Macau.” No que diz respeito ao alojamento de TNR nesta fase, “as seis operadoras de jogo manifestaram o seu apoio, correspondendo ao apelo do Governo da RAEM, quanto a providenciarem melhores medidas para o alojamento dos seus TNR que vivem fora das fronteiras de Macau, cumprindo as suas responsabilidades sociais nos trabalhos de prevenção e controlo da epidemia na comunidade”.
Casinos | Associação entrega petição contra reabertura Hoje Macau - 20 Fev 2020 [dropcap]C[/dropcap]loee Chao, dirigente da Associação Novo Macau para os Direitos dos Trabalhadores do Jogo, entregou ontem uma carta na sede do Governo contra a reabertura dos casinos, que estiveram fechados durante 15 dias devido ao surto do novo coronavírus, o Covid-19. De acordo com a TDM Rádio Macau, a associação entende que, com a decisão de reabertura dos casinos, decretada desde a meia noite de ontem, a segurança e saúde dos trabalhadores estão em risco. Cloee Chao entende que a decisão do Governo é “apressada”, “inexplicável” e “irresponsável”, uma vez que a reabertura dos casinos vai permitir a concentração de muitas pessoas, sobretudo nas horas em que os trabalhadores se deslocam ou saem do trabalho ou à hora de almoço. Além disso, como as escolas permanecem fechadas, os trabalhadores do sector do jogo não têm onde deixar as crianças. No que diz respeito às questões laborais, a carta entregue por Cloee Chao alerta para o facto de muitas operadoras de jogo se estarem a preparar para impor férias não pagas aos seus trabalhadores, além de existir uma empresa que decidiu obrigar os funcionários a anteciparem as férias do próximo ano. Na carta, são também exigidas mais medidas preventivas contra o vírus nos espaços de jogo.
Casinos | Associação entrega petição contra reabertura Hoje Macau - 20 Fev 2020 [dropcap]C[/dropcap]loee Chao, dirigente da Associação Novo Macau para os Direitos dos Trabalhadores do Jogo, entregou ontem uma carta na sede do Governo contra a reabertura dos casinos, que estiveram fechados durante 15 dias devido ao surto do novo coronavírus, o Covid-19. De acordo com a TDM Rádio Macau, a associação entende que, com a decisão de reabertura dos casinos, decretada desde a meia noite de ontem, a segurança e saúde dos trabalhadores estão em risco. Cloee Chao entende que a decisão do Governo é “apressada”, “inexplicável” e “irresponsável”, uma vez que a reabertura dos casinos vai permitir a concentração de muitas pessoas, sobretudo nas horas em que os trabalhadores se deslocam ou saem do trabalho ou à hora de almoço. Além disso, como as escolas permanecem fechadas, os trabalhadores do sector do jogo não têm onde deixar as crianças. No que diz respeito às questões laborais, a carta entregue por Cloee Chao alerta para o facto de muitas operadoras de jogo se estarem a preparar para impor férias não pagas aos seus trabalhadores, além de existir uma empresa que decidiu obrigar os funcionários a anteciparem as férias do próximo ano. Na carta, são também exigidas mais medidas preventivas contra o vírus nos espaços de jogo.
