Hoje Macau SociedadeTrânsito | Acidente fatal com moto na Zona A Um homem de 37 anos morreu na madrugada de ontem, na sequência de um acidente quando circulava de moto na Zona A dos Novos Aterros, na Avenida da Ponte de Macau. A informação foi divulgada pelo Corpo de Polícia de Segurança Pública (CPSP), que indicou que o homem se terá despistado sozinho, por volta das 3h30. Quando o Corpo de Bombeiros chegou ao local, o residente apresentava sinais de fractura na perna direita, laceração no braço direito e várias escoriações no rosto. O ferido encontrava-se sem respiração nem batimentos cardíacos e foi transportado de urgência para o Centro Hospitalar Conde de São Januário, onde foi declarado morto. O acidente provocou ainda a destruição de três rails no passeio. As autoridades pediram a possíveis testemunhas do embate que se apresentem para prestar depoimento.
Hoje Macau SociedadeZona A | Residentes querem mais autocarros Os moradores da Zona A dos Novos Aterros querem mais paragens de autocarro e maior frequência deste meio de transporte. O pedido é deixado num comunicado da Federação das Associações dos Operários de Macau (FAOM), que na passada sexta-feira organizou um colóquio para recolher as opiniões dos residentes desta zona sobre transportes públicos. Segundo a mesma nota, os residentes disseram que as alterações feitas pelas autoridades ao serviço de autocarros não incluíram novas carreiras. Por sua vez, os autocarros que já circulavam na Zona A passam apenas a ter novas paragens, sendo que algumas carreiras já não páram no edifício Tong Seng, o que obriga os moradores deste prédio a andar mais distâncias a pé para apanhar o autocarro. Segundo a mesma nota, os residentes queixam-se de que só neste edifício moram mais de mil pessoas com muitas necessidades em termos de transportes, pelo que esperam que a Direcção dos Serviços para os Assuntos de Tráfego (DSAT) possa criar mais paragens de autocarro perto do edifício Tong Seng ou alterar os actuais percursos para que passem neste local. No dia em que a FAOM divulgou o comunicado, a DSAT anunciou que, além de três novas paragens de autocarros, criou uma paragem provisória segundo sugestões dos residentes, e que já está em funcionamento. Assim, as carreiras 2A, 51B, 101 e 102 vão passar nesta paragem provisória.
Hoje Macau PolíticaZona A | Admitidas 22 propostas para construir escolas A Direcção dos Serviços de Obras Públicas (DSOP) admitiu 22 de 24 propostas submetidas a concurso público para as “Obras de superestrutura no terreno para fins educativos do lote B1 da Unidade Operativa de Planeamento e Gestão Este-2 de Macau – Zona 1”, ou seja, na Zona A dos Novos Aterros. Segundo uma nota da DSPOP, os orçamentos apresentados variam entre 460 milhões e mais de 530 milhões de patacas, com prazos de execução de obra que rondam os 503 e 504 dias de trabalho. A obra será feita numa área superior a 30 mil metros quadrados, sendo construídas quatro escolas e um centro de actividades educativas. Por sua vez, a cave destina-se ao parque de estacionamento e zona para a tomada e largada de crianças. As obras devem começar no segundo trimestre de 2027.
João Santos Filipe Manchete PolíticaEdifícios | FAOM quer criminalizar arremesso de objectos em altura Após a queda de uma faca de um edifício na Zona A dos Novos Aterros, Cheang Kai Lok, membro dos Operários no Conselho Consultivo de Serviços Comunitários da Zona Norte, defende a criminalização da conduta O membro do Conselho Consultivo de Serviços Comunitários da Zona Norte, Cheang Kai Lok, defende a criminalização do arremesso de objectos em altura. Foi desta forma que o membro dos Operários reagiu a um caso recente em que uma faca de cozinha caiu dos andares superiores de um prédio na Zona A dos Novos Aterros. Através de um comunicado divulgado ontem, Cheang considerou a legislação actual ultrapassada por punir com “sanções relativamente ligeiras” o arremesso de objectos em altura, desde que não haja feridos nem danos materiais. O conselheiro sugere, assim, ao Executivo que siga o exemplo das “regiões vizinhas” para criar um novo tipo de crime autónomo para esta conduta. No entanto, se o Governo não quiser criar o novo tipo de crime, o membro da FAOM defende que se devem “agravar as sanções administrativas” para estabelecer “normas jurídicas mais claras e severas”. Sobre as opiniões que defendem a instalação de mais câmaras de videovigilância na cidade viradas para as habitações, de forma a detectar os infractores deste tipo de práticas, Cheang Kai Lok pediu cautela. O conselheiro explicou que “a instalação adicional de equipamentos de vigilância em altura pode entrar em conflito com as disposições relativas à protecção da privacidade individual no actual regime jurídico da videovigilância em espaços públicos”. Cheang considera que o mais importante passa pelas as autoridades encontrarem “um equilíbrio razoável” entre a salvaguarda da segurança pública e a garantia da privacidade individual dos residentes. Comunidade preocupada Sobre o episódio da queda de uma faca de cozinha, Cheang Kai Lok alertou para os riscos e para o facto de ser uma prática repetida. “Dado o risco extremo que a queda de objectos em altura representa, e considerando que no passado já tinham ocorrido de forma esporádica episódios de diferente gravidade nessa zona, o caso gerou rapidamente uma enorme preocupação e apreensão entre os residentes do bairro”, descreveu. No seguimento do alerta, o conselheiro pediu à população para ter mais cuidado com a forma como guarda as coisas em casa, principalmente perto das janelas. Cheang defendeu ainda que os “moradores devem inspeccionar proactivamente o seu ambiente doméstico, especialmente espaços abertos como varandas e parapeitos de janelas, evitando a colocação de vasos de plantas, ferramentas, utensílios de cozinha ou outros objectos susceptíveis de cair”. Além da negligência acidental, Cheang Kai Lok assinalou que alguns comportamentos de arremesso de objectos em altura podem ter origem em oscilações emocionais ou no stress do quotidiano de determinados indivíduos. Face a estes casos, o responsável entende que as famílias devem acompanhar e apoiar os membros que se mostrem mais fragilizados.
