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De acordo com o Jornal Ou Mun, 19 comissões de condomínios de edifícios habitacionais – incluindo o Edifício Hoi Keng e o Jardim do Mar do Sul – convocaram uma conferência juntamente com o Centro de Recursos de Gestão Predial da União Geral das Associações dos Moradores de Macau (Kaifong) no sábado passado, apontando que a implementação do salário mínimo para os trabalhadores de segurança na área de administração de propriedades não resolve as questões da qualidade das empresas de gestão.
O representante de uma das comissões, de apelido Wong, explicou que algumas empresas de gestão duplicaram e triplicaram mesmo as despesas depois da aprovação do salário mínimo, que será implementado para o ano, mas não publicaram as contas depois das alterações, fazendo com que o aumento não traga consenso entre moradores e empresas. Além disso, defende ainda que algumas empresas declararam estar no direito de cancelar a gestão até ali feita caso os proprietários não concordem com os aumentos.
Tal, argumentou, coloca os habitantes entre a espada e a parede: ou pagam ou a gestão dos prédios é suspensa. “Inaceitável” é a palavra que outros representantes usam para caracterizar os aumentos. É que a subvenção de rendimento já não abrange os trabalhadores de limpeza e de segurança – 4400 patacas mensais – depois do salário mínimo entrar em vigor. Assim, esperam que o Governo continue a atribuir a subvenção num regime temporário durante pelo menos um ano.

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