Hoje Macau China / ÁsiaJapão | Aumentou para dez o número de mortes provocadas pelo tufão Dujuan O número de vítimas da passagem do tufão Dujuan pelo Japão aumentou para dez mortos, quatro desaparecidos e 28 feridos, depois de o fenómeno ter provocado chuvas, deslizamentos de terra e inundações, sobretudo na região de Tóquio. O Departamento de Gestão de Incêndios e Desastres do Japão atualizou, às 12:00 locais, o balanço para seis mortos em Chiba, três em Kanagawa e um em Miyazaki, além de quatro desaparecidos — dois em Chiba e outros dois em Kanagawa. As autoridades registaram ainda um ferido grave e 27 com ferimentos ligeiros. Os seis mortos em Chiba foram vítimas de deslizamentos de terras, noticiou a estação de televisão japonesa NHK. O tufão Dujuan provocou estragos em 659 habitações sendo que 22 ficaram destruídas. O Dujuan atingiu o leste do Japão entre segunda e terça-feira atingindo um valor máximo de precipitação em 48 horas em Oshima, atingindo os 832 milímetros, segundo a Agência Meteorológica do Japão. No auge da tempestade, as autoridades emitiram ordens de retirada para mais de 1,9 milhões de pessoas em seis províncias: Saitama, Ibaraki, Chiba, Tóquio, Shizuoka e Kanagawa. Na segunda-feira, o Dujuan provocou ainda o cancelamento de cerca de 500 voos nos aeroportos de Haneda e Narita, em Tóquio, e obrigou à antecipação em um dia do encerramento da Tokyo Game Show, a maior feira de videojogos da Ásia, realizada em Chiba.
Hoje Macau China / ÁsiaJapão | Tufão Dujuan aproxima-se com chuvas fortes O forte tufão Dujuan avançava ontem em direcção à costa do leste do Japão, com rajadas de até 198 quilómetros por hora e chuvas intensas na região de Tóquio, provocando restrições de trânsito. O Dujuan, o 25.º tufão da temporada segundo a classificação japonesa, estava às 09:00 a cerca de 120 quilómetros a oeste-sudoeste da ilha de Hachijo e avançava para nordeste a 25 quilómetros por hora, com ventos sustentados de até 144 quilómetros por hora, segundo a Agência Meteorológica do Japão (JMA, na sigla em inglês). O Gabinete Nacional de Estradas de Chiba começou, durante a madrugada, a restringir de forma preventiva o trânsito numa passagem subterrânea da cidade, após a emissão de um aviso de perigo devido às fortes chuvas. O temporal obrigou também a Tokyo Game Show, a maior feira de videojogos da Ásia, a encerrar um dia mais cedo do que o previsto. A 30.ª edição do evento — a maior da sua história — terminou no domingo, em vez de ontem. A JMA prevê, até às 06:00 de hoje, um volume de chuva até 350 milímetros em Tokai, 300 milímetros em Kanto (região que inclui Tóquio) e nas ilhas Izu, e 200 milímetros em Tohoku. A agência prevê ventos muito fortes na zona oeste dos 23 distritos de Tóquio e alertou ainda para o risco de deslizamentos de terras, inundações e transbordo de rios.
Andreia Sofia Silva SociedadeSaudel | Baixa possibilidade de ser içado sinal 3 Os Serviços Meteorológicos e Geofísicos (SMG) consideram que existe a “baixa possibilidade” de ser içado o sinal 3 de tempestade entre a madrugada e a manhã desta sexta-feira, dia 4. Mantém-se içado o sinal 1 de tempestade. Segundo as previsões das autoridades, a tempestade tropical “Saudel” irá atravessar o interior da província de Guangdong e “mover-se para Oeste, aproximando-se novamente da Foz do Rio das Pérolas” esta sexta-feira. Porém, “vai enfraquecer gradualmente”, ainda sem certezas quanto ao grau de enfraquecimento da tempestade, daí a possibilidade de ser içado o sinal 3. Os SMG destacam que, com a passagem do “Saudel”, Macau vai ter chuvas esta sexta-feira com ventos fortes.
Hoje Macau SociedadeSaudel | Ciclone Tropical pode voltar a aproximar-se Ontem, a probabilidade de o sinal n.º 3 de tempestade tropical ser içado devido à passagem do ciclone Saudel mantinha-se “relativamente baixa”, de acordo com a Direcção dos Serviços Meteorológicos e Geofísicos (DSMG). Todavia, nos próximos dias, o ciclone tropical pode aproximar-se da RAEM e levar a uma intensificação das chuvas e do vento. “A probabilidade de Macau ser afectado directamente pela sua circulação é relativamente baixa; assim sendo, a probabilidade de emissão do Sinal n.º 3 de Tempestade Tropical é relativamente baixa”, indicou a DSMG. “No entanto, a trajectória de ‘Saudel’ na última metade desta semana ainda apresenta um elevado grau de incerteza, existe a possibilidade de rodar sobre si e aproximar-se novamente da Foz do Rio das Pérolas. Nessa altura, a intensidade do vento em Macau poderá aumentar, e os aguaceiros deverão intensificar-se”, foi acrescentado.
Andreia Sofia Silva Manchete Sociedade“Saudel” | Içado sinal 1 de tempestade. Possibilidade “moderada” de sinal 3 Os Serviços Meteorológicos e Geofísicos (SMG) içaram na noite desta segunda-feira, 31, o sinal 1 de tempestade tropical a propósito da aproximação da tempestade tropical “Saudel”. Segundo informação oficial do website dos SMG, a possibilidade de aumentar o sinal de tempestade, nomeadamente para 3, é “moderada”, não existindo qualquer previsão quanto à possível chegada do sinal 8 de tempestade. O sinal 1 de tempestade deverá manter-se em vigor até às 10h desta terça-feira, 1 de Setembro. Segundo as últimas previsões, o “Saudel”, localizado no mar leste da ilha de Hainan, deverá passar a cerca de 300 quilómetros a sul de Macau “no início desta terça-feira”. Depois disso, “vai mover-se para o quadrante Leste, em direcção à região Nordeste do Mar do Sul da China, onde vai encontrar condições para continuar a intensificar-se”, é explicado. Em relação às condições meteorológicas, e tendo em conta a junção de um estado de depressão tropical com uma monção de nordeste, o tempo esta terça-feira, 1, deverá registar aguaceiros ocasionais e algumas trovoadas. “Durante a passagem das bandas de chuva, o vento pode atingir ocasionalmente o grau 6 da escala de Beaufort, com rajadas”, o que explica a possibilidade “moderada” de se passar ao sinal 3 de tempestade.
