Hong Kong | Brasileiro detido no aeroporto com droga

A droga, avaliada em cem mil euros, vinha escondida em 77 cápsulas no interior do corpo do homem de 27 anos

A polícia de Hong Kong anunciou ontem ter detido um passageiro que voou do Brasil para a região chinesa com 700 gramas de cocaína, no valor de quase cem mil euros, no interior do corpo.

Num comunicado, a Alfândega de Hong Kong revelou que detectou na terça-feira um homem que chegou ao aeroporto do território vindo do Brasil através do Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, e de Banguecoque, capital da Tailândia.

O passageiro foi considerado “suspeito de ter drogas perigosas escondidas no corpo”, tendo sido levado para um hospital para ser submetido a exames, referiu a Alfândega.

Os exames confirmaram que o homem tinha engolido um total de 77 cápsulas de cocaína, com um valor de mercado de 850 mil dólares de Hong Kong, acrescentou a polícia.

O homem de 27 anos foi detido e a polícia sublinhou que a investigação está ainda a decorrer.

As autoridades sublinharam que, “após a retoma das viagens e deslocações normais com o Interior [da China] e outras partes do mundo, o número de visitantes em Hong Kong tem aumentado constantemente”.

Desde meados de Dezembro que a metrópole abandonou a política chinesa de ‘zero covid’, com a restrição das entradas no território, aposta em testagens em massa, confinamentos de zonas de risco e quarentenas.

A Alfândega de Hong Kong prometeu “continuar a aplicar uma abordagem de avaliação de risco e concentrar-se na seleção de passageiros de regiões de alto risco”.

Bagagem brasileira

O crime de tráfico de droga é punido na região chinesa com uma multa de até cinco milhões de dólares de Hong Kong e uma pena de prisão que pode ser perpétua.

Em Junho, a polícia de Hong Kong deteve uma passageira que voo do Brasil para a cidade com quase um quilo de cocaína, no valor de 124 mil euros, escondida dentro de latas de perfumes.

Em Maio, a polícia do território deteve, em dois dias consecutivos, três passageiros que voaram do Brasil para a região com um total de 1,6 quilos de cocaína, no valor de 1,3 milhões de dólares de Hong Kong, no interior do corpo.

Um deles, um homem, de 22 anos, tinha também partido do Brasil e passado pelo Dubai e pela Tailândia antes de aterrar na região chinesa.

Em Setembro de 2022, a polícia anunciou a apreensão de 16,5 quilos de cocaína, com um valor de mercado de 14 milhões de dólares de Hong Kong, no interior de contentores, vindos do Brasil, com fibras de algodão.

11 Ago 2023

Três brasileiros detidos no aeroporto de Hong Kong com 1,6 quilos de cocaína

A polícia de Hong Kong deteve três brasileiros, em dois dias consecutivos, que voaram para a região com um total de 1,6 quilos de cocaína, no valor de 150 mil euros, no interior do corpo.

Num comunicado divulgado esta quarta-feira, a Alfândega de Hong Kong revelou que na segunda-feira detetou duas mulheres, de 22 e 24 anos, que chegaram ao aeroporto do território vindas do Brasil, através do Dubai, nos Emirados Árabes Unidos.

Na terça-feira, as autoridades detiveram um homem, de 22 anos, que tinha também partido do Brasil e passado pelo Dubai e pela Tailândia antes de aterrar na região chinesa. Os três passageiros foram considerados “suspeitos de terem drogas perigosas escondidas nas cavidades dos seus corpos”, tendo sido levados para um hospital para serem submetidos a exames, referiu a Alfândega.

Os exames confirmaram que os três detidos tinham engolido um total de 154 cápsulas de cocaína, com um valor de mercado de 1,3 milhões de dólares de Hong Kong, acrescentou a polícia. As autoridades sublinharam que, “após a retoma das viagens e trocas normais com o interior [da China] e outras partes do mundo, o número de visitantes em Hong Kong tem aumentado constantemente”.

A Alfândega de Hong Kong prometeu “continuar a aplicar uma abordagem de avaliação de risco e concentrar-se na seleção de passageiros de regiões de alto risco”.

