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A Coreia do Sul e os Estados Unidos começaram no passado Domingo as suas habituais manobras militares anuais, depois de um adiamento no âmbito da aproximação à Coreia do Norte.

Não foram divulgados quer a duração quer o número de militares que estarão envolvidos nestes exercícios, apesar de o Governo sul-coreano ter informado há semanas que “a dimensão será similar à de anos anteriores”, através de um breve comunicado.

O início dos exercícios, normalmente considerados uma provocação pela Coreia do Norte, foi adiado devido à realização dos Jogos Olímpicos de Inverno no Sul, que permitiram uma aproximação a Pyongyang, cujo regime aceitou realizar duas cimeiras históricas com Seul e Washington.

Também o Pentágono confirmou a realização das manobras militares. Numa nota, divulgada no passado dia 20 de Março, o Pentágono indica que o secretário da Defesa norte-americano, Jim Mattis, e o seu homólogo sul-coreano, Song Young-moo, concordaram em avançar com exercícios “a uma escala similar” às de anos anteriores.

A administração norte-americana referiu ainda que a Coreia do Norte foi notificada do calendário “bem como da natureza defensiva” dos exercícios.

Responsáveis sul-coreanos afirmaram recentemente que o líder da Coreia do Norte, Kim Jong-un, disse aceitar estas manobras.

Está prevista uma cimeira entre o Presidente norte-americano, Donald Trump, e o líder norte-coreano, para esta primavera. Também os líderes das duas Coreias deverão reunir-se no final do próximo mês.

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