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Um inquérito realizado pela União Geral das Associações dos Moradores de Macau (UGAMM, ou Kaifong) revela que mais de 60% das mães sofrem uma “grande pressão”, sendo que 30% das entrevistadas revela que sente pressão por questões familiares, incertezas quanto à possibilidade de promoção no trabalho ou a inflação. Metade das mães entrevistadas revelou sentir pressão com a aprendizagem e a disciplina dos filhos.
Segundo o Jornal do Cidadão, o inquérito mostra que mais de metade das mães “usa formas inapropriadas para combater” o problema, sendo que 40% admitiu reagir com raiva e angústia. A maioria das mães disse que já ficou em casa ou comeu em excesso como reacção à pressão que sente no dia-a-dia.
Os Kaifong entrevistaram 900 mães com idades compreendidas entre os 25 e os 44 anos, sendo que a maioria trabalha na área do Jogo e do turismo. Tse Mei Leng, chefe da Comissão de Assuntos de Mulheres dos Kaifong, apelou à sociedade e às famílias para dar atenção à pressão sentida pelas mães, esperando que haja mais comunicação no seio da família. Tse Mei Leng pediu horários de trabalho mais flexíveis para que seja permitido a estas mulheres que cuidem dos filhos e dos idosos em casa.

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