Mais de 300 atletas beneficiaram de apoio financeiro desde 2014

Desde 2014, o “Projecto de Apoio Financeiro para Formação de Atletas de Elite” registou a participação de mais de 900 pessoas, beneficiando mais de 300 atletas. A informação foi revelada pelo Instituto do Desporto em resposta a uma interpelação escrita enviada por Sulu Sou.

“Para prestar mais apoios aos atletas de alto nível, em 2014, o Governo da RAEM lançou o “Projecto de Apoio Financeiro para Formação de Atletas de Elite”, de modo a assegurar a formação regular, a competição e a reforma dos atletas de elite, por forma a concentrarem-se nos treinos e nas competições”, pode ler-se numa resposta assinada pelo presidente do ID, Pun Weng Kun.

O responsável aponta ainda que para os atletas que não conseguem alcançar os resultados exigidos para receber o apoio, “mas que têm potencialidade e estão dispostos a dedicar-se à formação especializada a longo prazo”, o Governo elaborou um projecto de formação especial destinado a dar “apoio a atletas de diferentes níveis de competição”.

No âmbito da formação de jovens atletas, o ID revela estar focado na cooperação com as associações desportivas, com o objectivo de “criar diferentes sistemas de formação” e “formar mais reservas das selecções para o desporto de alto rendimento”.

Segundo o organismo, o Centro de Formação e Estágio de Atletas acolhe actualmente atletas de 14 modalidades desportivas que realizam treinos regulares. O número total de atletas não foi, contudo, revelado.

Espera Olímpica

Relativamente ao pedido de esclarecimento endereçado por Sulu Sou acerca da adesão de Macau ao Comité Olímpico Internacional, para poder participar nos Jogos Olímpicos de Verão e Inverno, o ID limitou-se a dizer que o pedido de filiação ainda aguarda por aprovação. “Logo após a sua fundação, o Comité Olímpico e Desportivo de Macau, China, apresentou o pedido de filiação no Comité Olímpico Internacional, mas ainda não foi aprovado até à data”, apontou.

Acerca da possibilidade avançada por Sulu Sou para que os atletas Macau sejam, “pelo menos”, convidados a participar nas cerimónias de abertura e de encerramento dos Jogos Olímpicos de Inverno, a realizar em Pequim no próximo ano, o ID escusou-se a tecer qualquer comentário ou explicação.

6 Set 2021

Inscrições para Maratona Internacional de Macau esgotadas

Já se encontram esgotadas as inscrições para a prova da mini maratona da Maratona Internacional de Macau. Além disso, este sábado esgotaram as inscrições para as provas de maratona e meia maratona, informou o Instituto do Desporto (ID) em comunicado.

A prova, que tem o apoio da operadora de jogo Galaxy e que tem o nome oficial “Galaxy Entertainment – Maratona Internacional de Macau 2020” decorre a 6 de Dezembro. A partida e a chegada continuam a decorrer no Estádio do Centro Desportivo Olímpico, sendo que as provas de maratona e meia maratona começam às 6h, enquanto que a prova de mini maratona arranca às 6h15. Além do patrocínio da Galaxy, a prova é organizada pelo ID e pela Associação Geral do Atletismo de Macau.

13 Set 2020

Instituto do Desporto prepara eventos internacionais

Pun Weng Kun, presidente do Instituto do Desporto, admitiu que a instituição já se encontra em contactos a nível internacional para cumprir os desígnios do novo Governo e organizar mais eventos com reconhecimento mundial.

“Com o novo mandato do Governo temos orientações superiores para organizar grandes eventos. Esperamos que o desporto seja uma plataforma para a promoção do turismo e diversificar a economia”, confessou, ontem.

“Vamos analisar que provas são mais adequadas a Macau e que podem atrair turistas. Por isso, estamos a contactar com diferentes organismos para quando a pandemia chegar ao fim podermos organizar esses eventos. Queremos que o desporto seja uma plataforma para expandir a economia local”, rematou.

6 Mai 2020

Instituto do Desporto apresentou programa da prova de Barcos-Dragão

Com um orçamento aproximado de 13 milhões de patacas, as Regatas Internacionais de Barcos-Dragão vão ser disputadas a 1, 2 e 7 de Junho, no Centro Náutico da Praia Grande. A prova foi apresentada, ontem à tarde, pelo Instituto do Desporto e Associação de Barcos de Dragão de Macau, e as inscrições começam hoje e prolongam-se até 27 de Março.

“O orçamento é semelhante ao dos anos anteriores e vai rondar os 13 milhões de patacas”, afirmou Pun Weng Kun. “Vai ser um evento muito emocionante e vamos voltar a ter muitas equipas a participar”, acrescentou.

Em relação à participação de equipas internacionais, o presidente do ID revelou que é cada vez mais frequente haver contactos de formações interessadas em competir no território. “A prova de Macau tem cada vez mais importância a nível internacional, por isso começa a ser frequente haver sempre equipas que nos contactam a mostrar o seu interesse para participarem nas nossas corridas”, sublinhou.

