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AAssociação Geral de Estudantes Chong Wa de Macau e a Associação de Pesquisa Sobre Juventude de Macau querem que a Direcção dos Serviços de Educação e Juventude (DSEJ) crie guias e regulamentos para os estudantes que trabalham a tempo parcial. As duas associações publicaram na semana passada um inquérito sobre a situação de trabalho em part-time de alunos de escolas secundárias em Macau e o resultado mostrou que, entre os 1055 estudantes inquiridos, 45% já teve trabalhos a tempo parcial, sendo que a maioria trabalhava no sector de serviços. Outros 55% nunca trabalharam.
Kaman Chan, vice-presidente da Associação Geral de Estudantes Chong Wa, apontou que, quanto mais velhos são os estudantes mais trabalham, principalmente os do décimo segundo ano. Os que nunca trabalharam dão como justificação o facto de isso “poder afectar o tempo de estudo”, “não terem interesse” ou “terem mais actividades nas escolas”. A responsável disse ainda que 49% dos estudantes que trabalharam conseguiu arranjar trabalho através de amigos e colegas.
O resultado do inquérito demonstra ainda que, entre todos os sectores, 37% dos alunos trabalhou em hotéis, restaurantes e lojas; 20% trabalhou como pessoal de venda e 18% foi professor de salas de explicações.
Os responsáveis pelas duas associações consideram que o sector da Educação deveria ter regulamentos, indicações e supervisão para os estudantes-trabalhadores, de forma a proteger os direitos desses estudantes.

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