Hoje Macau SociedadeZona A | Morreu vítima de atropelamento Um homem de cerca de 60 anos morreu, depois de ser atropelado na Zona A dos Novos Aterros, quando atravessava a estrada. De acordo com o jornal Ou Mun, as autoridades suspeitavam que a vítima, um residente local, tivesse atravessado o cruzamento da Avenida do Mar de Espelho com a Avenida de Tai On fora da passadeira. O condutor também era um residente local e não acusou o consumo de álcool. O atropelamento aconteceu por volta das 17h42 de sexta-feira e o homem foi levado para hospital com vida. No entanto, o óbito foi confirmado no sábado às 00h15. A recolha preliminar de provas e a extracção das imagens do sistema de videovigilância foram efectuadas no local, estando as causas do acidente sujeitas a investigação das autoridades.
Hoje Macau PolíticaZona A | Prazo para arrendar lojas termina sexta-feira Termina esta sexta-feira, dia 21, o prazo de apresentação das candidaturas ao concurso público para arrendamento de 25 espaços comerciais em empreendimentos de habitação pública, cinco deles na Zona A dos Novos Aterros. Segundo um comunicado do Instituto de Habitação (IH), que coordena o concurso público, os cinco espaços na Zona A distribuem-se pelo Edifício Tong Seng, Edifício Tong Chong e Edifício Tong Kai; existindo 11 espaços comerciais disponíveis para arrendamento na península de Macau, nomeadamente na Habitação Social de Mong Há – Edifício Mong Tak, Edifício do Bairro da Ilha Verde, Edifício Cheng I e Habitação Social do Fai Chi Kei – Edifício Fai Tat, bem como uma loja no Tamagnini Barbosa. Nos empreendimentos habitacionais de Taipa e Coloane, existem ainda nove espaços comerciais disponíveis. O IH descreve que as áreas de negócio vão desde espaços de restauração a clínicas ou padarias, com o preço base do concurso a variar entre as 3 mil e 45 mil patacas. As áreas úteis dos espaços oscilam entre os 18,50 e 562,32 metros quadrados. O acto público de licitação verbal para este concurso decorre a 8 de Setembro deste ano na Delegação das Ilhas do IH. Os espaços são adjudicados aos concorrentes que ofereçam a renda de valor mais elevado, diz ainda a mesma nota.
João Luz Manchete PolíticaZona A | Metro quadrado de habitação económica a partir de 31 mil patacas O Governo anunciou ontem os preços dos apartamentos em cinco torres de habitação económica na Zona A dos Novos Aterros. O custo de base do metro quadrado de área útil varia entre 31.270 e 33.828 patacas. No total, os cinco edifícios oferecem 5,254 fracções Os preços de venda das fracções da habitação económica nos Lotes A1 a A4 e A12 da Zona A dos Novos Aterros foram publicados ontem no Boletim Oficial, através de um despacho assinado por Sam Hou Fai. O Governo indicou que o preço do metro quadrado de área útil varia entre 31.270 e 33.828 patacas, ou 2.905,05 e 3.142,7 patacas por pé quadrado. Num comunicado que acompanha a publicação do despacho, o Instituto de Habitação (IH) realça que “na fixação do preço de venda das fracções são tidos em consideração, nomeadamente: o prémio de concessão do terreno, o custo de construção e os custos administrativos”, de acordo com a alteração legal introduzida em 2021, ano em que foi aberto o concurso público para compra das fracções. Para estes factores de cálculo do preço, o prémio de concessão do terreno foi fixado em 9.450 patacas por metro quadrado da área bruta de construção de habitação, enquanto o custo de construção varia entre 12.446,28 e 14.088,52 patacas. Os custos administrativos foram avaliados em 154,55 patacas por metro quadrado da área bruta de construção de habitação. O IH acrescenta que “o preço concreto de venda de cada fracção pode ser aumentado ou diminuído, dependendo da localização do edifício, a orientação e localização na estrutura global do edifício, área e tipologia da fracção”. Viver de facto As 5.254 fracções estão dividias entre os edifícios Tong Veng, Tong Keong, Tong Man, Tong Tat e Tong Ip, com tipologias de T1, T2 e T3. Recorde-se que a Zona A está localizada a leste da Península de Macau. Os edifícios de habitação económica dos cinco lotes em questão encontram-se junto ao mar, beneficiam de vantagens ao nível da localização e da paisagem. O Governo sublinha que o concurso em questão está enquadrado pela nova “Lei da habitação económica”, o que significa que a habitação económica tem sempre de manter a natureza e após a sua aquisição, só pode ser vendida ao IH. Além das limitações à revenda, o IH lembra que a lei estabelece que as 5.254 “fracções destinam-se exclusivamente a habitação própria com carácter permanente, o candidato e os elementos do agregado familiar incluídos no momento da candidatura têm de residir permanentemente na fracção”. Se os moradores não residirem no apartamento, pelo menos, 183 dias por ano, são punidos com multa de 5 a 15 por cento do preço da venda inicial da fracção, se não justificarem devidamente os motivos para a ausência. “Se a situação não for rectificada, o contrato-promessa será resolvido”, salienta o IH.