No ano de celebração do 20.º aniversário de criação da RAEM, os organizadores voltam a apostar na presença de elementos locais ao nível da gastronomia e das indústrias culturais. “Vamos ter outros elementos no Centro Náutico, além das provas. Teremos tendas com elementos das indústrias criativas e gastronomia local. Esperamos que sejam uma plataforma para promover estas vertentes turísticas”, apontou.

Este ano as regatas vão contar com 10 provas. No primeiro dia vão decorrer as corridas de Pequenas Embarcações de Macau, nas categorias Open e Senhoras, a corrida de Pequenas Embarcações para Entidades Públicas e Prova Universitária de Macau de Pequenas Regatas, na categoria Open. No segundo dia realiza-se a prova dos 200 metros para Trabalhadores da Função Pública por convite, com pequenas embarcações, e as provas de Macau para Grandes Embarcações, em Open e Senhoras, com distâncias de 500 metros. Finalmente no dia 7, decorre a prova Universitária para Grande Embarcações e as Regatas Internacionais de Grandes Embarcações, em Open e Senhoras.

As inscrições estão disponíveis online, no portal da Associação de Barcos de Dragão de Macau, e na sede desta mesma entidade, entre as 11h e as 19h.

6 Mar 2019

Novos Aterros | ID quer instalações desportivas na Zona A

O Instituto do Desporto sugeriu às Obras Públicas que construam três campos de futebol, três piscinas, ginásios e trilhos para ciclismo e corrida na Zona A dos Novos Aterros.

A informação foi avançada pelo ID, em resposta a uma interpelação do deputado Sulu Sou, que perguntou sobre os planos para o desenvolvimento do desporto local. “Em relação à Zona A dos aterros, o ID sugeriu às Obras Públicas a construção de pelo menos três campo de futebol com pista de atletismo, três piscinas e três ginásios”, pode ler-se na resposta ao deputado.

“Foi também sugerido que deve ser reservado um espaço razoável para a prática de exercício físico nas áreas residenciais, além de trilhos para ciclismo e caminhada. São instalações que vão melhorar a qualidade de vida da população”, é acrescentado.

29 Jan 2019

Grande Prémio | Pun Weng Kun nega intenção de encobrir acidentes

O coordenador da Comissão Organizadora do Grande Prémio de Macau garante que há indicações para que todos os acidentes sejam transmitidos, à excepção das imagens do trabalho das equipas de socorro. Pun admitiu ainda que é a comissão que define os conteúdos transmitidos

 

O coordenador da Comissão Organizadora do Grande Prémio de Macau (COGPM), Pun Weng Kun, nega que tenha havido qualquer intenção de esconder dos telespectadores o acidente da piloto Sophia Floersch, durante a corrida de Fórmula 3, que decorreu no domingo passado. Em declarações ao HM, o também presidente do Instituto do Desporto (ID) admite que há instruções da organização para não se filmar os trabalhos de salvamento, mas que há luz verde para mostrar os acidentes, os momentos dos impactos e repetições.

“Ficou a sensação a quem assistiu à prova pela televisão que houve intenção de esconder as imagens do acidente. Mas nunca nos passou pela cabeça esconder os acidentes”, afirmou Pun Weng Kun, ontem, ao HM.

O responsável pela prova explicou que existem instruções para não se mostrar os trabalhos de salvamento porque as imagens podem ferir susceptibilidades e também para proteger a imagem dos pilotos. Pun contou ainda que estas instruções foram tomadas em consenso com a Federação Internacional do Automóvel (FIA), mas que a decisão coube à COGPM. Segundo o coordenador do COGPM, a maior parte dos pilotos e as famílias também estão de acordo com que não se mostrem os momentos de salvamento.

“Há um consenso há vários anos. Quando ocorre este tipo de acidentes existe a possibilidade de haver imagens que podem ferir as susceptibilidades dos telespectadores. A COGPM considera que se devem proteger os mais sensíveis”, afirmou. “Não nos passou pela cabeça esconder as imagens dos acidentes, até porque hoje em dia sabemos que as pessoas que estão nas bancadas têm os telemóveis e conseguem gravar e divulgar o que se passa”, justificou.

Por outro lado, Pun Weng Kun diz que quando aconteceu o acidente com a piloto alemã que a total prioridade da COGPM estava focada em garantir que a jovem era salva o mais depressa possível e não em controlar as imagens: “Honestamente quando ocorre um acidente deste tipo, no centro de controlo a nossa maior preocupação é garantir que as equipas de salvamento chegam ao local o mais depressa possível”, defendeu.

Efeito surpresa

Em relação ao facto de durante a corrida de Fórmula 3 nunca terem sido mostradas imagens do impacto, nem repetições, Pun diz acreditar que até o operador ficou surpreendido. “Talvez por ter sido um acidente com uma dimensão que já não se verificava há vários anos, ninguém conseguiu reagir a tempo. Mas a verdade é que no sábado os acidentes foram transmitidos, todos”, vincou.

