Ministra japonesa acusada de negar atrocidades em Nanjing

O Ministério da Defesa Nacional da China denunciou na sexta-feira as tentativas da nova ministra da Defesa japonesa, Tomomi Inada, de negar qualquer “competição de matança” em Nanjing durante a Segunda Guerra Mundial.
As observações de Tomomi Inada são ultrajantes, disse o Ministério da Defesa Nacional chinês numa declaração.
Inada disse na quinta-feira que duvidava se qualquer competição de homicídio aconteceu durante o Massacre de Nanjing.
A negação pública da ministra japonesa ao facto pretende encobrir as atrocidades do Japão e perturbar a ordem pós-guerra, disse o Ministério da Defesa Nacional chinês.
Não haverá nenhum futuro se o Japão negar a história, disse.
O exército japonês ocupou Nanjing, então capital da China, no final de 1937, e durante mais de 40 dias, cerca de 300 mil chineses foram mortos.
Durante a época dois oficiais japoneses, Toshiaki Mukai e Tsuyoshi Noda, estabelecer uma competição para matar 100 chineses usando uma espada. Mukai decapitou 106, e Noda, 105.
Os dois oficiais foram condenados por atrocidades e executados em Janeiro de 1948.

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