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“Não sei se consigo fazer tudo aquilo que foi prometido pelo Governo da RAEM, tantas obras até 2019 – autocarros, habitação pública, táxis, gestão de terrenos, tenho de estudar e criar novos diplomas, aterros sanitários, a quarta ligação entre Macau e as ilhas, o terminal de Pac On, o complexo de cuidados de saúde com mais de 40 mil metros quadrados. Não sei consigo acabar os meus trabalhos até 2019.” Foi assim que Raimundo do Rosário anunciou ontem aos deputados ter já assumido “alguns riscos” ao avançar com datas para grandes projectos. Numa intervenção durante a apresentação das LAG da sua tutela, o responsável fez questão de salientar, contudo, que há uma nova cultura no Governo. “Este plano de cinco anos deve ser entendido como uma primeira tentativa de o Governo da RAEM ter um plano. Não temos o hábito de planear, é verdade. Mas acho que há sempre um momento para começar e para experimentar. Eu próprio assumi aqui alguns riscos ao dizer que a obra do Pac On vai acabar, a obra do metro da Taipa vai acabar em 2019. Vamos criando uma nova cultura – aos poucos, mas vamos”, rematou. 
 

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