O crime de tráfico de droga é punido na região chinesa com uma multa de até 5 milhões de dólares de Hong Kong e uma pena de prisão que pode ser perpétua. Em setembro, a polícia anunciou a apreensão de 16,5 quilos de cocaína, com um valor de mercado de 14 milhões de dólares de Hong Kong, no interior de contentores, vindos do Brasil com fibras de algodão.

10 Mai 2023

Polícia de Hong Kong apreende cocaína em contentores de algodão oriundos do Brasil

A polícia de Hong Kong anunciou ontem a apreensão de 16,5 quilos de cocaína em contentores vindos do Brasil, com um valor de mercado de 14 milhões de dólares de Hong Kong.

Segundo um comunicado, após “uma avaliação de risco”, funcionários da Alfândega da região administrativa especial chinesa decidiram inspecionar dois contentores que chegaram ao porto a 09 de setembro.

No interior, os inspetores encontraram a droga, escondida em dois dos 230 fardos de fibras de algodão vindos do Brasil. No mesmo dia, a Alfândega de Hong Kong deteve três suspeitos, com idades entre os 37 e os 62 anos, que foram libertados sob fiança.

No comunicado sublinha-se que a investigação está ainda a decorrer e que as forças de segurança não afastam a possibilidade de realizar novas detenções. O crime de tráfico de droga é punido na região chinesa com uma multa de até 5 milhões de dólares de Hong Kong e uma pena de prisão que pode ser perpétua.

16 Set 2022

PJ apreende cocaína em acessórios informáticos

Quatro residentes foram detidos pelas autoridades por suspeitas de tráfico e consumo de droga. A Polícia Judiciária afirma ter recebido informações de que um cartel de tráfico de droga de Hong Kong iria enviar para Macau material informático onde viria escondida droga. Após investigação, as autoridades obtiveram informação do destino e dos destinatários das encomendas.

De acordo com informação da Polícia Judiciária (PJ), na segunda-feira foi interceptada uma residente, destinatária das encomendas enviadas para uma loja de uma empresa de compras online no norte da península. A mulher foi detida em conjunto com um residente que a foi buscar de automóvel.

Dentro do embrulho apanhado pelas autoridades estava um teclado de computador onde estavam escondidas 10,66 gramas de cocaína, com valor de 35 mil patacas. A PJ deteve outros três residentes na Areia Preta e na Avenida Almirante Lacerda.

As autoridades apuraram que os primeiros dois detidos tinham como destino um centro comercial na Areia Preta para entregar as encomendas a outro indivíduo, que por sua vez passaria a droga a um consumidor e ao seu motorista. Os cinco residentes foram transferidos para o Ministério Público, suspeitos dos crimes de tráfico e consumo de estupefacientes e de substâncias psicotrópicas.

10 Mar 2021

Droga | Detido por traficar cocaína no valor de 1,64 milhões de patacas

A Polícia Judiciária deteve um homem de 33 anos após ter recebido uma encomenda de Hong Kong expedida numa caixa de papelão, que continha quase meio quilo de cocaína escondida. As autoridades acreditam que o homem faz parte de uma rede organizada de tráfico de estupefacientes

 

[dropcap]U[/dropcap]m trabalhador não residente com 33 anos, de nacionalidade filipina, foi detido na passada segunda-feira pela Polícia Judiciária (PJ), por suspeita da prática do crime de tráfico de droga. A detenção aconteceu depois das autoridades terem verificado que a encomenda que transportava no centro de Macau, continha cocaína no valor de 1,64 milhões de patacas. Ao todo, foram apreendidos 498,66 gramas do estupefaciente e suspeita-se que a namorada do detido esteja envolvida no caso.

De acordo com informações reveladas ontem em conferência de imprensa pela PJ, o caso começou a ser investigado no seguimento informações emitidas pela alfândega de Hong Kong, alertando para a existência de uma rede criminosa associada ao tráfico de droga, da qual fazia parte um membro em Macau.

Adicionalmente, a PJ foi informada de que uma encomenda suspeita de conter estupefacientes e proveniente originalmente da África de Sul iria ser expedida de Hong Kong para Macau.