Hoje Macau China / ÁsiaTufões | Saudel aproxima-se do leste do país após passagem do Narra pelo sul O tufão Saudel aproximava-se ontem do leste da China, enquanto o tufão Narra continua a provocar chuvas no sul e sudoeste do país, após inundações que obrigaram a retirar mais de 54 mil pessoas. O Centro Meteorológico Nacional situou o Saudel, durante a madrugada de ontem, no mar do Leste da China, a cerca de 485 quilómetros da fronteira entre as províncias de Fujian e Zhejiang, no sudeste do país, com ventos máximos de 40 metros por segundo junto ao centro. O sistema, que enfraqueceu de tufão forte para tufão, avançava em direcção a oeste-sudoeste e poderá atingir terra na manhã de hoje, na faixa costeira entre Zhejiang e Fujian, segundo a imprensa estatal. As autoridades prevêem que o Saudel provoque ventos fortes no leste e sudeste da China, incluindo no mar do Leste da China, no estuário do rio Yangtzé, na baía de Hangzhou e nas costas de Zhejiang e Fujian, com rajadas mais intensas nas zonas próximas do centro do tufão. Em paralelo, as chuvas associadas ao tufão Narra, que atingiu esta semana as províncias de Hainan e Guangdong, depois de provocar inundações em Guangxi, vão continuar a afectar zonas do sul do país. Os meteorologistas alertaram que a combinação de vários sistemas tropicais recentes poderá aumentar o risco de enxurradas, deslizamentos de terras e inundações em áreas já afetadas pela chuva. A passagem do Narra e do Saudel ocorre num Verão marcado na China por tufões, chuvas torrenciais, inundações e deslizamentos de terras, que causaram dezenas de mortos e levaram à retirada preventiva de centenas de milhares de pessoas.
Hoje Macau China / ÁsiaGuangxi | Tufão Narra obriga à retirada de 54 mil pessoas O Narra obrigou a retirar mais de 54 mil pessoas no sul da China, após provocar chuvas torrenciais e inundações. Segundo a televisão estatal chinesa CCTV, a tempestade afectou pelo menos 61 mil pessoas na região de Guangxi, das quais 54 mil foram retiradas de forma preventiva, para evitar riscos. As chuvas associadas ao tufão fizeram ainda com que 10 rios e 15 estações hidrológicas ultrapassassem os níveis de alerta. O estreito de Qiongzhou, entre a província de Guangdong e a ilha de Hainan, suspendeu ontem o tráfego marítimo como medida preventiva. O impacto do Narra concentrou-se sobretudo em zonas do sul de Guangxi, onde várias localidades sofreram inundações, cheias repentinas e danos em infraestruturas, enquanto as equipas de emergência prosseguem os trabalhos de prevenção e resposta. As autoridades meteorológicas chinesas prevêem que o núcleo do tufão, que se encontrava ontem sobre o norte do mar do Sul da China, continue a avançar lentamente para oeste e noroeste e atinja a costa com intensidade de tempestade tropical forte. A combinação do ciclone com os fluxos de monção poderá prolongar a precipitação e aumentar o risco de inundações urbanas, cheias em pequenos rios e deslizamentos de terras. Entretanto, a China mantém sob vigilância o Saudel, o 18.º tufão da temporada, que atingiu a categoria de supertufão e cuja trajectória poderá aproximá-lo do leste do país nos próximos dias, após atingir as ilhas de Okinawa, no sul do Japão.
João Luz Manchete SociedadeSMG | Macau entre tufões com baixa probabilidade de ser afectada Com o ciclone tropical Narra a aproximar-se da Península de Leizhou, a cerca de 350 quilómetros de Macau, e o tufão Gaenari a chegar a terra em Fujian, as autoridades estimam que a RAEM não sofra impactos. Ainda assim são esperadas trovoadas durante a semana. Hong Kong não afasta a possibilidade de emitir sinal de tufão Macau está a passar pelos pingos da chuva nesta época de tufões, apesar da turbulência no Mar do Sul da China. Os Serviços Meteorológicos e Geofísicos (SMG) divulgaram ontem previsões que apontavam para a permanência do ciclone tropical Narra, entre hoje e amanhã, no Golgo de Beibu, entre a ilha de Hainan e a península de Leizhou, no sudoeste de Guangdong, a cerca de 350 quilómetros de Macau. As previsões indicavam ontem a probabilidade do Narra tocar terra em Leizhou. A leste, o tufão Gaenari tocou ontem em terra na cidade de Quanzhou, na província de Fujian, de acordo com órgãos de comunicação estatais, com os SMG a estimarem o enfraquecimento gradual da tempestade, a mais forte das três que afectavam ontem o Mar do Sul da China. As autoridades apontavam mesmo para a possibilidade de o Gaenari se dissipar ainda durante o dia de ontem. “Embora as previsões actuais indiquem a probabilidade reduzida de os dois ciclones tropicais representarem uma ameaça directa para Macau, continua a ser transportada humidade abundante para a costa do sul da China”, referiam ontem os SMG. As autoridades acrescentaram que nestas condições, e “sob a influência combinada de uma ampla depressão e de um fluxo de ar activo de sudoeste”, trovoadas podem atingir o território a meio da semana, entre hoje e quinta-feira, com aguaceiros no fim-de-semana. Alertas lá e cá Ontem à tarde, o Observatório de Hong Kong acompanhava as previsões dos SMG, tanto em relação ao Narra como ao Gaenari. Porém, ressalvava que se o ciclone tropical Narra tomasse uma trajectória que o aproximasse do estuário do Rio das Pérolas, poderia emitir sinal de alerta de tempestade, mas que, face às previsões de ontem, essa possibilidade era baixa. Recorde-se que as autoridades nacionais activaram no sábado o mecanismo de resposta de emergência de nível IV para cheias, o mais baixo, nas províncias de Guangdong, Guangxi e Hainan, perante a previsão de chuvas torrenciais provocadas pelo Narra. A Administração Meteorológica da China assinalou também uma situação rara, com três tufões activos em simultâneo no mar do Sul da China e Pacífico noroeste: Gaenari, Narra e Saudel. O tufão Gaenari, formado no sábado, é o 20.º ciclone tropical do ano, número muito acima da média histórica de 13,4 entre Janeiro e Agosto.
