Hoje Macau PolíticaZona A | Prazo para arrendar lojas termina sexta-feira Termina esta sexta-feira, dia 21, o prazo de apresentação das candidaturas ao concurso público para arrendamento de 25 espaços comerciais em empreendimentos de habitação pública, cinco deles na Zona A dos Novos Aterros. Segundo um comunicado do Instituto de Habitação (IH), que coordena o concurso público, os cinco espaços na Zona A distribuem-se pelo Edifício Tong Seng, Edifício Tong Chong e Edifício Tong Kai; existindo 11 espaços comerciais disponíveis para arrendamento na península de Macau, nomeadamente na Habitação Social de Mong Há – Edifício Mong Tak, Edifício do Bairro da Ilha Verde, Edifício Cheng I e Habitação Social do Fai Chi Kei – Edifício Fai Tat, bem como uma loja no Tamagnini Barbosa. Nos empreendimentos habitacionais de Taipa e Coloane, existem ainda nove espaços comerciais disponíveis. O IH descreve que as áreas de negócio vão desde espaços de restauração a clínicas ou padarias, com o preço base do concurso a variar entre as 3 mil e 45 mil patacas. As áreas úteis dos espaços oscilam entre os 18,50 e 562,32 metros quadrados. O acto público de licitação verbal para este concurso decorre a 8 de Setembro deste ano na Delegação das Ilhas do IH. Os espaços são adjudicados aos concorrentes que ofereçam a renda de valor mais elevado, diz ainda a mesma nota.
João Luz Manchete PolíticaZona A | Metro quadrado de habitação económica a partir de 31 mil patacas O Governo anunciou ontem os preços dos apartamentos em cinco torres de habitação económica na Zona A dos Novos Aterros. O custo de base do metro quadrado de área útil varia entre 31.270 e 33.828 patacas. No total, os cinco edifícios oferecem 5,254 fracções Os preços de venda das fracções da habitação económica nos Lotes A1 a A4 e A12 da Zona A dos Novos Aterros foram publicados ontem no Boletim Oficial, através de um despacho assinado por Sam Hou Fai. O Governo indicou que o preço do metro quadrado de área útil varia entre 31.270 e 33.828 patacas, ou 2.905,05 e 3.142,7 patacas por pé quadrado. Num comunicado que acompanha a publicação do despacho, o Instituto de Habitação (IH) realça que “na fixação do preço de venda das fracções são tidos em consideração, nomeadamente: o prémio de concessão do terreno, o custo de construção e os custos administrativos”, de acordo com a alteração legal introduzida em 2021, ano em que foi aberto o concurso público para compra das fracções. Para estes factores de cálculo do preço, o prémio de concessão do terreno foi fixado em 9.450 patacas por metro quadrado da área bruta de construção de habitação, enquanto o custo de construção varia entre 12.446,28 e 14.088,52 patacas. Os custos administrativos foram avaliados em 154,55 patacas por metro quadrado da área bruta de construção de habitação. O IH acrescenta que “o preço concreto de venda de cada fracção pode ser aumentado ou diminuído, dependendo da localização do edifício, a orientação e localização na estrutura global do edifício, área e tipologia da fracção”. Viver de facto As 5.254 fracções estão dividias entre os edifícios Tong Veng, Tong Keong, Tong Man, Tong Tat e Tong Ip, com tipologias de T1, T2 e T3. Recorde-se que a Zona A está localizada a leste da Península de Macau. Os edifícios de habitação económica dos cinco lotes em questão encontram-se junto ao mar, beneficiam de vantagens ao nível da localização e da paisagem. O Governo sublinha que o concurso em questão está enquadrado pela nova “Lei da habitação económica”, o que significa que a habitação económica tem sempre de manter a natureza e após a sua aquisição, só pode ser vendida ao IH. Além das limitações à revenda, o IH lembra que a lei estabelece que as 5.254 “fracções destinam-se exclusivamente a habitação própria com carácter permanente, o candidato e os elementos do agregado familiar incluídos no momento da candidatura têm de residir permanentemente na fracção”. Se os moradores não residirem no apartamento, pelo menos, 183 dias por ano, são punidos com multa de 5 a 15 por cento do preço da venda inicial da fracção, se não justificarem devidamente os motivos para a ausência. “Se a situação não for rectificada, o contrato-promessa será resolvido”, salienta o IH.
