Hoje Macau SociedadeTaishan | Ocorrência em central nuclear sem incidentes No final de Abril, registou-se uma ocorrência na central nuclear de Taishan, na província de Guangdong, a 67 quilómetros de distância de Macau. Segundo uma nota dos Serviços de Polícia Unitários (SPU), foram encontrados “dois objectos estranhos” num dos geradores de vapor da central, tendo sido “removidos”. Os objectos tinham as dimensões de 1,5 cm x 1,5 cm e 3,5 cm x 1,3 cm e a forma de rolamento. Tudo isto aconteceu depois de, no dia 30 de Abril, a unidade 1 da central nuclear ter estado “em estado de interrupção de manutenção”. A mesma nota dos SPU dá conta que, durante o tratamento da ocorrência, a unidade 1 “manteve o funcionamento seguro e estável e nenhuma substância radioactiva foi libertada para o exterior, não tendo afectado a segurança da central, do seu pessoal operacional, da população vizinha e o ambiente adjacente à central”. A ocorrência foi classificada como “incidente operacional de nível 0”.
Hoje Macau EventosTimor-Leste | Bordalo II na terceira edição do TT Tasi Fest Bordalo II é um dos artistas convidados para participar no TT Tasi Fest, um festival de música em Timor-Leste, que promove a sustentabilidade, a protecção dos oceanos e o consumo responsável, anunciou ontem a organização. O TT Tasi Fest vai acontecer em Díli entre 29 e 30 de Maio, e nele vão também participar os Calema, que já tinham participado na primeira edição do festival em 2024. Em Díli, Bordalo II vai participar numa residência artística e “criar duas obras originais de grande escala, utilizando materiais reciclados recolhidos localmente, incluindo chinelos, plásticos, pneus e outros objectos descartados”, lê-se num comunicado divulgado à imprensa. “As obras irão celebrar a extraordinária biodiversidade de Timor-Leste ao mesmo tempo que chamam a atenção para a necessidade urgente de proteger os seus oceanos e ecossistemas marinhos”, salienta a organização do evento. Segundo a organização do TT Tasi Fest, a visita de Bordalo II vai servir de base para a realização de uma “série de ‘workshops’ interactivos, palestras e sessões educativas focadas na conservação marina, sustentabilidade e reciclagem criativa”. “Bordalo II irá também colaborar de perto com artistas timorenses de destaque durante o processo criativo, valorizando o talento artístico local e reforçando o importante papel da arte na transmissão de mensagens de conservação e consciencialização ambiental”, refere o comunicado. Os Calema vão actuar em 30 de Maio, no último dia do festival em que actuam uma série de bandas locais. “Após uma participação memorável na primeira edição, o duo volta agora ao país, reforçando a ligação artística e cultural construída com o público timorense e consolidando o crescimento do festival como um dos principais eventos musicais internacionais da região”, afirmou a organização do festival. O primeiro dia do festival, em 29 de Maio, conta com a actuação do cantor australiano Guy Sebastian e do cantor indonésio Iwan Fals e de bandas timorenses.
Hoje Macau SociedadeBanca | Lucros aumentam 5,4 por cento até Março Os bancos de Macau obtiveram um lucro de 4,02 mil milhões de patacas nos primeiros três meses do ano, mais 5,4 por cento do que no mesmo período de 2025, foi ontem anunciado. De acordo com dados oficiais da Autoridade Monetária de Macau (AMCM), a principal razão para a subida dos lucros foi um aumento de 28,7 por cento para 4,82 mil milhões de patacas, na margem de juros, a diferença entre as receitas dos empréstimos e as despesas com depósitos. Isto apesar de a AMCM ter aprovado três descidas da principal taxa de juro de referência em 2025, a última das quais um corte de 0,25 pontos percentuais, introduzida em 11 de Dezembro, seguindo a Reserva Federal norte-americana. Os empréstimos, a principal fonte de receitas da banca a nível mundial, subiram 0,2 por cento em comparação com Março de 2025, fixando-se em 1,03 biliões de patacas. Mas os depósitos junto dos bancos de Macau aumentaram ainda mais, 5,9 por cento, para 1,44 biliões de patacas no final de Março passado, indicou a AMCM. Os bancos obtiveram um lucro de 7,34 mil milhões de patacas em 2025, quase o dobro do registado no ano anterior (mais 92,7 por cento). O crédito malparado caiu pelo segundo mês consecutivo, para 48 mil milhões de patacas, depois de já ter encolhido 11,6 por cento em 2025, a primeira queda anual desde 2013. Os empréstimos vencidos representavam 4,7 por cento dos empréstimos dos bancos de Macau, menos 0,8 pontos percentuais do que em Março de 2025. Uma percentagem que subiu para 5,2 por cento no caso do crédito a instituições ou indivíduos fora de Macau. A Autoridade Bancária Europeia, a agência reguladora da União Europeia, por exemplo, considera que os bancos com pelo menos cinco por cento dos empréstimos malparados têm “elevada exposição” ao risco e devem estabelecer uma estratégia para resolver o problema. Ainda assim, a percentagem de crédito bancário vencido em Macau está longe do recorde de 25,3 por cento alcançado em meados de 2001, em plena crise económica mundial causada pelo rebentar da bolha especulativa das empresas ligadas à Internet. Depósitos públicos crescem A AMCM divulgou também ontem dados relativos a depósitos e empréstimos no mês de Março, concluindo-se que os depósitos do sector público na actividade bancária aumentaram, em termos mensais, 3,8 por cento, tendo situado nas 255,5 mil milhões de patacas. Desta forma, o total dos depósitos da actividade bancária registou um crescimento de 1,7 por cento, tendo atingido os 1.440,4 mil milhões de patacas. Ainda no tocante aos depósitos, houve uma quebra de 0,4 por cento nos depósitos feitos por residentes face a Fevereiro deste ano, enquanto que os depósitos de não residentes aumentaram 5,4 por cento, situando-se nas 348,1 mil milhões de patacas. No que diz respeito aos empréstimos internos do sector privado, houve uma quebra mensal de 1,1 por cento, tendo atingido as 483,7 mil milhões de patacas. No primeiro trimestre, aumentaram em 5,6 por cento os empréstimos bancários ligados ao sector da hotelaria, restauração e similares, enquanto que os empréstimos para a construção civil aumentaram 1,3 por cento face ao último trimestre de 2025. Já os empréstimos concedidos ao sector do comércio por grosso e retalho, baixaram 6,8 por cento, e para a área dos transportes, armazenamento ou comunicações também baixaram 3,4 por cento. A.S.S. / Lusa
