Futebol | PJ tenta prevenir apostas ilegais durante Mundial

A Polícia Judiciária levou a cabo uma campanha de prevenção de apostas ilegais durante o Mundial de Futebol, que começa amanhã. Os agentes visitaram bares e áreas de lazer e convívio e alertaram para as consequências de violar a lei e para as tácticas de “indivíduos sem escrúpulos”

Com a aproximação do pontapé de saída do Mundial de Futebol, marcado para amanhã no Estádio Azteca na Cidade do México, a Polícia Judiciária (PJ) jogou na antecipação e lançou uma campanha de sensibilização contra as apostas ilegais.

Segundo um comunicado divulgado ontem pela PJ, a campanha de prevenção de apostas ilegais decorreu entre o dia 2 de Junho e a passada segunda-feira, levando equipas de agentes a bares e áreas de lazer e convívio em todo o território.

As autoridades alertam para o facto de eventos da escala do Mundial de Futebol atraírem frequentemente indivíduos sem escrúpulos que aliciam amantes do desporto para se envolverem em apostas ilegais.

Durante a operação, agentes e estagiários da PJ prestaram esclarecimentos e distribuíram folhetos ao público e a empresas, além de terem sublinhado os perigos e a responsabilidades legais decorrentes da participação em apostas ilegais durante o Mundial. A mensagem das autoridades incidiu particularmente nas “apostas offshore” em jogos de futebol, que também são crimes de acordo com a legislação local, e detalharam os métodos mais comuns utilizados pelos criminosos para atrair as pessoas para o jogo.

Juventude cumpridora

As autoridades também focaram a campanha nos mais novos, distribuindo folhetos de prevenção da criminalidade a estudantes nas proximidades das escolas e em locais públicos frequentados por adolescentes.

Mais uma vez, as tácticas criminais para atraírem jovens foram apresentadas. Métodos de previsão de resultados de jogos, estatísticas e promessas de lucros rápidos estão entre os “iscos” usados para atrair jovens para apostas em redes sociais ou em aplicações móveis de chat. As autoridades apelaram também aos mais novos para não caírem na armadilha de más influências ou em ceder à curiosidade que resulte na prática de crimes. Além da possibilidade de enfrentarem acusações criminais, as autoridades avisaram também para a possibilidade de elevadas perdas financeiras.

O papel preventivo foi também passado à população, assim como a responsáveis de espaços onde serão transmitidos os jogos, para manter a vigilância e comunicar às autoridades, ou à família, actividades suspeitas.

A PJ realizou ainda seminários de prevenção da criminalidade em conjugação com algumas organizações comunitárias em Macau, apresentando casos específicos de crimes graves decorrentes do jogo ilegal, incluindo fraudes, agiotagem e crimes violentos relacionados.

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