No sábado a corrida de motociclos foi interrompida algumas voltas mais cedo depois de um acidente entre os concorrentes Ben Wylie e Phillip Crowe. A transmissão televisiva apenas mostrou as motos dos pilotos no chão.

O coordenador do COGPM diz que tal ficou a dever-se ao facto das câmaras terem tendência para acompanhar os pilotos da frente. “Temos que perceber que as imagens também estão mais focadas na frente da corrida e que pode acontecer os operadores não captarem esses momentos, porque são pilotos que vêm mais atrás. Mas posso garantir que não há instruções para que os operadores não transmitam as imagens dos acidentes”, realçou. “Agora pode acontecer que a certa altura os operadores não consigam filmar todos os momentos dos acidentes”, concluiu.

Pun Weng Kun afirmou também que se no futuro houver acidentes, o que disse não desejar, que vão continuar a ser transmitidas as imagens, como aconteceu até aqui.

22 Nov 2018

Regatas |  Governo vai gastar 6,8 milhões com evento internacional

O Governo vai investir 6,8 milhões de patacas para organizar a Regata da Taça Grande Baía Guangdong-Hong Kong-Macau e a Regata Internacional Taça de Macau. O evento é uma parceria entre o Executivo e a empresa Gestão de Eventos Em Navegação dos Quatro Oceanos (Macau) Limitada, com o Governo a assumir um terço do orçamento, que deve rondar os 20,4 milhões. Por sua vez, a empresa deverá assumir custos de 13,6 milhões de patacas.

Inicialmente, na terça-feira, o presidente do Instituto do Desporto (ID), Pun Weng Kun, havia recusado revelar o montante, justificando a opção com a alegada existência de uma cláusula de confidencialidade no contrato assinado com a empresa. Porém, ontem, o ID enviou um email ao HM a revelar o montante. Segundo a explicação avançada, o montante foi revelado, depois de haver contactos com a empresa.

“Estamos a escrever para vos confirmar que, depois de comunicarmos que a empresa Gestão de Eventos Em Navegação dos Quatro Oceanos para anunciar mais detalhes sobre o acordo, que a contribuição para o Governo da RAE de Macau para a edição de 2019 da Regata da Taça Grande Baía Guangdong-Hong Kong-Macau e a Regata Internacional Taça de Macau é de 6.800.000 patacas”, pode ler-se no email enviado ao HM, pelo Instituto do Desporto.

Segundo Pun Weng Kun, a Gestão de Eventos Em Navegação dos Quatro Oceanos (Macau), que é uma sucursal de uma empresa do Interior da China, foi escolhida com base na experiência na organização de eventos do género, no Continente.

Competição internacional

O evento vai decorrer entre 10 e 13 de Janeiro do próximo ano, com os percursos a terem lugar no sul da Praia de Hac Sá. Ao longo dos quatro dias, espera-se que passem pelo território cerca de 300 atletas em 20 equipas, que serão convidadas de países como China, Austrália, Rússia, Estados Unidos da América, França, Alemanha, Espanha, entre outros países e regiões. A Regata da Taça Grande Baía Guangdong-Hong Kong-Macau vai ser disputada com barcos que cumpram o regulamento IRC, enquanto os participantes da Regata Internacional Taça de Macau têm todos de utilizar embarcações do tipo Beneteau First 40.7.

O evento vai ainda contar com dois desfiles marítimos, que vão permitir aos residentes e turistas verem as embarcações ao longo da orla marítima da Península de Macau.

11 Out 2018

Ciclismo | Em dois anos de carreira, Ivy Au soma quatro medalhas

Aos 18 anos, Ivy Au Hoi In é a principal estrela do ciclismo de Macau. Apesar de apenas integrar os treinos da selecção de Macau desde Novembro de 2016, soma quatro medalhas em dois anos. Além disso participou com outras ciclistas juniores nos mundiais de estrada da modalidade… um desafio que esteve longe de ser fácil

No fim-de-semana passado, nos Campeonatos Asiáticos de Ciclismo de Pista, alcançaste a tua primeira medalha de prata. Qual foi a sensação?
Fiquei feliz, foi a primeira medalha na modalidade de corridas por pontos. Estou a exigir cada vez mais de mim e a traçar metas mais ambiciosas. Actualmente sempre que participo numa prova, tenho de ficar entre as três primeiras… ou não fico satisfeita. E isso também aconteceu neste fim-de-semana…

Estavas à espera de outro resultado na prova de perseguição?
Exacto. Fiquei apenas em quarto lugar e senti que poderia fazer mais. Fiquei algo desiludida, acho que não correspondi às expectativas de quem da equipa. Mesmo na prova de pontos acho que poderia ter ganho o outro, mas pronto são erros que acontecem. É melhor que aconteçam nesta fase em que posso aprender e corrigi-los.

Este ano participaste nos mundiais de estrada, na Áustria, na categoria para corredoras juniores. Foste a primeira a desisitir. Foi duro?
Foi… a maior parte das outras atletas são profissionais e estou a uma distância considerável do ritmo delas. Infelizmente ainda não tenho o tempo todo para me dedicar à competição. Primeiro tenho de acabar o secundário.

