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A[/drop]s infracções relacionadas com taxistas em Macau quintuplicaram no primeiro semestre, em termos anuais homólogos, para 3.037, revelou sexta-feira o secretário para a Segurança.
“Desde Janeiro a Junho deste ano, no âmbito de operações conjuntas do CPSP [Corpo de Polícia de Segurança Pública] e da DSAT [Direcção dos Serviços para os Assuntos de Tráfego], visando a fiscalização e o combate às infracções relacionadas com os taxistas, foram autuados 3.037 casos”, afirmou Wong Sio Chak, no balanço da criminalidade no primeiro semestre do ano.
Este valor reflecte um aumento exponencial face ao período homólogo de 2014, altura em que foram efectuadas 539 autuações. Em paralelo, ultrapassa, em larga medida, o número de infracções registadas no cômputo do ano passado: 1.666.
Segundo o Secretário para a Segurança, do universo de 3.037 casos, 730 dizem respeito à cobrança de um preço elevado, enquanto 919 resultaram da recusa de tomada de passageiros.
“O CPSP continua a cooperar com a entidade competente no combate às actividades ilegais dos taxistas, a fim de assegurar uma imagem de Macau como uma cidade de turismo”, afirmou Wong Sio Chak.
O serviço de táxis é frequentemente alvo de críticas por parte da sociedade, sendo recorrentes as queixas devido às irregularidades cometidas.
Com uma população estimada em 642.900 habitantes e uma média mensal de 2,4 milhões de turistas – Macau tem apenas 1.080 táxis em circulação. HM/Lusa

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