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OConselho Mundial da Federação Internacional do Automobilismo (FIA), realizado na passada semana em Genebra, na Suíça, confirmou a continuidade da Taça do Mundo FIA de GT no Circuito da Guia.
“Encorajado pelo sucesso da primeira edição da Taça do Mundo FIA de GT em Macau no último mês de Novembro, o Conselho Mundial da FIA aprovou a proposta da Comissão de GT para o regresso da Taça do Mundo FIA de GT à localização icónica de Macau a 19-20 Novembro, 2016”, era possível ler no breve comunicado emitido pela federação internacional.
Este anúncio não chegou com surpresa, até porque a RAEM terá sido a única opção para acolher o evento, não constando ter existido um outro candidato capaz de cumprir os requisitos desportivos e financeiros exigidos pela FIA. A Comissão de GT da FIA não revelou se haverá alterações ao formato da prova que até 2015 se chamou apenas Taça GT Macau, limitando-se apenas a anunciar os próximos procedimentos.
“Como resultado da confirmação da segunda edição da Taça do Mundo FIA GT, a FIA irá lançar convites para concurso de um fornecedor único de pneus e um fornecedor único de gasolina para o evento”.
Curiosamente, a FIA também aproveitou este Conselho Mundial para lançar o concurso para a organização das Finais Mundais de Fórmula 4. Esta ideia surgiu pela primeira vez em 2014 pelas mãos de Gerhard Berger, então responsável pela Comissão de Monolugares da FIA. O ex-piloto de F1 austríaco era a favor do Circuito da Guia para acolher a organização deste evento que reunirá os melhores pilotos dos dozes campeonatos de Fórmula 4 espalhados pelo mundo. O sucessor de Berger, o italiano Stefano Dominecali, também reconheceu numa entrevista recente na imprensa inglesa que Macau seria uma excelente localização, mas a primeira prioridade da FIA era equiparar as viaturas dos concorrentes de vários campeonatos e não o palco do espectáculo.

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