Matadouro | ANIMA reitera exigência de fecho junto de Lei Wai Nong Andreia Sofia Silva - 20 Fev 2020 Sem resposta do Instituto para os Assuntos Municipais sobre o pedido de encerramento do matadouro, a ANIMA decidiu entregar uma nova carta ao secretário para a Economia e Finanças, Lei Wai Nong. Albano Martins, presidente da ANIMA, destaca o facto de a crise originada pelo surto do novo coronavírus ter evidenciado ainda mais os perigos de saúde pública que o matadouro acarreta [dropcap]A[/dropcap] Sociedade Protectora dos Animais de Macau (ANIMA) enviou uma carta ao secretário para a Economia e Finanças, Lei Wai Nong, a fim de exigir o fecho do matadouro, dado os perigos para a saúde pública que o seu funcionamento gera. “Nesta fase complicada da vida de Macau, com o surto do Covid-19, a ANIMA coloca como uma das suas prioridades para o ano de 2020 convencer vossa excelência e o Chefe do Executivo que não há razão alguma para manter em Macau qualquer tipo de matadouro”, lê-se na missiva. Esta iniciativa acontece depois da ANIMA ter feito o mesmo pedido junto do Instituto para os Assuntos Municipais (IAM), em finais do ano passado. A ANIMA não recebeu, até à data, qualquer resposta por parte do IAM. São vários os argumentos enumerados pela ANIMA para o fecho do matadouro, localizado na Ilha Verde, tal como “o bem-estar animal, as condições em que se encontram, os métodos antiquados de abate desses animais e as condições de transporte para Macau”. São também referidas “questões de saúde pública que cumpre acautelar, como a propagação de doenças perigosas provenientes de animais vivos vindos de áreas não controladas pelas nossas autoridades sanitárias, sem quarentena”. 20 milhões de prejuízos A carta enviada pela ANIMA dá ainda conta de que o matadouro é um espaço que, desde há muito, apresenta enormes prejuízos ao invés de lucros, com uma “inviabilidade económica traduzida em prejuízos acumulados ao longo dos anos de mais de 20 milhões de patacas, não contribuindo para os cofres públicos através de impostos”. “Antes pelo contrário, tratando-se de uma actividade que constantemente suga dinheiros públicos”, complementa a missiva. Albano Martins, acrescenta o facto de os activos do matadouro estarem “a ser reavaliados, sempre que necessário, para cima, para esconderem um capital social que está constantemente a ser comido, o que pela lei comercial de Macau obrigaria à sua reposição se não fossem estas manobras de cosmética contabilística”. Para a ANIMA, o espaço onde se situa o matadouro poderia ser usado para fins comunitários, sem esquecer os problemas ambientais que origina, como “a poluição das águas circundantes”, uma vez que “os esgotos e os resíduos vão directamente escoar para as águas contíguas, sem qualquer tipo de tratamento, [tratando-se de ]características do próprio empreendimento”. Dessa forma, “não faz sentido que, sendo a produção desses animais feita na China não sejam aí abatidos”. De frisar que, antes de ser nomeado secretário, Lei Wai Nong fez parte do conselho de administração do IAM, na qualidade de vice-presidente.
Matadouro | ANIMA reitera exigência de fecho junto de Lei Wai Nong Andreia Sofia Silva - 20 Fev 2020 Sem resposta do Instituto para os Assuntos Municipais sobre o pedido de encerramento do matadouro, a ANIMA decidiu entregar uma nova carta ao secretário para a Economia e Finanças, Lei Wai Nong. Albano Martins, presidente da ANIMA, destaca o facto de a crise originada pelo surto do novo coronavírus ter evidenciado ainda mais os perigos de saúde pública que o matadouro acarreta [dropcap]A[/dropcap] Sociedade Protectora dos Animais de Macau (ANIMA) enviou uma carta ao secretário para a Economia e Finanças, Lei Wai Nong, a fim de exigir o fecho do matadouro, dado os perigos para a saúde pública que o seu funcionamento gera. “Nesta fase complicada da vida de Macau, com o surto do