Trilho da Taipa Grande | Alcatrão cede e obriga a obras

O Instituto para os Assuntos Municipais (IAM) anunciou o encerramento temporário de alguns troços do Trilho da Taipa Grande, devido ao desabamento de parte da terra que sustenta os alcatrão. Num comunicado emitido ontem, a medida foi justificada com o objectivo de “garantir a segurança do público”.

“Foi necessário colocar vedações provisórias nos troços em causa, sendo proibida ou limitada a circulação nos mesmos, pelo que se solicita aos cidadãos que prestem atenção às instruções no local e não entrem na área vedada”, pode ler-se na nota de imprensa.

A informação acrescenta que os trabalhos de reparação compreendem o troço que vai da entrada do Trilho da Taipa Grande ‘T1’ ao Jardim das Cameleiras da Taipa Grande e entre o Miradouro da Taipa Grande e a coluna do marco de distância 2-01-06. “A obra consiste sobretudo na reparação do pavimento de asfalto com fendas e sedimentação nos referidos troços, incluindo o reaterro, estabilização das fundações, remoção provisória e reposição das instalações eléctricas, de abastecimento e drenagem de água”, foi revelado.

“Prevê-se que a obra esteja concluída em Setembro, podendo o prazo de execução real ser prolongado devido ao tempo e a outros factores”, foi acrescentado. O IAM apelou ainda “aos cidadãos para prestarem atenção à organização da vedação, e evitarem aproximar-se, para prevenir a ocorrência de acidentes”.

7 Ago 2026

IACM | Extensão da ciclovia da Taipa até Coloane custa 18 milhões

Já há consenso para a extensão da ciclovia da Taipa até à ponte Flor de Lótus. O IACM prevê um custo de 18 milhões de patacas para uma obra que deverá ser inaugurada no próximo ano. As restantes fases estão dependentes do projecto da marina, que está a cargo da empresa do deputado Cheung Lap Kwan

 

[dropcap style≠’circle’]Q[/dropcap]uem costuma correr ou caminhar na ciclovia da Taipa, que se estende desde a entrada da ilha até ao Galaxy, poderá, no próximo ano, estender o percurso até à zona Flor de Lótus, perto de Coloane. As obras da sexta e última fase da referida ciclovia já reuniram consenso, tendo o Instituto para os Assuntos Cívicos e Municipais (IACM) apresentado ontem os detalhes de um projecto que vai custar 18 milhões de patacas.

Serão acrescentados um total de 600 metros à actual ciclovia, explicou Au Chun Yat, engenheiro civil do IACM. “Vamos ter uma faixa verde para separar a zona de lazer da estrada. Vamos fazer a expansão do dique de retenção e colocar placas informativas para a segurança dos peões.”

A necessidade de estabelecer a ligação, através de percursos pedonais e ciclovias, entre a Taipa e o Cotai é uma questão antiga, tanto que até já foi tema de debate na Assembleia Legislativa, nomeadamente da parte da ex-deputada Kwan Tsui Hang.

Em Maio do ano passado já o IACM tinha garantido à deputada que estava a estudar o assunto. “Quais são os planos concretos das restantes três fases da ciclovia da Zona de Lazer da Marginal da Taipa? E quando é que vai estar concluída a ligação entre a pista da Flor de Lótus e a ciclovia da Avenida dos Jogos da Ásia Oriental?”, questionou a deputada junto do Governo, através de uma interpelação escrita.

Duas fases à espera

Apesar do Governo ter decidido avançar para este projecto, há duas fases, a quatro e cinco, desta obra que só poderão avançar depois de um diálogo com a empresa do deputado Cheung Lap Kwan, concessionária de um terreno onde vai nascer uma nova marina de iates.

Henry Ma, membro do conselho de administração do IACM, explicou que “está a ser pensada a construção de uma marina no local onde serão feitas as fases quatro e cinco do projecto, pelo que teremos de comunicar com o concessionário do terreno”.

Ainda assim, Henry Ma mostra-se confiante no cumprimento do calendário da obra. “Em principio vamos iniciar a obra em Julho e terminar até finais deste ano. Será inaugurada no principio do próximo ano. Vamos procurar atingir este objectivo, mas isso terá sempre a ver com a situação concreta das obras.”

 

 

IACM analisa segurança alimentar nas escolas

O IACM anunciou a realização do primeiro estudo sobre segurança alimentar, que se inicia hoje. A pesquisa vai incidir sobre mais de mil alunos de 30 turmas, em 12 escolas do ensino secundário. A ideia é analisar, não apenas as noções que os estudantes têm sobre esta matéria, mas também os tipos de alimentos que são consumidos e a sua quantidade. Cabe à Universidade de Ciências e Tecnologia de Macau a realização deste inquérito, cujos resultados deverão ser conhecidos no final do ano.

26 Fev 2018