João Luz Manchete PolíticaHabitação pública | Aberto concurso para arrendar 25 lojas com “desconto” O Instituto de Habitação abriu concurso público para arrendar 25 lojas em edifícios de habitação pública, cinco na Zona A dos Novos Aterros. Devido ao “actual ambiente de negócios”, os preços de base estão abaixo dos praticados no mercado, além de os primeiros três meses serem isentos de renda O Instituto de Habitação (IH) abriu ontem o concurso público para o arrendamento de 25 espaços comerciais em edifícios de habitação pública na Zona A dos Novos Aterros, Mong Há, Ilha Verde, Fai Chi Kei, Taipa e Seac Pai Van. O prazo para apresentação das candidaturas termina às 17h30 de 21 de Agosto. O IH salienta que, tendo em conta o actual ambiente de negócios, e para reforçar a competitividade no mercado dos espaços comerciais de habitação pública, “o preço base do concurso é relativamente mais baixo que o praticado pelo mercado” e foram concedidos benefícios de isenção de renda nos primeiros três meses. O preço base do concurso varia entre 3 mil e 45 mil patacas, com as áreas úteis das lojas a variarem entre 18,50 e 562,32 metros quadrados. Este é o segundo concurso público para arrendamento de 25 espaços comerciais em prédios de habitação pública realizado este ano. As lojas situam-se em 11 prédios. Na Habitação Social de Mong Há – Edifício Mong Tak estão em concurso cinco lojas, duas no Edifício do Bairro da Ilha Verde, um espaço comercial no Edifício Cheng I, duas lojas Habitação Social do Fai Chi Kei (uma no Edifício Fai Tat e outra no Tamagnini Barbosa). Na Taipa, no Edifício do Lago existe uma loja para arrendar, enquanto nos complexos de habitação social de Seac Pai Van há oito lojas para arrendar, duas no Edifício Lok Kuan e seis no Edifício Ip Heng. Regras do jogo O IH destaca os cinco espaços comerciais para arrendar na Zona A dos Novos Aterros (três no Edifício Tong Seng, um no Edifício Tong Chong e um no Edifício Tong Kai). Este é o terceiro conjunto de cinco espaços comerciais na Zona A, “incluindo uma clínica e uma padaria, a fim de aperfeiçoar as instalações comerciais e os apoios à vida quotidiana dos residentes na zona.” As autoridades indicam que os espaços estão destinados “à actividade comercial geral”, entre locais de venda de comidas e bebidas com ou sem fogão. Os espaços comerciais estão abertos, entre as 09h e as 14h, à visita de interessados até ao dia 27 de Julho. O acto público de licitação verbal terá lugar a 8 de Setembro, às 10h30 e às 15h30, na Delegação das Ilhas do IH. Os espaços são adjudicados aos concorrentes que ofereçam a renda de valor mais elevado no mesmo dia. O valor de cada lance é de 500 patacas ou do seu múltiplo. O IH irá ainda realizar uma sessão de esclarecimentos sobre as regras da licitação a 2 de Setembro.
Hoje Macau PolíticaZona A | Associação pede melhores infra-estruturas e planeamento Wong Kin Chong, presidente da Associação Industrial e Comercial da Zona Norte de Macau, defendeu uma melhoria de infra-estruturas na Zona A dos Novos Aterros tendo em conta o plano do Governo para criar um distrito comercial atractivo. Segundo noticiou o canal chinês da Rádio Macau, o responsável defende que, nesse planeamento, devem ser tidos em conta critérios como a inclusão de negócios conhecidos do público, o alargamento do período de isenção de rendas, a simplificação dos processos de licenciamento e melhoria de carreiras de autocarros ou da oferta de parques de estacionamento. Wong Kin Chong defendeu estas ideias tendo em conta a abertura do concurso público para a concessão de cinco espaços comerciais no edifício Tong Kai, na Zona A. O período de candidaturas termina hoje. O responsável disse que a Zona A não é ainda conveniente em termos de acessos de trânsito, além de não existir um planeamento claro, o que faz com que muitos comerciantes hesitem na hora de submeter candidaturas às lojas. Por seu turno, os primeiros comerciantes a apostar na zona, nomeadamente duas empresárias que abriram um supermercado e uma farmácia, disseram à Rádio Macau terem esperança no desenvolvimento da Zona A, embora actualmente poucos residentes morem no local, resultando no fraco retorno no investimento feito no negócio. Os comerciantes também apontaram que as obras do Metro Ligeiro impedem o acesso entre lojas e outros edifícios de habitação económica, pelo que esperam que o Governo melhore acessos e pondere alargar o período de isenção do pagamento de rendas.