Hoje Macau EventosFRC | A arte da tinta e da forma pela mão de Leong Sin Teng A Fundação Rui Cunha apresenta hoje uma nova exposição, com entrada gratuita. Trata-se de “Impressões Esculpidas: A Harmonia entre Tinta e Forma”, uma mostra em nome próprio de Leong Sin Teng. Neste conjunto de trabalhos artísticos explora-se o feminino na conjugação com a cultura chinesa É hoje inaugurada, a partir das 18h30, mais uma exposição de arte na Fundação Rui Cunha (FRC). Trata-se de “Impressões Esculpidas: A Harmonia entre Tinta e Forma”, da autoria de Leong Sin Teng, e que pode ser vista até ao dia 16 deste mês. A artista é professora associada na Escola de Arte e Design da Faculdade de Comércio de Guangzhou e tem uma obra pessoal que “reflecte novas possibilidades dentro da criação escultural, com peças e materiais que fogem às figuras tridimensionais típicas”, descreve a FRC, em comunicado. Esta mostra conta ainda com o apoio da Associação de Arte Juvenil de Macau e Associação dos Artistas de Belas-Artes de Macau, revelando 28 obras “com significativo impacto”. Estas “incorporam técnicas ousadas, como a manipulação do vidro e a introdução de cores suaves em aguarela, de luz eléctrica, de transparência e de sombra, que a artista explora neste projecto”. O curador desta mostra é Wong Ka Long, que descreve materiais como “cerâmica, tinta, vidro e o bronze, nas suas mãos, não são conceitos fixos, mas sim meios que transportam luz, sombra e charme feminino”. Desta forma, nas suas palavras, “os contornos de molduras de estilo ocidental parecem emergir da névoa; depois de preenchidas com barro de porcelana oriental, é como se tivessem sido nutridas pelo calor do corpo durante centenas de anos”. Para o curador, nesta exposição varia-se “entre a clareza e a turvação”, com Leong Sin Teng a oferecer ao público “o poder da nebulosidade, permitindo que momentos materializados deixem rastos tangíveis”. Clássicos e encontros Nesta mostra, subsiste um mote relacionado com a cultura chinesa – “Flores no espelho, lua na água — visíveis, mas intangíveis”, que remete para a ideia de “coisas belas, mas ilusórias” muito presente “na imagem clássica chinesa”. “Da perspectiva feminina desta exposição, a sua conotação foi estendida a ‘emoções genuínas sob a superficialidade ilusória’ — muito à semelhança da forma como as mulheres percepcionam a beleza”, descreve ainda o curador. Wong Ka Long defende, segundo a mesma nota, que as obras de Leong Sin Teng revelam “uma outra realidade: uma fluidez na integração perfeita de elementos culturais tradicionais chineses com enquadramentos de estilo ocidental, que acendem faíscas brilhantes de colisão cultural entre o Oriente e o Ocidente”. Percurso académico Relativamente ao perfil da artista, Leong Sin Teng é natural de Macau, tem licenciatura em Belas-Artes, e mestrado em Arte Pública, adquiridos na Academia de Belas Artes de Cantão. Prosseguiu depois os estudos e obteve o doutoramento em Educação pela Universidade da Cidade de Macau. Nos últimos anos, tem-se concentrado na criação e investigação de escultura, arte pública e arte contemporânea, leccionando na Escola de Arte e Design da Faculdade de Comércio de Guangzhou. As suas obras fazem parte de colecções, como as que se encontram expostas no Parque Yuexiu, na cidade de Cantão, ou o Museu de Arte da Academia de Belas Artes de Cantão, entre outras. Foi uma das integrantes do Projecto de Formação de Jovens Talentos em Escultura da Grande Baía-Guangdong-Hong Kong-Macau em 2024, pela Fundação Nacional de Artes da China. Assumiu também diversas outras funções, incluindo a de Vice-Directora e Secretária-Geral da Federação das Associações dos Sectores Culturais de Macau. É Vice-Directora da Associação de Arte de Macau, Directora da Associação de Arte Jovem de Macau, e Directora-Supervisora da Associação de Antigos Alunos de Macau da Academia de Belas Artes de Cantão. O seu pai é um escultor de renome em Macau, autor da “Estátua de Mazu” em Coloane, e a dos “Doze Signos do Zodíaco” na Taipa, figura que influenciou a sua paixão pelas artes desde a infância. As obras vão estar expostas até ao próximo dia 16 de Maio.
Hoje Macau EventosPoemas ilustrados lançam primeiro Festival de Língua Portuguesa em Macau O primeiro Festival de Língua Portuguesa em Macau vai arrancar hoje com uma mostra de poemas ilustrados para provar que o português pode ser uma ferramenta de inclusão, disse à Lusa um dos organizadores. Mia Couto e José Craveirinha (Moçambique), José Luís Peixoto, Eugénio de Andrade e Mário-Henrique Leiria (Portugal), Cecília Meireles (Brasil) e Maria Eugénia de Lima (Angola) são alguns dos nomes escolhidos por Pedro d’Alte. O professor da Escola Portuguesa de Macau (EPM) referiu que “houve uma tentativa de “desvincular a poesia da ideia de Portugal” e de conseguir “uma representatividade maior da língua”. “Todos construímos todos os dias uma língua portuguesa sem que exista propriamente um dono”, sublinhou o investigador na Universidade Politécnica de Macau. D’Alte, que já deu também aulas em Angola e em Timor-Leste, lamentou que o ensino da língua fora de Portugal “sempre foi voltado essencialmente para os portugueses ou então para camadas mais elitistas da população”. Perante uma língua que “foi mais um factor de exclusão do que propriamente de inclusão”, a mostra pretende que qualquer pessoa que viva em Macau “também se possa identificar com a língua”, explicou o docente. Com esse objectivo em mente, d’Alte escolheu poemas com “uma temática mais simples e também com um modo de construção muito mais direto”, dando como exemplo o brasileiro Mário Quintana. Pinturas de Franco As ilustrações de Joaquim Franco, um artista plástico residente em Macau há mais de 30 anos, vão estar patentes até 24 de Maio na Casa Garden, sede da delegação local da Fundação Oriente, instituição que apoia o festival. Pedro d’Alte tentou escolher textos “que suscitassem logo uma imagem na cabeça do leitor” e deu como exemplo de poema “muito imagético” o “Quitandeira” do angolano Agostinho Neto. A Casa Garden irá também receber, esta sexta-feira, 8 de Maio, uma sessão de “Pausa para ler”, descrito pela organizadora, a Casa de Portugal de Macau, num comunicado, como “um momento de leitura em conjunto”. O festival prossegue a 13 de Maio, com “Contar Histórias”, que Elisa Vilaça, marionetista portuguesa radicada em Macau, adaptou a partir do livro para crianças “As Andanças do Sr. Fortes”, do autor português António Mota. “É uma história contada em português, mas toda a história se desenvolve com a ajuda pontual de marionetas e de interação com as próprias crianças, para elas participarem sempre em momentos quase de surpresa”, explicou à Lusa. A primeira sessão vai decorrer no Jardim de Infância D. José da Costa Nunes, disse Elisa Vilaça, coordenadora da Escola de Artes e Ofícios da Casa de Portugal. As outras duas sessões estão marcadas para a Escola Primária Oficial Luso-Chinesa Sir Robert Ho Tung e para a Escola Secundária Luso-Chinesa de Luís Gonzaga Gomes. “Como são escolas luso-chinesas, eu acho que é importantíssimo, cada vez mais, nós termos uma intervenção sobre a língua portuguesa com esse tipo de crianças”, explicou Vilaça. Em 15 e 16 de Maio, decorrem dois ‘workshops’ de escrita criativa com Paula Pinto, professora da EPM, dirigidos a alunos do ensino secundário e adultos, na sede da Casa de Portugal. Também em 16 de Maio, a Casa Garden acolhe um concerto de música portuguesa, que leva ao palco a banda da Casa de Portugal “e outros músicos convidados”. O festival termina em 18 de Junho, com a peça de teatro “O pior professor do mundo”, de João de Brito, estando reservada uma sessão para os alunos da EPM e outra aberta ao público.