Vais regressar aos mundiais para o ano?
Acho que não. A experiência foi importante e permitiu-me comparar o meu nível com as melhores do mundo. Mas é preferível concentrar-me nas competições asiáticas e alcançar o topo. Depois talvez pense nos mundiais… Honestamente, nesta fase ainda não sou competitiva face às corredoras europeias.

Macau não tem grande tradição no ciclismo, porque optaste por esta modalidade?
Gosto de ciclismo e vejo a modalidade como uma forma de me afirmar como alguém singular. Se não fosse o ciclismo, acho que me sentiria apenas como mais uma aluna. Assim, sou um bocado diferente, não me limito a seguir o que os outros fazem, também faço algo que é mais meu.

Mas podias encarar o ciclismo como um passatempo e não é esse o caso…
Para mim ter sucesso na vida não passa por terminar os estudos e encontrar um emprego estável. Sucesso é fazer aquilo que gosto. Agora, quero apostar no ciclismo. Sei que mais cedo ou mais tarde vou retirar-me, mas pelo menos apostei no que gosto e no futuro não vou ficar a pensar: ‘e se…’

Onde treinas em Macau? E com que regularidade?
Numa semana normal, treino cinco vezes durante os dias da semana. Em Macau os treinos são principalmente em Coloane. Depois nos fins-de-semana, vou treinar para Hong Kong.

Há bocado, falaste nos estudos, ambicionas ir para a universidade?
Sim, mas primeiro quero focar-me numa carreira no ciclismo. Vou dar prioridade ao que gosto, depois se não tiver o sucesso que procuro, completo os estudos universitários.


Perfil Ivy Au Hoi In

18 Anos

Medalhas

  • Bronze – Fev 2017; Ronda do Campeonato Asiático de Ciclismo de Pista, Índia, prova Scratch
  • Bronze – Jul 2017; Ronda do Campeonato Asiático de Ciclismo de Pista, Japão, prova Scratch
  • Bronze – Fev 2018; Ronda do Campeonato Asiático de Ciclismo de Pista, Malásia, prova Scratch
  • Prata – Jul 2018; Ronda do Campeonato Asiático de Ciclismo de Pista, Tailândia, prova por pontos
11 Out 2018

Vela | Macau recebe regata internacional mas Governo recusa revelar custos

O Instituto do Desporto vai organizar uma regata internacional com 300 atletas e parada pela orla da Península, mas assinou um acordo com a empresa co-organizadora que o impede revelar o orçamento

 

Entre 10 e 13 de Janeiro do próximo ano, Macau vai receber a Regata da Taça Grande Baía Guangdong-Hong Kong-Macau e a Regata Internacional Taça de Macau, com os percursos a terem lugar a sul da Praia de Hac Sá. O evento foi apresentado, ontem, pelo Instituto do Desporto (ID), que vai co-organizar a iniciativa em conjunto com uma empresa do Interior da China, registada em Macau com o nome Gestão de Eventos Em Navegação dos Quatro Oceanos (Macau) Limitada.

Apesar de um terço do evento sair dos cofres da RAEM, o ID recusou ontem revelar o montante que vai ser gasto. Em causa está, de acordo com o presidente Pun Weng Kun, uma cláusula de confidencialidade com a empresa co-organizadora, que impede que os montantes sejam conhecidos pelo público.

“Quando discutimos a realização do evento ficou definida uma cláusula de confidencialidade com a empresa. O acordo implica que o orçamento não é revelado. O que podemos dizer que é que vamos assumir o pagamento de um terço do total orçamento”, afirmou Pun Weng Kun, quando questionado sobre os custos.

A identidade dos accionistas também não foi indicada: “Não foi um critério que tenha sido tido em conta na escola. O que nos interessou foi a experiência e esta empresa conta com uma vasta experiência na organização de regatas com nível internacional”, justificou.

Contudo, segundo o HM apurou, os proprietários da sucursal de Macau da empresa do Interior da China estiveram mesmo na conferência de imprensa. A sucursal foi criada a 8 de Junho com um capital inicial de 250 mil patacas, sendo que Ma Man Wai, residente local, é o principal accionista com uma participação de 65 por cento, ou seja de 162,5 mil patacas. Ma, segundo o HM conseguiu apurar não tem ligações à família Ma, do empresário Ma Man Kei. Por sua vez, David Zhong, é natural do Continente, e tem uma participação de 35 por cento, equivalente a 87,5 mil patacas.

300 atletas

Esta é a primeira vez que o território vai organizar um evento internacional com esta escala. Pun Weng Kun expressou o desejo que se trate de mais uma marca para o desporto local, à imagem do Grande Prémio de Macau, Maratona Internacional e Torneio de Verão de Basquetebol, conhecido como Asian League.

Assim ao longo dos quatro dias, espera-se que passem pelo território cerca de 300 atletas em 20 equipas, que serão convidadas de países como China, Austrália, Rússia, Estados Unidos da América, França, Alemanha, Espanha, entre outros países e regiões. A Regata da Taça Grande Baía Guangdong-Hong Kong-Macau vai ser disputada com barcos que cumpram o regulamento IRC, enquanto os participantes da Regata Internacional Taça de Macau têm todos de utilizar embarcações do tipo Beneteau First 40.7.