Hoje Macau PolíticaZona A | Sugeridos apoios ao comércio em fase inicial Enquanto nasce um novo bairro na Zona A dos novos aterros, é fundamental encontrar um equilíbrio entre a abertura de lojas, restaurantes e supermercados, a menor densidade populacional na zona e a sobrevivência desses negócios. O deputado Ngan Iek Hang considera que o Governo tem um papel a desempenhar nesta equação, atribuindo apoios ao comércio que não tem ainda uma clientela na Zona A que sustente os negócios. “Tendo em conta que o actual fluxo populacional na Área A ainda não é suficiente para sustentar actividades comerciais, o Governo devia ponderar a introdução de medidas de apoios”, indicou em declarações ao jornal do Cidadão. O legislador destaca a importância de ir melhorando as condições de habitabilidade na Zona A à medida que o número de moradores aumenta, tarefa que entende estar a ser cumprida pelo Executivo, seguindo o modelo de governação “centrada nas pessoas”. A desenvolvimento do bairro de Seac Pai Van foi apontado por Ngan Iek Hang como exemplo de uma área que transitou bem entre os períodos de planeamento, construção e desenvolvimento e que a Zona A tem potencial para adoptar este modelo com sucesso.
Andreia Sofia Silva SociedadeGalerias técnicas | Governo assegura fiscalização financeira O Governo assegura que vai realizar uma “fiscalização rigorosa” relativamente às despesas de gestão e manutenção das galerias técnicas que incluem canalizações de serviços públicos a moradores. Numa resposta assinada por Ip Kuong Lam, director da Direcção dos Serviços de Protecção Ambiental (DSPA), à interpelação escrita do deputado Leong Hong Sai, é referido que “as obras de construção das galerias técnicas são da responsabilidade do Governo da RAEM, sendo as despesas de gestão e manutenção suportadas conjuntamente pelos utilizadores das canalizações, com base no princípio do ‘utilizador-pagador'”, e é neste contexto que as autoridades prometem uma fiscalização. Tudo para garantir que “os serviços de gestão prestados pela concessionária responsável pela prestação do serviço público e a respectiva cobrança de taxas cumprem o estipulado no Contrato de Concessão do Serviço Público de Gestão das Galerias Técnicas na RAEM”. Na mesma resposta, o responsável da DSPA explicou que “a construção de galerias técnicas é muito importante para reduzir as escavações nas vias e aprimorar a gestão urbana”, sendo que na Zona A dos Novos Aterros quase todas as canalizações ficam instaladas em galerias técnicas, “com excepção da canalização de gás natural e da rede de drenagem municipal”. A CEM já concluiu, nesta zona, a colocação de cabos eléctricos de alta tensão, enquanto a Macau Water iniciou, no terceiro trimestre de 2024, a obra de instalação de condutas de água. Por sua vez, a CTM e a MTEL procedem, desde o quarto trimestre de 2025, à colocação dos cabos de fibra óptica.
Nunu Wu SociedadeZona A | Moradores queixam-se de ambiente provocado por obras Os residentes das novas habitações na Zona A dos Novo Aterros queixam-se dos vários problemas causados pelo facto de grande parte do aterro ainda ter obras em curso. Os lamentos foram relatados ao jornal Ou Mun. Segundo o jornal Ou Mun, uma residente que mora no edifício Tong Seng, de apelido Chan, apontou que vários estaleiros de obras operam todo o dia e sem parar. Por isso, a moradora deixou a esperança que as autoridades adoptem medidas para reforçar a redução de ruído e de poeiras, com vista a reduzir o impacto junto dos residentes na zona. Outra residente, moradora no edifício Tong Kai, de apelido Leong, apontou que apesar de o Governo já ter anunciado a circulação de autocarros com percursos provisórios na Zona A, a oferta é insuficiente e que se espera que os transportes públicos melhorem o mais rapidamente possível. Leong pede a diversificação das carreiras de autocarros com a inclusão de mais bairros comunitários. Já um residente do edifício Tong Chong, de apelido Chao, observou que quando há vento se sentem no ar o pó e a areia das obras, o que conjugado com o facto de as zonas verdes não estarem totalmente pavimentadas causa elevados níveis de poluição do ar. Chao também criticou a falta contentores de lixo públicos nos aterros, que resulta na acumulação de lixo nas ruas, como pontas de cigarro e embalagens de comida. Este residente indicou ainda que os moradores do edifício Tong Chong têm enfrentado problemas com as fracções, como o facto de haver pregos expostos, e de terem sido registadas quedas de cimento ou da pintura das paredes.
