IPIM | Macau quer ser uma “cidade tecnológica” em 2036

O presidente do Instituto de Promoção e Comércio (IPIM), Alex Che Weng Keong, disse na terça-feira no lançamento do fórum da Fortune que Macau pretende ser uma “cidade tecnológica”, no contexto da Grande Baía, em 2036. Citado por uma nota do “Fortune Leaders Forum”, que decorreu na terça-feira no Grand Lisboa Palace, Cotai.

Citado por um comunicado da organização, o presidente do IPIM disse que a RAEM irá seguir o exemplo das regiões vizinhas apresentando-se a nível internacional” e de forma integrada na Grande Baía como uma “cidade tecnológica”, sendo uma “ambição construída e que também vai além do objectivo de diversificação económica de Macau até 2030”.

O presidente do IPIM destacou “a complexidade” da Grande Baía no que diz respeito à existência de “três moedas e três sistemas jurídicos em Hong Kong, Macau e Guangdong”. “Não se trata apenas de um desafio de integração, mas sim de uma das maiores vantagens competitivas da região”, frisou.

Num painel sobre o desenvolvimento da Grande Baía, o presidente do IPIM destacou os “laços históricos de Macau com os mercados dos países de língua portuguesa”, bem como da Zona de Cooperação de Guangdong e Macau em Hengqin, que constituem “pontos chave para a movimentação de talentos e de capital entre regiões na próxima década”. Alex Che Weng Keong não esqueceu os planos do Governo, incluídos no mais recente Plano de Desenvolvimento Socioeconómico da RAEM, que aponta para que em 2030 o segmento não jogo represente 60 por cento do Produto Interno Bruto.

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