Após tomar conhecimento das informações, a PJ desencadeou uma operação na passada segunda-feira com o objectivo de vigiar um cabeleireiro situado no centro de Macau, onde trabalhava o detido. A dada altura, fazendo-se acompanhar da namorada, o homem recebe das mãos de um funcionário dos correios uma encomenda em forma de caixa de papelão, tendo de imediato saído do estabelecimento.

Os agentes da PJ seguiram o casal durante algum tempo e acabaram por interceptar e deter os dois suspeitos, apreendendo também a encomenda que transportavam.

As autoridades viriam a descobrir que, juntamente com vários panos que disfarçavam o conteúdo, dentro da caixa de papelão existiam vários esconderijos nos intervalos das arestas, onde estava acondicionado quase meio quilo de cocaína.

De acordo com o porta-voz da PJ, nenhum dos suspeitos tinha droga na sua posse para além da que se encontrava na caixa e cujo transporte ficou exclusivamente a cargo do homem. Às autoridades, a mulher, uma empregada doméstica de 34 anos e nacionalidade filipina, afirmou nada ter a ver com o caso e que apenas se limitou a acompanhar o namorado.

Por um punhado de patacas

A PJ está a investigar o envolvimento de mais pessoas no caso mas, de acordo com o que foi possível apurar até ao momento, o homem faz efectivamente parte da rede de tráfico de droga apontada pelas autoridades de Hong Kong, sendo que, por cada trabalho prestado, receberia 3.000 patacas.

Questionado pelos jornalistas sobre quantas encomendas o detido terá ajudado a fazer entrar em Macau, o porta-voz da da PJ afirmou que, dado que o caso se encontra ainda a ser investigado, é impossível avançar essa informação.

Os resultados dos exames à urina efectuados após a detenção revelaram que só a mulher acusou a presença de estupefacientes no corpo.

O caso seguiu para o Ministério Público onde o homem irá responder pela prática do crime de tráfico ilícito de estupefacientes e de substâncias psicotrópicas, podendo ser punido com uma pena de prisão de 5 a 15 anos. A mulher já não se encontra detida.

Durante a conferência de imprensa o porta-voz da PJ referiu ainda que, devido à pandemia e à limitação de entrada de estrangeiros, tem sido comum os traficantes utilizarem os serviços postais para traficar droga.

14 Out 2020

Fecho de fronteiras leva à inflação do preço da cocaína

[dropcap]T[/dropcap]endo em conta as novas restrições fronteiriças impostas pelos governos de Macau e Hong Kong no, a Polícia Judiciária (PJ) de Macau revelou que o volume de droga a entrar no território aumentou antes das novas medidas de combate à propagação covid-19 entrarem em vigor. Contrariando as regras do mercado, não foi só a quantidade que aumentou, mas também o preço, com as autoridades a estimar uma inflação na ordem dos 20 por cento a partir de ontem.

As novidades foram dadas ontem, como contexto para mais uma detenção de um suspeito traficante, oriundo de Hong Kong. Na passada terça-feira, a PJ destacou inspectores para as imediações do hotel onde o suspeito estava hospedado. O homem viria a ser avistado na zona da Praça de Ponte e Horta, perto das 22h, onde apanhou um táxi com destino ao Mercado de S. Lourenço.

À chegada, o suspeito tinha um homem à espera. Passado pouco tempo, os indivíduos seguiram cada um o seu caminho e foram interceptados. O comprador tinha em sua posse cinco pacotes contendo 2,06 gramas de cocaína. No quarto de hotel do suspeito traficante foram encontrados 156 pacotes de cocaína, com um peso total de 51,49 gramas, um saco com 5,28 gramas de marijuana e sete mil patacas alegadamente apurados na venda de droga. As autoridades estimam o valor dos estupefacientes em 200 mil patacas.

De acordo com informação da PJ, o residente de Hong Kong, de 33 anos, terá confessado que foi recrutado pelo grupo criminoso e lhe foi prometido um salário de 2500 HKD por dia, mas um bónus de 4500 HKD para traficar em Macau.

