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Aplanta para a demolição e nova construção do edifício Sin Fong já foi aprovada pela Direcção dos Serviços de Solos, Obras Públicas e Transportes (DSSOPT). Quem o garante é Chan Po Sam, presidente da Associação dos Conterrâneos de Kong Mun de Macau. A obra, diz, poderá começar em breve e prevê-se que esteja concluída em dois anos.
Segundo o jornal Ou Mun, o presidente da Associação – que irá cobrir 60% das despesas totais da obra – disse que os trabalhos estão a correr “bem”, sendo que neste momento as equipas de trabalho estão à espera do despacho do Chefe do Executivo para iniciar a demolição.
“O novo edifício não será nem maior nem menor que o anterior, o que queremos apenas é qualidade na construção”, garantiu Chan. O presidente explicou ainda que o processo de demolição poderá demorar um pouco, talvez meio ano, porque é preciso garantir que as obras não afectem os moradores ao redor, nem que haja ruído ou poluição.

Indefinições

Ao HM, Chan Pok Sam afirmou que as despesas da obra ainda não estão definidas, sendo que ainda é necessário fazer um concurso público. O presidente prevê um baixo número de empresas candidatas porque a obra é muito polémica. “As empresas podem não ter coragem para fazer a obra”, afirmou. Por este motivo, diz, não está afastada a hipótese de convidar directamente empresas para aceitarem a construção.
Desde 2012 que o caso deste edifício tem sido muito polémico. Só no final de 2015 é que os proprietários chegaram a um consenso quanto à demolição e nova construção. Em ruína, o lote obrigou à saída de 200 famílias que têm sido apoiadas pelos Instituto de Acção Social (IAS), que já atribuiu 25 milhões de patacas em apoios aos moradores. Foi ainda colocada uma acção judicial pelo Governo à empresa construtora, a Companhia de Construção e Investimento Ho Chun Kei, para a recuperação das despesas. 

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