Covid-19, a ANIMA coloca como uma das suas prioridades para o ano de 2020 convencer vossa excelência e o Chefe do Executivo que não há razão alguma para manter em Macau qualquer tipo de matadouro”, lê-se na missiva. Esta iniciativa acontece depois da ANIMA ter feito o mesmo pedido junto do Instituto para os Assuntos Municipais (IAM), em finais do ano passado. A ANIMA não recebeu, até à data, qualquer resposta por parte do IAM. São vários os argumentos enumerados pela ANIMA para o fecho do matadouro, localizado na Ilha Verde, tal como “o bem-estar animal, as condições em que se encontram, os métodos antiquados de abate desses animais e as condições de transporte para Macau”. São também referidas “questões de saúde pública que cumpre acautelar, como a propagação de doenças perigosas provenientes de animais vivos vindos de áreas não controladas pelas nossas autoridades sanitárias, sem quarentena”. 20 milhões de prejuízos A carta enviada pela ANIMA dá ainda conta de que o matadouro é um espaço que, desde há muito, apresenta enormes prejuízos ao invés de lucros, com uma “inviabilidade económica traduzida em prejuízos acumulados ao longo dos anos de mais de 20 milhões de patacas, não contribuindo para os cofres públicos através de impostos”. “Antes pelo contrário, tratando-se de uma actividade que constantemente suga dinheiros públicos”, complementa a missiva. Albano Martins, acrescenta o facto de os activos do matadouro estarem “a ser reavaliados, sempre que necessário, para cima, para esconderem um capital social que está constantemente a ser comido, o que pela lei comercial de Macau obrigaria à sua reposição se não fossem estas manobras de cosmética contabilística”. Para a ANIMA, o espaço onde se situa o matadouro poderia ser usado para fins comunitários, sem esquecer os problemas ambientais que origina, como “a poluição das águas circundantes”, uma vez que “os esgotos e os resíduos vão directamente escoar para as águas contíguas, sem qualquer tipo de tratamento, [tratando-se de ]características do próprio empreendimento”. Dessa forma, “não faz sentido que, sendo a produção desses animais feita na China não sejam aí abatidos”. De frisar que, antes de ser nomeado secretário, Lei Wai Nong fez parte do conselho de administração do IAM, na qualidade de vice-presidente.
Caritas | BNU dá 100 mil patacas e abre conta para angariar fundos Hoje Macau - 20 Fev 2020 [dropcap]O[/dropcap] Banco Nacional Ultramarino doou à Caritas 100 mil patacas e abriu uma conta de angariação de fundos para apoiar a instituição no combate ao surto do novo coronavírus. “O presidente da Comissão Executiva do BNU, Carlos Álvares, encontrou-se com o secretário-geral da Caritas Macau, Paul Pun, para entregar a doação”, indicou, em comunicado. Na mesma nota, o BNU destacou a abertura de “uma conta para angariar fundos para as actividades anti-epidemia da Caritas, tais como, a compra de material médico e assistência na prestação de cuidados de saúde e protecção para evitar a propagação do vírus”. “Os fundos angariados serão transferidos para a Caritas Macau”, frisou o BNU.
Caritas | BNU dá 100 mil patacas e abre conta para angariar fundos Hoje Macau - 20 Fev 2020 [dropcap]O[/dropcap] Banco Nacional Ultramarino doou à Caritas 100 mil patacas e abriu uma conta de angariação de fundos para apoiar a instituição no combate ao surto do novo coronavírus. “O presidente da Comissão Executiva do BNU, Carlos Álvares, encontrou-se com o secretário-geral da Caritas Macau, Paul Pun, para entregar a doação”, indicou, em comunicado. Na mesma nota, o BNU destacou a abertura de “uma conta para angariar fundos para as actividades anti-epidemia da Caritas, tais como, a compra de material médico e assistência na prestação de cuidados de saúde e protecção para evitar a propagação do vírus”. “Os fundos angariados serão transferidos para a Caritas Macau”, frisou o BNU.