João Luz Manchete PolíticaHabitação pública | Aberto concurso para arrendar 25 lojas com “desconto” O Instituto de Habitação abriu concurso público para arrendar 25 lojas em edifícios de habitação pública, cinco na Zona A dos Novos Aterros. Devido ao “actual ambiente de negócios”, os preços de base estão abaixo dos praticados no mercado, além de os primeiros três meses serem isentos de renda O Instituto de Habitação (IH) abriu ontem o concurso público para o arrendamento de 25 espaços comerciais em edifícios de habitação pública na Zona A dos Novos Aterros, Mong Há, Ilha Verde, Fai Chi Kei, Taipa e Seac Pai Van. O prazo para apresentação das candidaturas termina às 17h30 de 21 de Agosto. O IH salienta que, tendo em conta o actual ambiente de negócios, e para reforçar a competitividade no mercado dos espaços comerciais de habitação pública, “o preço base do concurso é relativamente mais baixo que o praticado pelo mercado” e foram concedidos benefícios de isenção de renda nos primeiros três meses. O preço base do concurso varia entre 3 mil e 45 mil patacas, com as áreas úteis das lojas a variarem entre 18,50 e 562,32 metros quadrados. Este é o segundo concurso público para arrendamento de 25 espaços comerciais em prédios de habitação pública realizado este ano. As lojas situam-se em 11 prédios. Na Habitação Social de Mong Há – Edifício Mong Tak estão em concurso cinco lojas, duas no Edifício do Bairro da Ilha Verde, um espaço comercial no Edifício Cheng I, duas lojas Habitação Social do Fai Chi Kei (uma no Edifício Fai Tat e outra no Tamagnini Barbosa). Na Taipa, no Edifício do Lago existe uma loja para arrendar, enquanto nos complexos de habitação social de Seac Pai Van há oito lojas para arrendar, duas no Edifício Lok Kuan e seis no Edifício Ip Heng. Regras do jogo O IH destaca os cinco espaços comerciais para arrendar na Zona A dos Novos Aterros (três no Edifício Tong Seng, um no Edifício Tong Chong e um no Edifício Tong Kai). Este é o terceiro conjunto de cinco espaços comerciais na Zona A, “incluindo uma clínica e uma padaria, a fim de aperfeiçoar as instalações comerciais e os apoios à vida quotidiana dos residentes na zona.” As autoridades indicam que os espaços estão destinados “à actividade comercial geral”, entre locais de venda de comidas e bebidas com ou sem fogão. Os espaços comerciais estão abertos, entre as 09h e as 14h, à visita de interessados até ao dia 27 de Julho. O acto público de licitação verbal terá lugar a 8 de Setembro, às 10h30 e às 15h30, na Delegação das Ilhas do IH. Os espaços são adjudicados aos concorrentes que ofereçam a renda de valor mais elevado no mesmo dia. O valor de cada lance é de 500 patacas ou do seu múltiplo. O IH irá ainda realizar uma sessão de esclarecimentos sobre as regras da licitação a 2 de Setembro.
Hoje Macau PolíticaZona A | Associação pede melhores infra-estruturas e planeamento Wong Kin Chong, presidente da Associação Industrial e Comercial da Zona Norte de Macau, defendeu uma melhoria de infra-estruturas na Zona A dos Novos Aterros tendo em conta o plano do Governo para criar um distrito comercial atractivo. Segundo noticiou o canal chinês da Rádio Macau, o responsável defende que, nesse planeamento, devem ser tidos em conta critérios como a inclusão de negócios conhecidos do público, o alargamento do período de isenção de rendas, a simplificação dos processos de licenciamento e melhoria de carreiras de autocarros ou da oferta de parques de estacionamento. Wong Kin Chong defendeu estas ideias tendo em conta a abertura do concurso público para a concessão de cinco espaços comerciais no edifício Tong Kai, na Zona A. O período de candidaturas termina hoje. O responsável disse que a Zona A não é ainda conveniente em termos de acessos de trânsito, além de não existir um planeamento claro, o que faz com que muitos comerciantes hesitem na hora de submeter candidaturas às lojas. Por seu turno, os primeiros comerciantes a apostar na zona, nomeadamente duas empresárias que abriram um supermercado e uma farmácia, disseram à Rádio Macau terem esperança no desenvolvimento da Zona A, embora actualmente poucos residentes morem no local, resultando no fraco retorno no investimento feito no negócio. Os comerciantes também apontaram que as obras do Metro Ligeiro impedem o acesso entre lojas e outros edifícios de habitação económica, pelo que esperam que o Governo melhore acessos e pondere alargar o período de isenção do pagamento de rendas.
Hoje Macau PolíticaZona A | Sugeridos apoios ao comércio em fase inicial Enquanto nasce um novo bairro na Zona A dos novos aterros, é fundamental encontrar um equilíbrio entre a abertura de lojas, restaurantes e supermercados, a menor densidade populacional na zona e a sobrevivência desses negócios. O deputado Ngan Iek Hang considera que o Governo tem um papel a desempenhar nesta equação, atribuindo apoios ao comércio que não tem ainda uma clientela na Zona A que sustente os negócios. “Tendo em conta que o actual fluxo populacional na Área A ainda não é suficiente para sustentar actividades comerciais, o Governo devia ponderar a introdução de medidas de apoios”, indicou em declarações ao jornal do Cidadão. O legislador destaca a importância de ir melhorando as condições de habitabilidade na Zona A à medida que o número de moradores aumenta, tarefa que entende estar a ser cumprida pelo Executivo, seguindo o modelo de governação “centrada nas pessoas”. A desenvolvimento do bairro de Seac Pai Van foi apontado por Ngan Iek Hang como exemplo de uma área que transitou bem entre os períodos de planeamento, construção e desenvolvimento e que a Zona A tem potencial para adoptar este modelo com sucesso.
