PolíticaPromovida internacionalização de empresas em Fujian Hoje Macau - 24 Set 2026 Uma delegação do Instituto de Promoção do Comércio e do Investimento de Macau (IPIM) esteve na província chinesa de Fujian a promover o território como plataforma de internacionalização de negócios nos países lusófonos e hispanófonos, foi ontem divulgado. Num comunicado, o IPIM indicou que a iniciativa, realizada entre 15 e 18 de Setembro, incluiu a realização das “Sessões de Promoção das Vantagens da Plataforma de Macau” em Fuzhou e Quanzhou, atraindo mais de 150 empresários de sectores prioritários como medicina tradicional chinesa, finanças modernas, manufactura de alta gama, tecnologia e comércio transfronteiriço. Durante a deslocação, os representantes do IPIM visitaram 14 empresas líderes de Fujian e organizaram mais de uma centena de sessões de bolsas de contactos. Interesses diversos A província costeira de Fujian ocupa o 8.º lugar no ranking do PIB total entre as 31 províncias e regiões administrativas da China, registando em 2025 um volume de comércio externo de cerca de 1,98 biliões de yuan. De acordo com o organismo responsável pela promoção do comércio e investimento em Macau, várias empresas locais manifestaram interesse em expandir projectos para o espaço lusófono com o apoio do Fundo de Cooperação e Desenvolvimento China-Países de Língua Portuguesa, bem como em abrir contas bancárias em Macau para facilitar operações financeiras internacionais. O vogal do IPIM, Sam Lei, sublinhou durante o evento que as ações concretas dão seguimento aos acordos estabelecidos na reunião de altos dirigentes entre Fujian e Macau realizada em Agosto. O responsável destacou o novo posicionamento estratégico de Macau e a zona económica especial na vizinha Hengqin como elo de ligação entre a China continental, os países de língua portuguesa e o mercado hispanófono. As acções em Fujian contaram com a participação do Centro de Serviços Económicos e Comerciais entre a China e os Países de Língua Portuguesa/ Espanhola (CECPS, do Parque Científico e Industrial de Medicina Tradicional Chinesa em Hengqin e do Fundo de Cooperação China-PLP, além de empresários de Macau com experiência no mercado lusófono.