Areia Preta | Rendas de habitação temporária entre 3.430 e 9.240 patacas

As rendas das fracções de habitação temporária, nos blocos construídos no terreno que estava destinado ao Pearl Horizon, variam entre 3.430 e 9.240 patacas, consoante a tipologia, área, piso e orientação solar. O despacho que fixou as rendas estipula que estas serão revistas de dois em dois anos

Um ano e meio depois de concluídas as obras de construção das torres de habitação temporária no Lote P na Areia Preta, no antigo terreno do Pearl Horizon, o Governo divulgou as rendas das fracções dos dois edifícios.

Segundo um despacho publicado ontem no Boletim Oficial, assinado pelo Chefe do Executivo, as rendas dos 2.803 apartamentos variam entre 3.430 e as 9.240 patacas.

No despacho assinado por Sam Hou Fai é referido que os “valores concretos das rendas das fracções” são fixados tendo em consideração a área bruta de utilização, a tipologia, a localização do piso e a orientação solar.

No Edifício Ut Koi, que ocupa a parcela B do terreno onde nasceu o complexo habitacional, a renda mensal mais barata é de 5.090 patacas, por um T1 entre 50,5 e 53 metros quadrados de área bruta, enquanto a mais cara tem o valor 9.240 patacas por um T3 com área bruta entre 100 e 102,4 metros quadrados.

Neste edifício, os apartamentos T1 têm rendas entre 5.090 e 5.750 patacas, enquanto os T2 no bloco 1 têm rendas entre 6.200 e 7.050 patacas. No bloco 2 do Edifício Ut Koi, as rendas são ligeiramente mais baratas, entre 6.180 e 6.870 patacas. Já os T3 têm rendas entre 8.170 e 8.730 patacas no bloco 1 e 8.470 a 9.240 patacas no bloco 2.

Mesmo ali ao lado

Por sua vez, o Edifício Lok Koi, na parcela C do terreno, têm três tipologias disponíveis: estúdios, T1 e T2, divididos entre seis blocos.

O estúdio mais barato custa 3.430. patacas por mês e tem uma área bruta de pouco mais de 30 metros quadrados. Os estúdios no Lok Koi têm rendas que vão até às 4.050 patacas mensais, por uma fracção com 33,1 metros quadrados.

Em relação aos T1, as rendas dos apartamentos, distribuídos entre as seis torres, custam entre 4.600 patacas e 5.980 patacas, por fracções com áreas brutas entre 44,2 e 53,2 metros quadrados. Já as fracções T2 têm rendas fixadas entre 5.940 e 7.310 metros quadrados, para apartamentos que vão de 64,4 a 71,6 metros quadrados de área bruta. O despacho publicado ontem estipula que as rendas sejam revistas obrigatoriamente a cada dois anos.

O terreno que estava destinado ao complexo do Pearl Horizon ficou com duas parcelas para habitação temporária para moradores de prédios sujeitos a renovação urbana, enquanto a outra parcela foi entregue a lesados do caso judicial que acabou com a condenação da Polytex ao pagamento de 91,2 milhões de dólares de Hong Kong a compradores de fracções.

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