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O novo limite do crédito aprovado às PME diminuiu 22,2% no primeiro semestre, face ao período homólogo de 2014, totalizando 18 mil milhões de patacas, indicam dados ontem divulgados.
Segundo as estatísticas publicadas pela Autoridade Monetária de Macau (AMCM), face ao segundo semestre do ano transacto, a queda foi de 28,3%.
No final de Junho, o valor utilizado do total dos empréstimos concedidos às PME atingiu 65,3 mil milhões, subindo 25,2% em termos anuais homólogos e 8,8% em relação aos últimos seis meses de 2014.
Em comparação com o final de 2014, os empréstimos concedidos a PME dos sectores das indústrias transformadoras, restaurantes, hotéis e similares, e comércio aumentaram, respectivamente, 12,9%, 11,1% e 8,7%, indica a AMCM.
Em contrapartida, diminuíram os concedidos a instituições financeiras não monetárias (-16,8%), ao sector da electricidade, gás e água (-11,6%) e ao do transporte, armazéns e similares (-4,4%).
A taxa de utilização, definida como a proporção do balanço relativo aos créditos em dívida desceu dois pontos percentuais desde os últimos seis meses, atingindo 64,7%.
No final de Junho, o balanço relativo aos empréstimos em dívida não pagas pelas PME aumentou de 43,6% nos últimos seis meses para 195,8 milhões de patacas. Comparativamente ao ano anterior, o saldo aumentou 37,5%.
O rácio das dívidas não pagas, sendo o rácio da balança dos empréstimos não pagos para o total dos empréstimos concedidos às PME cresceu 0,07 pontos percentuais do final de 2014 e 0,03 pontos percentuais face ao período homólogo do ano passado para 0,30%. As PME representam cerca de 90% do tecido empresarial local.

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