Hoje Macau EventosKa-Hó | ARTM apresenta exposição “Renascidos pela Arte” Uma mostra de artesanato feito por reclusos e jovens, intitulada “Renascidos pela Arte”, é a nova proposta da ARTM – Associação de Reabilitação de Toxicodependentes de Macau para a galeria Hold On to Hope, na vila de Ka-Hó, Coloane, e que pode ser vista desde sábado. Segundo um comunicado, esta exposição, patente até ao dia 31 de Maio, apresenta 29 trabalhos artesanais”, podendo os visitantes e interessados “explorar uma grande variedade de formas de arte, incluindo bordado de ponto-cruz, patchwork em tecido, pintura chinesa em papel de arroz, entalhe em bambu, entalhe em madeira, esculturas em madeira, barro/frágua de farinha e entalhe em conchas”. Desta forma, “através da cor, habilidade e perseverança, cada obra reflecte uma jornada de crescimento — uma prova de que a criatividade pode ajudar as pessoas a reconstruir as suas vidas e a encontrar uma nova esperança”. A ARTM convida o público “a experienciar de perto estas criações poderosas e a demonstrar o seu apoio à coragem e à transformação que está por detrás delas”, sendo que a presença dos visitantes “significa incentivo, respeito e oportunidade”, bem como uma forma de “celebrar a arte e defender as segundas oportunidades”.
Hoje Macau China / ÁsiaFilipinas | Actividade do vulcão Mayon obriga à retirada de 300 famílias Mais de 300 famílias foram retiradas de casa depois do vulcão Mayon ter lançado enormes quantidades de cinzas durante o fim de semana, devido ao colapso de depósitos de lava, informaram ontem as autoridades filipinas. Não houve nenhuma erupção explosiva do Mayon, que tem entrado em erupção de forma moderada e intermitente desde Janeiro, mas enormes depósitos de lava na encosta sudoeste do vulcão desceram repentinamente numa corrente piroclástica — uma avalanche de rochas quentes, cinzas e gás — antes do anoitecer de sábado, informou o director do Instituto Filipino de Vulcanologia e Sismologia, Teresito Bacolcol. As autoridades afirmaram que não foram registadas mortes nem feridos, mas enormes nuvens de cinzas espalharam-se por 87 aldeias em três cidades, apanhando muitos de surpresa e afectando o trânsito rodoviário devido à fraca visibilidade. “A queda de cinzas foi tão densa que a visibilidade era nula, mesmo na nossa estrada nacional”, informou o presidente da Câmara de Camalig, Caloy Baldo, cuja cidade fica perto do sopé do vulcão. “Alguns aldeões entraram em pânico, mas aconselhámos que se acalmassem”, disse Baldo, em declarações à agência de notícias Associated Press. As explorações agrícolas foram danificadas pela queda de cinzas, que também matou quatro búfalos e uma vaca em Camalig, disse Baldo, acrescentando que estava em curso uma operação de limpeza na cidade de oito mil habitantes, na província filipina de Albay. “Agora está tudo calmo novamente, mas o perigo está sempre presente”, disse Bacolcol, sobre o estado do Mayon ontem. O vulcão de 2.462 metros é uma das principais atracções turísticas das Filipinas devido à forma cónica quase perfeita. Mas é também o mais activo dos 24 vulcões do país.
Hoje Macau China / ÁsiaCoreias | Equipa feminina de futebol do Norte esperada em torneio no Sul O Governo sul-coreano disse ontem que uma equipa feminina de futebol do Norte deverá jogar na Coreia do Sul este mês, num raro intercâmbio desportivo entre rivais, que tecnicamente continuam em guerra desde 1953. O Ministério da Unificação da Coreia do Sul, responsável pelos assuntos intercoreanos, afirmou em comunicado que a equipa feminina Naegohyang FC é esperada em 20 de Maio. A Naegohyang FC, da capital norte-coreana Pyongyang, deverá defrontar a Suwon FC, na meia-final da Liga dos Campeões Feminina da Confederação Asiática de Futebol (AFC, na sigla em inglês). A Associação Coreana de Futebol (KFA, na sigla em inglês), entidade máxima do futebol na Coreia do Sul, disse ter sido notificada pela AFC de que a Naegohyang FC enviou uma lista de jogadoras e membros da equipa técnica que irão a Suwon. A KFA sublinhou que a Coreia do Norte será multada pela AFC, caso a equipa não participe na meia-final em Suwon, cidade situada a sul da capital sul-coreana Seul. Os meios de comunicação estatais norte-coreanos não fizeram qualquer menção a esta viagem. Pyongyang enviou atletas a Seul pela última vez em dezembro de 2018, para um evento de ténis de mesa, num período marcado pela participação de atletas norte-coreanos nos Jogos Olímpicos de Inverno na Coreia do Sul, no início de 2018.
Hoje Macau China / ÁsiaHong Kong | Regulador financeiro defende paridade da moeda face ao dólar A paridade cambial do dólar de Hong Kong face ao dólar americano foi discutida numa comissão parlamentar da antiga colónia britânica que admitia a anexação ao renminbi O regulador financeiro de Hong Kong, Eddie Yue Wai-man, defendeu ontem o mecanismo de paridade cambial da moeda da região chinesa face ao dólar norte-americano, apesar de reconhecer o impacto do conflito no Médio Oriente. De acordo com a imprensa local, numa comissão parlamentar, vários deputados mencionaram a possibilidade do alargamento da banda de negociação, através da indexação à moeda da China continental, o renmimbi. Mas o líder da Autoridade Monetária de Hong Kong (HKMA, na sigla em inglês), o banco central de facto do território, reiterou a determinação em manter um mecanismo que proporciona estabilidade à cidade. Eddie Yue disse que a paridade do dólar de Hong Kong com a moeda norte-americana torna o mercado financeiro da antiga colónia britânica “altamente atractivo” para os investidores internacionais. O regulador disse que alargar a paridade a outras moedas seria algo “extremamente difícil” em termos técnicos e que poderia ter um impacto significativo, ao enfraquecer a confiança dos investidores. Eddie Yue admitiu que o conflito no Médio Oriente tornou mais atrativa o ‘carry trade’, algo que enfraqueceu o dólar de Hong Kong desde meados de Março e levou os bancos locais a descer as taxas de juro. Na chamada estratégia de ‘carry trade’, investidores contraem empréstimos, mais baratos, em dólares de Hong Kong para investir em activos denominados em dólares norte-americanos, com rendimentos mais elevados. O conflito começou em 28 de Fevereiro, quando os Estados Unidos e Israel atacaram o Irão, que retaliou com mísseis e drones, bem como com o bloqueio parcial do estreito de Ormuz, importante rota do petróleo mundial. Mais estabilidade Ainda assim, o líder da HKMA disse que as taxas de juro estabilizaram face à melhoria do sentimento e garantiu que o mercado cambial de Hong Kong não foi muito afectado pela “considerável volatilidade” a nível mundial. Eddie Yue disse que o sector dos transportes e logística da região chinesa poderá ser significativamente afectado caso o conflito no Médio Oriente continue e se intensifique. Mas o regulador sublinhou que a economia de Hong Kong manteve um forte ritmo de crescimento no primeiro trimestre, com uma expansão contínua das exportações de mercadorias, especialmente de tecnologia. No domingo, o secretário para a Economia, Paul Chan Mo-po, disse que o Produto Interno Bruto (PIB) da cidade tinha crescido mais de 4 por cento entre Janeiro e Março, sobretudo graças a uma subida de 17 por cento no número de turistas. Desde 2005 O actual regime cambial foi introduzido em 2005 e permite que a moeda local flutue numa banda entre 7,75 e 7,85 dólares de Hong Kong por dólar norte-americano. Em 2025, a HKMA foi obrigada a intervir duas vezes, em Maio e Julho, comprando dólares de Hong Kong, para defender a paridade cambial face ao dólar norte-americano. De acordo com dados divulgados ontem pela HKMA, o fundo cambial usado para defender a moeda local registou entre Janeiro e Março o menor retorno dos investimentos desde 2024, devido ao impacto da crise no Médio Oriente. A pataca da vizinha região chinesa de Macau está oficialmente indexada ao dólar de Hong Kong e, como tal, indirectamente ligada ao dólar norte-americano.
