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Um subcomissário da Polícia de Segurança Pública (PSP) estará desaparecido há cerca de seis dias, depois de ter sido convocado para prestar declarações pela Polícia Judiciária (PJ) e pelo Comissariado contra a Corrupção (CCAC) no âmbito de uma investigação.
Segundo um comunicado da PSP, as autoridades deixaram de conseguir contactar o subcomissário, de apelido Iao, a partir do dia 27 de Fevereiro, mas este deveria ter ido trabalhar por ser o “chefe geral do piquete” nesse dia. O subcomissário telefonou a informar o seu superior nessa manhã a dizer que estava indisposto e que só depois é que poderia entregar o atestado médico.
No entanto, o subcomissário não regressou ao seu posto de trabalho até ao dia 29 de Fevereiro, sendo que a PSP não mais conseguiu estabelecer contacto, apesar de ter feito vários telefonemas para o seu domicílio. Para já, a PSP afirma que vai iniciar os procedimentos disciplinares internos conforme o Estatuto dos Militarizados das Forças de Segurança de Macau. O subcomissário começou a trabalhar na PSP no ano de 1998, sendo que apenas em 2015 foi enviado para o Departamento de Operações. Não foram descobertas anomalias durante o seu percurso profissional, aponta a PSP no comunicado.

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