Poemas de Li Bai

DESPEDINDO-ME DE MENG HAORAN

Com uma mão, o meu velho amigo diz adeus à Torre Amarela.
Desce o rio para leste e atravessa a luz leitosa dos salgueiros de Abril.
Ao longe, a brisa apaga a solitária vela no longínquo azul,
Vejo a corrente do rio Yangtze a arrastar tudo para o céu.

 

A BELA NA ESTRADA

Altivo, o cavalo esmaga flores no seu galope.
De chicote em riste, afasto as nuvens do meu caminho.
Uma rapariga bela sorri, mostra o seu saiote que parece ouro,
E aponta ao longe o pavilhão vermelho onde se prostitui.

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