O comprador, de 35 anos, é residente de Macau que trabalha para um junket. De acordo com a PJ, o residente confessou ter o hábito de consumir cocaína, razão pela qual comprou droga ao alegado traficante por 4.000 patacas. Ambos foram transferidos ontem para o Ministério Público.

26 Mar 2020

Detido com cocaína no valor de 3,5 milhões nos sapatos

[dropcap]A[/dropcap] Polícia Judiciária (PJ) deteve um sul-africano de 26 anos que tentou entrar em Macau, no domingo, com 3,5 milhões de patacas em cocaína. Segundo a informação revelada ontem, a detenção do sul-africano foi feita, após este se ter mostrado muito nervoso à entrada da RAEM, sem motivo aparente. Os estupefacientes estavam escondidos nas solas dos sapatos.

“Quando os Serviços de Migração da PSP fizeram uma inspecção aleatória a um voo vindo de Singapura, um dos passageiros mostrou-se demasiado agitado e caminhava de uma forma estranha. Por isso, a PSP decidiu investigar o homem”, foi explicado pela PJ, que revelou o caso. “Depois dessa primeira investigação, descobriu-se que o homem tinha comprado o voo à presa, porque reservou as passagens no dia 26 de Fevereiro e no dia 29 já estava a voar da África do Sul para Macau”, foi acrescentado.

Outra das razões que levaram as autoridades a interessarem-se pelo detido prendeu-se com o facto de o sul-africano não conseguir explicar os motivos que tinham levado à viagem para Macau.

No entanto, foram os sapatos que acabaram por denunciar o homem de 26 anos, uma vez que dentro das solas encontrava-se um 1,06 quilogramas de cocaína. Segundo as autoridades, a quantia vale cerca de 3,5 milhões de patacas no mercado negro.

Confrontado com a descoberta, o homem acabou por admitir que tinha recebido 900 dólares americanos para comprar cocaína na África do Sul e trazê-la para Macau. Caso conseguisse entrar na RAEM, o homem iria receber mais orientações sobre o destino dos estupefacientes e nessa altura receberia mais 600 dólares americanos.

As autoridades acreditam que por detrás deste caso está uma associação internacional de tráfico de droga e vai continuar a investigar outras potenciais ligações.

Quanto ao sul-africano foi encaminhado para o Ministério Público e está indiciado da prática do crime de “tráfico ilícito de estupefacientes e de substâncias psicotrópicas”, cuja pena vai dos 5 aos 15 anos de prisão.

4 Mar 2020

PJ | Apreendida cocaína no valor de 6,8 milhões de patacas

[dropcap]D[/dropcap]uas mulheres de nacionalidade guineense foram interceptadas à chegada a Macau, por transportar no corpo pequenos sacos de cocaína, com valor total de 6,8 milhões de patacas. A informação foi divulgada ontem pela Polícia Judiciária através de um comunicado enviado ao HM.
As duas mulheres foram detidas na passada segunda-feira por volta das duas da manhã quando, à saída de um voo proveniente de Banguecoque, o aparelho de raio-x mostrou que ambas possuíam inúmeros objectos ovais escondidos em cavidades corporais. De acordo com a PJ, as mulheres acabaram por admitir que os objectos serviam o propósito de transportar droga e que no dia 14 de Fevereiro apanharam um voo da Guiné em direcção à Etiópia, local onde terão engolido os invólucros.
As duas mulheres foram de imediato levadas para o hospital onde, após 18 horas, foram retirados, respectivamente, 54 e 76 pacotes de cocaína que estavam no interior dos seus corpos. Segundo a PJ, a cocaína transportada pelas mulheres pesava, no total, 2,08 kg e o seu valor estimado é de 6,8 milhões de patacas.
A PJ informou ainda que as duas mulheres terão cometido o crime devido a problemas financeiras, tendo recebido 1800 dólares americanos antes de deixarem a Guiné e ter-lhes sido prometido o pagamento de mais quatro mil, aquando do seu regresso. As duas mulheres foram enviadas ontem para o Ministério Público.
Segundo a PJ, a detenção das duas mulheres vem no seguimento do reforço do patrulhamento dos passageiros que chegam a Macau, pois “muitos traficantes internacionais tentam fazer entrar droga nesta altura, por acreditarem que as autoridades estão ocupadas a lidar com o surto do Covid-19″.