João Santos Filipe Manchete PolíticaZona A | Ella Lei pede melhores ligações de autocarro Além da insuficiente oferta de transportes públicos, a deputada alerta o Governo para a necessidade de assegurar a reparação dos defeitos de construção nas habitações públicas e de apresentar dados do controlo da qualidade da água Ella Lei apelou ao Executivo para melhorar as ligações de transportes entre a Zona A dos Novos Aterros e o território. O pedido foi deixado através de um comunicado, depois de a deputada ter reunido com vários moradores daquele local. A legisladora ligada à Federação das Associações dos Operários de Macau (FAOM) afirmou que com a construção dos edifícios na Zona A há cada vez mais pessoas a viverem na quela área. Contudo, a falta de ligações de transportes surge como um grande desafio. “Actualmente, apenas três percursos de autocarro servem a Zona A, com frequentes situações de sobrelotação dos veículos durante as horas de ponta, o que impede os moradores de apanharem os autocarros”, relatou. Ella Lei indicou que os residentes se queixam porque a frequência dos meios de transporte é insuficiente, os percursos são limitados, além de considerarem que a distância das paragens para os edifícios é demasiado longa. A legisladora pede assim melhores ligações a “instalações essenciais”, como hospitais e mercados nas várias zonas do território, serviços que actualmente não se encontram na Zona A. Corrigir defeitos Os problemas não se ficam pelos transportes públicos. Numa altura em que a maioria dos aterros ainda está a ser construída, as poeiras são igualmente encaradas como um problema com impacto na qualidade de vida. A habitação económica construída no local também mereceu críticas, com moradores a pedirem que o Governo assuma as responsabilidades pelos defeitos de construção durante o período de garantia dos apartamentos. “Depois de uma longa espera, muitas famílias já se instalaram [nas habitações públicas] ou estão a preparar as mudanças. Os departamentos do governo devem reforçar a coordenação com os empreiteiros e as empresas de gestão imobiliária para melhorar a eficiência e a qualidade na resolução dos defeitos de construção”, aponta a deputada. Ella Lei salirenta ainda que é necessário encorajar a abertura de mais negócios nos novos aterros, porque actualmente o comércio disponível é muito limitado. Ao mesmo tempo, os residentes mostraram-se preocupados com a falta de controlo da qualidade da água, que dizem ser imperativo implementar, para garantir que a água consumida é potável. Apesar das várias sugestões de melhorias apresentadas no comunicado, Ella Lei elogiou o Governo pela construção da Zona A, por responder às necessidades de habitação do território.
Hoje Macau SociedadeZona A | Rampa e passagem para peões vai custar pelo menos 54 milhões Uma rampa de acesso para circulação rodoviária à Zona A dos Novos Aterros e uma passagem para peões irão custar aos cofres públicos entre “mais de 54 milhões de patacas e mais de 63 milhões de patacas”, indicou ontem a Direcção dos Serviços de Obras Públicas (DSOP). Os valores representam as propostas mais barata e mais cara apresentadas pelas empresas candidatas ao concurso público para a “Empreitada de Construção da Extensão da Rampa da Via de Acesso A1 e de uma Passagem Pedonal para Peões”. As 17 propostas, todas admitidas, foram conhecidas ontem. A obra terá um prazo de construção de 285 dias úteis. A obra procura aperfeiçoar as ligações entre a Zona A e a península, através da “rampa de acesso, num único sentido, na actual via de acesso A1, para facilitar o acesso directo dos veículos à Avenida da Ponte Macau, no lado leste da Zona A, pelas Avenida da Ponte da Amizade e Avenida do Nordeste, e desviar os veículos que pretendem ter acesso ao Posto Fronteiriço da Ponte Hong Kong-Zhuhai-Macau e os que se dirigem à Taipa pela Ponte Macau”. Além disso, será construída “uma passagem pedonal desnivelada na costa da extremidade norte da Zona A dos Novos Aterros Urbanos, a qual ligará os dois lados leste e oeste da Zona A”.
Hoje Macau SociedadeZona A | Lançado concurso para rampa de acesso A Direcção de Serviços de Obras Públicas (DSOP) lançou ontem o concurso público para a construção da extensão da rampa a via de Acesso A1 à Zona A dos Novos Aterros. O Governo afirma que é necessário aprimorar o acesso: “Com vista a aperfeiçoar ainda mais a ligação da rede viária exterior entre a Zona A dos Novos Aterros Urbanos e a Península de Macau, o Governo da RAEM planeia construir uma extensão da sua rampa de acesso, num sentido, na actual via de acesso A1, para facilitar o acesso directo dos veículos à Avenida da Ponte Macau, no lado leste da Zona A”, foi justificado. O Executivo explica ainda a obra com o objectivo de “desviar os veículos que pretendem ter acesso ao Posto Fronteiriço da Ponte Hong Kong-Zhuhai-Macau e os que dirigir-se-ão à Taipa pela Ponte Macau, aumentando assim a eficiência do trânsito”. A obra prevê também que a rampa seja acompanhada de “uma passagem pedonal desnivelada na costa da extremidade norte da Zona A dos Novos Aterros Urbanos”, para ligar o lado leste e oeste destes aterros. A passagem vai ter cerca de 230 metros de comprimento, uma ciclovia e um circuito de manutenção. Os trabalhos têm de ser concluídos em 300 dias, sendo que o concurso não tem um preço base. As propostas têm de ser entregues até 10 de Dezembro, pelas 17h.
