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Foram apresentados este domingo os filmes vencedores do Festival Internacional de Cinema e Vídeo de Macau. O “Prémio do Júri” foi atribuído a “Projecto Miúdos” de Io Lou Ian, uma ficção sobre um grupo de crianças do jardim de infância que participa num show de talentos. A obra é uma reflexão sobre o sistema educativo e os valores que lhe estão associados. Io Lou Ian volta, assim, a receber um primeiro depois de a sua curta metragem “A Senhora Cogumelo” ter recebido a “Menção Honrosa do Júri” em 2012.
O “Prémio de Louvor para Melhor Longa-Metragem” coube a Emily Chan com “Uma Década de Blademark”, um filme que regista o percurso artístico da banda rock liderada por Fortes Pakeong Sequeira. A “Melhor Curta-Metragem” foi para Hong Heng Fai com o filme “Choque”, uma ficção baseada na perda e no reconhecimento social.
“Leno”, de Leong Kin e Cobi Lou, foi considerada “A Melhor Animação”. Uma brincadeira onde se falam de temas sérios como a protecção ambiental da cidade.
O Macau Indies distinguiu ainda o “Melhor Argumento”, com o prémio a ser entregue a Hugo Cheong pelo filme “Orpheus”, uma história à volta da conquista de sonhos e da percepção da realidade.
O júri foi composto por Sunny Luk, cineasta e argumentista de Hong Kong, Song Wen, fundador do FIRST – Festival Internacional de Cinema do continente chinês, e Derek Tan, impulsionador da plataforma para curtas-metragens asiáticas Viddsee, sediada em Singapura.
A concurso estiveram 25 produções, do cinema de animação às curtas, das longas-metragens aos projectos experimentais e documentais.
O Festival Internacional de Cinema e Vídeo 2016 prossegue com o desafio vídeo “Filme a La Minute”, onde os participantes têm 24 horas para criar um filme com a duração máxima de um minuto utilizando um telefone inteligente. Continua agendada a projecção de sete filmes internacionais de 1 a 5 de Junho.

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