Hoje Macau China / ÁsiaChina | Activado alerta de cheias em três províncias costeiras com aproximação de tufão Narra A China activou no sábado uma resposta de emergência de nível IV para cheias, o mais baixo, nas províncias de Guangdong, Guangxi e Hainan, no sul do país, perante a previsão de chuvas torrenciais provocadas pelo tufão Narra. O 19.º tufão registado pelo país este ano, deverá trazer precipitação intensa ao sul e oeste de Guangxi, Guangdong e Hainan, com algumas zonas a registarem chuvas extremas, indicou o Ministério dos Recursos Hídricos da China, citado pela agência Xinhua. A China possui um sistema de resposta a emergências de controle de enchentes com quatro níveis, sendo o Nível I o mais grave. Os níveis da água deverão subir em vários rios das três províncias, incluindo os afluentes Zuojiang e Mingjiang do rio Yujiang, bem como cursos de pequena e média dimensão nas áreas mais afectadas. As autoridades locais foram instadas a reforçar a monitorização da evolução do tufão, dos rios e da precipitação, garantindo a operação segura de projectos hidráulicos e a protecção de barragens. O ministério sublinhou a necessidade de prevenir enxurradas e cheias em rios de menor dimensão, assegurar a segurança dos reservatórios e implementar medidas de protecção para turistas e trabalhadores da construção. Também no sábado, a sede nacional de controlo de cheias e secas e o Ministério da Gestão de Emergências activaram uma resposta de nível IV para controlo de cheias e tufões na província de Fujian. Tripla ameaça A Administração Meteorológica da China (CNA, na sigla em inglês) assinalou também uma situação rara, com três tufões activos em simultâneo no mar do Sul da China e Pacífico noroeste: Gaenari, Narra e Saudel. O tufão Gaenari, formado no sábado, é já o 20.º ciclone tropical do ano, número muito acima da média histórica de 13,4 entre Janeiro e Agosto. Sun Qianqian, analista meteorológico da CMA, alertou para riscos acrescidos em actividades marítimas, transportes e turismo costeiro, com possibilidade de deslizamentos de terra, aluimentos e inundações, segundo o jornal Global Times. O tufão Saudel, por sua vez, deverá intensificarse rapidamente devido às altas temperaturas da superfície do mar, podendo atingir força de supertufão ao atravessar as ilhas Ryukyu em direcção ao mar da China Oriental.
Hoje Macau China / ÁsiaTufão Dolphin | China mantém alerta de chuva O tufão Dolphin continuou ontem a perder força, enquanto se deslocava para o interior da China, mas as autoridades mantiveram o alerta devido à previsão de fortes precipitações em grandes áreas do país. Às 05:00 de ontem, o Centro Meteorológico Nacional chinês localizou o centro do Dolphin – agora já classificado como uma tempestade tropical – sobre a cidade de Anqing (leste), com ventos máximos sustentados de 20 metros por segundo. A agência prevê que o sistema se desloque para oeste-noroeste a uma velocidade de 15 a 20 quilómetros por hora e continue a perder força, embora tenha mantido o alerta laranja, o segundo nível mais elevado, para chuvas fortes. Para hoje, as autoridades prevêem chuvas fortes a torrenciais em grandes áreas do leste, centro e norte da China, com aguaceiros particularmente intensos em províncias como Henan (centro), onde algumas áreas poderão acumular entre 250 e 300 milímetros. O Centro Meteorológico alertou ainda para a possibilidade de ventos fortes, granizo e, em algumas zonas, tornados. No leste da China, a situação do tráfego aéreo apresentou alguma melhoria ontem, embora os cancelamentos tenham persistido. Danos e pagamentos Entretanto, as seguradoras sediadas no leste da China também desencadearam os procedimentos de indemnização por danos relacionados com o tufão. Só em Xangai, tinham sido recebidos 5.271 pedidos de indemnização até à tarde de segunda-feira, com prejuízos estimados em 94,8 milhões de yuan, segundo a emissora estatal chinesa CCTV. O Dolphin, o décimo terceiro tufão da temporada segundo a classificação chinesa, atingiu terra por volta das 17:30 de domingo na cidade de Yuhuan, em Zhejiang. O tufão trouxe chuvas recorde para Xangai, onde uma estação meteorológica central registou 312,9 milímetros em 24 horas, o maior volume em mais de 150 anos, segundo a imprensa local. De acordo com as autoridades, mais de 1,6 milhões de pessoas foram retiradas das suas habitações por razões de segurança.
Hoje Macau China / ÁsiaTufão | Dolphin enfraquece depois de atingir o leste do país O tufão Dolphin enfraqueceu ontem após ter atingido a província chinesa de Zhejiang (este), com a cidade de Xangai a manter restrições de transporte e a retirar preventivamente 215.600 pessoas de zonas de risco O tufão Dolphin, o décimo terceiro tufão da temporada segundo a classificação chinesa, atingiu terra por volta das 17:30 de domingo na cidade de Yuhuan, em Zhejiang, com ventos de 42 metros por segundo, informou ontem o Centro Meteorológico Nacional do país. A tempestade voltou a atingir terra pouco mais de uma hora depois na cidade de Yueqing, também em Zhejiang, já com ventos de 38 metros por segundo, antes de avançar para o interior e perder força gradualmente. Às 05:00 de ontem, o centro do Dolphin encontrava-se no condado de Qingyuan, em Zhejiang, com ventos de 23 metros por segundo, já como tempestade tropical, e previa-se que continuasse a avançar para noroeste entre 20 e 25 quilómetros por hora enquanto continuava a enfraquecer. O Centro Meteorológico Nacional reduziu o seu alerta de tufão, mas manteve um alerta laranja, o segundo mais grave, para a chuva, com previsão de precipitação forte ou torrencial no centro e no leste do país. Segundo o organismo, algumas zonas do leste de Zhejiang e das áreas montanhosas do sul da província oriental de Anhui poderão registar chuvas torrenciais, com volumes de chuva entre os 250 e 320 milímetros. Em Xangai, onde durante a noite se registaram chuvas generalizadas e vários distritos activaram alertas laranjas, quatro linhas de metro ficaram suspensas, enquanto vários troços da rede funcionavam com limitações de velocidade. A cidade suspendeu ainda todo o transporte aquático de passageiros, incluindo ferries urbanos e serviços turísticos, e recomendou aos cidadãos que evitassem saídas desnecessárias e ajustassem as suas deslocações durante a hora de ponta. Segundo as autoridades locais, até à tarde de domingo Xangai tinha recolocado 215.600 pessoas por razões de segurança. Transportes cancelados Antes de chegar a Zhejiang, o Dolphin atravessou as ilhas Ryukyu na sexta-feira, no sul do Japão, onde deixou pelo menos três feridos ligeiros, cortes de electricidade em milhares de lares e centenas de voos cancelados, levando as autoridades chinesas a activar o alerta vermelho no domingo perante a sua entrada na costa oriental do país. A tempestade causou perturbações generalizadas transportes em toda a região do Delta do Rio Yangtzé, com mais de mil voos foram cancelados no domingo, enquanto alguns serviços ferroviários e rotas de ferry foram suspensos. Segundo a agência Xinhua, o Aeroporto Internacional de Hangzhou Xiaoshan cancelou 388 voos de chegada e partida, a maioria dos quais programados para o período da tarde. Os aeroportos de Pudong e Hongqiao, em Xangai, cancelaram mais de 1.300 voos, quase 60 por cento dos serviços programados. Prevê-se que o impacto do Dolphin se prolongue por vários dias, com o meteorologista-chefe do Centro Meteorológico Nacional,Dong Lin, a indicar à Xinhua o impacto da circulação da tempestade se estende por cerca de 1300 quilómetros, contribuindo para um impacto de vento e chuva amplo e prolongado. Rota do Interior Ainda ontem estava ainda prevista chuva intensa principalmente em zonas ao sul dos rios Amarelo e Huaihe, incluindo partes de Zhejiang, Xangai, Jiangsu, Anhui, Hubei, Henan e Shandong. Espera-se que a faixa de precipitação se desloque para norte a partir de hoje, à medida que a circulação residual do Dolphin avança para o interior do país. De acordo com o Serviço Meteorológico de Pequim, prevê-se que a região de Pequim-Tianjin-Hebei registe chuva forte até sexta-feira. O Dolphin chega num Verão marcado por tufões, chuvas torrenciais, enxurradas e deslizamentos de terra, com dezenas de mortos e evacuações preventivas de centenas de milhares de pessoas em várias províncias.
