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Passa a existir em Macau, já a partir do próximo mês, um novo método de enterro que consiste na sepultura de cinzas, resolvendo assim o problema da escassez de terrenos para a construção de cemitérios. Já estão guardados 440 lugares para este ritual. Vai ainda ser criado um memorial onde estarão gravados os nomes das pessoas cujas cinzas foram enterradas. Segundo notícia da TDM, o Instituto para os Assuntos Cívicos e Municipais (IACM) passa a disponibilizar a possibilidade das pessoas serem inumadas. O método passa pelo enterro das cinzas em solo orgânico junto de zonas arborizadas do cemitério Sá Kong, na Taipa. As cinzas são, de acordo com explicação do Instituto, absorvidas pelo solo após dois anos, o que em muito, dizem, ajuda a solucionar o problema da falta de terrenos no território.

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