19 Fev 2020

PJ | Apreendida cocaína no valor de 6,8 milhões de patacas

[dropcap]D[/dropcap]uas mulheres de nacionalidade guineense foram interceptadas à chegada a Macau, por transportar no corpo pequenos sacos de cocaína, com valor total de 6,8 milhões de patacas. A informação foi divulgada ontem pela Polícia Judiciária através de um comunicado enviado ao HM.

As duas mulheres foram detidas na passada segunda-feira por volta das duas da manhã quando, à saída de um voo proveniente de Banguecoque, o aparelho de raio-x mostrou que ambas possuíam inúmeros objectos ovais escondidos em cavidades corporais. De acordo com a PJ, as mulheres acabaram por admitir que os objectos serviam o propósito de transportar droga e que no dia 14 de Fevereiro apanharam um voo da Guiné em direcção à Etiópia, local onde terão engolido os invólucros.

As duas mulheres foram de imediato levadas para o hospital onde, após 18 horas, foram retirados, respectivamente, 54 e 76 pacotes de cocaína que estavam no interior dos seus corpos. Segundo a PJ, a cocaína transportada pelas mulheres pesava, no total, 2,08 kg e o seu valor estimado é de 6,8 milhões de patacas.

A PJ informou ainda que as duas mulheres terão cometido o crime devido a problemas financeiras, tendo recebido 1800 dólares americanos antes de deixarem a Guiné e ter-lhes sido prometido o pagamento de mais quatro mil, aquando do seu regresso. As duas mulheres foram enviadas ontem para o Ministério Público.

Segundo a PJ, a detenção das duas mulheres vem no seguimento do reforço do patrulhamento dos passageiros que chegam a Macau, pois “muitos traficantes internacionais tentam fazer entrar droga nesta altura, por acreditarem que as autoridades estão ocupadas a lidar com o surto do Covid-19″.

19 Fev 2020

Traficante de cocaína faz mais de 100 mil patacas numa semana

[dropcap]U[/dropcap]m homem, oriundo de Hong Kong, foi detido depois de na segunda-feira ter sido apanhado a vender cocaína na Taipa. Segundo dados facultados pela polícia, o suspeito terá conseguido apurar 120 mil patacas ao longo de uma semana, valor que lhe rendeu 10 mil patacas de remuneração.

A investigação começou há uma semana a partir de informação de que haveria um cartel de tráfico de droga que iria enviar um homem para vender cocaína na zona centro da península de Macau. Segundo informação divulgada pela Polícia Judiciária (PJ), a droga estaria destinada a pessoas que orbitam em torno dos casinos.

Após investigação, as autoridades chegaram ao paradeiro do suspeito e na noite de segunda-feira, pelas 22h, acompanharam o táxi em que seguia até à Taipa, onde apanharam o sujeito, em pleno delito, a vender droga a outro homem.

Quando os dois suspeitos seguiram cada um o seu caminho, depois da transação, as autoridades fizeram as detenções separadamente. O alegado comprador tinha na sua possa três pequenas embalagens contendo, no total, 1,2 gramas de cocaína. O sujeito de Hong Kong tinha consigo oito pacotes contendo droga. O passo seguinte foi a busca ao quarto de hotel onde o suspeito estava hospedado. Aí, a PJ encontrou 29,78 gramas de cocaína e dinheiro.

Vender para pagar

De acordo com a investigação, o suspeito terá sido recrutado por uma organização criminosa para pagar dívidas. O indivíduo terá afirmado que foi instruído para usar plataformas online para vender o produto, algo que fazia em Macau há oito dias. Durante esse período, vendeu droga no valor de cerca de 120 mil patacas, que entregou à entidade que o “contratou” para o efeito. Por cada pacote de 0,3 gramas, o suspeito receberia 80 patacas e, até ao momento, já havia angariado 10 mil patacas.

Tanto o vendedor como o comprador acusaram consumo de cocaína nas análises a que foram submetidos e foram enviados para o Ministério Público sob suspeita de prática dos crimes de tráfico e consumo ilícito de estupefacientes e de substâncias psicotrópicas.