Hoje Macau China / ÁsiaAlerta máximo com aproximação do tufão Dolphin ao leste do país As autoridades chinesas emitiram ontem um alerta vermelho, o nível mais elevado, perante a chegada do tufão Dolphin, que deveria atingir as zonas costeiras das províncias de Zhejiang (leste) e Fujian (sudeste) entre a tarde de ontem e a madrugada de hoje. Por volta das 10:00 hora local, o tufão Dolphin encontrava-se a cerca de 215 quilómetros a leste da cidade costeira de Wenzhou, em Zhejiang, com ventos superiores a 160 quilómetros por hora. O mesmo organismo declarou o alerta por ventos fortes em várias partes do leste do país, com especial incidência na foz do rio Yangtzé, e por chuvas torrenciais nas duas províncias mencionadas, na megalópole oriental de Xangai (leste) e nas regiões próximas das prvíncias de Jiangxi, Anhui e Jiangsu. Em algumas zonas do centro e do leste de Zhejiang registar-se-ão chuvas “extremamente torrenciais”, entre 250 e 500 milímetros de chuva, advertiu o NMC. A agência de notícias oficial Xinhua informou ontem que quase 99.000 pessoas foram recolocadas em Fujian até ao final da tarde de sábado, tendo sido decretado o cancelamento de rotas de ferry e o regresso dos barcos de pesca ao porto. Pior que o Bavi Por sua vez, o jornal estatal Global Times acrescentou que na zona costeira de Xangai, fustigada já por ventos fortes e chuvas intensas, as autoridades planeavam fazer o mesmo com cerca de 103.000 residentes, contando com centenas de abrigos temporários já preparados. A cidade, um dos principais pontos de entrada na China graças aos seus dois aeroportos internacionais, suspendeu centenas de voos, 60 por cento do total até à noite de sábado, e previa anular mais de um milhar ao longo do dia de ontem. Os dois aeroportos de Xangai cancelaram mais de 1.300 voos e as autoridades recolocaram já cerca de 300 mil pessoas nas regiões circundantes. Na província de Zhejiang, onde o Governo provincial também declarou o seu nível máximo de alerta, poderá ser ordenada a suspensão de actividades em grupo ao ar livre, das aulas ou até do trabalho e do transporte, aponta a informação. Perante as chuvas intensas, foram mobilizadas equipas de monitorização em múltiplas zonas das regiões afectadas devido aos riscos de inundações relâmpago ou derrocadas de terra. O chefe de previsões meteorológicas do NMC, Xu Yinglong, assegurou que o Dolphin, o décimo terceiro tufão do ano, poderá trazer ventos mais fortes e chuvas mais intensas do que o Bavi, que atingiu o país em Julho. O tufão, que cruzou na sexta-feira as ilhas Ryukyu no sul do Japão, aproxima-se num Verão marcado na China por chuvas torrenciais, enxurradas, derrocadas e ciclones que deixaram dezenas de mortos e levaram à evacuação preventiva de centenas de milhares de pessoas em várias províncias.
Hoje Macau China / ÁsiaJapão | Retiradas 5 mil pessoas com aproximação de tufão Dolphin As autoridades japonesas emitiram ontem uma ordem de evacuação para mais de 5.000 pessoas na prefeitura meridional de Kagoshima perante o avanço do tufão Dolphin. O fenómeno obrigou também ao cancelamento de centenas de voos no sul do país, na sua passagem em direcção ao mar da China Oriental. O tufão já provocou ventos de até 216 quilómetros por hora, segundo indicou ontem a Agência Meteorológica do Japão (JMA), que descreveu a tempestade como grande e forte. Prevê-se que os efeitos do vento e da chuva persistam durante o fim-de-semana, motivo pelo qual as autoridades pediram à população que extreme as precauções. Perante esta situação, as principais companhias aéreas nipónicas decidiram cancelar todos os voos programados com origem ou destino na prefeitura de Okinawa durante a jornada de sexta-feira, quando se espera que cruze estas ilhas. Assim, o total de voos cancelados até domingo será de mais de 600, a maioria deles da Japan Airlines (JAL) e da All Nippon Airways (ANA), afectando 86.400 pessoas, segundo avança o jornal local Okinawa Times. De acordo com a previsão, o Dolphin cruzará durante sexta-feira o arquipélago mais meridional do Japão (Ryukyu) e entrará depois no mar da China Oriental, de onde se aproximará gradualmente da costa leste da China, onde também já começaram as evacuações.