O evento vai ainda contar com dois desfiles marítimos, que vão permitir aos residentes e turistas verem as embarcações ao longo da orla marítima da Península de Macau.

10 Out 2018

Canídromo | 80 utentes por dia desde alargamento do horário da pista de atletismo

O vice-director do Instituto do Desporto (ID), Lau Cho Un, afirmou ontem que desde o alargamento do horário da pista de atletismo do Canídromo para uso público verificou-se um aumento de utilizadores, tendo-se registado, desde o passado sábado, cerca de 80 por dia.

A pista de atletismo, que integra o Complexo Desportivo Lin Fong, encontra-se agora aberta ao público diariamente entre as 6h e as 23h (antes era até às 18h devido às corridas de galgos). Relativamente ao campo de futebol, Lau Cho Un indicou que a relva precisa de tempo para recuperar e exige manutenção, mas que o ID pondera disponibilizar mais um dia por semana, a somar aos actuais dois (quarta e sexta-feira). O campo é sobretudo utilizado pela Associação de Futebol, para campeonatos escolares e por diferentes clubes desportivos, indicou o mesmo responsável.

Lau Cho Un referiu ainda a necessidade de introduzir mais modalidades naquele espaço, dando conta de que, no futuro, a intenção passa por acrescentar mais zonas para diferentes usos. O vice-director do ID falava aos jornalistas à margem de um almoço oferecido pelo secretário para os Assuntos Sociais e Cultura, Alexis Tam, aos membros do Conselho de Juventude e do Conselho do Desporto que antecedeu uma visita a actividades de férias, que arrancaram no início do mês.

Segundo dados facultados no encontro, foram disponibilizadas este ano 57.234 vagas para 484 actividades culturais, recreativas e desportivas para crianças e jovens, com uma taxa de inscrição na ordem dos 93 por cento.

26 Jul 2018

Novo Macau | ID terá resolvido falta de pagamento de horas extraordinárias

A Associação Novo Macau (ANM) recebeu uma resposta do Comissariado contra a Corrupção (CCAC) onde é garantido que o Instituto do Desporto (ID) começou a regularizar a situação de falta de pagamento de horas extraordinárias a um grupo de trabalhadores.

O caso remonta a Abril do ano passado, quando foi divulgada uma carta, assinada por 30 funcionários do ID, que revelava a falta de pagamento de horas extraordinárias relativas a um período de três anos. Os funcionários seriam chamados pelo ID para cumprirem serviço nas folgas, fins-de-semana e feriados, não tendo recebido a devida compensação.

O ID explicou ao CCAC que as horas extra funcionaram apenas como reforço da sua capacidade de trabalho. Contudo, Sulu Sou, adiantou que todas as horas cumpridas por trabalhadores sob decisão de uma chefia, devem ser consideradas horas de trabalho. O ID prometeu também que, no futuro, irá cumprir a lei quando decretar a realização de horas extraordinárias aos seus funcionários. O CCAC decidiu arquivar o caso.

10 Mai 2018

F3 poderá ditar alterações ao Circuito da Guia

A Fórmula 3 irá sofrer uma profunda mutação em 2019, o que poderá ter reflexos no Grande Prémio de Macau, já que os novos monolugares da categoria, mais potentes, poderão obrigar a que sejam feitas alterações ao actual traçado do Circuito da Guia

 

Para que os novos carros de Fórmula 3 possam competir no popular circuito do território a partir de 2019, a Federação Internacional do Automóvel (FIA) poderá exigir um grau superior àquele que actualmente detém o Circuito da Guia. Neste momento, o circuito do território tem a homologação Grau 3 da FIA, o que lhe permite acolher qualquer tipo de competição automóvel com uma relação peso/potência de dois a três quilos por cada cavalo de potência.

A nova Fórmula 3 tem 350 cavalos de potência prometidos, portanto, um peso mínimo de 700 kg seria necessário para atender aos requisitos actuais do Circuito da Guia. Contudo, os futuros Fórmula 3 terão que ter um peso mínimo igual ao inferior aos Fórmula 1. Visto que tornar os carros mais pesados só para estes competirem em Macau parece fora de questão, melhorar a segurança da pista, para que esta possa receber a homologação de Grau 2, é a alternativa mais viável.

Em declarações este fim-de-semana ao portal alemão ‘Motorsport-Total.com’, Laurent Mekies , Director de Segurança da FIA, disse que “queremos garantir a segurança necessária para os carros. Se o circuito de Macau for classificado como Grau 2, carros de corrida com uma relação peso/potência de um a dois quilos por cavalo de potência deverão ser autorizados a correr. Os (futuros) carros de Fórmula 3 não serão mais pesados que os carros de Fórmula 1, que devem pesar no mínimo 660 kg no próximo ano. Se um carro chegar a Macau não estando conforme o Grau 3 de homologação da pista, não vamos apenas acrescentar peso para torná-lo elegível, seria uma decisão estúpida.”