Hoje Macau SociedadeCrime | Agiotas detidos após sequestro Dois agiotas foram detidos pelas autoridades, depois de um grupo de quatro homens ter alegadamente sequestrado um jogador, para o forçarem ao pagamento de uma dívida. O caso foi revelado ontem pela Divisão de Investigação de Crimes Relacionados com o Jogo da Polícia Judiciária. Segundo o relato, as autoridades foram chamadas ao local do sequestro pela vítima, que durante o confinamento de 11 horas conseguiu ter acesso ao telemóvel para pedir socorro. O confinamento aconteceu num hotel da ZAPE e dois dos membros do grupo suspeito ainda estão em fuga. O caso foi encaminhado para o Ministério Público e os detidos estão indiciados pelos crimes de sequestro, cuja pena de prisão pode chegar aos 15 anos, e pelo crime de usura que também pode ser penalizado com pena de prisão máxima de 15 anos. Burla | Jovem perde mais de 106 mil patacas Uma jovem do Interior foi burlada em 106 mil patacas, depois de acreditar que estava a falar com um amigo, através do Weibo. Segundo a Polícia Judiciária (PJ), o caso aconteceu a 27 de Abril, quando a jovem recebeu um pedido de amizade. Como o perfil era muito semelhante ao de um amigo que conhecia fora das redes sociais, a vítima assumiu tratar-se da mesma pessoa. Por isso, não suspeitou de nada quando esse contacto lhe pediu dinheiro, porque alegadamente teria tido um problema com o telemóvel e não conseguia pagar uma mala que estava a comprar naquele momento. Todavia, depois de fazer 16 transferências para a conta do alegado amigo, a mulher apercebeu-se que a conta de Weibo foi banida. Por isso, contactou o amigo pela rede social QQ para confirmar o caso, foi nessa altura que percebeu que tinha sido burlada e apresentou queixa.
Hoje Macau SociedadeUM | Empresa em Hengqin com perdas de 286 renminbis No ano passado, a Guangdong Hengqin UM Higher Education Development apresentou um prejuízo de 286 renminbis, de acordo com os resultados publicados ontem portal da Direcção dos Serviços da Supervisão e da Gestão dos Activos Públicos (DSSGAP). Apesar das perdas, a empresa responsável pela construção do campus em Hengqin da Universidade de Macau apresentou uma franca melhoria nas contas, dado que em 2024 o prejuízo tinha sido de 47 mil renminbis. A Guangdong Hengqin UM Higher Education Development tem como accionistas a Universidade de Macau e a UMTEC, outra empresa controlada pela principal instituição de ensino superior da RAEM. Numa altura em que avançam as obras de construção do futuro campus, os resultados negativos só não foram maiores, porque a Guangdong Hengqin UM Higher Education Development recebeu 1,46 mil milhões de renminbis da Universidade de Macau e 122 milhões de renminbis, por parte da UMTEC. Caso contrário, os prejuízos teriam sido maiores devido ao investimento em curso. Com a apresentação dos resultados, os administradores da empresa garantiram que a construção do campus está em curso, como tinha sido planeado, e que os trabalhos se encontram na fase de construção das fundações dos vários edifícios. As obras vão ter uma duração de três anos, com as previsões a apontar para uma abertura parcial do campus para 2028. No ano seguinte, a infra-estrutura deverá ficar totalmente terminada com a abertura de todo o espaço.
Hoje Macau Manchete SociedadeAnálise | Receitas deverão crescer pelo menos 6,6% em Maio Analistas esperam que em Maio o crescimento das receitas dos casinos seja alavancado por uma forte procura pós-Semana Dourada, que termina hoje. Uma das principais forças deste crescimento é o segmento mais alto do mercado de massas Ao longo deste mês, as receitas dos casinos deverão crescer anualmente entre 6,6 por cento e 8,5 por cento, para valores que devem rondar 22,6 milhões de patacas e 23,0 milhões de patacas. As previsões constam de dois relatórios dos bancos de investimento CLSA e Seaport Research Partners, citados pelo portal GGRAsia. A estimativa mais conservadora consta no relatório do banco de investimento CLSA, assinado pelo analista Jeffrey Kiang. “Actualmente, prevemos que as receitas brutas do jogo de Maio de 2026 cresçam 6,6 por cento em termos homólogos, atingindo 22,6 mil milhões de patacas, o que consideramos exequível”, escreveu o analista da CLSA, num relatório emitido após uma visita a Macau. “Isto implica que a média diária das receitas brutas do jogo vai ser de 729 milhões de patacas, semelhante à média de Março de 2026”, foi acrescentado. De acordo com os resultados de Abril, divulgados na semana passada, as receitas brutas do jogo apresentaram uma redução mensal de 12 por cento, face a Março. No entanto, a análise anual mostrou um crescimento de 5,5 por cento, para 22,6 mil milhões de patacas. O banco de investimento apontou também que actualmente existe uma “grande tendência” para os jogadores do segmento mais elevado do mercado de massas, que podem apostar valores por jogada de 100 mil dólares de Hong Kong, preferirem visitar os casinos de Macau durante as épocas mais baixas do turismo. Devido a esta lógica, mesmo após o fim da Semana Dourada, que termina hoje, os analistas acreditam que as receitas vão continuar durante mais alguns dias a apresentar valores elevados. Maior optimismo Já a empresa Seaport Research Partners mostra-se mais optimista em relação às receitas de Maio. “Prevemos que as receitas brutas do jogo no mês de Maio aumentem 8,5 por cento em relação ao mesmo período do ano anterior”, pode ler-se no documento. “Embora nem sempre seja um indicador da solidez das receitas brutas, o feriado de cinco dias da Semana Dourada (…) mostra um forte fluxo de visitantes e uma elevada ocupação hoteleira”, escreveu o analista Vitaly Umansky. A Seaport Research Partners considera também que houve vários visitantes que optaram por adiar as viagens planeadas do final de Abril para o início de Maio, de forma a coincidirem com os feriados no Interior.