Andreia Sofia Silva SociedadeGalerias técnicas | Governo assegura fiscalização financeira O Governo assegura que vai realizar uma “fiscalização rigorosa” relativamente às despesas de gestão e manutenção das galerias técnicas que incluem canalizações de serviços públicos a moradores. Numa resposta assinada por Ip Kuong Lam, director da Direcção dos Serviços de Protecção Ambiental (DSPA), à interpelação escrita do deputado Leong Hong Sai, é referido que “as obras de construção das galerias técnicas são da responsabilidade do Governo da RAEM, sendo as despesas de gestão e manutenção suportadas conjuntamente pelos utilizadores das canalizações, com base no princípio do ‘utilizador-pagador'”, e é neste contexto que as autoridades prometem uma fiscalização. Tudo para garantir que “os serviços de gestão prestados pela concessionária responsável pela prestação do serviço público e a respectiva cobrança de taxas cumprem o estipulado no Contrato de Concessão do Serviço Público de Gestão das Galerias Técnicas na RAEM”. Na mesma resposta, o responsável da DSPA explicou que “a construção de galerias técnicas é muito importante para reduzir as escavações nas vias e aprimorar a gestão urbana”, sendo que na Zona A dos Novos Aterros quase todas as canalizações ficam instaladas em galerias técnicas, “com excepção da canalização de gás natural e da rede de drenagem municipal”. A CEM já concluiu, nesta zona, a colocação de cabos eléctricos de alta tensão, enquanto a Macau Water iniciou, no terceiro trimestre de 2024, a obra de instalação de condutas de água. Por sua vez, a CTM e a MTEL procedem, desde o quarto trimestre de 2025, à colocação dos cabos de fibra óptica.
Nunu Wu SociedadeZona A | Moradores queixam-se de ambiente provocado por obras Os residentes das novas habitações na Zona A dos Novo Aterros queixam-se dos vários problemas causados pelo facto de grande parte do aterro ainda ter obras em curso. Os lamentos foram relatados ao jornal Ou Mun. Segundo o jornal Ou Mun, uma residente que mora no edifício Tong Seng, de apelido Chan, apontou que vários estaleiros de obras operam todo o dia e sem parar. Por isso, a moradora deixou a esperança que as autoridades adoptem medidas para reforçar a redução de ruído e de poeiras, com vista a reduzir o impacto junto dos residentes na zona. Outra residente, moradora no edifício Tong Kai, de apelido Leong, apontou que apesar de o Governo já ter anunciado a circulação de autocarros com percursos provisórios na Zona A, a oferta é insuficiente e que se espera que os transportes públicos melhorem o mais rapidamente possível. Leong pede a diversificação das carreiras de autocarros com a inclusão de mais bairros comunitários. Já um residente do edifício Tong Chong, de apelido Chao, observou que quando há vento se sentem no ar o pó e a areia das obras, o que conjugado com o facto de as zonas verdes não estarem totalmente pavimentadas causa elevados níveis de poluição do ar. Chao também criticou a falta contentores de lixo públicos nos aterros, que resulta na acumulação de lixo nas ruas, como pontas de cigarro e embalagens de comida. Este residente indicou ainda que os moradores do edifício Tong Chong têm enfrentado problemas com as fracções, como o facto de haver pregos expostos, e de terem sido registadas quedas de cimento ou da pintura das paredes.
João Santos Filipe Manchete PolíticaZona A | Ella Lei pede melhores ligações de autocarro Além da insuficiente oferta de transportes públicos, a deputada alerta o Governo para a necessidade de assegurar a reparação dos defeitos de construção nas habitações públicas e de apresentar dados do controlo da qualidade da água Ella Lei apelou ao Executivo para melhorar as ligações de transportes entre a Zona A dos Novos Aterros e o território. O pedido foi deixado através de um comunicado, depois de a deputada ter reunido com vários moradores daquele local. A legisladora ligada à Federação das Associações dos Operários de Macau (FAOM) afirmou que com a construção dos edifícios na Zona A há cada vez mais pessoas a viverem na quela área. Contudo, a falta de ligações de transportes surge como um grande desafio. “Actualmente, apenas três percursos de autocarro servem a Zona A, com frequentes situações de sobrelotação dos veículos durante as horas de ponta, o que impede os moradores de apanharem os autocarros”, relatou. Ella Lei indicou que os residentes se queixam porque a frequência dos meios de transporte é insuficiente, os percursos são limitados, além de considerarem que a distância das paragens para os edifícios é demasiado longa. A legisladora pede assim melhores ligações a “instalações essenciais”, como hospitais e mercados nas várias zonas do território, serviços que actualmente não se encontram na Zona A. Corrigir defeitos Os problemas não se ficam pelos transportes públicos. Numa altura em que a maioria dos aterros ainda está a ser construída, as poeiras são igualmente encaradas como um problema com impacto na qualidade de vida. A habitação económica construída no local também mereceu críticas, com moradores a pedirem que o Governo assuma as responsabilidades pelos defeitos de construção durante o período de garantia dos apartamentos. “Depois de uma longa espera, muitas famílias já se instalaram [nas habitações públicas] ou estão a preparar as mudanças. Os departamentos do governo devem reforçar a coordenação com os empreiteiros e as empresas de gestão imobiliária para melhorar a eficiência e a qualidade na resolução dos defeitos de construção”, aponta a deputada. Ella Lei salirenta ainda que é necessário encorajar a abertura de mais negócios nos novos aterros, porque actualmente o comércio disponível é muito limitado. Ao mesmo tempo, os residentes mostraram-se preocupados com a falta de controlo da qualidade da água, que dizem ser imperativo implementar, para garantir que a água consumida é potável. Apesar das várias sugestões de melhorias apresentadas no comunicado, Ella Lei elogiou o Governo pela construção da Zona A, por responder às necessidades de habitação do território.
