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A futura visita do presidente russo Vladimir Putin à China é de grande significado para o planeamento da próxima fase das relações sino-russas, reiterou o ministro das Relações Exteriores da China, Wang Yi

 

Wang Yi comentou a importância da visita do líder máximo russo quando se encontrou com o seu homólogo, Sergei Lavrov, no passado domingo durante a reunião dos chanceleres dos BRICS, em Joanesburgo, África do Sul.

O presidente Putin realizará uma visita de Estado à China entre os dias 8 e 10 de Junho e participará na cimeira da Organização de Cooperação de Shanghai (OCS), afirmou Wang.

Esta será a primeira visita de Putin à China durante o novo mandato do presidente chinês, além do primeiro encontro entre Xi e Putin este ano. De acordo com informações veiculadas pela agência Xinhua a reunião reveste-se de grande significado para o planeamento para a próxima fase do crescimento das relações sino-russas, afirmou Wang.

A China está disposta a reforçar a coordenação com o lado russo de modo a garantir que a visita seja bem-sucedida e frutífera, e sejam promovidos fortes impulsos ao desenvolvimento das relações bilaterais, assinalou o ministro chinês.

A China e a Rússia devem fazer esforços conjuntos para que a cimeira da OCS em Qingdao, a primeira após a expansão da organização, continue a promover o “Espírito de Shanghai”, materializando os resultados positivos e práticos e transmitindo uma mensagem de solidariedade, reforçou.

Por seu turno, Lavrov afirmou que Moscovo também encara o encontro entre os dois líderes máximos como sendo de grande importância à próxima visita de Estado de Putin à China.

A Rússia está contente com os progressos obtidos na preparação para a visita e está disposta a fazer esforços em conjunto com a China para garantir que a mesma cumpra com todas as metas estipuladas, disse. Lavrov acrescentou ainda que a Rússia concorda totalmente com a China no seu pensamento sobre a actual situação internacional e deseja fortalecer a coordenação com Pequim nos mecanismos multilaterais, tais como a OCS, BRICS, G20 e ONU. Xinhua

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