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APolícia de Segurança Pública (PSP) não quer comentar o caso da taiwanesa que terá sido impedida de entrar no território por causa de um autocolante referente a Taiwan. Apesar de não comentar, a autoridade policial defende que a decisão de recusa de entrada de qualquer pessoa acontece segundo as leis e processos em vigor.
Conforme noticiado pelo HM, na semana passada, uma dançarina de Taiwan de apelido Su, não conseguiu entrar no território porque a parte de trás do seu passaporte tinha uma etiqueta onde se podia ler: “Taiwan é o meu país”. A dançarina foi obrigada a assinar uma notificação de recusa de entrada e foi-lhe exigido que apanhasse outro voo para voltar a Taiwan.
Ao HM, a PSP não comentou o caso, mas afirmou que cada entrada na RAEM faz uma inspecção e fiscalização conforme as leis. São estas que permitem a apreciação das condições de entrada de qualquer pessoa, dizem, para que as autoridades tomem uma decisão de aprovação ou recusa.
Recorde-se que a taiwanesa terá ainda pedido para retirar o autocolante para que a deixassem entrar no território, mas a autoridade não o permitiu e exigiu que a mulher voltasse à Formosa. Ao HM, a PSP não mencionou o fundamento que levou à rejeição do pedido da mulher.

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