GalaxyArt acolhe exposição de esculturas em bronze de Zhu Bingren

“A Fortuna Dourada: A Estreia em Macau da Arte do Cobre de Zhu Bingren” é o nome da exposição que está exibição na GalaxyArt até ao próximo dia 12 de Abril.
A mostra apresenta uma série de obras do mestre do cobre Zhu Bingren, que deu continuidade ao legado do seu pai, Zhu Junmin, através de 68 obras. Com o Ano do Cavalo à porta, a exposições reúne 38 esculturas centradas no tema equestre, algumas criadas especialmente para a exposição que apresenta a obra do mestre do cobre a Macau.
Esculpidas com esmalte de alta temperatura, as obras em exibição “entrelaçam o estilo arrojado e dinâmico dos cavalos da dinastia Tang com o realismo ocidental e influências contemporâneas”, aponta a Galaxy em comunicado.
A figura equestre tem uma dimensão de grande simbolismo na cultura chinesa, com a sua forma em galope representando boa sorte, vitalidade e progresso.
Prosseguindo o legado centenário da sua família, Zhu Bingren não se limitou a seguir as linhas traçadas pela tradição das técnicas gengcai, trilhando novas rotas na arte de moldar cobre derretido. A organização da mostra salienta que o artista expandiu as formas da arte estrutural para a arte moderna, “revigorando o antigo ofício com talento e destreza”.
“As suas obras combinam técnicas modernas com o artesanato tradicional, transmitindo simbolismo auspicioso e ganhando reconhecimento de muitos dos principais museus de arte da China, onde as suas criações são exibidas”, indica a Galaxy.

Memória que permanece
Ao longo da sua carreira, Zhu recebeu vários títulos e condecorações. Reconhecido oficialmente como um mestre nacional da arte do cobre, Zhu Bingren é investigador da Academia Nacional de Artes da China, e consultor cultural e criativo do Museu do Palácio em Pequim.
“Há nove anos atrás, vim pela primeira vez a esta terra. Desde então, a abertura e inclusão de Macau ficaram profundamente gravadas na minha memória. Daí criei ‘Confluência dos Três Rios’ e ‘Plumas Esmeraldas, Graça Florescente’. Espero que estes reflexos fluídos do cobre sirvam de ponte cultural, ligando a florescente comunidade artística da Grande Baía”, afirmou o artista, citado pela Galaxy.
A exposição é realizada com o apoio da Direcção dos Serviços de Turismo e o Instituto Cultural.

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