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OÍndice de Preços ao Consumidor (IPC) da China, o principal indicador da inflação no país, subiu 2,1 por cento, em Julho, face ao mesmo mês do ano passado, informou ontem o Gabinete Nacional de Estatísticas (GNE) chinês. A subida do IPC deveu-se, sobretudo, ao aumento dos preços dos produtos não alimentares, que se fixou em 2,4 por cento. O preço dos alimentos subiu 0,5 por cento. O GNE divulgou ainda o Índice de Preços na Produção (IPP), que indica a inflação no sector grossista, e registou um aumento de 4,6 por cento, em Julho, em termos homólogos. Face ao mês anterior, o IPP subiu 0,1 por cento. Analistas consideram que existe o risco de o IPP abrandar, face à guerra comercial entre Pequim e Washington que resultou já na imposição de taxas alfandegárias sobre importações oriundas dos dois países. O Governo chinês confirmou em Abril que mantém o objectivo da inflação em torno de 3 por cento para este ano, depois de em 2017 o IPC se ter fixado em 1,6 por cento.

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