Desfile internacional | Grupos musicais lusófonos marcam presença

Dois grupos musicais lusófonos, os CRASSH_Recycled de Portugal e a Associação Cultural MoNo de Moçambique, vão participar no Desfile Internacional de Macau, agendado para este domingo.

De acordo com o Instituto Cultural (IC) do território, os CRASSH_Recycled “levam o público numa viagem auditiva de descoberta” ao “explorar o som de objectos” como baldes, capacetes de segurança, ou objectos que vão encontrando. Entretanto, a Associação Cultural MoNo de Moçambique combina dança tradicional, percussão e canções ancestrais, inspirando-se em rituais, celebrações comunitárias e no simbolismo das tradições orais africanas.

O desfile deste ano terá um orçamento de 3,8 milhões de patacas e tem como tema “A Rota Marítima da Seda como uma ponte para o intercâmbio cultural”, promovendo a imagem de Macau como uma “janela vital para o intercâmbio cultural entre a China e o Ocidente”. Esta edição do desfile, organizado anualmente desde 2011, conta com mais de 10 grupos artísticos, cerca de 1.600 artistas, de países e regiões importantes enquanto centros da Rota Marítima da Seda na Ásia, Europa e África, bem como 50 grupos locais.

A Rota da Seda foi uma antiga e vasta rede de rotas comerciais, ativa entre o século II a.C. e o século XV, que ligava a China ao Mediterrâneo e Europa, facilitando o transporte de seda, especiarias e o intercâmbio cultural, religioso e tecnológico entre o Oriente e o Ocidente.

25 Mar 2026

IC | Abril terá festival de comédia, promoção da leitura e carnaval do desporto

Com o Desfile Internacional de Macau marcado para o fim do mês, Macau prepara-se para organizar em Abril uma série de eventos, incluindo a terceira edição do Festival Internacional de Comédia de Macau, com actividades na RAEM e em Hengqin. O Instituto Cultural está também a preparar para Abril o mês da leitura

Apesar de a procissão de Março ainda ir no adro, o Instituto Cultural (IC) está a tratar dos “eventos de grande escala” que vão mexer com a agenda cultural de Macau em Abril, cartaz que esteve em cima da mesa na reunião do Conselho Consultivo para o Desenvolvimento Cultural, que se realizou na terça-feira.

No próximo mês, será organizado a terceira edição do Festival Internacional de Comédia de Macau, com uma extensão a Hengqin, cumprindo o “formato ‘Um Festival, Dois Locais’”. Ainda longe de apresentar o cartaz, o IC aponta que o festival de comédia será um “evento de nível internacional” que irá enriquecer culturalmente a Zona da Grande Baía e “promover o intercâmbio cultural regional”.

Cumprindo o objectivo de aproveitar o desporto para criar atracções culturais e turísticas, o IC irá lançar em Abril o “Carnaval Desportivo e Cultural”, que irá proporcionar “experiências com temas culturais e desportivos realizadas em sítios do Património Mundial e em comunidades”.

O evento irá incluir a tradicional Regata de Barcos-Dragão.

Numa outra vertente, o IC irá apostar na promoção da literacia, designando Abril como o “Mês de Leitura Conjunta em Toda a Cidade de Macau”, em colaboração com a Direcção dos Serviços de Educação e de Desenvolvimento da Juventude, o Instituto de Acção Social e organizações civis. Como tal, será organizada “uma série de actividades de promoção da leitura durante o mês de Abril, com o objectivo de criar um bom ambiente de leitura para todos e aprofundar a construção de uma ‘Cidade de Leitura’, aponta o IC.

Importa salientar que o mês da leitura segue iniciativas nacionais e internacionais, com a designação do Governo Central da quarta semana de Abril de cada ano como “Semana da Leitura para Todos”, além da celebração do Dia Mundial do Livro a 23 de Abril.

 

Fazer o futuro

Outro dos pontos discutidos na reunião em termos de eventos, foi o Desfile Internacional de Macau 2026, que aproveita “a singularidade da fusão entre Oriente e Ocidente” do território. O desfile, que se realiza no dia 29 de Março, tem este ano o tema “A Rota Marítima da Seda como uma ponte para o intercâmbio cultural”. O evento irá reunir “grupos artísticos de todo o mundo e artistas locais que irão dançar e cantar com trajes deslumbrantes pelas ruas movimentadas, exibindo o carácter único do Centro Histórico de Macau”, prevê o IC.

