SociedadeAdministração | Obras para escritórios no segundo trimestre João Luz - 17 Jan 2026 Foram ontem abertas as propostas do concurso público para a obra da superestrutura de um edifício de escritórios para a administração no ZAPE. Foram recebidas 28 candidaturas e os trabalhos devem arrancar no segundo trimestre deste ano, após as obras para fundações e caves, que devem terminar em Março Foi ontem dado mais um passo para a construção do edifício de escritórios para a Administração Pública no lote Q-1 no ZAPE, com a abertura das propostas apresentadas ao concurso público para a construção da superestrutura. A Direcção dos Serviços de Obras Públicas revelou que foram apresentadas 28 propostas e que as obras devem começar no segundo trimestre deste ano, depois de terminados os trabalhos de fundações e caves. Das 28 propostas apresentadas, apenas uma foi excluída. Os preços propostos variam entre cerca de 309 milhões de patacas e cerca de 351 milhões de patacas, enquanto os prazos oscilam entre 618 e 625 dias de trabalho. As autoridades adiantaram que o andamento da construção de fundações e caves está a decorrer como previsto e deve terminar em Março. O prédio será construído num terreno na esquina da Avenida Dr. Rodrigo Rodrigues e a Rua do Terminal Marítimo, nas imediações do Hotel Jai Alai, e faz parte de um conjunto de cinco projectos pensados para acrescentar uma área superior a 130 mil metros quadrados para os serviços públicos da RAEM. A ideia é reduzir as despesas públicas em arrendamentos. Produto final O edifício ficará localizado num terreno com uma área de implantação de cerca de 2.770 metros quadrados, terá 12 pisos de altura e três pisos em cave e o prazo máximo de execução da superestrutura é de 650 dias de trabalho. As obras anteriores, de fundação de caves, foram adjudicadas à Companhia de Fomento Predial Sam Yau por cerca de 79,3 milhões de patacas., enquanto os trabalhos de projectista ficaram a cargo da Luís Sá Machado, Conceição Perry e Isabel Bragança Arquitectos, por 10 milhões de patacas. O controlo de qualidade foi adjudicado ao Laboratório de Engenharia Civil de Macau por 1,1 milhões de patacas, enquanto a fiscalização ficou a cargo de Fernando Cardoso Botelho -Fcb – Gabinete de Engenharia por 5,8 milhões de patacas. O Laboratório de Engenharia Civil de Macau foi mais uma vez a entidade escolhida para a monitorização das estruturas periféricas, por mais de 1,7 milhões de patacas. Finalmente, a apreciação e verificação do projecto no âmbito de engenharia electromecânica foi entregue ao Instituto Para o Desenvolvimento e Qualidade, Macau por 1,1 milhões de patacas. No total, a fase de construção de fundações e caves custou 99 milhões de patacas.