Hoje Macau SociedadeZona A | Rampa e passagem para peões vai custar pelo menos 54 milhões Uma rampa de acesso para circulação rodoviária à Zona A dos Novos Aterros e uma passagem para peões irão custar aos cofres públicos entre “mais de 54 milhões de patacas e mais de 63 milhões de patacas”, indicou ontem a Direcção dos Serviços de Obras Públicas (DSOP). Os valores representam as propostas mais barata e mais cara apresentadas pelas empresas candidatas ao concurso público para a “Empreitada de Construção da Extensão da Rampa da Via de Acesso A1 e de uma Passagem Pedonal para Peões”. As 17 propostas, todas admitidas, foram conhecidas ontem. A obra terá um prazo de construção de 285 dias úteis. A obra procura aperfeiçoar as ligações entre a Zona A e a península, através da “rampa de acesso, num único sentido, na actual via de acesso A1, para facilitar o acesso directo dos veículos à Avenida da Ponte Macau, no lado leste da Zona A, pelas Avenida da Ponte da Amizade e Avenida do Nordeste, e desviar os veículos que pretendem ter acesso ao Posto Fronteiriço da Ponte Hong Kong-Zhuhai-Macau e os que se dirigem à Taipa pela Ponte Macau”. Além disso, será construída “uma passagem pedonal desnivelada na costa da extremidade norte da Zona A dos Novos Aterros Urbanos, a qual ligará os dois lados leste e oeste da Zona A”.
Hoje Macau SociedadeZona A | Lançado concurso para rampa de acesso A Direcção de Serviços de Obras Públicas (DSOP) lançou ontem o concurso público para a construção da extensão da rampa a via de Acesso A1 à Zona A dos Novos Aterros. O Governo afirma que é necessário aprimorar o acesso: “Com vista a aperfeiçoar ainda mais a ligação da rede viária exterior entre a Zona A dos Novos Aterros Urbanos e a Península de Macau, o Governo da RAEM planeia construir uma extensão da sua rampa de acesso, num sentido, na actual via de acesso A1, para facilitar o acesso directo dos veículos à Avenida da Ponte Macau, no lado leste da Zona A”, foi justificado. O Executivo explica ainda a obra com o objectivo de “desviar os veículos que pretendem ter acesso ao Posto Fronteiriço da Ponte Hong Kong-Zhuhai-Macau e os que dirigir-se-ão à Taipa pela Ponte Macau, aumentando assim a eficiência do trânsito”. A obra prevê também que a rampa seja acompanhada de “uma passagem pedonal desnivelada na costa da extremidade norte da Zona A dos Novos Aterros Urbanos”, para ligar o lado leste e oeste destes aterros. A passagem vai ter cerca de 230 metros de comprimento, uma ciclovia e um circuito de manutenção. Os trabalhos têm de ser concluídos em 300 dias, sendo que o concurso não tem um preço base. As propostas têm de ser entregues até 10 de Dezembro, pelas 17h.
Andreia Sofia Silva Manchete PolíticaInaugurado ontem novo posto de saúde da Zona A Decorreu ontem a cerimónia de inauguração do novo posto de saúde da Zona A dos Novos Aterros Urbanos, e que entra hoje oficialmente em funcionamento. Segundo uma nota dos Serviços de Saúde de Macau (SS), este posto de saúde tem uma área de cerca de 1.066 quilómetros quadrados e irá prestar serviços de segunda a sexta-feira, das 08h30 às 13h00 e das 14h30 às 18h00, encerrando aos sábados, domingos e feriados. Trata-se de uma unidade de saúde familiar, que fornece “serviços médicos holísticos, abrangentes, coordenados e contínuos que cobrem todo o ciclo de vida, incluindo cuidados de saúde para crianças, mulheres e adultos em geral, consultas externas não marcadas, prevenção e tratamento de doenças crónicas, promoção da saúde, cuidados de enfermagem em geral, vacinação e disponibilização de medicamentos básicos”. Os SS estimam que a população na Zona A venha a ser de 96 mil pessoas, pelo que, numa primeira fase de funcionamento, este posto de saúde estará equipado com “seis profissionais de saúde e pessoal administrativo para prestar serviços ao primeiro lote de habitantes daquela zona”, sendo que, “no futuro, será procedido ao ajustamento dinâmico [de profissionais] conforme a situação efectiva”. Estas explicações foram dadas por Alvis Lo, director dos SS, na cerimónia de inauguração do novo posto de saúde. Serviços abrangentes Alvis Lo declarou ainda que o Posto de Saúde da Zona A dos Novos Aterros Urbanos é a primeira instituição pública de saúde a ser inaugurada na UOPG [Unidade Operativa de Planeamento e Gestão] Este-2, proporcionado “serviços médicos comunitários convenientes e abrangentes aos moradores da referida Zona”. O director dos SS lembrou também a existência, em todo o território, de nove centros de saúde e quatro postos, incluindo o espaço ontem inaugurado. Alvis Lo destacou também que “hoje em dia, mais de 80 por cento dos doentes com doenças crónicas em Macau optam pelos centros de saúde para receber tratamento, o que demonstra que o objectivo de cobertura global de saúde foi preliminarmente alcançado”.
