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Desapareceram cinco funcionários da livraria de Hong Kong The Causeway Bay Bookstore e Jason Chao acredita que a história não acaba aqui, podendo mesmo ter lugar na RAEM. “[É uma situação] que pode muito bem acontecer em Macau”, determinou o activista, que ontem falou sobre o assunto à margem de uma conferência da Associação Novo Macau (ANM). Chao confessou sentir-se “sem poder” para travar este tipo de práticas, acreditando que “o Partido Comunista Chinês vai ter sempre formar de raptar pessoas para as julgar em tribunal e até torturar”. O caso está relacionado com o desaparecimento de cinco pessoas da livraria que é conhecida por publicar obras que criticam o governo de Xi Jinping. Ao jornal Ponto Final, vários activistas locais falam de sinais de “um Estado totalitário”, com contornos semelhantes às acções praticadas pelo KGB russo. “A ANM acredita na liberdade de expressão, tal como em outros direitos humanos básicos, enquanto pedras basilares de uma sociedade democrática. As tiranias do passado e do presente tentaram tirar-nos isso através da força, da intimidação e decepção. O seu esforço só nos convence ainda mais da importância da liberdade”, disse o presidente da Associação, Scott Chiang, ao Ponto Final.

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