Simulações deverão ser feitas para perceber como a pista precisará ser ajustada a uma nova realidade. “Se tivermos que chegar a Grau 2, faremos isso”, continua Mekies. “Nós olhamos para onde as simulações nos levam, e elas são muito mais precisas do que apenas olhar para a relação peso/potencia.”

O Presidente do Instituto do Desporto da RAEM, Pun Weng Kun Pun, disse ao portal alemão que “se forem necessárias alterações na pista para um tipo de carro, iremos avaliá-las e verificar a sua viabilidade”.

Opções em aberto

No entanto, visto que ainda nenhuma proposta para intervenção no circuito foi elaborada ou apresentada, o responsável máximo pela entidade que coordena o evento não pode avaliar se é possível aumentar a grau de homologação da pista. Devido à sua natureza, a margem para transformações no traçado do Circuito da Guia é muito reduzida e, num cenário de impossibilidade, pode até acontecer que Macau deixe cair a Taça do Mundo FIA de Fórmula 3, mantendo mesmo assim a disciplina no programa do fim-de-semana.

De acordo com Pun, o actual carro da Fórmula 3, que continuará a ser usado no campeonato japonês e possivelmente num outro campeonato a ser organizado pelo actual promotor do europeu da especialidade, pode servir de base para que a disciplina que consagrou vários nomes sonantes do automobilismo mundial entre nós possa manter-se no programa do evento. Os Fórmula 3 da actualidade pesam 580kg e debitam 240cv.

“Os organizadores vão pesar todas as opções”, afirmou o presidente. “Vamos tomar a decisão que é melhor para a reputação, popularidade e história do Grande Prémio de Macau.”

O contrato entre a FIA e a Comissão Organizadora do Grande Prémio de Macau tem uma periodicidade anual. Sobre este assunto, Pun disse ainda à publicação germânica que “trabalhamos sempre com a FIA numa base anual para o Grande Prémio de Fórmula 3 desde 1983. Olhamos para o programa de corridas ano após ano e este deve ser de primeira classe e variado.”

Segundo a mesma fonte, Pun espera que, devido aos muitos anos de cooperação entre as entidades de Macau e a federação internacional, uma solução do interesse de ambas as partes seja encontrada, esperando que esta cooperação continue por muitos e longos anos.

1 Mai 2018

Governo quer apostar na vertente turística e cultural dos barcos-dragão

Com um orçamento de 12 milhões de patacas, a edição deste ano das regatas de barcos-dragão vai ter uma forte componente cultural e gastronómica, com um desfile e espectáculos para animar os participantes

 

A edição deste ano das Regatas Internacionais de Barcos-Dragão vai decorrer entre 16 e 18 de Junho e vai ter um custo de 12 milhões de patacas. Na apresentação do evento, que decorreu ontem na sede do Instituto do Desporto (ID), o presidente Pun Weng Kun traçou como objectivo afirmar o carácter cultural e turístico das regatas.

“O orçamento para o evento vai ser de 12 milhões patacas, o que significa um montante semelhante ao da edição anterior. Vamos controlar todas as despesas com muito rigor”, prometeu, ontem, Pun Weng Kun.

“O nosso objectivo é que o evento não se fique apenas pela vertente desportiva, mas se complemente com uma forte componente turística e cultural”, acrescentou.

No que diz respeito à vertente desportiva, não há limite de inscrições e a organização vai aceitar tantos participantes quanto possível: “Não temos um limite máximo de inscritos. Pretendemos abarcar mais equipas para se tratar de uma grande festa tradicional. Vamos aceitar o número máximo de equipas”, justificou o presidente do ID.

Nesse sentido as inscrições são feitas em três fases, a primeira, que envolve o preenchimento dos formulários, vai decorrer entre amanhã e 6 de Abril, tendo de ser feita junto da Associação de Barcos de Dragão de Macau China, com sede no Centro Náutico da Praia Grade.

Também nesta altura o ID está em negociações com formações do Interior da China e Indonésia, para que participem nas provas de Macau: “Estamos em conversações. Queremos convidá-los e estamos negociações. A presença vai também depende da disponibilidade deles. Mas temos todo o interesse que venham a Macau”, referiu.

 

Desporto e… comida

Ao longo dos três dias de prova, a vertente cultural não vai ser esquecida e vários grupos locais vão ser convidados para se exibirem perante a audiência e os competidores participantes.

“Vamos convidar grupos locais que durante os três dias de prova vão realizar actividades no recinto. Haverá também um desfile não só para os cidadãos mas também para os estrangeiros, que assim podem apreciar a actividade cultural local, além do desporto”, justificou o membro do Governo.

Também o facto de Macau ter sido admitida como Cidade Criativa da Unesco devido à gastronomia vai ser realçado durante o evento.

“Vamos apostar mais na gastronomia pelo facto de Macau também ter sido reconhecida como Cidade Criativa da UNESCO. Vamos investir neste aspecto. Queremos fortalecer a ligação entre desporto, turismo e cultural”, avançou Pun Weng Kun.