Hoje Macau SociedadeZona A | Admitidas 24 propostas para melhoria de diques O Governo admitiu a totalidade das propostas, 24, submetidas ao concurso público para a “Empreitada de Melhoramento de Diques na Nova Zona A – Fase II”. A abertura das propostas decorreu no passado dia 9, embora só ontem foi divulgada. Os preços propostos de construção variaram entre mais de 91 milhões e mais de 113 milhões de patacas, com os prazos gerais de construção a variar entre os 285 e 286 dias de trabalho. A obra em causa visa elevar a altura dos diques da Zona A dos Novos Aterros “conforme o padrão de prevenção de inundações com um período de retorno de 200 anos”. Esta alteração deve-se “ao desenvolvimento urbano de Macau e o surgimento de fenómenos meteorológicos extremos”, tornando-se necessárias estas alterações de acordo com as exigências previstas no “Plano decenal de prevenção e redução de desastres em Macau (2019-2028)”. A primeira fase da obra, referente ao melhoramento do dique leste-1, e com cerca de 1100 metros de comprimento, já foi concluída em 2024. A segunda fase da obra, que inclui os diques leste-2, sul-1 e sul-2, com o comprimento global de cerca de 1550 metros, deverá ter o prazo de execução aproximado de 300 dias de trabalho.
Andreia Sofia Silva SociedadeZona A | Novas estradas e paragens de autocarro abrem ao público As autoridades criaram novas disposições de trânsito e paragens de autocarro na Zona A dos Novos Aterros. Assim, desde as 10h de ontem que está em funcionamento a Via de Acesso A2, com circulação nos dois sentidos. Também “as principais artérias” da Zona A estão abertas ao trânsito, como a Avenida de Tai On, que já tem semáforos; uma parte da Avenida Doutor Ma Man Kei e a Avenida do Mar de Espelho. Os acessos à Avenida de Tai On fazem-se pela Avenida 1º de Maio, junto à Estação de Tratamento de Águas Residuais, Rua dos Pescadores e Avenida da Amizade. Segundo uma nota da Direcção dos Serviços para os Assuntos de Tráfego (DSAT), haverá ainda duas novas paragens de autocarro a partir de amanhã, 18, com os nomes “Av. Tai On” e “Edf. Tong Kai”, fazendo a ligação às carreiras 101X, 102X e 103, já existentes. A DSAT admite “uma procura relativamente limitada no início da ocupação das habitações públicas na Zona A”, pretendo “priorizar as necessidades básicas de mobilidade dos residentes” com as novas disposições de trânsito, tendo em conta que há ainda obras a decorrer na zona. Espera-se ainda que a segunda fase de construção do viaduto da Rotunda da Amizade (Rampa B) fique concluída até ao final do ano, enquanto que uma parte do troço da Avenida Central da Zona Este, entre a Zona A dos Novos Aterros Urbanos e o Posto Fronteiriço de Macau na Ilha Artificial da Ponte Hong Kong-Zhuhai-Macau, fica fechado ao trânsito até Dezembro. Trata-se do troço desde a Ilha Artificial em direcção à Zona A, devendo os condutores contornar a Avenida de Bonança.
João Santos Filipe Manchete SociedadeZona A | Trabalhador e escavadora caiem ao mar O consórcio das empresas Top Builders e da estatal China Road And Bridge Corporation é responsável pelas obras de ligação à península, pelas quais vai receber 608,8 milhões de patacas. A proposta destas empresas excedia em 80 milhões outra das participantes no concurso Foto: DR Um trabalhador e uma escavadora de grandes dimensões caíram ao mar, na sexta-feira de manhã, depois do colapso de uma ponte provisória para a construção da ligação A3 entre a Zona A dos Novos Aterros Urbanos e a Península de Macau. O acidente foi captado em imagens, que acabaram partilhadas nas redes sociais. O sinistro aconteceu em menos de 20 segundos. O homem foi atirado ao mar porque se encontrava no interior da máquina escavadora que terá feito com que a estrutura temporária não aguentasse. Acabou por ser salvo com ajuda dos colegas, que lhe atiraram uma bóia, já depois de ter conseguido sair da máquina, ainda dentro do mar. Horas mais tarde, em comunicado, a Direcção dos Serviços de Obras Pública (DSOP), a Direcção dos Serviços de Assuntos Marítimos e de Água (DSAMA) e a Direcção para os Serviços Laborais (DSAL) confirmaram o acidente e a existência de lesões, ligeiras. “No estaleiro da empreitada de concepção e construção da via de acesso (A3) entre a Zona A dos Novos Aterros Urbanos e a Península de Macau, ocorreu um incidente em que uma máquina de construção e o seu operador caíram no mar, devido ao desmoronamento parcial da ponte de cavalete provisória, e o operador saiu do mar por si próprio e foi transportado para o hospital pelo empreiteiro”, foi reconhecido. “Sabe-se de forma preliminar que, o operador envolvido ficou ligeiramente ferido e estava consciente após o incidente, e vai ser submetido a uma inspecção médica detalhada”, foi acrescentado. As autoridades consideraram ainda que o incidente teve “grande importância” e pediram uma suspensão total dos trabalhos. Por sua vez, a DSAL garantiu ir ajudar o trabalhador a pedir uma indemnização pelo sucedido, dado que sofreu ferimentos ligeiros, enquanto a DSOP terá exigido ao “empreiteiro e à entidade fiscalizadora que colaborassem plenamente com a Administração na investigação das causas do incidente”. Foram ainda prometidas sanções, no caso de se considerar que houve responsabilidade das duas partes. Obra de milhões A construção da ligação A3 entre a Zona A dos Novos Aterros Urbanos e a Península de Macau tem como empreiteiro o consórcio constituído pelas empresas Top Builders e a estatal China Road And Bridge Corporation. Estas venceram o concurso público para a construção da obra por 608,8 milhões de patacas, prometendo realizar os trabalhos em 855 dias. A proposta foi a quarta mais barata das 10 apresentadas, e todas tinham um tempo de realização dos trabalhos de 855 dias. No entanto, pelo menos uma das propostas, apresentada pelo consórcio constituído pelas Companhia de Construção e Investimento Predial Ming Shun e Sociedade de Construção e Engenharia Long Chon prometia realizar o mesmo trabalho por 528,0 milhões de patacas, uma diferença superior a 80 milhões de patacas.