Hoje Macau China / ÁsiaZhejiang | Mais de 10.000 pessoas retiradas devido ao tufão Dolphin A província chinesa de Zhejiang (leste) retirou preventivamente mais de 10.000 habitantes de algumas das suas ilhas devido à aproximação do tufão Dolphin, que se dirige para o mar do Leste da China. O Dolphin, o 13º tufão da temporada segundo a classificação chinesa, encontrava-se às 05h locais de ontem a cerca de 1.360 quilómetros a leste da cidade costeira de Wenzhou, com ventos máximos de 42 metros por segundo, informou o Centro Meteorológico Nacional. O organismo prevê que o sistema, classificado como tufão forte, avance para oeste a uma velocidade entre 15 e 20 quilómetros por hora, mantendo uma intensidade estável ou ligeiramente superior. Segundo a previsão oficial, o Dolphin atravessará hoje as ilhas Ryukyu e entrará depois no mar do Leste da China, aproximando-se gradualmente da costa da China. A evolução surge após as autoridades chinesas terem delineado esta semana duas possíveis trajectórias: uma chegada à costa entre as províncias de Zhejiang e Fujian, no sudeste do país, por volta da próxima segunda-feira, ainda como tufão ou tufão forte, ou uma mudança de direção para norte, com um eventual impacto já enfraquecido entre o estuário do rio Yangtsé e a península de Shandong. Zhejiang activou na noite de quarta-feira um alerta de nível três para tufões nas águas costeiras da província. Na província de Cantão, a Administração Marítima anunciou controlos ao tráfego de navios a partir da tarde de ontem para as embarcações que naveguem para norte pela entrada sul do estreito de Taiwan. Os ministérios chineses das Finanças e da Gestão de Emergências atribuíram na quarta-feira 330 milhões de yuan do fundo central de auxílio a catástrofes naturais a oito regiões afectadas por inundações: Heilongjiang, Liaoning e Jilin, no nordeste, Chongqing, Sichuan, Guizhou e Yunnan, no sudoeste, e Shaanxi, no noroeste do país.
João Luz Manchete SociedadeTufão | Voo para Macau obrigado a aterrar em Nanning O tufão Noul levou ao cancelamento de mais de 60 voos no aeroporto de Macau, à interrupção das ligações marítimas e da circulação na Ponte do Delta. Um voo de Osaka, com chegada prevista à RAEM na tarde de sábado, foi desviado para Guangxi, onde fez uma aterragem de emergência Apesar de não ter provocado danos de maior, o tufão Noul causou a paralisia dos transportes na região. A situação mais complexa envolveu um voo da Air Macau, oriundo de Osaka com destino à RAEM, que foi obrigado a aterrar de emergência no Aeroporto Militar de Nanning, na província de Guangxi, a oeste de Guangdong, indicou ontem a Direcção dos Serviços de Turismo (DST). O voo deveria aterrar em Macau na tarde de sábado, mas devido às condições meteorológicas foi desviado para Guangxi, onde fez uma aterragem de emergência. A bordo vinham 166 passageiros, 93 destes residentes da RAEM. Segundo indicou ontem a DST, a companhia aérea providenciou o alojamento dos passageiros e afirmou que será organizado “um voo de Nanning, em Guangxi, para Macau ainda hoje, assim que for possível, dependendo das condições meteorológicas”. A linha aberta para o turismo recebeu nove pedidos de assistência de passageiros deste voo. O voo desviado foi a situação mais preocupante, revelada quase um dia depois, porém, a passagem do Noul originou uma confusão generalizada nas fronteiras. Ontem, ao início da tarde, alguns passageiros aguardavam nos postos fronteiriços o reatamento dos transportes entre regiões, tanto nos terminais marítimos para Hong Kong e Shenzhen, como na Ponte do Delta. Também as ligações ferroviárias no Interior foram interrompidas. Com o sinal 3 de tempestade tropical emitido às 18h de sábado, já os cancelamentos de voos eram a tónica dominante no Aeroporto de Macau e de Hong Kong. Em Macau, foram cancelados 62 voos, principalmente no sábado e domingo, nos dois sentidos entre a RAEM e destinos como Taipé, Kaohsiung, Xiamen, Nanjing, Chengdu, Xangai, Hangzhou, Banguecoque e Manila. Além disso, mais de 30 voos foram afectados com atrasos. Macau radical Outra situação que obrigou à intervenção de uma equipa de salvamento, ocorreu perto da praia de Hac Sá, quando um jovem de 14 anos foi resgatado ao largo do trilho de Long Chao Kok, depois de a prancha de windsurf se ter virado, atirando-o ao mar. A ocorrência foi detectada através do sistema de monitorização dos Serviços de Alfândega, que activaram o mecanismo de resposta de emergência com lanchas rápidas. O jovem não necessitou de apoio médico e as autoridades levaram-no de volta ao centro náutico de Hac Sá. A circulação da Ponte Hong Kong – Zhuhai – Macau foi interrompida à meia-noite de domingo e só foi retomada às 13h de ontem, altura em que foram também reatados os serviços dos autocarros dourados. Em relação às ligações marítimas, o último barco da TurboJet saiu de Macau para Hong Kong às 21h de sábado, e no sentido inverso a última partida antes da suspensão dos serviços foi às 21h30. As embarcações da Cotai Water Jet, entre a Taipa e Sheung Wan partiram às 21h de sábado para Hong Kong e no sentido inverso às 20h30. Os serviços foram retomados ontem às 13h30. Os transportes foram retomados ao início da tarde de ontem. Em terra, a Direcção dos Serviços de Educação e de Desenvolvimento da Juventude suspenderam ontem todas as actividades educativas dos ensinos infantil, primário e especial, enquanto os eventos planeados para ontem para alunos do secundário se mantiveram sem alterações.