O presidente do Instituto do Desporto frisou ainda esperar um aumento não só no número de participantes mas também de pessoas a assistir.

14 Mar 2018

Instituto do Desporto em silêncio sobre processo de adesão ao Comité Olímpico

Depois de o Chefe do Executivo ter dito que Macau aceita o facto de não ser um Estado soberano para pertencer ao Comité Olímpico Internacional, o Instituto do Desporto nada diz sobre o que tem sido feito nesse sentido desde 2007. Resta a promessa de participação em eventos do Conselho Olímpico da Ásia

 

O Instituto do Desporto (ID) não adianta qualquer informação sobre as etapas que têm sido levadas a cabo na tentativa de adesão de Macau ao Comité Olímpico Internacional (COI). O HM quis saber o que tem sido feito nos últimos dez anos, bem como se Macau iria mesmo “desistir” do processo de adesão ao COI, após as declarações do Chefe do Executivo, Chui Sai On.

Contudo, o ID apenas afirmou que os atletas locais e as instituições desportivas vão continuar a participar em eventos sob alçada do Conselho Olímpico da Ásia (COA).

“O ID vai continuar o seu esforço no apoio ao desenvolvimento do desporto em Macau e, enquanto membro do COA, Macau vai participar de forma activa nos eventos por si organizados e em outras competições internacionais. [Tal irá] providenciar o desenvolvimento do desporto local, o qual irá realizar-se com condições favoráveis por forma a atingir novas metas de desenvolvimento”, explicou o organismo ao HM através de resposta escrita.

Esta segunda-feira, no âmbito de um encontro com Gou Zhongwen, director da Administração Geral do Desporto e presidente do Comité Olímpico da China, Chui Sai On disse que a RAEM “compreende que, por não ser um país soberano, não poderá integrar o Comité Internacional, apesar das alterações introduzidas nas regras do COI”. Hong Kong que, tal como Macau, não é um país, faz parte do COI desde 1951.

Mais do mesmo

Da parte do ID, nada mais há a acrescentar à história oficial que já se conhece. “No seguimento da criação do Comité Olímpico de Macau, em 1987, foi submetida a candidatura de adesão ao COI e ao COA. Enquanto que a candidatura ao COA foi aprovada em 1989, a revisão dos estatutos do COI feita em 1996 significou que apenas ‘Estados independentes’ seriam reconhecidos, e Macau não poderia ser aceite como membro do COI.”

Em declarações ao HM, Manuel Silvério, antigo presidente do ID, considerou que as palavras do Chefe do Executivo não representam a total desistência da RAEM, tendo dito ainda que, em 2007, o território estava prestes a fazer parte do COI.

“Como pessoa ligada ao desporto e residente digo que, se Macau desistir, e se as pessoas pensarem em não levar para a frente essa luta, não estamos a fazer as coisas de acordo com a Lei Básica, não estamos a fazer as coisas como Hong Kong fez e somos nós próprios que estamos a recusar um direito que é nosso”, acrescentou Manuel Silvério.

8 Mar 2017

Complexo Olímpico | Ex-presidente do ID envia carta ao Governo

Manuel Silvério sentiu ter obrigação de falar sobre a decisão de destruir parte do Complexo Olímpico para construir habitação pública e defende que a ideia é irracional e estranha. O ex-presidente do ID fala em algo que é um erro e que, avançar, é porque algo se passa. O Governo não comenta

“Um erro, um assalto à mão armada e algo muito estranho.” É assim que Manuel Silvério, ex-presidente do Instituto do Desporto (ID), classifica a ideia de substituir parte do Complexo Olímpico da Taipa por habitação social. Não é apenas pela irracionalidade de se colocar pessoas a viver num sítio onde o espaço é escasso, diz, mas também pela história do edifício e a própria utilidade que poderá ter.
“Reestruturar aquele espaço para um uso mais abrangente como para sedes de associações desportivas, que se reúnem em cafés porque não têm espaço, criar salas de desporto, aumentar o parque automóvel e até instalar o próprio ID seria mais lógico do que lá colocar habitação pública”, defende Manuel Silvério numa carta enviada ao Secretário para os Assuntos Sociais e Cultura, Alexis Tam, e com conhecimento de Raimundo do Rosário, da tutela das Obras Públicas e Transportes.
A falta de locais para a prática de desporto e de espaços para os serviços públicos é algo que tem vindo a ser admitido pelo Governo, pelo que Manuel Silvério considera que faria mais sentido o local ser utilizado para essa finalidade. Até porque, defende, “o tráfico gerado pela quantidade de pessoas que vai morar lá vai ser caótico”. “As pessoas já se vêem aflitas para arranjar estacionamento ali.”
No espaço que será demolido existe um parque de estacionamento, que ao que o HM apurou se encontra fechado e vazio, e funciona no último andar o Gabinete de Estudos das Políticas, sendo que, segundo o ex-responsável, tem escritórios, salas de tradução, jardins, entre outras infra-estruturas, e capacidade para 300 pessoas.

