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Blossom arrived at our Burford rehoming centre in a very sorry state. She was abandoned in Swindon, Wiltshire, and was picked up as a stray by the local dog warden. The 18-month-old crossbreed, was suffering from severe mange. Her skin was red raw, she was terrified of people and she was very underweight. Named Blossom by the team at Burford, the youngster was put in our isolation unit when she arrived at the end of May 2015. But, as stress can contribute to the severity of mange, Blossom spent most of her days in the office with Volunteer Coordinator Annalisa de Carteret. Blossom needed baths with a special soak twice a week to treat her demodex mange, taking between 20 and 30 minutes each time. Hannah Bryan, an Animal Welfare Supervisor at our Burford rehoming centre, said: “The first course of medicated baths that we put her on didn’t work, so she had to have stronger medicated baths, called Aludex baths. “Thankfully these baths did work, and she is now mange mite free.” Poor Blossom was quite under socialised when she came in, and barked with alarm at men and children. To help her understand that people aren’t scary, our team used a positive training method called Behaviour Adjustment Training (BAT), which helped to build her confidence. Vanessa Margrave, an Animal Welfare Assistant at Burford, also spent lots of time with the young girl. She took Blossom for her first walk around the fields at Burford about 10 days after she arrived at the centre. Vanessa said: “She loves playing, especially with balls. She’s really grown in confidence and is very friendly now.” Hannah added: “She has done amazingly well, learned fast and is now looking to find a new home. We’re really pleased for her.” Update 17/09/2015: Blossom is now well and truly part of the Holmes family, and spends her days getting all the love and attention she deserves from Ian, Karen and their son Dominic. Following the sad loss of their dog, Buster, two years ago, the family

A ANIMA vai conseguir sobreviver durante mais três meses, em modo de austeridade, após a Fundação Macau ter antecipado o apoio para a segunda metade do ano. A revelação foi feita pelo presidente da associação de protecção dos animais, Albano Martins, que na semana passada revelou os problemas financeiros da associação à imprensa local.

“Foi, na sexta feira, liquidada mais uma dívida da ANIMA que contou com o apoio da Fundação Macau. Eles depositaram a tranche do segundo semestre, ou

seja, podemos aguentar mais três meses em austeridade. A partir de Julho volta a

ser mais complicado”, disse Albano Martins, ao HM. “Temos três meses, Abril Maio e Junho para tentar arranjar patrocinadores que nos consigam financiar com 600 mil patacas por mês, que é o mínimo dos mínimos e, mesmo assim, implica muitos cortes para que consigamos sobreviver”, acrescentou.

No ano passado a associação dispôs de um orçamento de 850 mil patacas por mês. Porém, o presidente da ANIMA admite que foi um ano especial, com mais gastos do que o esperado.

“Foi o primeiro ano em que o Paraíso dos Gatos começou a funcionar a tempo inteiro e fizemos algumas mudanças. Também devido à passagem do Tufão Hato, foi um ano excepcional, com muita confusão”, revelou.

Neste sentido, o futuro da ANIMA vai passar por um forte programa de corte de despesas. Em cima da mesa está também a possibilidade de haver despedimentos.

“Vamos fazer esforços para limitar os custos e acredito que negociando com fornecedores e dependendo menos das clínicas veterinárias que vamos conseguir reduzir os custos”, indicou Albano Martins.

“Vamos também reduzir pessoal e as pessoas com menos méritos vão ter o contrato terminado. Não vão ser muitas mais porque nós não podemos correr o risco de não ter uma segunda pessoa para determinada função no caso de alguém adoecer ou ter um acidente de trabalho”, clarificou.

Ao mesmo tempo, a ANIMA está a ponderar a solução de recorrer aos apoios das operadoras locais: “Ainda este mês vamos mandar cartas aos casinos para saber se podem continuar a colaborar, como no passado, aumentado um pouco mais as contribuições. Queremos ver se temos uma resposta ainda neste espaço de três meses, que é o que precisamos”, afrimou Albano.

O presidente da associação frisou também que normalmente a ANIMA só recorre à ajuda dos casinos após Setembro, para o último trimestre, mas que perante o cenário actual vai ter de antecipar esses pedidos de ajudas.

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