Hoje Macau SociedadeReservas cambiais | Subida para 240,4 mil milhões No final de Janeiro, as reservas cambiais da RAEM cifravam-se em 240,4 mil milhões de patacas, de acordo com as estimativas preliminares divulgadas pela Autoridade Monetária de Macau (AMCM). Este valor representa um aumento de 2,3 por cento relativamente aos dados rectificados do mês anterior, que atingiram 235,0 mil milhões de patacas. No final de Janeiro de 2025, as reservas cambiais da RAEM corresponderam a cerca de 12 vezes a circulação monetária, ou 93,4 por cento do agregado monetário M2 em patacas, conforme os dados do final de Dezembro de 2024. A taxa de câmbio efectiva da pataca, ponderada pelas quotas do comércio, foi de 107,5 em Janeiro de 2025, registaram acréscimos de 0,96 pontos e 4,11 pontos, em comparação com os dados registados no mês anterior e com os reportados a Janeiro de 2024, o que significou que globalmente a pataca valorizou-se em relação às moedas dos principais parceiros comerciais de Macau.
Hoje Macau China / ÁsiaReservas cambiais da China recuam 0,5% em Julho [dropcap]A[/dropcap]s reservas cambiais da China, as maiores do mundo, caíram 0,5 por cento, em Julho, para 3,104 biliões de dólares, o valor mais baixo em seis anos, segundo dados oficiais ontem publicados. A queda, de 15.537 milhões de dólares, em relação ao valor de Junho, deveu-se ao facto de as principais moedas caírem, em relação ao dólar norte-americano, devido às incertezas nos mercados financeiros internacionais, explicou a porta-voz e economista-chefe da Administração Estatal de Divisas, Wang Chunying. Wang destacou questões “geopolíticas”, incluindo alterações no comércio global – uma referência à guerra comercial entre Pequim e Washington -, a política monetária do banco central chinês ou as perspectivas de ‘brexit’ (saída do Reino Unido da União Europeia). A porta-voz salientou, no entanto, que as reservas chinesas somaram 310 biliões de dólares este ano, um acréscimo de 1 por cento. Wang salientou que, num futuro próximo, a situação política e económica internacional continuará a ser “complicada e grave”, devido ao maior proteccionismo e populismo, bem como à volatilidade dos mercados financeiros e à pressão negativa sobre o crescimento em todo o mundo. Os governos da China e dos Estados Unidos impuseram já taxas alfandegárias sobre centenas de milhares de milhões de bens importados um do outro, numa guerra comercial que espoletou desde o Verão passado.
Hoje Macau China / ÁsiaNegócios | Regras podem vir a ser aliviadas [dropcap style≠’circle’]O[/dropcap] recente período de calmaria nos mercados accionários da China ajudou a criar um ambiente apropriado para um novo relaxamento das regras para os negócios com índices futuros e a implementação de novas medidas de liberalização, segundo um comentário publicado pela imprensa estatal. Este ano, o mercado de ações do tipo A tem operado de forma tranquila, com forte redução da volatilidade, uma estrutura de valorização mais razoável e a recuperação da confiança dos investidores, pode ler-se num artigo publicado na edição desta quinta-feira do Economic Information Daily, jornal produzido pela agência de notícias estatal Xinhua. “O mercado atingiu as condições para mais reformas voltadas para os mercados e o relaxamento apropriado dos futuros das acções”, diz a publicação. Reservas cambiais voltam a aumentar [dropcap style≠’circle’]A[/dropcap]s reservas cambiais da China, as maiores do mundo, subiram 0,35% em Agosto, face ao mês anterior, para 3,09 biliões de yuan, a aumentarem pelo sétimo mês consecutivo, informou ontem o Banco do Povo da China. O aumento fixou-se em 10.800 milhões de dólares. A empresa de análises Capital Economics calcula que o banco central chinês adquiriu 15.000 de dólares em reservas, ao longo do mês de Agosto. A valorização do yuan, a moeda chinesa, nas passadas semanas, também terá resultado numa menor procura por moedas internacionais, uma tendência que a Capital Economics prevê que continue ao longo dos próximos dois anos, levando a uma redução na saída de capitais.