Nas mãos do CPU

A decisão da demolição foi anunciada em Junho pelo Conselho do Planeamento Urbanístico (CPU). Questionado sobre por que considera que a decisão foi tomada sem consulta pública, Manuel Silvério diz não saber, mas felicita o facto de ter sido o grupo a analisar.
“Felizmente alguns membros opinaram de forma contrária e ainda bem”, diz ao HM. “Por que a decisão foi tomada, não sei. É por conveniência. É estranho”, indica, considerando que se foi por causa dos casos de alegada corrupção que envolveram o Complexo, então o Governo “teria de desmantelar meio Macau”.
Manuel Silvério denota ainda que os responsáveis do Desporto não foram consultados, mas que também não falaram.
“Da parte da comunidade desportiva, Conselho do Desporto e ID, não há um único responsável que informe que o edifício é a peça central do Complexo Desportivo Olímpico. É um complexo utilizado diariamente por centenas de cidadãos, sem falar nos campeonatos escolares que se realizam com alguma frequência no mesmo espaço”, escreve na carta, que diz que o edifício foi construído “a muito custo” no limiar da transição.

Um insulto

Na carta, o ex-responsável diz que depois de tantas suspeições sobre a construção, “sem que nada tivesse sido provado”, a notícia da demolição caiu com “estrondo”. Mais ainda, a avançar, esta decisão seria “o insulto final” para o responsável.
“Somos tentados a pensar que se pretende apagar mais um pedaço de história, que tanto enobreceu Macau e a que todos nós deveria orgulhar. Os novos residentes vão reclamar todos os dias por causa do barulho do estádio. Para mim, isto é uma irresponsabilidade em termos da gestão das coisas públicas. Não devem sacrificar o Complexo, até porque há alternativas, como os lotes de terreno em frente ao aeroporto (La Scala) e outros terrenos.”
Já no CPU foi indicado que teria de se perceber qual a necessidade de “destruir instalações públicas, dado que a zona tem poucos recintos desportivos”. A altura do prédio, que vai obrigar à demolição da antiga sede dos atletas nos Jogos da Ásia Oriental, poderá atingir os 90 metros.
Manuel Silvério diz que, agora, tem que “se render à cultura de se pensar no presente sem pensar no futuro”. O ex-responsável do ID, que considera ter obrigação de falar e que o faz “em nome de outras pessoas a quem não convém opinar”, “retira-se”, mas há pessoas que “devem batalhar”.
Sobre se está confiante que possa haver um recuo, Silvério frisa apenas que “o Executivo tem inteligência suficiente para não teimar num erro, num passo mal dado”. Se não o fizer, diz, então “é porque [a obra] traz água no bico”.
A carta foi enviada a 10 de Junho, mas até ontem o ex-responsável não tinha recebido qualquer resposta oficial, como assegurou ao HM. A secretaria de Raimundo do Rosário confirmou ter tido conhecimento da carta através do Gabinete de Alexis Tam, pelo que “não tem” qualquer comentário a fazer. Da parte do Secretário para os Assuntos Sociais e Cultura foi dito ao HM que o assunto não é da tutela de Alexis Tam e que o próprio Secretário “já tinha informado Manuel Silvério dessa situação.

1 Jul 2016

Prémio para atletas com e sem deficiência é agora igual

O valor dos prémios para os atletas com e sem deficiência passa agora a ser o mesmo para os vencedores de prémios no pódio. A decisão, noticiou a rádio Macau, foi anunciada ontem, durante uma reunião do Conselho do Desporto, a nova regra entrando em vigor em Janeiro do próximo ano. “Os ditos normais competem em provas diferentes e os deficientes também competem em provas diferentes. Mas, em termos de prémios pecuniários, vão ser iguais. Portanto, o máximo prémio que atribuímos a um dito normal e a um deficiente será igual. Julgo que temos o problema definitivamente resolvido”, defendeu o presidente do ID, José Tavares. Assim, os atletas que atingirem o primeiro lugar terão direito a um cheque de 360 mil patacas, enquanto os segundo e terceiro lugares vão receber 108 mil patacas. Em 2014, foram galardoados 78 atletas, a quem o Governo atribuiu um total de 5,9 milhões de patacas.
 

20 Ago 2015

ID | Centro Polivalente de Estágio sem avanços

A construção do Centro Polivalente de Estágio – que deverá compreender instalações desportivas e alojamento para desportistas – ainda está à espera da aprovação dos Serviços de Solos, Obras Públicas e Transportes, de acordo com o presidente do Instituto do Desporto (ID), José Tavares. A infra-estrutura devia ter sido inaugurada este ano, de acordo com previsões avançadas pelo presidente. “Não sei [quando arrancam as obras], não posso prometer. Estou a fazer o possível, apenas”, assegurou. De acordo com notícia da rádio Macau, o espaço deverá ocupar um terreno junto do Macau Dome e ter capacidade para 400 pessoas. A obra estava orçamentada em 600 milhões de patacas, em 2012.

20 Ago 2015