Hoje Macau SociedadeZona A | Transportes para trabalhadores vão ligar as Portas do Cerco As filas de trabalhadores da construção civil que vão a pé da fronteira até aos vários estaleiros de obras da Zona A dos Novos Aterros Urbanos têm estado na mira da Direcção dos Serviços de Obras Públicas (DSOP). Em coordenação com a Direcção dos Serviços para os Assuntos de Tráfego, a DSOP está a planear o lançamento de um “serviço do percurso exclusivo para a deslocação entre as Portas do Cerco e os estaleiros da Zona A dos Novos Aterros Urbanos”. De acordo com um comunicado da DSOP, este serviço irá contar a “participação activa dos empreiteiros e das companhias de autocarros”, que já terão chegado a um “consenso preliminar”. A DSOP acrescenta que “após a concretização do plano detalhado”, o serviço de transporte para trabalhadores “será implementado e promovido em tempo oportuno”. A DSOP menciona ainda a publicação de vídeos na internet em que se podem ver trabalhadores de construção ultrapassarem “as barreiras de protecção para entrarem no tabuleiro do viaduto pela passagem superior para peões da ligação da Zona A dos Novos Aterros Urbanos ao Reservatório”. As autoridades colocaram um segurança no local para garantir que a via é utilizada de forma segura pela passagem superior para peões.
Hoje Macau PolíticaZona A | Aliança do Povo queixa-se de falta de acessos A associação Aliança do Povo de Instituição de Macau criticou a falta de acessos à Zona A dos Novos Aterros Urbanos, principalmente ao nível dos transportes públicos. Em declarações ao jornal do Cidadão, a vice-presidente da associação, Chan Ian Ian, apontou que actualmente apenas há um único autocarro a fazer esse percurso e para quem tem como destino a Ponte Hong Kong-Zhuhai-Macau, o que não é conveniente para os residentes que pretendem circular na Zona A. A vice-presidente recordou ainda que os vencedores do concurso da habitação económica na Zona A de 2019 começaram a escolher as casas, mas que a zona A, com apenas 98 habitações seleccionadas, é a menos popular. Para explicar este aspecto, a responsável indicou que a Zona A é tida como uma zona inconveniente devido a falta de transportes. Por esta razão, a responsável defende que o Governo tem que melhorar as instalações de trânsito e apresentar um calendário para criar paragens de autocarros e parques de estacionamentos.
Hoje Macau PolíticaZona A | Exigido planeamento dos lotes C4 e C5 O deputado Leong Sun Iok defende, numa interpelação escrita, que o Governo deve anunciar o mais cedo possível o planeamento dos lotes C4 e C5 da Zona A dos novos aterros, que terão finalidade educativa. Ligado à Federação das Associações dos Operários de Macau, o deputado lembrou que foi lançado um concurso público para a construção no lote B1 na mesma Zona A, o que significa que o projecto de uma “Vila Escolar” está na agenda. Assim, o deputado deseja que o Governo dê mais informações sobre o planeamento dos dois lotes em questão, para que a sociedade saiba mais dados sobre a futura “Vila Escolar”, pois está previsto o seu funcionamento a partir do ano lectivo de 2027/2028. Na mesma interpelação, é explicado que os lotes terão um terreno para fins desportivos partilhados por oito escolas, com uma área de 29 mil metros quadrados. Porém, Leong Sun Iok referiu que existem preocupações por parte dos residentes de que o terreno não consiga dar resposta à procura, pelo que apelou a resoluções governamentais.
