Manchete PolíticaConferência | Sam Hou Fai diz que liberdades de imprensa e edição são garantidas João Luz - 28 Out 2026 O Chefe do Executivo afirmou que defendendo a soberania e a segurança nacional, as liberdades de imprensa e edição são garantidas “plenamente”. Sam Hou Fai realçou o papel dos média na supervisão pública, divulgação dos sucessos do princípio “Uma País, Dois Sistemas” e construção do “poder brando” “Em conformidade com a Lei Básica de Macau e com a Lei de Imprensa, temos garantido plenamente a liberdade de imprensa e a liberdade de edição em Macau, tendo desde sempre cuidado, apoiado e incentivado todos os sectores dos meios de comunicação social, incluindo o sector da imprensa, a reforçar as suas vantagens profissionais e a alcançar um desenvolvimento saudável.” Este foi um dos destaques do discurso que o Chefe do Executivo proferiu ontem na cerimónia de abertura da 59ª Conferência Anual do Instituto de Imprensa de Língua Chinesa, organizada pelo próprio instituto com a Associação dos Trabalhadores da Comunicação Social de Macau e realizada pelo Jornal Ou Mun. As liberdades mencionadas surgem num contexto prévio de defesa “firme” da soberania, segurança e interesses de desenvolvimento do país, apontou Sam Hou Fai. O governante destacou que os órgãos de comunicação social desempenham um papel insubstituível e positivo na divulgação de informações, “no intercâmbio de ideias, na promoção do desenvolvimento e na supervisão pública”. Sam Hou Fai sublinhou que particularmente na conjuntura actual, “assumem a importante missão de disseminar energias positivas, construir o poder brando [normalmente designado como soft power], reforçar a confiança mútua e consolidar o consenso”. Além disso, cabe aos órgãos de comunicação social divulgar o sucesso da prática do princípio “Um País, Dois Sistemas”, para “contar bem a história de Macau e para fazer ouvir a voz da China”. Provas dadas O líder do Governo da RAEM salientou que, depois das edições de 1996 e 2006, a Conferência Anual do Instituto de Imprensa de Língua Chinesa regressou este ano a Macau, um reflexo pleno da “atenção e o apoio do sector pela causa do princípio ‘Um País, Dois Sistemas’ e pelo desenvolvimento da RAEM”. O princípio constituinte do modela político da RAEM voltou a ser realçado por Sam Hou Fai que enalteceu as suas “vantagens institucionais marcantes” e “poderosa vitalidade”. Neste aspecto, o Chefe do Executivo afirmou que a “notoriedade e a influência de Macau enquanto Centro Mundial de Turismo e Lazer aumentaram significativamente”, graças ao “salto histórico, de desenvolvimento económico e social” desde a transferência de Macau para a China.