SociedadeAlertas para confusão à saída de parque de estacionamento em Mong Há João Santos Filipe - 17 Jan 2026 O deputado Lee Koi Ian pediu às autoridades para melhorar os acessos de saída do estacionamento do Edifício Mong Son em Mong Há. O pedido faz parte de uma interpelação escrita divulgada ontem pelo legislador ligado à Federação das Associações dos Operários de Macau (FAOM). Segundo o deputado, o parque de estacionamento no Edifício Mong Son entrou em funcionamento a 1 de Abril do ano passado e tem sido uma infraestrutura bem recebida, principalmente porque serviu para testar a cobrança do pagamento por períodos de meia-hora. No entanto, logo num primeiro momento, a proximidade da saída com passadeiras e semáforos geraram congestionamentos. Os problemas foram resolvidos com uma primeira intervenção das autoridades. Mas, segundo Lee Koi Ian, muitos condutores ainda se confundem e seguem vias erradas: após a inversão das entradas e saídas do parque de estacionamento público do Mong Sin Lou, as condições de trânsito melhoraram significativamente. No entanto, ainda se observa que alguns proprietários de veículos particulares utilizam erroneamente a saída como entrada, enquanto outros fazem curvas à esquerda não autorizadas na saída”, descreveu. “As autoridades irão optimizar ainda mais as instalações auxiliares do parque de estacionamento e aperfeiçoar os outros aspectos em resposta aos ajustes nas entradas/saídas?”, pergunta Lee. O deputado da Assembleia Legislativa sugere assim alterações a nível da passadeiras, barreiras e sinalização adicional. Mais comunicação Lee Koi Ian indica que a situação do parque de estacionamento reflecte ainda “uma comunicação e coordenação inadequadas entre os departamentos governamentais” que fazem com que posteriormente tenham de ser adoptadas “medidas correctivas”, quando surgem os problemas. Face a esta tendência, o deputado quer saber como vão ser implementadas mudanças no modelo de comunicação: “Como é que o governo irá reforçar a comunicação interdepartamental durante futuros projectos de obras públicas de grande escala, a fim de evitar erros semelhantes e reduzir o desperdício administrativo?”, questionou.