Hoje Macau PolíticaEmpresas tecnológicas | Abertas candidaturas a certificação Está aberta uma nova ronda de candidaturas ao Programa de Certificação de Empresas Tecnológicas, que começou oficialmente ontem, e se prolonga até Novembro. A iniciativa é da responsabilidade da Direcção dos Serviços de Economia e Desenvolvimento Tecnológico (DSEDT) e visa “identificar, através de um sistema de avaliação, as empresas tecnológicas locais que reúnam os requisitos necessários, construindo para as mesmas uma escada de crescimento e auxiliando o seu desenvolvimento”, destaca uma nota. Às empresas qualificadas será atribuída, “consoante a pontuação obtida e por ordem crescente, a certificação de “Empresa tecnológica potencial”, “Empresa tecnológica em crescimento” ou ainda “Empresa tecnológica de referência”, que será válida por 3 anos. A primeira ronda de candidaturas vai até 1 de Junho, podendo estas serem apresentadas no sistema digital “Plataforma para Empresas e Associações”. A DSEDT informa que, desde o seu lançamento em 2023, foram abertas seis rondas de candidaturas, existindo 51 empresas tecnológicas locais certificadas. Dessas, sete são de referência, uma é “empresa tecnológica em crescimento” e as restantes 43 são “empresas tecnológicas potenciais”. Além disso, outras nove empresas foram incluídas na lista preliminar das empresas certificadas (incluindo empresas que se candidataram pela primeira vez e empresas que solicitaram a actualização do seu nível). O âmbito de actividade das empresas certificadas abrange diversas áreas como circuitos integrados, tecnologias de informação, medicina tradicional chinesa, novos materiais e biotecnologia.
Hoje Macau PolíticaOrçamento | 7.000 patacas para titulares da previdência O Governo irá atribuir este ano 7.000 patacas, a título de repartição extraordinária de saldos orçamentais, aos titulares de conta individual do regime de previdência central não obrigatório que preencham os requisitos legais. Segundo um despacho do Chefe do Executivo, publicado ontem no Boletim Oficial, a Direcção dos Serviços de Finanças foi ouvida no processo. A publicação do despacho oficializa a decisão que o Governo de Sam Hou Fai já havia indicado durante a apresentação das Linhas de Acção Governativa. Recorde-se que o Governo liderado por Ho Iat Seng suspendeu a atribuição da verba, destinado a residentes idosos, durante três anos marcados pela pandemia da covid-19. Na altura, o Executivo justificou a medida com a falta de saldos financeiros devido à descida das receitas fiscais. Passes | Primeira via gratuita para idosos e estudantes As primeiras vias dos passes para autocarros públicos para estudantes, idosos e pessoas portadoras de deficiência, emitidas pela Direcção dos Serviços para os Assuntos de Tráfego passaram a ser gratuitas. De acordo com um despacho do Chefe do Executivo, publicado ontem no Boletim Oficial, os encargos com a produção dos cartões para as pessoas elegíveis passam a ser suportados pela RAEM. A medida entra hoje em vigor.
Hoje Macau China / ÁsiaLíbano | Israel ordena novas evacuações para lá da zona que controla O exército israelita emitiu ontem novas ordens de evacuação “urgentes” para localidades situadas para além da zona que controla no sul do Líbano e que designa como uma “zona de segurança”. O porta-voz das Forças de Defesa de Israel (IDF) em língua árabe, Avichai Adraee, publicou na rede social X um aviso dirigido aos habitantes de várias localidades, incluindo Nabatiyé. Esta cidade situa-se vários quilómetros a norte da chamada “linha amarela”, que delimita a “zona de segurança” com cerca de dez quilómetros de profundidade, no interior da qual Israel se autoriza a operar desde a entrada em vigor, a 17 de Abril, de um frágil cessar-fogo com o Hezbollah, aliado do Irão no Líbano. “Qualquer ameaça (…) mesmo para além da linha amarela e a norte do rio Litani [a cerca de 30 quilómetros da fronteira] será eliminada”, advertiu na quarta-feira o chefe do Estado-Maior das IDF, Eyal Zamir, durante uma visita a esta zona do território libanês. Dois soldados israelitas e um contratado do exército foram mortos, e dezenas de militares ficaram feridos no espaço de uma semana, devido a ataques com drones explosivos no sul do Líbano. O movimento xiita libanês passou recentemente a recorrer a este tipo de aparelhos, guiados por fibra óptica, praticamente indetectáveis e com um alcance de várias dezenas de quilómetros, para realizar ataques diários contra as tropas israelitas no Líbano. Israel e o Hezbollah, apoiado pelo Irão, continuam a trocar ataques apesar da trégua em vigor desde 17 de Abril, tendo o exército israelita já realizado bombardeamentos além da “linha amarela”. O Presidente libanês, Joseph Aoun, apelou na quarta-feira a Israel para que cumpra “plenamente o cessar-fogo”, antes do arranque das negociações de paz previstas entre os dois países, sob mediação dos Estados Unidos. De acordo com os termos do acordo de cessar-fogo, Israel reserva-se “o direito de tomar, a qualquer momento, todas as medidas necessárias em legítima defesa” contra o Hezbollah.
Hoje Macau China / ÁsiaTaiwan | William Lai criticado por abandonar a ilha Taiwan após sismo A China criticou a viagem do líder taiwanês a Essuatíni, acusando William Lai Ching-te de abandonar a população após um sismo e de sair da ilha de “forma dissimulada”, num avião estrangeiro. Num comunicado divulgado no sábado, o Ministério dos Negócios Estrangeiros chinês afirmou que Lai deixou Taiwan poucas horas após um sismo no nordeste taiwanês, “abandonando a população” e “desperdiçando fundos públicos”, numa atitude que, segundo Pequim, o torna um “alvo de troça internacional”. O Gabinete de Assuntos de Taiwan do Conselho de Estado (executivo) chinês classificou a viagem como “um artifício”, sem valor diplomático e acusou o governante de agir de forma furtiva, para chegar a Essuatíni. Também este gabinete, questionou a gestão de Lai ao não ter prestado atenção à situação decorrente do sismo. Os dois organismos reiteraram a rejeição às iniciativas de Taiwan no âmbito internacional e defenderam que as acções não alteram a posição da comunidade internacional sobre a ilha.