MGM | Doadas 500.000 máscaras ao Governo Hoje Macau - 20 Fev 2020 [dropcap]A[/dropcap] MGM China anunciou ontem a doação de 500.000 máscaras cirúrgicas ao Governo de Macau de forma a dotar o território de mais meios de prevenção do novo coronavírus. “Devido à crescente procura na cidade por máscaras faciais, a MGM doou ontem 500.000 máscaras cirúrgicas ao Governo de Macau para apoiar as suas iniciativas antiepidémicas”, apontou a operadora de jogo, em comunicado. Na mesma nota, a MGM China acrescentou ainda que ofereceu máscaras às equipas da linha de frente de várias instituições sociais do território, como a Federação das Associações dos Operários de Macau, a União Geral das Associações de Vizinhança de Macau e a Caritas Macau. “Acredito firmemente que venceremos esta batalha contra a epidemia”, apontou a co-presidente e directora executiva da MGM China, Pansy Ho.
MGM | Doadas 500.000 máscaras ao Governo Hoje Macau - 20 Fev 2020 [dropcap]A[/dropcap] MGM China anunciou ontem a doação de 500.000 máscaras cirúrgicas ao Governo de Macau de forma a dotar o território de mais meios de prevenção do novo coronavírus. “Devido à crescente procura na cidade por máscaras faciais, a MGM doou ontem 500.000 máscaras cirúrgicas ao Governo de Macau para apoiar as suas iniciativas antiepidémicas”, apontou a operadora de jogo, em comunicado. Na mesma nota, a MGM China acrescentou ainda que ofereceu máscaras às equipas da linha de frente de várias instituições sociais do território, como a Federação das Associações dos Operários de Macau, a União Geral das Associações de Vizinhança de Macau e a Caritas Macau. “Acredito firmemente que venceremos esta batalha contra a epidemia”, apontou a co-presidente e directora executiva da MGM China, Pansy Ho.
Epidemia | Empresário fala em desastre económico Pedro Arede - 20 Fev 2020 O empresário Jorge Neto Valente diz que o impacto económico resultante do surto do novo tipo de coronavírus “está entre o mau e o péssimo” e alerta para as dificuldades que o sector logístico pode vir a sentir com a implementação das novas medidas à entrada das fronteiras [dropcap]”O[/dropcap] impacto que esta crise está a ter no tecido empresarial de Macau está entre o mau e o péssimo. São coisas da vida e estamos todos bem de saúde, mas em termos económicos é um desastre. Agora temos de sobreviver”, disse ao HM o empresário Jorge Neto Valente, filho do presidente da Associação dos Advogados de Macau com quem partilha o mesmo nome. O empresário de Macau, envolvido na gestão de vários negócios, mostra-se preocupado com a actual situação derivada da crise e das medidas de prevenção tomadas pelo Governo e considera mesmo que, ao contrário do que aconteceu na altura do SARS, os impactos do coronavírus ainda serão sentidos em Macau durante algum tempo e que aquilo que se perdeu é irrecuperável. “Desta vez acho que vai ser mais a sério. Isto não nos vai só afectar agora, porque não se sabe quando é que o surto acaba e porque creio que não haverá uma recuperação como aconteceu depois do SARS, onde ao fim de seis meses, a economia já tinha recuperado por completo. O que se perdeu a nível económico, ou seja, o consumo que se perdeu, não vai ser recuperado. Quando a economia começar a regenerar será do mau a menos mau”, apontou Jorge Neto Valente. Questão de sobrevivência Quanto ao pacote de medidas de apoio económico anunciado na semana passada pelo Governo e que inclui, entre outras, a isenção ou diminuição de impostos e abertura de uma linha de empréstimo com juros bonificados para as PME, o empresário é da opinião que são fundamentais para “ajudar a revitalizar e construir o futuro das empresas quando o vírus passar” e que já terão impedido, no imediato, muitas outras de fechar portas. “Vi muitas PME que já estavam a pensar fechar o negócio ou abrir falência e com as medidas estão, pelo menos, a tentar sobreviver. Ou seja, é entre o acabar já ou ter mais uma oportunidade para que daqui a um