A ordem de trabalhos da reunião incluiu ainda a apresentação do “Programa de Formação de Jovens Músicos de Macau” organizado pela Sociedade Orquestra de Macau, que tem como objectivos formar talentos musicais e proporcionar uma plataforma para a participação em orquestras profissionais.

O programa de formação pretende também aumentar as oportunidades de emprego de talentos musicais de Macau em orquestras profissionais, através do estudo de instrumentos ocidentais ou de música tradicional chinesa, contribuindo para a construção de uma reserva de talentos artísticos locais.

5 Mar 2026

Desfile Internacional | Governo convida grupos artísticos e empresas

O Desfile Internacional de Macau deste ano já mexe. O Instituto Cultural abriu ontem as inscrições e convidou associações artísticas e culturais locais, escolas e pequenas e médias empresas a apresentarem propostas. O desfile deste ano tem como tema os Descobrimentos e realiza-se a 29 de Março

 

O Instituto Cultural (IC) está a receber desde ontem propostas para o Desfile Internacional de Macau deste ano. O prazo de candidatura termina ao final da tarde do próximo domingo. “O IC convida todas as associações artísticas e culturais locais registadas, escolas e pequenas e médias empresas (PME) interessadas em participar neste evento”, foi indicado ontem em comunicado.

O governo indicou que os grupos e PME locais interessados podem enviar propostas e informações para a Divisão de Actividades Recreativas do Instituto Cultural (Edifício do Instituto Cultural, Praça do Tap Siac, Macau). No envelope deve ser indicado que a proposta é referente ao “Desfile Internacional de Macau 2026 – Convite à Apresentação de Propostas por Grupos Artísticos Locais” ou ao “Desfile Internacional de Macau 2026 – Convite à Apresentação de Propostas por Pequenas e Médias Empresas Locais para o Carnaval VIVA”

Esta última actividade será uma novidade na edição deste ano e terá como objectivos aumentar a participação das PME locais em grandes eventos e expandir o alcance do desfile. O Carnaval VIVA no Anim’Arte NAM VAN realiza-se na véspera e no dia do evento e irá oferecer ao público “especialidades gastronómicas e diversas experiências interactivas criativas, transformando a área num local de destaque juntamente com as principais actividades do desfile”, indica o IC.

Navegar pela cidade

O Governo referiu ontem que na edição deste ano os grupos participantes serão incentivados a “mostrar a essência de Macau como a ‘Cidade de Navegantes’, expressando a sua criatividade e mostrando o encanto da integração cultural e inovação de Macau”. O objectivo do IC é demonstrar de uma forma colorida o papel importante de Macau durante a “Era dos Descobrimentos”.

A rota do cortejo deste ano tem início nas Ruínas de S. Paulo e termina na Praça do Lago Sai Van. Os grupos artísticos vão ter quatro modalidades para escolher os moldes da participação no desfile: “Tema do Desfile”, “Desfile de Grupos Artísticos”, “Desfile de Instalações Artísticas de Grande Escala” e “Desfile de Planeamento Especial”.

Como tem sido habitual, o desfile internacional irá extravasar os limites do trajecto oficial, para se “incorporar na comunidade”, com várias actividades de extensão programadas para os bairros fora dos circuitos turísticos.

Os grupos podem optar por se inscrever na modalidade de “Actuação Comunitária e Grupos de Arte de Rua”, que irá levar aos bairros residenciais a arte e expressão cultural do desfile.

Desde a primeira edição, em 2011, que têm sido convidados grupos de artes performativas de todo o mundo, assim como artistas locais, para proporcionar “um ambiente cultural e alegre, realçando a paisagem única do Centro Histórico de Macau”. O IC acrescenta que o desfile internacional tem também o papel de difundir o conceito de “Amor, Paz e Integração Cultural” e promover a interacção e o intercâmbio das artes e da cultura.

21 Jan 2026

Instituto Cultural de Macau cancela Desfile Internacional em Dezembro

[dropcap]O[/dropcap] Instituto Cultural de Macau anunciou ter cancelado o Desfile Internacional, previsto para Dezembro próximo, por ser um evento inadequado “para as actuais medidas de prevenção de epidemias”.

“Após uma avaliação cuidadosa e consideração global”, o Instituto Cultural (IC) decidiu cancelar a edição anual do desfile internacional, no qual participam grupos locais e internacionais, num total de 1.800 participantes”, indicou na segunda-feira à noite, em comunicado.

