SociedadeCPSP | Homem detido por assediar estudante Hoje Macau - 31 Jul 2026 Um homem com 30 anos foi detido depois de alegadamente ter apalpado uma estudante do ensino secundário no peito e na cintura. O caso aconteceu no passado domingo, e de acordo com a informação divulgada pelo Corpo de Polícia de Segurança Pública (CPSP), o homem negou o crime e afirmou que apenas tocou na vítima porque pensou que ela estava a sentir-se mal e precisava de ser amparada. O homem é um trabalhador não residente do Myanmar, a vítima é uma residente local. O caso ocorreu por volta das 2h da madrugada de domingo. A vítima caminhava pela Rua da Barca quando foi tocada e no peito e na cintura pelo suspeito. Perante a agressão sexual, a jovem ofereceu resistência, o que fez com que o indivíduo se colocasse em fuga. Após garantir a sua segurança, a vítima alertou o CPSP. Através da análise do sistema de videovigilância, a polícia identificou o suspeito, e veio a detê-lo na terça-feira, por volta das 13h00, na Rua do Bispo Medeiros. O CPSP considerou que as imagens de videovigilância confirmam a versão da vítima, pelo que encaminhou o caso para o Ministério Público. O homem está indiciado pelo crime de importunação sexual, que é punido com multa ou uma pena de prisão que pode chegar a um ano. CPSP | Agente suspenso comete infracção quando entregava comida Um agente do Corpo de Polícia de Segurança Pública (CPSP), que já estava suspenso de funções, está indiciado de ter cometido um crime de falsificação de documento, ao ter pedido a uma pessoa que se desse como culpada de passar um sinal vermelho. O caso foi revelado ontem pelo Comissariado contra a Corrupção (CCAC), e encaminhado para o Ministério Público. Segundo o órgão de investigação, o agente policial já se encontrava “suspenso de funções preventivamente por estar envolvido num outro caso criminal”. Por isso, estava a trabalhar na entrega de comida, embora sem autorização do CPSP. O CCAC indicou que esta actividade foi desempenhada “por um longo período de tempo”, embora sem especificar a duração, nem revelar o caso que levou à suspensão inicial. Os problemas para o agente surgiram quando não respeitou um sinal vermelho no trânsito e preferiu pagar a um terceiro para assumir as culpas: “na sequência da prática de uma contravenção por ter passado um sinal vermelho, o referido agente policial terá oferecido mil patacas como contrapartida para que um terceiro se declarasse infractor perante o CPSP, a fim de se eximir da responsabilidade neste incidente”, foi revelado. “No decorrer da investigação, um indivíduo admitiu ter recebido uma contrapartida para assumir a culpa”, foi acrescentado. O caso foi encaminhado para o Ministério Público, e o crime de falsificação de documento é punido com uma pena de prisão que pode chegar aos três anos.