Hoje Macau China / ÁsiaIrão | Pequim trava sanções dos EUA contra empresas chinesas Pequim bloqueou a aplicação das sanções de Washington contra cinco empresas chinesas devido às alegadas ligações com o comércio de petróleo iraniano, através de uma ordem que proíbe pessoas e entidades de cumprir, reconhecer ou executar essas medidas. O Ministério do Comércio explicou, no sábado, que a ordem, conhecida como “blocking ban”, visa neutralizar dentro da China o efeito das sanções norte-americanas, impedindo que empresas ou indivíduos adiram às mesmas ou colaborem na aplicação. De acordo com o comunicado oficial, as medidas adoptadas por Washington, que envolvem a inclusão em listas de sanções, o congelamento de activos e a proibição de transações, interferem nas “actividades comerciais normais” entre empresas chinesas e países terceiros e violam “o direito internacional e as normas básicas das relações internacionais”. A ordem baseia-se no quadro jurídico chinês contra a aplicação extraterritorial de leis estrangeiras, desenvolvido nos últimos anos e reforçado recentemente, em Abril, com novas normas que ampliam a capacidade de Pequim para contrariar sanções adoptadas por outros países. As autoridades chinesas reiteraram a oposição às sanções unilaterais sem o apoio das Nações Unidas e sublinharam que a medida não afecta o cumprimento das obrigações internacionais do país nem a protecção dos direitos das empresas estrangeiras na China. Rota da crise A decisão surge depois de Washington ter sancionado — na semana passada — dezenas de entidades e indivíduos pela alegada participação em redes financeiras ligadas ao petróleo iraniano, no âmbito da política de pressão sobre Teerão. Entre as empresas afectadas, encontram-se várias refinarias e grupos petroquímicos chineses, apontados pelos Estados Unidos pelo suposto papel na comercialização de petróleo iraniano, um fluxo que Washington considera fundamental para o financiamento de actividades militares e de grupos aliados da República Islâmica. A medida de Pequim coincide com a preocupação expressa pela China quanto ao impacto do conflito no Irão na estabilidade energética global, com especial atenção para o estreito de Ormuz, uma rota estratégica para o abastecimento de petróleo bruto.
Hoje Macau China / ÁsiaKorean Air proíbe galos a bordo dos EUA para as Filipinas Organizações de defesa dos direitos dos animais congratularam-se ontem com a decisão da companhia aérea Korean Air de proibir o transporte de galos dos Estados Unidos apara as Filipinas, onde as lutas com estes animais constituem uma indústria lucrativa. As autoridades estimam receitas na ordem das dezenas de milhões de dólares por semana geradas por lutas entre galos equipados com esporões metálicos afiados, dinheiro que alegadamente alimenta o crime organizado. Activistas e um criador filipino, Eduardo Eugenio, indicaram à AFP que os Estados Unidos da América (EUA) fornecem um grande número de galos destinados a estas lutas, pelo que a proibição da companhia aérea Korean Air promete ter um “impacto enorme”. A companhia sul-coreana confirmou, num comunicado enviado ontem à AFP, ter “suspendido o transporte de galos de qualquer idade nas ligações entre os Estados Unidos e as Filipinas”. “A Korean Air compromete-se a garantir o transporte legal e seguro de animais vivos, em conformidade com as leis e regulamentos em vigor”, acrescentou. A organização não-governamental (ONG) americana de defesa dos animais Animal Wellness Action declarou que a Korean Air era, na sua opinião, “a maior companhia aérea do mundo envolvida no transporte ilegal de galos de combate”. Embora a transportadora não tenha mencionado explicitamente os galos de combate no seu comunicado, várias organizações afirmaram que esta proibição é o resultado da sua campanha destinada a proibir uma prática que consideram cruel. Por ar e por terra Jana Sevilla, porta-voz da organização PETA nas Filipinas, declarou à AFP que a decisão, aplaudida pelo grupo, visa “certamente” as lutas de galos. “Esperamos […] que outras companhias aéreas sigam este exemplo”, acrescentou Jana Sevilla, recordando que as Filipinas fazem parte dos países onde as lutas de galos ainda são autorizadas. Esta semana, a ONG Animal Wellness Action reivindicou, num comunicado, o mérito desta medida, que surge na sequência de vários meses de investigação e troca de correspondência. “A Korean Air concordou em atender ao nosso pedido de pôr fim a todos os envios de galos para as Filipinas”, indicou a organização, referindo que criadores americanos fornecedores destas aves se fazem frequentemente passar por agricultores ou criadores inofensivos e enviam todos os anos “dezenas de milhares” de animais para as Filipinas. Outros galos criados nos EUA são transportados por via terrestre e aérea para o México, onde as lutas continuam a ser autorizadas em alguns estados. Segundo Eduardo Eugenio, responsável por uma exploração de 300 aves na cidade de Tagum, no sul do país, “a actividade nas Filipinas depende muito” dos criadores americanos.
Hoje Macau China / ÁsiaImportações de vinho na China caíram para metade face a 2018 O director-geral de uma das maiores importadoras de vinho na China descreveu à Lusa uma transformação profunda do sector, marcada por uma quebra de 50 por cento nas importações face a 2018 e maior sofisticação dos consumidores. “O mercado que existia em 2018, hoje, é menos de metade”, afirmou à Lusa o português Francisco Henriques, director-geral da China Wines & Spirits, com sede em Xangai, a “capital” económica da China, que celebrou esta semana o seu 20.º aniversário. Em entrevista à Lusa, o responsável, que está há quase duas décadas na China, descreveu uma transformação profunda do sector, marcada por uma quebra “brutal” do consumo, associada a uma combinação de factores, desde a campanha anticorrupção e de austeridade promovida por Pequim, que inclui restrições ao consumo de álcool em eventos oficiais, até ao impacto da crise no sector imobiliário, que reduziu o apetite por bens considerados de luxo. Dados recentes indicam que, só no último ano, as importações chinesas de vinho recuaram 11 por cento, situando-se agora em cerca de metade dos níveis registados em 2018, quando o país comprou vinho estrangeiro no valor de quase 3 mil milhões de dólares. Durante anos, a China foi um dos principais motores do sector vinícola global, com produtores de regiões como Bordéus ou Austrália a dependerem fortemente da procura chinesa. Em 2019, cerca de um quarto das exportações de Bordéus tinham como destino o país asiático. Mas a quebra recente está a ter impacto global. Produtores enfrentam excesso de oferta, queda de preços e, em alguns casos, estão a arrancar vinhas ou a deixar uvas por colher. Além do contexto económico e político, Henriques apontou também para uma transformação cultural, sobretudo entre os mais jovens, que “bebem menos e bebem diferente”. Segundo o responsável, há duas décadas o vinho era consumido sobretudo por uma elite e dominado quase exclusivamente por França, sendo muitas vezes associado a ofertas e banquetes oficiais. Hoje, disse, o mercado está “em vias de maturidade”, com maior diversidade de origens e um consumo mais individualizado. “Há 20 anos bebia-se uma garrafa por pessoa, hoje as pessoas preferem beber um copo, mas melhor”, explicou. Tempos modernos O consumo deslocou-se também para novos contextos, com o crescimento das entregas ao domicílio e das compras através de aplicações móveis. “Os consumidores podem encomendar uma garrafa no telemóvel e recebê-la meia hora depois”, disse, sublinhando a necessidade de adaptação do sector a estes novos hábitos. Apesar da contracção do mercado, Henriques considerou que a China continua a ser uma aposta estratégica para países como Portugal, embora exija um trabalho de longo prazo. “Quando o consumidor prova, gosta”, afirmou, destacando a tipicidade das castas portuguesas como uma vantagem competitiva. O principal desafio, disse, é garantir presença consistente no mercado, nomeadamente na restauração, hotéis e canais de distribuição. “É preciso que o vinho esteja disponível (…) e esse é o trabalho difícil”, afirmou. Henriques alertou que muitos produtores falham ao encarar a China como um mercado de oportunidades rápidas, sem investimento continuado. “Aquele produtor que vem à China, exporta um contentor e depois fica à espera (…) não resulta”, disse, defendendo a importância de parcerias estáveis com importadores locais. Num mercado que descreveu como “muito dinâmico”, onde empresas entram e saem com frequência, encontrar o parceiro certo pode ser “como uma agulha no palheiro”. O responsável sublinhou que a dimensão e evolução do mercado justificam o esforço. “É um trabalho que demora anos, mas que traz frutos”, afirmou.