“Devido ao impacto da pandemia” da covid-19, “não foi possível a parte dos artistas deslocarem-se a Macau para participar no evento”, e por outro lado, “tendo em conta o grande número de pessoas, a alta densidade das multidões, de muitos residentes e turistas que acompanham o evento ao longo do percurso e a estreita interação envolvida nas actuações, o formato do desfile não é adequado para as medidas atuais de prevenção de epidemias”, explicou.

Assim, em celebração do 21.º aniversário da transferência da administração de Macau de Portugal para a China, em 20 de dezembro, a Orquestra Chinesa de Macau vai realizar o concerto “Ouve a Voz dos Chineses”, em frente das Ruínas de S. Paulo e várias atuações culturais e artísticas serão realizadas em diferentes locais, acrescentou o IC.

29 Set 2020

Parada | Ruas de Macau aqueceram com o Desfile Internacional

Cerca de 1.800 artistas coloriram as ruas de Macau durante o Desfile Internacional, que decorreu no sábado. Pelo menos oito grupos de matriz portuguesa estiveram presentes no evento, que teve como tema a iniciativa “Uma Faixa, uma Rota”

 

[dropcap]A[/dropcap]s ruas de Macau encheram-se sábado para o Desfile Internacional que contou com a participação de cerca de 1.800 artistas de vários cantos do mundo. O objectivo da parada foi celebrar o 20.º aniversário da transferência de soberania de Macau para a China.

Música, dança, roupas e trajes alegóricos e típicos, de 80 grupos artísticos, cobriram as ruas estreitas e apertadas do centro de Macau, que contou com a participação de pelo menos oito grupos de matriz portuguesa, um de Angola e dois brasileiros, disse à Lusa a organização.

Ucrânia, Polónia, Itália, Bielorrússia, Quénia, Chile, Rússia, Chipre, Hungria, Nova Zelândia, Mianmar, Tailândia, grupos do Interior da China e de Hong Kong, assim como dezenas de associações locais de Macau, estiveram representados naquela que foi a nona edição do Desfile Internacional de Macau.

“Uma experiência magnífica, diferente de tudo aquilo que temos em Portugal”, disse Laura Guerreiro, uma das 27 artistas que compunha o grupo português Artfusion, em declarações à Lusa.

As ruas apertadas, a calçada portuguesa e alguns pontos do caminho, como as Ruínas de São Paulo, o Largo do Senado, a Igreja de São Domingos e o Largo da Sé, fizeram-na “lembrar Portugal, mas com muito mais gente na rua”.

Aos jornalistas, a presidente do Instituto Cultural, Mok Ian Ian, mostrou-se “bastante satisfeita por notar que este ano as ruas de Macau estavam com muito mais gente”.

Celebrar a Faixa

O tema do desfile, este ano, para além de celebrar os 20 anos da transferência da administração da administração de Macau de Portugal para a China, foi a celebração da iniciativa “Uma Faixa, Uma Rota”, que pretende reforçar as ligações e dinamizar o comércio entre várias economias da Ásia, do Médio Oriente, da Europa e de África.

Por essa razão, associados da Casa de Portugal em Macau ‘vestiram-se’ de azul e empunharam caravelas, a fazer lembrar a época dos descobrimentos, que teve um papel importante na interligação de vários povos e culturas diferentes, contou à Lusa Sérgio Feiteira, um dos 46 membros da equipa que desfilou na Parada.

De Angola, chegou o Grupo Tradicional Música e Bailado Angolano Jovens de Hungo, com mais de 15 artistas que “vieram mostrar como dançam os angolanos” e que “também é através da dança que se celebram os anos de vida, de uma pessoa, ou de uma cidade”, disse à Lusa, sorridente, António Sousa, enquanto tocava num djembe “para fazer os chineses abanar as ancas”.

A Casa do Brasil em Macau, decidiu trazer uma mistura “de samba com dança africana”, com o tema Brasil e Angola, já que Macau “é a plataforma entre a China e os países de língua portuguesa”, explicou a presidente da associação, Jade Martins, à Lusa. “Este é um ano especial para Macau, então resolvemos caprichar nos fatos e na fantasia”, contou.

Sobreviver ao tempo

Menos festivo, Paulo Costa, residente há quarenta anos em Macau, desfilou com mais cerca de uma dúzia de pessoas para representar a “ortodoxia do folclore português”.