22 Jan 2020

Droga | 4,5 quilos de cocaína interceptados no Aeroporto de Macau

[dropcap]U[/dropcap]m homem sul-africano, com 47 anos, foi detido no Aeroporto de Macau, na passada terça-feira, por ter escondido na sua roupa algodões embebidos em cocaína. A Polícia Judiciária revelou ontem que se trata do maior caso de tráfico de droga descoberto este ano, envolvendo um total de 4,5 quilos de cocaína, com valor estimado em 12 milhões de patacas no mercado negro.

Segundo informação do canal chinês da Rádio Macau, por volta das 12h de terça-feira, um agente policial notou o comportamento suspeito do homem que vinha de um voo de Manila para Macau. Na verificação da sua bagagem descobriram que o passageiro transportava droga infiltrada em algodões, ocultos em dez peças de roupa.

Depois de investigar o percurso do homem, a PJ acredita que o correio de droga partiu do Brasil e terminou no voo das Filipinas para Macau, havendo a suspeita de que a droga iria ser transportada depois para Hong Kong.

25 Jul 2019

Brasileiro trazia no corpo 1,3 milhões de patacas em cocaína

Um homem de 34 anos foi detido no Aeroporto Internacional de Macau, no sábado, com 408 gramas de cocaína escondidas no corpo. Pelo serviço de “mula” ia receber 30 mil patacas

 

[dropcap]U[/dropcap]m indivíduo de 34 anos, com o apelido Ramos, foi detido no Aeroporto Internacional de Macau quando transportava 408 gramas de cocaína, com um valor de mercado de mais de 1,3 milhões de patacas. A revelação foi feita ontem pela Polícia Judiciária (PJ), que relevou tratar-se da maior apreensão deste ano.

Segundo a informação citada pelo canal chinês da Rádio Macau, o homem tinha sido contratado no Brasil para o serviço e, caso fosse bem-sucedido, ia receber 30 mil patacas, pelo transporte dos 408 gramas. Segundo os dados fornecidos pela PJ, ao HM, e anteriormente reportados, entre Janeiro e o fim de Maio deste ano, tinham sido apreendidas 355 gramas de cocaína, pelo que esta apreensão sozinha, é superior ao apreendido em cinco meses.

No entanto, o que surpreendeu as autoridades foi o facto de o homem ter um trajecto pouco comum para este tipo de casos. De acordo com a PJ, normalmente as pessoas envolvidas neste tipo de tráfico vêm para Macau vindos da Tailândia. Contudo, o homem viajou primeiro para a Etiópia, de onde seguiu para Xangai. Foi depois de chegar à “capital financeira” chinesa que embarcou com destino a Macau, no sábado passado. Por este motivo, a PJ acredita que o destino final não seria a RAEM, mas apenas um dos vários pontos de passagem.

A investigação terá sido iniciada devido a uma denúncia anónima, que levou as autoridades a conduzir o homem a uma máquina de Raio-X, que indicou o transporte de objectos estranhos.

Durante o exame, as autoridades detectaram 34 cápsulas de plástico com droga no interior. Cerca de 30 das cápsulas estavam na roupa e meias e quatro dentro do corpo do homem.

À PJ o homem terá explicado que trazia todas as cápsulas dentro do corpo mas que ao longo da viagem, principalmente em Xangai, que se sentiu mal e acabou por expelir 30 cápsulas. Assim, apenas quatro cápsulas acabaram por permanecer no seu organismo e só foram expelidas já no território, depois de ter sido detido. Por outro lado, o sujeito admitiu que antes do transporte já tinha recebido 2 mil dólares americanos, o equivalente a cerca de 16 mil patacas.

De acordo com os dados da PJ até Maio, a cocaína era a droga mais apreendida com 355 gramas, no valor de 1,065 milhão de patacas. A droga que ocupava o segundo lugar do pódio em apreensões é a quetamina, com 72 gramas no valor de 72 mil patacas. A medalha de bronze foi para a metanfetamina, mais vulgarmente conhecida por ice, com 29 gramas apreendidas no valor de 88.200 patacas.