Hoje Macau China / ÁsiaONU | MNE chinês presidirá debate do Conselho de Segurança A China, que preside este mês ao Conselho de Segurança das Nações Unidas, anunciou sexta-feira que organizará um debate de nível ministerial visando “defender a Carta da ONU”, que será presidido pelo ministro dos Negócios Estrangeiros chinês. O representante permanente da China junto das Nações Unidas (ONU), Fu Cong, apresentou sexta-feira à imprensa a agenda mensal de Pequim, indicando que o ministro Wang Yi presidirá ao debate de alto nível subordinado ao tema “Defender os Propósitos e Princípios da Carta da ONU e Fortalecer o Sistema Internacional Centrado na ONU”, agendado para 26 de Maio. “Nos últimos anos, temos assistido a uma crescente turbulência no panorama internacional. Os conflitos estão a aumentar, as divisões estão a aprofundar-se e o sistema multilateral — juntamente com o direito internacional — está sob considerável restrição”, afirmou o diplomata, em Nova Iorque. “Tudo isto aconteceu não porque a ONU esteja desactualizada ou tenha falhado. Pelo contrário, isto acontece porque os propósitos e os princípios da Carta não são efectivamente respeitados e o sistema internacional centrado na ONU não é mantido com afinco”, acrescentou Cong. Nesse sentido, o embaixador defendeu que a comunidade internacional deve tomar medidas urgentes para defender a autoridade da Carta e reforçar o papel das Nações Unidas, a fim de evitar que o “mundo recaia na lei da selva” e “salvar as gerações futuras do flagelo da guerra”. A segunda prioridade da presidência rotativa chinesa será promover a solução política no Médio Oriente, região que classificou como o lugar do mundo “onde se desenrolam a maioria dos problemas críticos”. “O Conselho de Segurança deve instar as partes relevantes, em particular Israel, a observarem integralmente o acordo de cessar-fogo em Gaza, a garantirem o acesso humanitário, a interromperem as actividades de colonato e a trabalharem para revitalizar a perspetiva da solução de dois Estados”, instou Fu Cong. Ainda sobre Gaza, o diplomata afirmou que a “negação dos legítimos direitos nacionais do povo palestiniano é a maior injustiça dos nossos tempos”. Em relação ao Líbano, o diplomata notou que a situação continua muito instável e frágil, frisando que os ataques contra civis libaneses e contra as forças de manutenção da paz da ONU “são inaceitáveis”. O Conselho de Segurança deve enviar uma mensagem clara de apoio à soberania, segurança e integridade territorial do Líbano, apelou o representante de Pequim, defendendo ainda apoio ao Governo libanês na estabilização da situação interna e na garantia da paz. Questão iraniana Questionado sobre o papel da China nas negociações de cessar-fogo entre Washington e Teerão e sobre o que Pequim está disposto a fazer para reabrir o Estreito de Ormuz, Cong optou por sublinhar que a causa principal da situação actual é a “guerra ilegítima dos Estados Unidos e de Israel contra o Irão”. “Francamente, estamos muito preocupados com algumas das declarações que temos ouvido recentemente sobre este cessar-fogo ser temporário, sobre a necessidade de iniciar outra ronda de ataques. Penso que a comunidade internacional deve mobilizar-se e elevar a voz contra o retomar dos combates naquela parte do mundo”, declarou. “Sobre o papel da China, temos defendido a paz e estamos a falar com todos os lados. O nosso ministro dos Negócios Estrangeiros tem estado ao telefone quase constantemente e também apoiamos totalmente os esforços do Paquistão de mediação entre as partes. Esperamos que estes esforços possam trazer resultados positivos”, adicionou. Sobre a situação no Estreito de Ormuz, Fu Cong disse estar certo de que, se esse bloqueio ainda se mantiver quando o Presidente norte-americano, Donald Trump, visitar a China nos dias 14 e 15 de Maio, essa questão estará entre os principais temas da agenda das conversações bilaterais. A terceira prioridade apontada por Cong para este mês diz respeito à estabilidade e ao desenvolvimento dos países africanos, garantindo que Pequim apoiará os esforços para “resolver as questões africanas de forma africana”. Este mês, o Conselho de Segurança vai também realizar o seu debate anual sobre a protecção de civis em conflitos armados.
Hoje Macau Eventos MancheteBienal de Veneza | Macau participa com obras sobre Wu Li Macau vai estar representada na Bienal de Veneza este ano com uma exposição inspirada na vida do pintor e poeta católico chinês, Wu Li (1623-1718), também conhecido como Jacone. Com curadoria conjunta de Feng Yan e Ng Sio Ieng, a exposição organizada pelo Instituto Cultural de Macau (IC) e implementada pelo Museu de Arte de Macau reúne os artistas locais Eric Fok Hoi Seng, O Chi Wai e Veronica Lei Fong Ieng, sendo inaugurada em Veneza a 8 de Maio. Segundo o IC, o projecto integra instalação, pintura e vídeo, e inspira-se na figura do pintor e poeta Wu Li, que viveu entre o final da dinastia Ming e o início da dinastia Qing, para reinterpretar a sua “viagem criativa transcultural e espiritual”. Wu Li residiu em Macau em 1681, durante o reinado do imperador Kangxi, onde estudou teologia e registou na coletânea Sanba Ji a convergência das culturas chinesa e ocidental. Tendo estudado latim e teologia no Colégio de São Paulo, a primeira escola de estilo Ocidental na China, Wu converteu-se ao catolicismo e foi missionário jesuíta na província chinesa de Jiangsu, referindo-se a si mesmo como “Jacone”. A exposição recria, através da arte contemporânea, a viagem à Europa que o “poeta nunca realizou”, celebrando as “raízes culturais de Macau e a sua herança multicultural”. A mostra estará patente de 9 de Maio a 22 de Novembro de 2026 no Arsenale, Campo della Tana, em Veneza, com entrada gratuita. Macau participou pela primeira vez na Bienal de Veneza em 2007, sendo esta a décima participação do território no maior e mais antigo palco internacional de arte.