“Mascaramo-nos de portugueses”, que “faz bastante falta em Macau, está à vista, não?”, questionou, apontando para as plateias que estavam repletas de pessoas, a esmagadora maioria chinesas. Após esta resposta, Paulo Costa, recusou qualquer tipo de melancolia e afirmou: “já sobrevivemos 20 anos, agora faltam 30 e depois disso vamos ver, vamos ver…”, numa alusão, primeiro aos 20 anos desde a passagem da administração do território para China, e depois aos 30 anos que faltam até 2049, ano em que terminam os 50 anos de transição.

10 Dez 2019

Parada | Ruas de Macau aqueceram com o Desfile Internacional

Cerca de 1.800 artistas coloriram as ruas de Macau durante o Desfile Internacional, que decorreu no sábado. Pelo menos oito grupos de matriz portuguesa estiveram presentes no evento, que teve como tema a iniciativa “Uma Faixa, uma Rota”

 
[dropcap]A[/dropcap]s ruas de Macau encheram-se sábado para o Desfile Internacional que contou com a participação de cerca de 1.800 artistas de vários cantos do mundo. O objectivo da parada foi celebrar o 20.º aniversário da transferência de soberania de Macau para a China.
Música, dança, roupas e trajes alegóricos e típicos, de 80 grupos artísticos, cobriram as ruas estreitas e apertadas do centro de Macau, que contou com a participação de pelo menos oito grupos de matriz portuguesa, um de Angola e dois brasileiros, disse à Lusa a organização.
Ucrânia, Polónia, Itália, Bielorrússia, Quénia, Chile, Rússia, Chipre, Hungria, Nova Zelândia, Mianmar, Tailândia, grupos do Interior da China e de Hong Kong, assim como dezenas de associações locais de Macau, estiveram representados naquela que foi a nona edição do Desfile Internacional de Macau.
“Uma experiência magnífica, diferente de tudo aquilo que temos em Portugal”, disse Laura Guerreiro, uma das 27 artistas que compunha o grupo português Artfusion, em declarações à Lusa.
As ruas apertadas, a calçada portuguesa e alguns pontos do caminho, como as Ruínas de São Paulo, o Largo do Senado, a Igreja de São Domingos e o Largo da Sé, fizeram-na “lembrar Portugal, mas com muito mais gente na rua”.
Aos jornalistas, a presidente do Instituto Cultural, Mok Ian Ian, mostrou-se “bastante satisfeita por notar que este ano as ruas de Macau estavam com muito mais gente”.

Celebrar a Faixa

O tema do desfile, este ano, para além de celebrar os 20 anos da transferência da administração da administração de Macau de Portugal para a China, foi a celebração da iniciativa “Uma Faixa, Uma Rota”, que pretende reforçar as ligações e dinamizar o comércio entre várias economias da Ásia, do Médio Oriente, da Europa e de África.
Por essa razão, associados da Casa de Portugal em Macau ‘vestiram-se’ de azul e empunharam caravelas, a fazer lembrar a época dos descobrimentos, que teve um papel importante na interligação de vários povos e culturas diferentes, contou à Lusa Sérgio Feiteira, um dos 46 membros da equipa que desfilou na Parada.
De Angola, chegou o Grupo Tradicional Música e Bailado Angolano Jovens de Hungo, com mais de 15 artistas que “vieram mostrar como dançam os angolanos” e que “também é através da dança que se celebram os anos de vida, de uma pessoa, ou de uma cidade”, disse à Lusa, sorridente, António Sousa, enquanto tocava num djembe “para fazer os chineses abanar as ancas”.
A Casa do Brasil em Macau, decidiu trazer uma mistura “de samba com dança africana”, com o tema Brasil e Angola, já que Macau “é a plataforma entre a China e os países de língua portuguesa”, explicou a presidente da associação, Jade Martins, à Lusa. “Este é um ano especial para Macau, então resolvemos caprichar nos fatos e na fantasia”, contou.

Sobreviver ao tempo

Menos festivo, Paulo Costa, residente há quarenta anos em Macau, desfilou com mais cerca de uma dúzia de pessoas para representar a “ortodoxia do folclore português”.
“Mascaramo-nos de portugueses”, que “faz bastante falta em Macau, está à vista, não?”, questionou, apontando para as plateias que estavam repletas de pessoas, a esmagadora maioria chinesas. Após esta resposta, Paulo Costa, recusou qualquer tipo de melancolia e afirmou: “já sobrevivemos 20 anos, agora faltam 30 e depois disso vamos ver, vamos ver…”, numa alusão, primeiro aos 20 anos desde a passagem da administração do território para China, e depois aos 30 anos que faltam até 2049, ano em que terminam os 50 anos de transição.

