Gasteroenterites somam e seguem

O pico de casos que se tem registado nos últimos dias de gasteroenterite não tem ainda uma causa clara. No entanto, os Serviços de Saúde de Macau (SSM) adiantaram ao HM que de uma análise inicial, “os principais motivos da gasteroenterite podem estar relacionados com a ingestão de comida estragada, ou exposta a temperaturas anormais, ou ao facto de não haver cuidados higiénicos, como lavar as mãos, após o manuseamento de lixo”.

No que respeita às causas exactas, os resultados poderão ser conhecidos mais tarde. Neste momento a situação ainda está sujeita às pesquisas e análises que serão efectuadas pelo Centro de Segurança Alimentar do Instituto para os Assuntos Cívicos e Municipais, dizem os SSM.

Para evitar o alastrar da situação, e na sequência dos danos causados pelo tufão Hato, os serviços continuam a manter o apelo a cuidados máximos, e pedem “para que os fornecedores de alimentos, que não possam garantir a segurança alimentar, suspendam o fornecimento dos alimentos facilmente deterioráveis”.

Foram registados um total de 220 casos de gastroenterite na segunda-feira em dois hospitais de Macau e os Serviços de Saúde admitem que o número pode continuar a subir, informaram ontem os SSM em comunicado, excluindo, no entanto, um surto colectivo.

O maior número de casos foi registado no hospital privado Kiang Wu, num total de 178, “todos eles sem relação e considerados esporádicos”, lê-se.

“Todos os pacientes foram considerados casos normais e não houve nenhum caso considerado grave”, refere o comunicado.

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