Andreia Sofia Silva Manchete PolíticaInaugurado ontem novo posto de saúde da Zona A Decorreu ontem a cerimónia de inauguração do novo posto de saúde da Zona A dos Novos Aterros Urbanos, e que entra hoje oficialmente em funcionamento. Segundo uma nota dos Serviços de Saúde de Macau (SS), este posto de saúde tem uma área de cerca de 1.066 quilómetros quadrados e irá prestar serviços de segunda a sexta-feira, das 08h30 às 13h00 e das 14h30 às 18h00, encerrando aos sábados, domingos e feriados. Trata-se de uma unidade de saúde familiar, que fornece “serviços médicos holísticos, abrangentes, coordenados e contínuos que cobrem todo o ciclo de vida, incluindo cuidados de saúde para crianças, mulheres e adultos em geral, consultas externas não marcadas, prevenção e tratamento de doenças crónicas, promoção da saúde, cuidados de enfermagem em geral, vacinação e disponibilização de medicamentos básicos”. Os SS estimam que a população na Zona A venha a ser de 96 mil pessoas, pelo que, numa primeira fase de funcionamento, este posto de saúde estará equipado com “seis profissionais de saúde e pessoal administrativo para prestar serviços ao primeiro lote de habitantes daquela zona”, sendo que, “no futuro, será procedido ao ajustamento dinâmico [de profissionais] conforme a situação efectiva”. Estas explicações foram dadas por Alvis Lo, director dos SS, na cerimónia de inauguração do novo posto de saúde. Serviços abrangentes Alvis Lo declarou ainda que o Posto de Saúde da Zona A dos Novos Aterros Urbanos é a primeira instituição pública de saúde a ser inaugurada na UOPG [Unidade Operativa de Planeamento e Gestão] Este-2, proporcionado “serviços médicos comunitários convenientes e abrangentes aos moradores da referida Zona”. O director dos SS lembrou também a existência, em todo o território, de nove centros de saúde e quatro postos, incluindo o espaço ontem inaugurado. Alvis Lo destacou também que “hoje em dia, mais de 80 por cento dos doentes com doenças crónicas em Macau optam pelos centros de saúde para receber tratamento, o que demonstra que o objectivo de cobertura global de saúde foi preliminarmente alcançado”.
Hoje Macau SociedadeZona A | Admitidas 24 propostas para melhoria de diques O Governo admitiu a totalidade das propostas, 24, submetidas ao concurso público para a “Empreitada de Melhoramento de Diques na Nova Zona A – Fase II”. A abertura das propostas decorreu no passado dia 9, embora só ontem foi divulgada. Os preços propostos de construção variaram entre mais de 91 milhões e mais de 113 milhões de patacas, com os prazos gerais de construção a variar entre os 285 e 286 dias de trabalho. A obra em causa visa elevar a altura dos diques da Zona A dos Novos Aterros “conforme o padrão de prevenção de inundações com um período de retorno de 200 anos”. Esta alteração deve-se “ao desenvolvimento urbano de Macau e o surgimento de fenómenos meteorológicos extremos”, tornando-se necessárias estas alterações de acordo com as exigências previstas no “Plano decenal de prevenção e redução de desastres em Macau (2019-2028)”. A primeira fase da obra, referente ao melhoramento do dique leste-1, e com cerca de 1100 metros de comprimento, já foi concluída em 2024. A segunda fase da obra, que inclui os diques leste-2, sul-1 e sul-2, com o comprimento global de cerca de 1550 metros, deverá ter o prazo de execução aproximado de 300 dias de trabalho.
Andreia Sofia Silva SociedadeZona A | Novas estradas e paragens de autocarro abrem ao público As autoridades criaram novas disposições de trânsito e paragens de autocarro na Zona A dos Novos Aterros. Assim, desde as 10h de ontem que está em funcionamento a Via de Acesso A2, com circulação nos dois sentidos. Também “as principais artérias” da Zona A estão abertas ao trânsito, como a Avenida de Tai On, que já tem semáforos; uma parte da Avenida Doutor Ma Man Kei e a Avenida do Mar de Espelho. Os acessos à Avenida de Tai On fazem-se pela Avenida 1º de Maio, junto à Estação de Tratamento de Águas Residuais, Rua dos Pescadores e Avenida da Amizade. Segundo uma nota da Direcção dos Serviços para os Assuntos de Tráfego (DSAT), haverá ainda duas novas paragens de autocarro a partir de amanhã, 18, com os nomes “Av. Tai On” e “Edf. Tong Kai”, fazendo a ligação às carreiras 101X, 102X e 103, já existentes. A DSAT admite “uma procura relativamente limitada no início da ocupação das habitações públicas na Zona A”, pretendo “priorizar as necessidades básicas de mobilidade dos residentes” com as novas disposições de trânsito, tendo em conta que há ainda obras a decorrer na zona. Espera-se ainda que a segunda fase de construção do viaduto da Rotunda da Amizade (Rampa B) fique concluída até ao final do ano, enquanto que uma parte do troço da Avenida Central da Zona Este, entre a Zona A dos Novos Aterros Urbanos e o Posto Fronteiriço de Macau na Ilha Artificial da Ponte Hong Kong-Zhuhai-Macau, fica fechado ao trânsito até Dezembro. Trata-se do troço desde a Ilha Artificial em direcção à Zona A, devendo os condutores contornar a Avenida de Bonança.