ou dois anos já tenham recuperado”, explicou. No entanto, o empresário acredita que o Governo “devia reforçar que estes apoios envolvem sempre um risco”, pois o dinheiro tem sempre de ser devolvido e nesta fase “quem pede empréstimos só para tapar buracos e pagar as rendas, à partida não terá o dinheiro necessário para fazer os investimentos para construir o seu futuro”, defende. Confrontado com a opinião avançada há dias pela advogada Manuela António à TDM Rádio Macau, onde defendeu que o Governo deve contribuir directamente para que as PME consigam pagar salários, o empresário defende que “seriam mais os problemas que iriam ser criados que aqueles que iam ser resolvidos”, pelo facto de abrir a porta a irregularidades e pelo nível de complexidade envolvido já que “seria muito difícil de fazer a auditoria para saber onde deve ir esse dinheiro”. O empresário acredita, no entanto, que o Governo deve ajudar privados e arrendatários a alcançar um acordo para atenuar o pagamento de rendas, tal como já vai acontecer no sector público. “Uma medida que devemos todos pensar é chegar a um acordo com os senhorios e arrendatários, segundo directivas do Governo, para diminuir temporariamente as rendas dos privados”, avançou. Preocupações logísticas Com o anúncio de que a partir de hoje os trabalhadores não residentes que tenham estado no Interior da China nos últimos 14 dias serão submetidos a uma quarentena obrigatória, Jorge Neto Valente não teme que as empresas venham a sofrer um impacto directo ou fechem portas. Mas receia, no entanto, eventuais problemas que possam surgir no sector logístico. “O único sector que receio bastante que venha a ter muitos problemas é o da logística. Macau vive de muita coisa importada (…) e não sei se a lei vai ser muito bem implementada, no sentido de permitir que tudo o que é preciso vai conseguir entrar em Macau. Se começarmos a ver que há falhas de material ou as coisas a ficarem muito caras, aí vai começar a vida a complicar-se muito”, disse o empresário ao HM. “Disso eu tenho mais medo, porque afecta a população, acrescentou.
Epidemia | Empresário fala em desastre económico Pedro Arede - 20 Fev 2020 O empresário Jorge Neto Valente diz que o impacto económico resultante do surto do novo tipo de coronavírus “está entre o mau e o péssimo” e alerta para as dificuldades que o sector logístico pode vir a sentir com a implementação das novas medidas à entrada das fronteiras [dropcap]”O[/dropcap] impacto que esta crise está a ter no tecido empresarial de Macau está entre o mau e o péssimo. São coisas da vida e estamos todos bem de saúde, mas em termos económicos é um desastre. Agora temos de sobreviver”, disse ao HM o empresário Jorge Neto Valente, filho do presidente da Associação dos Advogados de Macau com quem partilha o mesmo nome. O empresário de Macau, envolvido na gestão de vários negócios, mostra-se preocupado com a actual situação derivada da crise e das medidas de prevenção tomadas pelo Governo e considera mesmo que, ao contrário do que aconteceu na altura do SARS, os impactos do coronavírus ainda serão sentidos em Macau durante algum tempo e que aquilo que se perdeu é irrecuperável. “Desta vez acho que vai ser mais a sério. Isto não nos vai só afectar agora, porque não se sabe quando é que o surto acaba e porque creio que não haverá uma recuperação como aconteceu depois do SARS, onde ao fim de seis meses, a economia já tinha recuperado por completo. O que se perdeu a nível económico, ou seja, o consumo que se perdeu, não vai ser recuperado. Quando a economia começar a regenerar será do mau a menos mau”, apontou Jorge Neto Valente. Questão de sobrevivência Quanto ao pacote de medidas de apoio económico anunciado na semana passada pelo Governo e que inclui, entre outras, a isenção ou diminuição de impostos e abertura de uma linha de empréstimo com juros bonificados para as PME, o empresário é da opinião que são fundamentais para “ajudar a revitalizar e