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Foram 200 feridos e 600 participantes. Mas Macau está preparado para responder a eventuais casos graves de incidentes e desastres. É este o balanço do simulacro “Operação Marte” realizado na passada sexta-feira e considerado o maior desde a transferência de soberania. Foi simulado um incêndio durante um espectáculo no Fórum Macau, que durou cerca de três horas. A coordenação foi feita por Alexis Tam, Secretário para os Assuntos Sociais e Cultura, responsáveis dos Serviços de Saúde e entidades de protecção civil. Segundo um comunicado, Alexis Tam considerou que “o Governo deve assegurar que Macau tem capacidade para responder aos desastres de grande dimensão, como por exemplo, eventuais catástrofes naturais, ataques terroristas, acidentes marítimos ou de aviação”, por se tratar de uma “cidade internacional de turismo, com alta densidade populacional”.
Para o Secretário, a RAEM “possui há muito tempo um mecanismo de coordenação inter-serviços na resposta a desastres de grande dimensão e possuí capacidade de salvaguarda e socorro, sendo suficientes os profissionais de saúde e o número de camas para darem resposta a desastres similares a este simulacro”.
O simulacro decorreu “de forma satisfatória ao nível de preparação, coordenação e execução da triagem dos exames dos feridos, atendimento de vítimas, aconselhamento psicológico e apoio prestado a familiares dos feridos”.

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