João Santos Filipe Manchete SociedadeZona A | Trabalhador e escavadora caiem ao mar O consórcio das empresas Top Builders e da estatal China Road And Bridge Corporation é responsável pelas obras de ligação à península, pelas quais vai receber 608,8 milhões de patacas. A proposta destas empresas excedia em 80 milhões outra das participantes no concurso Foto: DR Um trabalhador e uma escavadora de grandes dimensões caíram ao mar, na sexta-feira de manhã, depois do colapso de uma ponte provisória para a construção da ligação A3 entre a Zona A dos Novos Aterros Urbanos e a Península de Macau. O acidente foi captado em imagens, que acabaram partilhadas nas redes sociais. O sinistro aconteceu em menos de 20 segundos. O homem foi atirado ao mar porque se encontrava no interior da máquina escavadora que terá feito com que a estrutura temporária não aguentasse. Acabou por ser salvo com ajuda dos colegas, que lhe atiraram uma bóia, já depois de ter conseguido sair da máquina, ainda dentro do mar. Horas mais tarde, em comunicado, a Direcção dos Serviços de Obras Pública (DSOP), a Direcção dos Serviços de Assuntos Marítimos e de Água (DSAMA) e a Direcção para os Serviços Laborais (DSAL) confirmaram o acidente e a existência de lesões, ligeiras. “No estaleiro da empreitada de concepção e construção da via de acesso (A3) entre a Zona A dos Novos Aterros Urbanos e a Península de Macau, ocorreu um incidente em que uma máquina de construção e o seu operador caíram no mar, devido ao desmoronamento parcial da ponte de cavalete provisória, e o operador saiu do mar por si próprio e foi transportado para o hospital pelo empreiteiro”, foi reconhecido. “Sabe-se de forma preliminar que, o operador envolvido ficou ligeiramente ferido e estava consciente após o incidente, e vai ser submetido a uma inspecção médica detalhada”, foi acrescentado. As autoridades consideraram ainda que o incidente teve “grande importância” e pediram uma suspensão total dos trabalhos. Por sua vez, a DSAL garantiu ir ajudar o trabalhador a pedir uma indemnização pelo sucedido, dado que sofreu ferimentos ligeiros, enquanto a DSOP terá exigido ao “empreiteiro e à entidade fiscalizadora que colaborassem plenamente com a Administração na investigação das causas do incidente”. Foram ainda prometidas sanções, no caso de se considerar que houve responsabilidade das duas partes. Obra de milhões A construção da ligação A3 entre a Zona A dos Novos Aterros Urbanos e a Península de Macau tem como empreiteiro o consórcio constituído pelas empresas Top Builders e a estatal China Road And Bridge Corporation. Estas venceram o concurso público para a construção da obra por 608,8 milhões de patacas, prometendo realizar os trabalhos em 855 dias. A proposta foi a quarta mais barata das 10 apresentadas, e todas tinham um tempo de realização dos trabalhos de 855 dias. No entanto, pelo menos uma das propostas, apresentada pelo consórcio constituído pelas Companhia de Construção e Investimento Predial Ming Shun e Sociedade de Construção e Engenharia Long Chon prometia realizar o mesmo trabalho por 528,0 milhões de patacas, uma diferença superior a 80 milhões de patacas.
Hoje Macau SociedadeZona A | Transportes para trabalhadores vão ligar as Portas do Cerco As filas de trabalhadores da construção civil que vão a pé da fronteira até aos vários estaleiros de obras da Zona A dos Novos Aterros Urbanos têm estado na mira da Direcção dos Serviços de Obras Públicas (DSOP). Em coordenação com a Direcção dos Serviços para os Assuntos de Tráfego, a DSOP está a planear o lançamento de um “serviço do percurso exclusivo para a deslocação entre as Portas do Cerco e os estaleiros da Zona A dos Novos Aterros Urbanos”. De acordo com um comunicado da DSOP, este serviço irá contar a “participação activa dos empreiteiros e das companhias de autocarros”, que já terão chegado a um “consenso preliminar”. A DSOP acrescenta que “após a concretização do plano detalhado”, o serviço de transporte para trabalhadores “será implementado e promovido em tempo oportuno”. A DSOP menciona ainda a publicação de vídeos na internet em que se podem ver trabalhadores de construção ultrapassarem “as barreiras de protecção para entrarem no tabuleiro do viaduto pela passagem superior para peões da ligação da Zona A dos Novos Aterros Urbanos ao Reservatório”. As autoridades colocaram um segurança no local para garantir que a via é utilizada de forma segura pela passagem superior para peões.