Hoje Macau PolíticaDSOP | Segundo viaduto da Península para Zona A entregue O segundo viaduto de acesso entre a Península de Macau e a Zona A dos Novos Aterros foi entregue pelo empreiteiro à Direcção dos Serviços de Obras Públicas (DSOP), de acordo com a informação oficial. Nesta altura, ainda não há uma data para a abertura da ligação entre a Avenida 1.º de Maio, junto da Estação de Tratamento de Águas Residuais em Macau, e a Avenida Ma Man Kei, na Zona A dos Novos Aterros, cuja a entrega é considerada provisória. O viaduto tem duas vias de trânsito, uma em cada sentido, e um comprimento total de 500 metros, de acordo com o portal da DSOP. Além disso, as obras previam uma passagem aérea para peões com cerca de 300 metros de comprimento e 5 metros de largura, que vai fazer a ligação ao Reservatório. Os principais trabalhos de construção foram adjudicados à Companhia de Construção Cheong Kong, a troco de 213,7 milhões de patacas. Esta foi uma das 15 participantes no concurso público que teve como proposta mais baixa a apresentada pelo consórcio constituído pelas Empresa de Construção e Fomento Predial Nam Fong, Limitada e a Tat Cheong, de 186,0 milhões de patacas, e a mais alta de 233,9 milhões de patacas, apresentada pelo consórcio constituído pelas empresas Jing Jian Gong Group (Macau) e Eternity.
Hoje Macau PolíticaEnsino | Escola Tong Sin Tong vai mudar-se para a Zona A O presidente da direcção da Associação de Beneficência Tong Sin Tong, Chui Sai Peng, prevê que a escola da associação se mude para as novas instalações entre 2027 e 2028, de acordo com as declarações citadas pelo jornal Ou Mun. A escola ligada à associação foi uma das oito escolhidas pelo Governo para ocupar o futuro campus criado na Zona A. Segundo Chui Sai Peng, que é igualmente deputado, a Zona A vai ter cerca de 100 mil habitantes e a esperança é que o estabelecimento de ensino receba alunos dessa zona, mas também de outras áreas do território. O presidente da direcção da associação reconheceu também que a principal preocupação partilhada com o Governo passa pela necessidade de assegurar que os acessos, principalmente ao nível das estradas, são bem desenhados e que se evitam grandes congestionamentos na circulação. Chui defendeu ainda a necessidade de haver bons passeios e passagens aéreas entre a escolas e os edifícios residenciais daquela zona, além de zonas de paragem para os autocarros. Chui Sai Peng destacou também que nos últimos anos a Associação de Beneficência Tong Sin Tong reforçou a aposta na Medicina Tradicional Chinesa, seja a partir da disponibilização de consultas nas clínicas que controla, seja com cursos de formação nesta área nas instalações de ensino.
Hoje Macau PolíticaTrânsito | Conselheiro quer melhores ligações para a Zona A Kou Ngon Fong, membro do Conselho Consultivo de Serviços Comunitários da Zona Norte, defende que o Governo deve aumentar o mais depressa possível o número de ligações para a Zona A dos Novos Aterros. A ideia foi partilhada em declarações ao Jornal do Cidadão, e o objectivo passa por utilizar melhor a nova Ponte Macau. O conselheiro considera que com mais e melhores ligações seria possível aumentar o número de veículos desviados da Ponte da Amizade para a Ponte Macau, uma das principais metas do novo projecto. Para Kou Ngon Fong, um dos projectos que pode fazer a diferença é o viaduto A2 entre a Avenida 1.º de Maio, junto da Estação de Tratamento de Águas Residuais, e o lado oeste da Zona A dos Novos Aterros Urbanos, porque vai desviar muito mais trânsito para a Ponte Macau. No entanto, enquanto as ligações não estão disponíveis, Kou Ngon Fong pediu ao Governo para promover melhor as novas vias disponíveis na Zona A, para aumentar a confiança e uso pela população. Segundo o conselheiro, actualmente existe a ideia que as estradas da Zona A tendem a estar muito congestionadas, pelo que grande parte dos condutores continua a preferir circular pela Ponte da Amizade, em deslocações da Taipa para a península de Macau. O conselheiro pediu também que o Executivo divulgue atempadamente o calendário das obras, para que os cidadãos saibam quando novas estradas vão estar abertas ao público.
João Santos Filipe PolíticaZona A | Obras de construção polémica vão custar 2,18 mil milhões de patacas As obras de construção do viaduto que vai ligar a Península de Macau à Zona A dos Novos Aterros, junto à Rotunda do Centro de Ciência de Macau, vão custar 2,18 mil milhões de patacas, de acordo com a informação da Direcção de Serviços de Obras Públicas (DSOP). A adjudicação resultou de um concurso por convite do Governo, que contou com a participação de cinco consórcios. O vencedor é constituído pelas empresas estatais Companhia de Engenharia e de Construção da China (Hong Kong), Companhia de Engenharia e de Construção da China (Macau), e Poly Changda Engineering. Este consórcio foi o que apresentou a proposta mais barata de todos os participantes. O tempo previsto para completar as obras é de 900 dias, ou seja, cerca de dois anos e meio. Todas as participantes apresentaram um prazo de máximo de 900 dias para completar os trabalhos, apesar das regras do concurso admitirem propostas com um prazo máximo de 1000 dias. Nova ligação O projecto vai ter cerca de 3,2 quilómetros de comprimento, e inclui o viaduto, redes viárias de ligação dos arruamentos nas duas extremidades do viaduto, passagem superior para peões e passagem pedonal subterrânea. A estrutura principal do viaduto terá cerca de 1550 metros de comprimento, e o segmento sobre a área marítima terá cerca de 900 metros do comprimento. De acordo com o projecto, o viaduto vai ter ainda quatro vãos navegáveis com extensão máxima de cerca de 130 metros. O viaduto vai ficar localizado entre a Península de Macau e a Zona A dos Novos Aterros Urbanos, e vai fazer a ligação a oeste com a Rotunda do Centro de Ciência de Macau e a Avenida Dr. Sun Yat-Sen, atravessando, em direcção à Zona A, onde termina, a Ponte da Amizade e o canal existente. Além disso, vai ainda ter ligação com a recém inaugurada Ponte Macau. O viaduto foi alvo de contestação por parte do deputado Ron Lam e do urbanista Manuel Iok Pui Ferreira, devido ao impacto previsto sobre o corredor visual para a Colina da Guia e o Farol. Como alternativa, foi sugerida a construção subterrânea. O Executivo recusou a alternativa e insistiu que este projecto não está abrangido por limites à construção em altura, dado que não se trata de um edifício. Se fosse um edifício, a construção com esta altura e naquela zona não seria admitida.
