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Foi confirmado um caso “grave” de gripe H1N1 no hospital Kiang Wu, que levou ao internamento de uma idosa com 60 anos de idade. A mulher apresentava febre e tosse há cinco dias e o seu estado clínico “teve uma rápida evolução”. A idosa apresentou dificuldades de respiração e foi necessário proceder à ventilação assistida. A paciente está internada na Unidade de Cuidados Intensivos em estado crítico.
A situação levou a um apelo dos Serviços de Saúde (SS) à população, já que a mulher não tomou a vacina antigripal.
“Macau está no período do pico de gripe, razão pela qual os SS apelam aos cidadãos para aplicarem bem as medidas de prevenção, nomeadamente administrando a vacina que constitui uma das medidas mais eficazes para prevenir a gripe, dado que a vacina anti-gripal de um modo geral, só produz efeitos pelo menos três semanas após a sua administração, os SS apelam aos cidadãos, nomeadamente, os grupos de risco tais como os idosos, crianças, mulheres grávidas, pessoas obesas e doentes crónicos estarem mais vulneráveis a complicações se contraírem a gripe, para a administrem o mais rapidamente possível”, escrevem em comunicado.
Este ano foram declarados 159 casos de gripe, um aumento de nove casos quando comparado com o passado mês de Dezembro de 2015. Contudo no período homólogo o número é significativamente inferior. “Em 2016 até ao momento foram declarados dois casos de doença gripal, uma diminuição significativa de casos quando comparado com os 12 registados no período homólogo do ano transacto. De acordo com os resultados laboratoriais de isolamento do vírus, actualmente, a gripe em prevalência em Macau é do tipo A H1N1 e H3N2 e as taxas positivas detectadas foram 6,4% e 0,7% respectivamente”, esclarecem os serviços. Até ao momento, mais de 85 mil pessoas em Macau tomaram a vacina.

Trabalhadores de mercado saem de isolamento

O período de isolamento a que estavam sujeitos três vendedores que tinham sido considerados como tendo tido contacto próximo com aves com gripe no Mercado Provisório do Patane terminou. Num comunicado à imprensa, os Serviços de Saúde indicam que a decisão de isolamento levantou algumas opiniões contrárias, tendo um dos vendedores interposto recurso junto do Tribunal de Segunda Instância solicitando a cessação da medida de isolamento com o fundamento dos resultados negativos e não manifestação da doença. Ainda assim o tribunal indeferiu o recurso.

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