João Luz Manchete SociedadeSMG | Tufão poderá passar a cerca de 400 quilómetros de Macau A tempestade que atravessa as Filipinas deverá passar a 400 quilómetros de Macau na tarde de sábado na categoria de tufão. Os SMG estimam que no domingo à tarde a tempestade atinja a posição mais próxima do território, a cerca de 100 quilómetros, já como ciclone tropical severo depois de ter chegado a terra e enfraquecido A Agência Meteorológica da China indicou ontem que o centro da depressão tropical que estava a cerca de 930 quilómetros a Leste de Manila seguia uma trajectória rumo ao Mar do Sul da China a uma velocidade entre os 25 e 30 quilómetros por hora. As autoridades nacionais apontaram para a chegada do tufão a terra entre as zonas costeiras de Zhuhai e Zhangpu, em Fujian, entre o final da tarde de sábado e a manhã de domingo. Após atingir terra, o tufão deverá virar gradualmente para norte-noroeste à medida que irá enfraquecendo. As estimativas de ontem dos Serviços Meteorológicos e Geofísicos (SMG) indicavam que a tempestade poderá passar a cerca de 100 quilómetros de Macau com ciclone tropical severo por voltas das 14h de domingo, já com contacto em terra. Porém, 24 horas antes, na tarde de sábado, as previsões apontam para que a tempestade esteja a 400 quilómetros de Macau na categoria de tufão. Os SMG estimam também que os aguaceiros fortes e trovoadas se estendam ao longo da próxima semana, pelo menos, até quarta-feira, com a intensidade do vento a diminuir gradualmente a partir de segunda-feira. Segundo as autoridades nacionais, a velocidade no centro da tempestade era ontem de cerca de 15 metros por segundo e as estimativas indicavam que a entrada da tempestade no Mar do Sul da China deveria acontecer na madrugada de sábado. A Agência Meteorológica da China prevê que a tempestade atinja a intensidade máxima entre tufão e tufão severo, depois de atravessar o Canal de Bashi, que faz parte do estreito de Luzon, entre a ilha de Y’ami Filipinas e Taiwan. Aqui ao lado Por sua vez, o Observatório de Hong Kong prevê que a tempestade atinja a costa na zona entre Huizhou e Shantou na madrugada de domingo, a leste da região vizinha. As autoridades da cidade vizinha estimavam ontem que o tufão chegue a uma distância de 800 quilómetros de Hong Kong hoje ao fim do dia, altura em que deverá ser emitido o sinal 1 de tempestade. Devido à proximidade de Macau e do critério de içar o sinal 1 de tempestade quando a distância para o território seja precisamente de 800 quilómetros, é expectável que o sinal 1 seja emitido entre o fim do dia de hoje e amanhã. Apesar de realçar as incertezas em relação ao local onde irá tocar em terra, o Observatório de Hong Kong indicou que entre sábado e domingo a zona costeira de Guangdong seja fustigada por ventos fortes, aguaceiros intensos e trovoadas.
Hoje Macau Manchete SociedadeSul do país prepara-se para o primeiro tufão do ano. Macau com sinal 3 esta sexta-feira O Centro Meteorológico Nacional da China emitiu ontem o primeiro aviso de tufão do ano, prevendo que o fenómeno atinja as províncias de Hainan e Guangxi na sexta-feira e sábado, respectivamente. Em Macau, o sinal 3 de tempestade tropical será içado entre a madrugada e manhã desta sexta-feira, 3. O sinal 1 de tempestade tropical foi, entretanto, içado pelos Serviços Meteorológicos e Geofísicos (SMG). Segundo informação disponibilizada pelos SMG, prevê-se que “a depressão tropical localizada na parte central do Mar do Sul da China se intensifique gradualmente nos próximos dias”, deslocando-se “em direcção à Ilha de Hainan e Golfo de Tonquim”. Assim, esta sexta-feira os SMG esperam que o “vento se intensifique gradualmente em Macau, podendo atingir o nível 6, com aguaceiros frequentes”. Podem ainda “haver ventos fortes no final da semana, acompanhados de aguaceiros fortes e trovoadas”. Os SMG explicam ainda que “a depressão tropical está a uma certa distância de Macau”, além de que “a [possibilidade de] ocorrência de ‘storm surge’ [inundações] é baixa”. Tal deve-se ao facto de, nos últimos dias, a região não ter estado “num período de maré astronómica”, embora a população deva “prestar atenção às inundações provocadas pelas chuvas torrenciais”. Entretanto, o Centro Meteorológico Nacional da China indicou esta quarta-feira que a precipitação em algumas zonas de Guangxi e da ilha de Hainan poderá aproximar-se de valores recorde para esta época do ano, apelando à adoção antecipada de medidas de prevenção. Após atingir inicialmente a costa entre o leste de Hainan e o oeste da província de Guangdong, amanhã, o tufão deverá atravessar a ilha e seguir para o golfo de Beibu, onde voltará a tocar terra, desta vez na costa de Guangxi, no sábado, enfraquecendo gradualmente depois. Segundo as previsões, são esperadas chuvas muito intensas nas províncias de Hainan, Guangxi, Yunnan, Guangdong, Guizhou e Hunan, com precipitação extremamente forte em alguns locais. Os meteorologistas alertaram em particular para Guangxi, onde a chuva persistente dos últimos dias provocou uma elevada acumulação de água, aumentando o risco de inundações e outros desastres.
Hoje Macau China / ÁsiaTufão deixa nove feridos e 47 mil casas sem energia no Japão O tufão Jangmi no sul do Japão fez nove feridos, deixou 47 mil casas sem energia e obrigou ao cancelamento de centenas de voos, anunciaram ontem as autoridades do país. A Agência Meteorológica do Japão (JMA, na sigla em inglês) alertou para ondas altas, deslizamentos de terra e inundações, à medida que a tempestade tropical se deslocava para norte após atingir a ilha subtropical de Okinawa na segunda-feira. Mais de 30 mil casas na região sudoeste de Kagoshima e 17 mil em Okinawa estavam sem energia na manhã de ontem, de acordo com as empresas de serviços públicos locais. Jangmi, o sexto tufão da temporada, fez ainda nove feridos em Okinawa, segundo o porta-voz do Governo, Minoru Kihara. A emissora pública japonesa NHK informou que os ferimentos foram causados por quedas devido ao vento e por objectos arremessados contra carros. Estado de alerta Kihara alertou que os transportes públicos em Tóquio e nas cidades vizinhas podem ser interrompidos hoje com a aproximação da tempestade. “Para aqueles que vivem em áreas que provavelmente serão afectadas pela tempestade, por favor, prestem muita atenção aos avisos de evacuação emitidos pelos vossos municípios e considerem evacuar com antecedência”, disse Kihara, numa conferência de imprensa. “Por favor, mantenham-se vigilantes e tomem medidas para proteger as vossas vidas”, acrescentou. As duas maiores companhias aéreas do Japão, a All Nippon Airways (ANA) e a Japan Airlines, cancelaram um total combinado de 600 voos programados de segunda a quarta-feira. Foram também canceladas mais de 60 rotas de ferry, prevendo-se a suspensão do serviço em cerca de 20 linhas de comboio. Foi emitida uma ordem de evacuação para toda a cidade de Miyazaki, capital da província com o mesmo nome, que alberga mais de 400 mil habitantes, segundo a NHK.