Hoje Macau PolíticaZona A | Aliança do Povo queixa-se de falta de acessos A associação Aliança do Povo de Instituição de Macau criticou a falta de acessos à Zona A dos Novos Aterros Urbanos, principalmente ao nível dos transportes públicos. Em declarações ao jornal do Cidadão, a vice-presidente da associação, Chan Ian Ian, apontou que actualmente apenas há um único autocarro a fazer esse percurso e para quem tem como destino a Ponte Hong Kong-Zhuhai-Macau, o que não é conveniente para os residentes que pretendem circular na Zona A. A vice-presidente recordou ainda que os vencedores do concurso da habitação económica na Zona A de 2019 começaram a escolher as casas, mas que a zona A, com apenas 98 habitações seleccionadas, é a menos popular. Para explicar este aspecto, a responsável indicou que a Zona A é tida como uma zona inconveniente devido a falta de transportes. Por esta razão, a responsável defende que o Governo tem que melhorar as instalações de trânsito e apresentar um calendário para criar paragens de autocarros e parques de estacionamentos.
Hoje Macau PolíticaZona A | Exigido planeamento dos lotes C4 e C5 O deputado Leong Sun Iok defende, numa interpelação escrita, que o Governo deve anunciar o mais cedo possível o planeamento dos lotes C4 e C5 da Zona A dos novos aterros, que terão finalidade educativa. Ligado à Federação das Associações dos Operários de Macau, o deputado lembrou que foi lançado um concurso público para a construção no lote B1 na mesma Zona A, o que significa que o projecto de uma “Vila Escolar” está na agenda. Assim, o deputado deseja que o Governo dê mais informações sobre o planeamento dos dois lotes em questão, para que a sociedade saiba mais dados sobre a futura “Vila Escolar”, pois está previsto o seu funcionamento a partir do ano lectivo de 2027/2028. Na mesma interpelação, é explicado que os lotes terão um terreno para fins desportivos partilhados por oito escolas, com uma área de 29 mil metros quadrados. Porém, Leong Sun Iok referiu que existem preocupações por parte dos residentes de que o terreno não consiga dar resposta à procura, pelo que apelou a resoluções governamentais.
Hoje Macau PolíticaDSOP | Segundo viaduto da Península para Zona A entregue O segundo viaduto de acesso entre a Península de Macau e a Zona A dos Novos Aterros foi entregue pelo empreiteiro à Direcção dos Serviços de Obras Públicas (DSOP), de acordo com a informação oficial. Nesta altura, ainda não há uma data para a abertura da ligação entre a Avenida 1.º de Maio, junto da Estação de Tratamento de Águas Residuais em Macau, e a Avenida Ma Man Kei, na Zona A dos Novos Aterros, cuja a entrega é considerada provisória. O viaduto tem duas vias de trânsito, uma em cada sentido, e um comprimento total de 500 metros, de acordo com o portal da DSOP. Além disso, as obras previam uma passagem aérea para peões com cerca de 300 metros de comprimento e 5 metros de largura, que vai fazer a ligação ao Reservatório. Os principais trabalhos de construção foram adjudicados à Companhia de Construção Cheong Kong, a troco de 213,7 milhões de patacas. Esta foi uma das 15 participantes no concurso público que teve como proposta mais baixa a apresentada pelo consórcio constituído pelas Empresa de Construção e Fomento Predial Nam Fong, Limitada e a Tat Cheong, de 186,0 milhões de patacas, e a mais alta de 233,9 milhões de patacas, apresentada pelo consórcio constituído pelas empresas Jing Jian Gong Group (Macau) e Eternity.
Hoje Macau PolíticaEnsino | Escola Tong Sin Tong vai mudar-se para a Zona A O presidente da direcção da Associação de Beneficência Tong Sin Tong, Chui Sai Peng, prevê que a escola da associação se mude para as novas instalações entre 2027 e 2028, de acordo com as declarações citadas pelo jornal Ou Mun. A escola ligada à associação foi uma das oito escolhidas pelo Governo para ocupar o futuro campus criado na Zona A. Segundo Chui Sai Peng, que é igualmente deputado, a Zona A vai ter cerca de 100 mil habitantes e a esperança é que o estabelecimento de ensino receba alunos dessa zona, mas também de outras áreas do território. O presidente da direcção da associação reconheceu também que a principal preocupação partilhada com o Governo passa pela necessidade de assegurar que os acessos, principalmente ao nível das estradas, são bem desenhados e que se evitam grandes congestionamentos na circulação. Chui defendeu ainda a necessidade de haver bons passeios e passagens aéreas entre a escolas e os edifícios residenciais daquela zona, além de zonas de paragem para os autocarros. Chui Sai Peng destacou também que nos últimos anos a Associação de Beneficência Tong Sin Tong reforçou a aposta na Medicina Tradicional Chinesa, seja a partir da disponibilização de consultas nas clínicas que controla, seja com cursos de formação nesta área nas instalações de ensino.