Hoje Macau EventosMostras sobre José Saramago em Timor-Leste A inauguração de uma exposição sobre José Saramago em Díli, hoje, marca o arranque das celebrações do Dia Mundial da Língua Portuguesa em Díli, Timor-Leste, que decorrem durante toda a semana. A semana da língua portuguesa – para assinalar a data (5 de Maio) instituída pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) -, foi organizada pelo grupo dos embaixadores da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) na capital timorense, nomeadamente Angola (que preside), Brasil e Portugal, em parceria com as instituições timorenses. “Esta exposição é organizada em sete núcleos expositivos, cada um corresponde a um subtema dentro da lógica de Saramago e nós quisemos destacar uma faceta de Saramago muito menos conhecida, que é o Saramago poeta”, afirmou à Lusa o embaixador de Portugal em Díli, Duarte Bué Alves. A inauguração da exposição, com o título “Que lembrança ficou no mundo que tiveste” (um verso da poesia de Saramago), vai contar com a presença do secretário de Estado da Cultura, Alberto Santos, que se encontra em Díli para participar na reunião de ministros da Cultura da CPLP, a realizar esta terça-feira. Outros destaques O embaixador de Portugal destacou também a exposição que vai ser levada ao município de Aileu, no sábado, sobre o poeta António Gedeão, que era professor e físico. “É sobre a física do dia a dia, uma forma de as crianças aprenderem física, a ciência, mas também a literatura e poesia de António Gedeão”, disse o embaixador Duarte Bué Alves. As celebrações vão também contar com a participação da secretária de Estado da Administração Escolar, Maria Luísa Oliveira, que chega quarta-feira a Díli para participar na reunião dos ministros da Educação da CPLP, que se realiza na quinta-feira. Segundo o embaixador, na sexta-feira, os três embaixadores da CPLP, em conjunto com a secretária de Estado da Administração Escolar, vão ao Externato de São José, em Díli, oferecer livros de autores portugueses, brasileiros e angolanos. A semana de celebração do Dia Mundial de Língua Portuguesa vai incluir também oferta de livros ao Ministério da Educação, a cerimónia de entrega de prémio de Língua Portuguesa (na Fundação Oriente) e a apresentação do coro da Escola Portuguesa de Díli no parlamento timorense, entre outros eventos.
Hoje Macau EventosIPOR | Festival traz escritos de Coco Cheong e de autores portugueses Começa amanhã mais uma edição do festival “Letras & Companhia”, promovido pelo Instituto Português do Oriente, e que este ano tem como tema “A Minha Cidade”. De Macau, a escritora Coco Cheong apresenta o livro “Our Precious Moments”, estando também convidada a escritora de livros infantis e jornalista Inês Cardoso. Decorrem ainda actividades de leitura com a ilustração em destaque O Instituto Português do Oriente (IPOR) apresenta amanhã, com o apoio do grupo Galaxy, mais uma edição do festival “Letras&Companhia – Festival Literário e Cultural para Pais e Filhos”, que se dedica ao universo da literatura infantil e ilustração. O tema deste ano é “A Minha Cidade”, sendo que o evento conta também com apoio do Consulado-geral de Portugal em Macau e Hong Kong, prolongando-se até ao dia 24 de Maio. Do programa, destaca-se a presença da escritora local Coco Cheong, com a apresentação da obra “Our Precious Moments”, em chinês e inglês, seguindo-se “uma oficina para os mais novos com jogos de quebra-gelo, momentos de desenho e contos”, descreve um comunicado de imprensa. Outro dos nomes constantes no programa, é o de Inês Cardoso, jornalista e directora do Jornal de Notícias, e também autora de livros infantis. Será lançado o livro “Londres ao Porto numa gaivota”, além de que Inês Cardoso vai também protagonizar uma sessão de formação para professores “sobre desinformação, partilhando ferramentas pedagógicas para desenvolver o pensamento crítico e a verificação de informação junto dos alunos”. Inês Cardoso estará também presente para uma conversa aberta ao público no Consulado de Portugal em Macau e Hong Kong. O festival arranca amanhã na Escola Portuguesa de Macau, com a entrega de minibibliotecas escolares a instituições de ensino não superior de Macau onde se ensina a língua portuguesa. No cartaz consta também a presença de Afonso Cruz, que apresenta o livro “Assim, mas sem ser assim: Considerações de um Misantropo”, sendo que o autor também dará um workshop de escrita criativa aberto ao público. Imagens que nos ligam André Letria, ilustrador português, apresenta o projecto “A Minha Cidade”, que chega agora a Macau graças ao “Letras & Companhia”. Segundo a mesma nota, este projecto nasceu de uma colaboração com várias escolas locais, onde “os alunos criaram mapas ilustrados da cidade, revelando o seu olhar íntimo e quotidiano”. Os trabalhos estarão expostos no IPOR após a inauguração da exposição, na qual André Letria falará sobre o projecto numa mesa-redonda e lançará o seu próprio mapa de Macau. O ilustrador e criador da editora Pato Lógico dinamizará ainda várias oficinas pedagógicas nas escolas, explorando a ilustração como meio de criatividade e expressão artística, bem como uma formação de professores sobre literacia visual. O IPOR exibe ainda, no contexto do festival, quatro curtas-metragens de animação infantis, escolhidas a partir do programa do Festival lisboeta de Animação “Monstra” (edição de 2025). Andrea Magalhães, por sua vez, realizará diferentes oficinas dirigidas a públicos jovens de várias faixas etárias. Haverá também três momentos de teatro, sendo que um deles acontece em parceria com a associação Sílaba, que apresenta “A Revolta dos Lusecos”, “peça que transporta o público para os acontecimentos marcantes do 25 de abril de 1974 em Portugal”. Já a Joyful, companhia de teatro de Hong Kong, apresenta “The Secret Magic Recipe: Enemy Pie”, uma peça interativa inspirada em livros infantis, seguida de uma oficina de fantoches e storytelling para pais e filhos. O festival encerra na Fundação Rui Cunha com o espectáculo musical “(En)Cantar com Alice e Sebastião”, com Sara Meireles, que começa às 15h e que também vai ser apresentado nas escolas locais. A sexta edição do festival procura “abordar a relação intrínseca entre a cidade enquanto espaço físico e a comunidade que nela habita, tópico que guiará todas as actividades que integram o programa”. “Esta relação é retratada etimologicamente – a palavra cidade deriva do termo latino ‘civitas’, que significa “cidadania” ou “membro da comunidade”. A cidade não é só um ‘habitat’, porque não se cumpre na sobrevivência material da espécie, mas é um todo orgânico que envolve os vestígios urbanísticos do passado e a comunidade do presente que, ao preservar e atualizar o legado de que faz parte, aponta para o futuro”, descreve a organização do evento.
Hoje Macau SociedadeEconomia | PIB cresceu de 7,1% no primeiro trimestre No primeiro trimestre deste ano, o Produto Interno Bruto (PIB) atingiu 108,01 mil milhões de patacas, o que significou um crescimento anual de 7,1 por cento, de acordo com os dados preliminares divulgados pela Direcção dos Serviços de Estatística e Censos (DSEC). Segundo a DSEC, estes números mostram “um crescimento estável” porque “as exportações de serviços continuaram a subir a um ritmo acelerado, impulsionadas pelo aumento significativo do número de visitantes”. As exportações globais de serviços aumentaram 13,9 por cento no primeiro trimestre de 2026, visto que o número de entradas de visitantes na RAEM subiu 13,7 por cento, em termos homólogos. Em relação à procura interna, a despesa de consumo privado cresceu 2,8 por cento, em termos anuais, ao passo que a despesa de consumo final do Governo e a formação bruta de capital fixo desceram 4,8 por cento e 21,9 por cento, respectivamente. Segundo a mesma fonte, o PIB encontra-se ao nível de 90,3 por cento da economia do primeiro trimestre de 2019, antes da pandemia da covid-19.