Hoje Macau China / ÁsiaFilipinas | Pelo menos 27 mortos e 3,6 milhões de afectados por tufão Pelo menos 27 pessoas morreram e 3,6 milhões foram afectadas pela passagem do supertufão Fung-wong nas Filipinas no domingo, informaram ontem as autoridades locais. De acordo com o último relatório do Conselho Nacional de Redução e Gestão de Riscos de Desastres das Filipinas (NDRRMC), o número de mortos subiu ontem de 18 para 27, enquanto as equipas de resgate procuram duas pessoas desaparecidas. Trinta e seis pessoas ficaram feridas, algumas com gravidade. Do total de mortes, 19 foram registadas na Região Administrativa de Cordillera, a norte de Manila, a região mais devastada por chuvas torrenciais, deslizamentos de terra e inundações nas últimas 72 horas. O NDRRMC actualizou também o número de pessoas afectadas, de 2,4 milhões para 3,6 milhões, das quais 171.786 famílias estão em centros de evacuação e mais de 100.000 pessoas foram deslocadas pelo mau tempo, estando a receber assistência nas ruas em 16 regiões do país. As autoridades reportaram mais de sete mil casas completamente destruídas e outras 33.000 parcialmente danificadas, além de 37 pontes que colapsaram e 12 autoestradas nacionais inundadas. O governo mobilizou mais de 10 mil pessoas para responder à emergência, incluindo agentes de segurança, equipas de resgate e profissionais de saúde. O tufão Fung-wong, conhecido localmente como Uwan, atingiu as Filipinas no domingo, afectando principalmente as regiões norte e central do país, antes de se deslocar para o Mar do Sul da China na segunda-feira, enfraquecido e seguindo em direção a Taiwan, onde era esperado ontem à noite. A agência meteorológica filipina, PAGASA, classificou ontem Fung-wong como uma tempestade tropical, com ventos 61 quilómetros por hora (km/h), depois de ter atingido a força de um supertufão nos últimos dias, com rajadas até 230 km/h. A passagem de Fung-wong pelas Filipinas acontece enquanto o país ainda está a recuperar do tufão Kalmaegi, que atingiu o arquipélago na semana passada, fazendo 232 mortos e mais de 100 desaparecidos, segundo a Defesa Civil.
João Luz Manchete PolíticaComerciantes afectados não vão receber subsídio directo À semelhança da resposta aos prejuízos causados pelo tufão Hato, Nick Lei perguntou ao Governo se iria também atribuir subsídios directos aos comerciantes afectados pelas cheias do tufão Ragasa. A resposta do Executivo foi negativa, restando aos empresários recorrerem ao seguro contra grandes desastres Em Macau, existe um período antes do tufão Hato e outro depois do tufão Hato. Esta realidade ficou bem patente na resposta do Governo a uma interpelação de Nick Lei, em que o deputado perguntava se seriam atribuídos a comerciantes afectados pelas cheias do tufão Ragasa subsídios de montante, à semelhança do que aconteceu depois do tufão Hato. Na resposta, o director dos Serviços para os Assuntos Laborais (DSAL), Chan Un Tong, indicou que os comerciantes e as pequenas e médias empresas (PME) podem recorrer ao seguro contra grandes desastres. O responsável lembrou a Nick Lei que em 2019 a Direcção dos Serviços de Economia e Desenvolvimento Tecnológico lançou o “Plano de Apoio Financeiro à Subscrição de Seguro de Bens Patrimoniais contra Grandes Desastres para as Pequenas e Médias Empresas”. O plano, implementado em cooperação com a Autoridade Monetária de Macau tem como objectivo encorajar as PME que enfrentam necessidades a subscrever seguros contra desastres e aliviar o encargo económico na subscrição de seguros. Outra lacuna que a medida tem em vista colmatar, é oferecer uma solução para o problema de falta de cobertura de seguros para danos em bens comerciais durante condições meteorológicas extremas. O deputado ligado à comunidade de Fujian reconhece que o plano de apoio à subscrição de seguros aliviou parte da pressão económica dos empresários afectados, “mas o valor do seguro contra grandes desastres é elevado, ou seja, 100 mil, 200 mil, 300 mil e 500 mil patacas, logo, os prémios também são elevados”. Importa referir que o apoio do Executivo oferece 50 por cento do prémio standard global ou um montante máximo de 30 mil patacas (consoante o valor mais baixo). Retoques e melhorias Em relação às críticas feitas à medida de apoio, o Governo sublinhou que “o esquema do seguro contra grandes desastres tem sido continuamente aprimorado, incluindo a eliminação do limite de indemnização para mercadorias e da franquia, a introdução de descontos na renovação sem sinistros, bem como a ampliação da cobertura para incluir perdas de bens comerciais ocorridas durante o sinal de chuva intensa preta.” Além disso, em 2023, o plano foi optimizado com a redução das taxas de prémio em 40 por cento, para 15 por cento, foi adicionada uma opção de cobertura com um valor segurado de meio milhão de patacas e concedidos descontos na renovação do seguro para comerciantes que tenham apresentado pedidos de indemnização anteriormente. Também o número de seguradoras locais participantes no esquema foi ampliado este ano para seis. Recorde-se que o tufão Ragasa passou por Macau a 24 de Setembro, batendo uma série de recordes. Pela primeira vez, desde 1968, as autoridades emitiram duas vezes o sinal número 10 de tufão no mesmo ano. A tempestade, que provocou inundações consideráveis, oito feridos e momentos virais de pessoas a apanhar peixes à mão em plena via pública, representou também o sinal 10 de tufão mais longo (10 horas e 30 minutos).