10 Dez 2019

Workshops | Desfile Internacional promove sessões de acrobacias aéreas e marionetas

Por ocasião do “Desfile Internacional de Macau 2019” do próximo dia 8 de Dezembro, o Instituto Cultural (IC) vai promover workshops de acrobacia aérea e de construção de marionetas tradicionais. As inscrições para as sessões, que ficarão a cargo de grupos performativos de países como a Ucrânia, Bielorrússia, Polónia e Itália, abrem hoje ao público

 

[dropcap]Q[/dropcap]uer seja a usar o corpo para executar acrobacias várias ou aprender a dar vida a pequenas figuras movidas a cordel, existe certamente uma sessão de workshop para participar entre 25 de Novembro e 7 de Dezembro.

Organizado pelo Instituto Cultural (IC), por ocasião da celebração do 20.º Aniversário da Transferência da Administração de Macau para a China, o “Desfile Internacional de Macau 2019” traz a Macau grupos performativos de vários países para enquadrar sessões dos “Workshops de Acrobacia Aérea” e ainda “Workshop de Marioneta Tradicional”.

Os “Workshops de Acrobacia Aérea” decorrem na Escola Portuguesa de Macau e no Centro de Design de Macau, de 30 de Novembro a 7 de Dezembro, onde estão previstas oito sessões que incluem Ginástica/Acrobacia, Breakdance/Acrobacia, Trampolim/Acrobacia, Parkour/Acrobacia, Contorcionismo e Flexibilidade, Argola Aéreo e Trapézio, Duo Aéreo com Sedas e ainda Dança Infantil e Acrobacia.

As sessões de acrobacia aérea são de entrada livre e não vão requerer qualquer tipo de experiência prévia em ginástica por parte dos participantes, sendo conduzidas em inglês por artistas de diversos grupos internacionais como o “Phase One” da Ucrânia, Svetlana Burdzevitskaya, da Bielorrússia, Susanna Defraia de Itália e “Duo Acroart” da Polónia.

Aprender a dar vida

Já o “Workshop de Marioneta Tradicional” será dividido em 12 sessões e realizado no Centro de Educação Artística Gugumelo entre 25 de Novembro e 5 de Dezembro. Orientado pelo mestre profissional de marionetas da “Casa de Marionetas Htwe Oo do Myanmar”, este workshop será conduzido em inglês, com tradução para cantonense, e pretende ensinar os participantes a esculpir, montar e até actuar com marionetas, ao longo de todo o processo criativo de construção destes objectos vivos.

De frisar que o “Workshop de Marioneta Tradicional” tem o custo de 400 patacas de propina de materiais, embora esse valor seja reembolsado na totalidade, caso o participante assista a, pelo menos 80 por cento das sessões.

Todos os interessados poderão inscrever-se nas sessões, a partir de hoje, 19 de Novembro, através do sistema de inscrição de actividades do Instituto Cultural (IC), disponível online, e onde constam também mais informações sobre os workshops e respectivos requisitos, horários e locais.

19 Nov 2019

Workshops | Desfile Internacional promove sessões de acrobacias aéreas e marionetas

Por ocasião do “Desfile Internacional de Macau 2019” do próximo dia 8 de Dezembro, o Instituto Cultural (IC) vai promover workshops de acrobacia aérea e de construção de marionetas tradicionais. As inscrições para as sessões, que ficarão a cargo de grupos performativos de países como a Ucrânia, Bielorrússia, Polónia e Itália, abrem hoje ao público

 
[dropcap]Q[/dropcap]uer seja a usar o corpo para executar acrobacias várias ou aprender a dar vida a pequenas figuras movidas a cordel, existe certamente uma sessão de workshop para participar entre 25 de Novembro e 7 de Dezembro.
Organizado pelo Instituto Cultural (IC), por ocasião da celebração do 20.º Aniversário da Transferência da Administração de Macau para a China, o “Desfile Internacional de Macau 2019” traz a Macau grupos performativos de vários países para enquadrar sessões dos “Workshops de Acrobacia Aérea” e ainda “Workshop de Marioneta Tradicional”.
Os “Workshops de Acrobacia Aérea” decorrem na Escola Portuguesa de Macau e no Centro de Design de Macau, de 30 de Novembro a 7 de Dezembro, onde estão previstas oito sessões que incluem Ginástica/Acrobacia, Breakdance/Acrobacia, Trampolim/Acrobacia, Parkour/Acrobacia, Contorcionismo e Flexibilidade, Argola Aéreo e Trapézio, Duo Aéreo com Sedas e ainda Dança Infantil e Acrobacia.
As sessões de acrobacia aérea são de entrada livre e não vão requerer qualquer tipo de experiência prévia em ginástica por parte dos participantes, sendo conduzidas em inglês por artistas de diversos grupos internacionais como o “Phase One” da Ucrânia, Svetlana Burdzevitskaya, da Bielorrússia, Susanna Defraia de Itália e “Duo Acroart” da Polónia.