2 Jul 2019

China | Apreendidos 100 quilos de cocaína em operação conjunta

A polícia chinesa trabalhou com as autoridades de Hong Kong, Peru e Austrália no desmantelamento de uma rede de tráfico de droga, em Novembro passado, anunciou ontem o responsável pela agência chinesa de combate às drogas

 

[dropcap style≠’circle’]A[/dropcap] operação, realizada em Novembro passado, resultou na apreensão de 117 quilos de cocaína e na detenção de seis suspeitos, incluindo dois russos, um indiano, um espanhol e um cidadão de Hong Kong, revelou Liang Yun. Liang saudou a crescente cooperação internacional da China no combate ao tráfico de droga.

Pequim tem rigorosas leis antidroga e lançou uma dura campanha contra a produção doméstica. O tráfico de droga é punido com pena de morte na China.

No entanto, o crescente poder de compra dos chineses tornou o país um mercado apetecível para narcóticos importados, incluindo a cocaína.

O caso de Novembro passado revela um problema “cada vez mais sério” de tráfico de droga na região e globalmente, disse Liang aos jornalistas. No entanto, a operação ilustra “a elevada competência da agência antidrogas da China no combate aos crimes de tráfico marítimo de droga”.

A cocaína foi transportada a bordo do cargueiro South Wisdom, proveniente da América do Sul, e desembarcou na cidade chinesa de Tangshan, nordeste do país, em Julho passado, revelou Liang. Membros da rede de tráfico não conseguiram inicialmente descarregar a droga, depois de uma busca ter encontrado 22,3 quilos de cocaína.

Uma segunda rusga resultou na apreensão de 94,6 quilos, escondidos por de trás de um painel na cabine do navio. Os seis suspeitos foram detidos quando realizavam uma segunda tentativa para recuperar a droga.

Liang referiu ainda três outras apreensões de droga no espaço marítimo, incluindo em Janeiro passado, quando os membros da tripulação pegaram fogo ao seu barco, numa alegada tentativa de destruir as provas. A polícia acabou por embarcar no barco em chamas, deter a tripulação e apreender quase uma tonelada de metanfetaminas, detalhou Liang.

Posição estratégica

País mais populoso do mundo, com cerca de 1.400 milhões de habitantes, a China faz fronteira com o “triângulo dourado” (Laos-Birmânia-Tailândia), onde se estima que exista uma área total de cultivo de papoila de 46.700 hectares.

A China tem também fronteira com a Ásia Central, fonte crescente das drogas aprendidas no país, a par da América do Sul.

Pelas contas do Governo chinês, o país tinha 2,5 milhões de toxicodependentes, em 2017, entre os quais 60 por cento consumiam drogas sintéticas e 38 por cento opiáceos.

Considerada um “demónio social”, ao nível da prostituição, a droga está associada ao chamado de “século de humilhação nacional”, iniciado com a derrota da China na “Guerra do Ópio” (1839-42).

28 Jun 2018

Colômbia vai usar drones para travar plantações de cocaína

[dropcap style≠’circle’]O[/dropcap] Governo da Colômbia anunciou na terça-feira que autorizou a pulverização de herbicidas nas plantações de cocaína com recurso a drones para travar o aumento de produção que se registou no país.

A decisão foi tornada pública um dia depois de ter sido divulgado um relatório da Casa Branca, em Washinton, Estados Unidos, que indicava um recorde de 209 mil hectares de cultivo de cocaína em 2017 na Colômbia.

O Presidente colombiano tinha banido a pulverização de herbicidas com recurso a aviões há três anos, devido ao ‘chumbo’ do tribunal constitucional, justificado por riscos ambientais e de saúde.

Contudo, Juan Manuel Santos sublinhou agora que os drones voam a mais baixas altitudes do que os aviões e que o risco da sua utilização é semelhante aos métodos das equipas de solo que pulverizam o herbicida com depósitos montados nas suas costas.

O Preside da Colômbia afirmou ainda que o seu objetivo passa por eliminar 110 mil hectares de cultivo de cocaína através da erradicação forçada e programas de substituição de plantações.

27 Jun 2018