João Luz Manchete SociedadeSMG | Previsões deixam Macau fora da trajectória do Fung-wong O tufão Fung-wong levou ontem à emissão do sinal 1 de tempestade tropical, mas com a possibilidade “relativamente baixa a moderada” de elevar o sinal de alerta. A tempestade deverá passar a cerca de 500 quilómetros de Macau entre a próxima madrugada e a manhã de quarta-feira Tudo indica que Macau ficará de fora do percurso do tufão Fung-wong, segundo as previsões avançadas pelos Serviços Meteorológicos e Geofísicos (SMG) que emitiram ontem às 14h o sinal 1 de tempestade tropical. A decisão de emitir o sinal de alerta significa que uma tempestade está localizada a menos de 800 quilómetros de Macau. No entanto, os SMG indicaram ontem que a possibilidade de elevar o alerta para o sinal 3, durante a manhã de hoje, era “relativamente baixa a moderada”. “O tufão Fung-wong vai tomar um rumo para o quadrante norte, hoje e amanhã, atravessando a parte norte do Mar do Sul da China. Prevê-se que, “Fung-wong” passe o ponto mais próximo do território na terça-feira à noite (11), a cerca de 500 km a sudeste de Macau”, avançaram ontem os SMG. Apesar da distância do território, as autoridades estimaram a possibilidade de intensificação dos ventos, “podendo atingir níveis de 5 a 6, com rajadas significativas”. As autoridades ressalvaram que, “a menos que o Fung-wong adopte uma trajectória mais para oeste e se aproxime das regiões costeiras de Guangdong, o Sinal de Ventos Fortes de Monção (bola preta) será emitido em substituição do Sinal de Tempestade Tropical, de acordo com as condições de vento em Macau”. Em relação ao estado do tempo, os SMG apontaram ontem para a probabilidade “relativamente baixa nos próximos dias” de chuva, e para uma ligeira descida da temperatura mínima, para cerca de 18 graus, na quinta-feira. Como é normal nestas circunstâncias, várias entidades públicas emitiram alertas e aconselharam medidas de segurança. A Direcção dos Serviços para os Assuntos Laborais apelou a “cidadãos e empreiteiros” para adoptarem “medidas de prevenção, principalmente em relação aos andaimes, aparelhos elevatórios (por exemplo, gruas), janelas de construções e materiais pendurados nas fachadas”. Também o Instituto Cultural aconselhou os responsáveis de edifícios patrimoniais, “especialmente dos sítios sitos nas zonas baixas, para desencadearem as medidas de protecção necessárias e oportunas em relação ao património e tomarem as medidas de prevenção de vento e inundações”. Aqui ao lado Na região vizinha, o Observatório de Hong Kong também emitiu o sinal 1 de tempestade e manteve algumas reservas quanto à possibilidade de elevar o sinal de alerta. “Dependendo da mudança de intensidade do Fung-wong, da sua distância de Hong Kong, do impacto da monção nordeste no Fung-wong e das condições locais do vento, o Observatório avaliará a necessidade de emitir o Sinal de Vento Forte, n.º 3, ou o Sinal de Monção Forte”, indicou ontem à tarde a entidade meteorológica da região vizinha. As autoridades de Hong Kong indicam ainda que a interacção entre o Fung-wong, à medida que avança em direcção a Taiwan, e a monção nordeste, irá enfraquecer gradualmente o tufão. Porém, o Observatório de Hong Kong previu a subida de meio metro do nível das águas no pico da maré alta da noite de ontem, com a possibilidade de inundações das zonas baixas e agitação marítima.
Hoje Macau SociedadeSMG | Possibilidade “baixa a moderada” de içar sinal 8 Os Serviços Meteorológicos e Geofísicos (SMG) estimam que será “relativamente baixa a moderada” a possibilidade de ser içado o sinal 8 de tempestade tropical até ao início desta manhã, sendo que ontem foi içado o sinal 3 de tempestade a propósito da passagem da tempestade “Fengshen”. Foi também içado o sinal de ventos fortes de monção, com a bola preta, tendo o vento nas pontes atingido o nível forte com rajadas”. Tendo em conta este sinal de ventos fortes, e a passagem do “Fengshen”, o Instituto Cultural (IC) emitiu uma nota onde “apela aos responsáveis de todos os edifícios patrimoniais, especialmente dos sítios sitos nas zonas baixas, para iniciarem as medidas de protecção necessárias em relação ao património e tomarem as medidas de prevenção de vento e inundações”. Estima-se que hoje haja uma descida de temperatura com o céu muito nublado, existindo períodos dispersos de chuva e continuação de ventos fortes. As temperaturas deverão variar entre os 19 e 22 graus, sendo que a humidade relativa no ar irá variar entre os 70 e 95 por cento.
Hoje Macau China / ÁsiaPelo menos dez mortos no Vietname devido a cheias provocadas pelo tufão Matmo Pelo menos dez pessoas morreram e várias continuam desaparecidas no norte do Vietname em consequência das cheias provocadas pelo tufão Matmo, que atingiu o sul da China na segunda-feira antes de enfraquecer, declarou ontem o Governo vietnamita. O primeiro-ministro vietnamita, Pham Minh Chinh, visitou ontem a cidade de Thai Nguyen, capital da província com o mesmo nome e a região com o maior número de mortos, com quatro vítimas mortais e cerca de 200 mil casas afectadas. Com água até aos joelhos, o político vietnamita inspeccionou a zona e ajudou a distribuir ajuda humanitária, de acordo com informações publicadas no portal do governo. As autoridades mobilizaram mais de 7.600 soldados e voluntários para esforços de ajuda de emergência, depois de o país ter sido atingido por sete tempestades severas desde o final de Agosto. De acordo com o balanço provisório, três pessoas morreram também na província de Bac Ninh — a 30 quilómetros a noroeste de Hanói —, outras duas na província de Thanh Hoa e uma na província de Cao Bang, na fronteira com a China. As equipas de emergência estão à procura de, pelo menos, duas pessoas em Thai Nguyen e outra em Thanh Hoa. As cheias causaram também perdas significativas à agricultura e danos consideráveis nas infraestruturas, enquanto as autoridades alertam a população para a possibilidade de deslizamentos de terra e transbordamentos de rios nas regiões afectadas pelas chuvas. Outros desastres Na Tailândia, as chuvas provocadas pelo Matmo causaram pelo menos 22 mortes, tendo sido registadas inundações em cerca de vinte províncias do centro, norte e nordeste do país na terça-feira, afectando quase 370 mil pessoas, informaram as autoridades. Os tufões são fenómenos recorrentes no sudeste asiático, quando as águas quentes do Oceano Pacífico favorecem a formação de ciclones. No final de Setembro, o tufão Bualoi fez pelo menos 58 mortos ou desaparecidos no Vietname e, no final de Agosto, o tufão Kajiki matou sete pessoas. Em Setembro de 2024, o país foi fortemente atingido pelo tufão Yagi, que fez mais de 300 mortos devido às fortes chuvas e deslizamentos de terra.
Hoje Macau China / ÁsiaMatmo | Cancelados voos e encerradas lojas As autoridades chinesas cancelaram voos e encerraram lojas sábado, em antecipação à passagem do tufão Matmo, que se aproximava das províncias de Hainan e Guangdong, no sul da China. As autoridades chinesas aumentaram sábado o nível de alerta para laranja, o segundo mais elevado, obrigando à supressão de comboios, voos e aulas como medida preventiva. O NMC informou que o Matmo, o 21.º tufão da temporada no Pacífico, se intensificou durante a madrugada de sábado, passando de tempestade tropical severa a tufão. O aeroporto de Haikou deveria inicialmente receber mais de 632.000 passageiros entre 01 e 08 de outubro para as férias combinadas do feriado nacional e do feriado do Meio do Outono, de acordo com o grupo Hainan Airport, que opera o aeroporto. As autoridades também cancelaram vários serviços ferroviários e ordenaram que os barcos de pesca regressassem aos portos. O tufão Matmo deverá trazer ventos que podem atingir 160 km/hora antes de a intensidade diminuir gradualmente depois de chegar a terra, afirmou o NMC no sábado.