Hoje Macau PolíticaZona A | Nova ponte para a Ilha Artificial abre sábado A partir de sábado vai abrir ao trânsito uma nova ponte que liga a Zona A dos Novos Aterros à Ilha Artificial da Ponte Hong Kong-Zhuhai-Macau, de acordo com a informação divulgada ontem pela Direcção dos Serviços para os Assuntos de Tráfego (DSAT). Esta é a segunda ponte a ligar a Zona A à Ilha Artificial, e fica no encalço da denominada Avenida de Bonança. A outra ponte, a única aberta ao trânsito até agora, está situada mais a norte, junto da Avenida Central da Zona Este. Para aumentar “a eficiência de circulação”, a DSAT recomenda aos condutores que se desloquem da Península para Hong Kong ou Zhuhai, com os próprios veículos, ou ainda que tenham como destino o átrio de chegadas da fronteira, no rés-do-chão da fronteira, que utilizem a ponte “antiga”. No caso de terem como destino o auto-silo oeste ou o átrio de partidas, no primeiro andar da fronteira, devem entrar na ilha artificial através da Rua Cinco da Zona Este e utilizar a ponte nova. Também para os veículos que vêm da ilha artificial para a Península é recomendada a utilização da ponte mais recente, e depois a circulação pela Rua Seis da Zona Este e Avenida Hou Kong.
Hoje Macau PolíticaZona A | Pedidas explicações sobre estrada que cedeu O deputado Ma Io Fong está preocupado com colapso das estradas do território, depois de parte de um troço na Zona A dos Novos Aterros ter cedido. O assunto é abordado pelo deputado da Associação das Mulheres, através de uma interpelação escrita, com o legislador a indicar esperar que sejam tomadas medidas para evitar a acumulação de águas nas estradas. “Segundo a informação oficial, o sistema de drenagem de chuvas da Zona A foi construído para fazer frente às chuvas mais intensas, o que significa que está equipado com várias bombas de extracção de água”, escreveu Ma. “No entanto, as opiniões sobre o sistema de drenagem indicam que durante as chuvas mais intensas a acumulação de água continua a ser intensa. Qual é a razão para esta situação?”, pergunta Ma Io Fong. “Que medidas vão ser tomadas para melhorar o estado das coisas?”, acrescentou. O deputado abordou também o colapso da estrada, e quer saber se o Governo vai adoptar acções de fiscalização nos vários estaleiros e junto dos edifícios que já foram erigidos na Zona A dos novos Aterros. “Será que as autoridades dispõem actualmente de instrumentos científicos suficientes, como o radar de penetração no solo, para efectuar inspecções científicas do solo próximo da zona do incidente e de outras superfícies rodoviárias?”, pergunta. O membro da Assembleia Legislativa questiona igualmente o Executivo sobre se o sistema de canos e as instalações pedestres na Zona A dos Novos Aterros têm capacidade para lidar com os problemas causados pela água e a erosão dos solos.
Hoje Macau PolíticaZona A | Edifícios de habitação pública sem revestimento de mosaicos A Direcção dos Serviços de Obras Públicas (DSOP) indicou que foi alterado o método de revestimento das paredes exteriores dos 17 novos edifícios de habitação pública em construção na Zona A. Em vez do revestimento com telhas de mosaico, as paredes exteriores serão pintadas, afirmou o director substituto da DSOP, Sam Weng Chon, em resposta a interpelação escrita de Leong Hong Sai. O deputado dos Moradores solicitou ao Governo medidas para evitar o problema constante de queda de reboco e azulejos das fachadas de edifícios da habitação pública, e sugeriu mesmo a opção de revestimento com pintura que acabou por ser escolhida. O Governo justificou a alteração “após a revisão dos trabalhos já realizados e tendo como referência as experiências das regiões vizinhas”, não mencionando os recorrentes incidentes que afectam os edifícios de habitação pública com queda de azulejos ou o empolamento de tinta devido à humidade. A DSOP voltou a garantir que para edifícios com paredes exteriores pintadas, o empreiteiro deve apresentar os materiais, o projecto de execução e o projecto de ensaios para efeitos de aprovação. Os materiais de pintura devem ser inspeccionados no local da obra para examinação e, antes da execução da pintura, a camada de reboco deve ser sujeita a teste do valor do pH e de humidade.