Eventos MancheteHong Kong | Banda japonesa Silent Siren actuou em Kowloon Hoje Macau - 1 Fev 20261 Fev 2026 O trio do pop-rock japonês Silent Siren actuou na sexta-feira na sala Tides, em Kowloon. As Silent Siren nasceram para a música em 2010, sob a égide da empresa de talentos Platinum Production, formadas por três modelos: Sumire Yoshida na voz e guitarra, Aina Yamauchi no baixo, a bateria a cargo de Hinako Umemura e Yukako Kurosaka atrás dos sintetizadores a partir de 2012, depois de Ayana Sōgawa ter abandonado a banda. Dois anos depois da formação da banda, as Silent Siren estrearam-se nos registos discográficos com dois EPs, “Sai Sai” e “Love Shiru”. Já com contrato assinado com a Dreamusic, a banda deu o seu primeiro concerto a sério no Nippon Budokan em Tóquio no início de 2015. A ganhar notoriedade, as Silent Siren chegaram a um público mais vasto compondo temas para bandas sonoras de várias séries de Anime, cinema e até para uma publicidade a uma conhecida cadeia de restaurantes de ramen. Chegada à Universal A banda continuou a lançar discos, com destaque para “S” e “Girls Power”, este último registo já pela Universal Music Japan. Durante a pandemia, as Silent Siren interromperam a carreira, suspendendo tournées e a actividade discográfica, regressando no fim de 2023 já em formato de trio. A sonoridade das Silent Siren agrega as diversas características estilísticas e rítmicas do pop-rock japonês. Melodias animadas e aceleradas por ritmos rápidos e dançáveis de bateria, vocalizações ingénuas a evocar o universo da anime, mas riffs de guitarras e baixo a abeirarem-se do punk mais pop e pastilha elástica. O concerto da banda japonesa na região vizinha, onde ainda existem promotoras independentes de concertos, contrasta com o boicote não oficial que se verifica em Macau a espectáculos que envolvam cidadãos japoneses, que começou em Dezembro com o cancelamento da rainha da pop nipónica Ayumi Hamasaki, que tinha um concerto marcado no Venetian. O cancelamento, o primeiro de muitos que se seguiriam, foi anunciado depois do mesmo ter acontecido em Xangai na sequência de tensões políticas entre a China e o Japão, apesar do Governo da RAEM negar qualquer envolvimento no boicote.