Aprender a dar vida

Já o “Workshop de Marioneta Tradicional” será dividido em 12 sessões e realizado no Centro de Educação Artística Gugumelo entre 25 de Novembro e 5 de Dezembro. Orientado pelo mestre profissional de marionetas da “Casa de Marionetas Htwe Oo do Myanmar”, este workshop será conduzido em inglês, com tradução para cantonense, e pretende ensinar os participantes a esculpir, montar e até actuar com marionetas, ao longo de todo o processo criativo de construção destes objectos vivos.
De frisar que o “Workshop de Marioneta Tradicional” tem o custo de 400 patacas de propina de materiais, embora esse valor seja reembolsado na totalidade, caso o participante assista a, pelo menos 80 por cento das sessões.
Todos os interessados poderão inscrever-se nas sessões, a partir de hoje, 19 de Novembro, através do sistema de inscrição de actividades do Instituto Cultural (IC), disponível online, e onde constam também mais informações sobre os workshops e respectivos requisitos, horários e locais.

19 Nov 2019

Dois grupos de Portugal participam no Desfile Internacional de Macau

[dropcap]P[/dropcap]ortugal e Angola vão marcar presença entre 80 grupos artísticos que participam no Desfile Internacional de Macau, em Dezembro, cuja edição assinala o 20.º aniversário da região administrativa especial chinesa, anunciou ontem a organização. “O Desfile deste ano apresenta 80 grupos artísticos, incluindo cerca de 1.800 artistas em 61 grupos locais, e 19 grupos dos países e regiões ao longo da iniciativa ‘uma Faixa, uma Rota'”, afirmou a presidente do Instituto Cultural (IC) de Macau, Mok Ian Ian, em conferência de imprensa.

Em 8 de Dezembro, grupos dos cinco continentes vão mostrar “as suas culturas únicas, celebrando o 20.º aniversário da transferência de administração de Portugal para a China”, disse a responsável, acrescentando que “desde 2015, esta é a edição com maior número de grupos performativos”.

No desfile, a Associação Tradições e a Portugal Artfusion vão apresentar a história dos produtores de chá portugueses, em cima de andas, enquanto Angola está representada pelo Grupo Tradicional Música e Bailado Angolano Jovens do Hungo. Já o grupo do Quénia mostra acrobacias, o da Rússia robôs saltadores, e o de Itália anjos flutuantes. A dança do dragão humano, uma das primeiras artes performativas da província de Guangdong (sul) a ser incluída na lista do património cultural imaterial da China, em que um grupo de adultos e crianças dançam em conjunto formando um dragão gigante, estará a cargo de artistas de Zhanjiang.

Ucrânia, Polónia, Bielorrússia, Hungria, Chile, Chipre, Nova Zelândia, Myanmar, Tailândia e Hong Kong são alguns dos países com grupos participantes na nona edição do desfile internacional de Macau, organizado pelo IC e co-organizado pelos Serviços de Turismo, Instituto do Desporto e Instituto para os Assuntos Municipais, entre outros. A partir do final deste mês, “mais de 20 actividades a realizar junto da comunidade”, como actuações em bairros, ‘workshops’, palestras em escolas, entre outros, vão apresentar a “diversidade cultural da série de actuações” e permitir que “residentes e turistas interajam com os grupos artísticos”, disse Mok Ian Ian.

O desfile parte das Ruínas de São Paulo atravessa várias ruas do centro histórico da cidade, passa pelo largo do Senado e avenida panorâmica do lago Nam Van, e termina na praça do lago Sai Van, onde terá lugar um espectáculo de fogo de artifício. A presidente do IC indicou que o orçamento do desfile é de 18,2 milhões de patacas, mais quatro por cento comparativamente ao ano anterior.

15 Nov 2019