construir o futuro das empresas quando o vírus passar” e que já terão impedido, no imediato, muitas outras de fechar portas. “Vi muitas PME que já estavam a pensar fechar o negócio ou abrir falência e com as medidas estão, pelo menos, a tentar sobreviver. Ou seja, é entre o acabar já ou ter mais uma oportunidade para que daqui a um ou dois anos já tenham recuperado”, explicou. No entanto, o empresário acredita que o Governo “devia reforçar que estes apoios envolvem sempre um risco”, pois o dinheiro tem sempre de ser devolvido e nesta fase “quem pede empréstimos só para tapar buracos e pagar as rendas, à partida não terá o dinheiro necessário para fazer os investimentos para construir o seu futuro”, defende. Confrontado com a opinião avançada há dias pela advogada Manuela António à TDM Rádio Macau, onde defendeu que o Governo deve contribuir directamente para que as PME consigam pagar salários, o empresário defende que “seriam mais os problemas que iriam ser criados que aqueles que iam ser resolvidos”, pelo facto de abrir a porta a irregularidades e pelo nível de complexidade envolvido já que “seria muito difícil de fazer a auditoria para saber onde deve ir esse dinheiro”. O empresário acredita, no entanto, que o Governo deve ajudar privados e arrendatários a alcançar um acordo para atenuar o pagamento de rendas, tal como já vai acontecer no sector público. “Uma medida que devemos todos pensar é chegar a um acordo com os senhorios e arrendatários, segundo directivas do Governo, para diminuir temporariamente as rendas dos privados”, avançou. Preocupações logísticas Com o anúncio de que a partir de hoje os trabalhadores não residentes que tenham estado no Interior da China nos últimos 14 dias serão submetidos a uma quarentena obrigatória, Jorge Neto Valente não teme que as empresas venham a sofrer um impacto directo ou fechem portas. Mas receia, no entanto, eventuais problemas que possam surgir no sector logístico. “O único sector que receio bastante que venha a ter muitos problemas é o da logística. Macau vive de muita coisa importada (…) e não sei se a lei vai ser muito bem implementada, no sentido de permitir que tudo o que é preciso vai conseguir entrar em Macau. Se começarmos a ver que há falhas de material ou as coisas a ficarem muito caras, aí vai começar a vida a complicar-se muito”, disse o empresário ao HM. “Disso eu tenho mais medo, porque afecta a população, acrescentou.
SSM | Lei Chin Ion na liderança até 2021 Hoje Macau - 20 Fev 202020 Fev 2020 [dropcap]O[/dropcap] director dos Serviços de Saúde, Lei Chin Ion, vai manter-se no cargo pelo menos durante mais um ano, de acordo com um despacho publicado ontem no Boletim Oficial. O documento renova a comissão de mandato por mais dois anos, com efeitos a partir de 1 de Abril. A decisão é justificada com “experiência e capacidade profissional adequadas” ao exercício das funções. Lei Chin Ion ingressou nos SSM em 1985 e após o estabelecimento da RAEM, em 2001, chegou à posição de director do Centro Hospitalar Conde São Januário. Em 2007 já desempenhava as funções de director substituto do SSM, até que em 2008 tornou-se o director permanente, posição que tem mantido até aos dias de hoje.
SSM | Lei Chin Ion na liderança até 2021 Hoje Macau - 20 Fev 2020 [dropcap]O[/dropcap] director dos Serviços de Saúde, Lei Chin Ion, vai manter-se no cargo pelo menos durante mais um ano, de acordo com um despacho publicado ontem no Boletim Oficial. O documento renova a comissão de mandato por mais dois anos, com efeitos a partir de 1 de Abril. A decisão é justificada com “experiência e capacidade profissional adequadas” ao exercício das funções. Lei Chin Ion ingressou nos SSM em 1985 e após o estabelecimento da RAEM, em 2001, chegou à posição de director do Centro Hospitalar Conde São Januário. Em 2007 já desempenhava as funções de director substituto do SSM, até que em 2008 tornou-se o director permanente, posição que tem mantido até aos dias de hoje.