Hoje Macau China / ÁsiaMongólia | Amizade com China é prioridade de política externa O Presidente mongol afirmou que a amizade com Pequim constitui uma prioridade da política externa do país e manifestou vontade de aprofundar a cooperação bilateral, durante uma reunião em Ulan Bator com o ministro dos Negócios Estrangeiros chinês. Ukhnaagiin Khürelsükh afirmou, no sábado, que os dois países têm vindo “a aprofundar continuamente” a “cooperação mutuamente benéfica” e manifestou confiança de que o comércio bilateral alcance este ano os 20 mil milhões de dólares, de acordo com um comunicado divulgado pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros da China. O líder da Mongólia reiterou ainda que Taiwan “é parte inalienável” do território chinês e sustentou que as questões relativas a Hong Kong, Tibete e Xinjiang são “assuntos internos” da China, lê-se na nota. Khürelsükh manifestou apoio às iniciativas globais promovidas pelo Presidente chinês, Xi Jinping, ainda de acordo com o comunicado. No encontro, Wang Yi assegurou que a política da China em relação à Mongólia mantém “continuidade e estabilidade” e reiterou que Pequim vai continuar a atribuir às relações com o país vizinho uma posição de relevo. O chefe da diplomacia chinesa manifestou disponibilidade de Pequim para aprofundar a cooperação em vários domínios – incluindo energia, recursos minerais, comércio e investimento – bem como para explorar novas áreas de crescimento ligadas aos minerais críticos, ao desenvolvimento verde e à economia digital. A agência oficial mongol Montsame informou, por seu lado, que durante o encontro os dois líderes falaram sobre o aumento do comércio bilateral, a expansão das exportações mineiras, o desenvolvimento de infraestruturas, a ligação ferroviária, o petróleo, a energia verde, a inteligência artificial e o comércio electrónico. Durante a visita à Mongólia, Wang Yi deverá ainda reunir-se com o primeiro-ministro mongol, Uchral Nyam-Osor, e a ministra dos Negócios Estrangeiros, Batmunkh Battsetseg.
Hoje Macau China / ÁsiaMongólia | Novo recorde de turistas em 2024 A Mongólia registou um aumento significativo no número de turistas estrangeiros em 2024, totalizando 727.400 visitantes, número ainda aquém da meta de um milhão estabelecida pelas autoridades. O valor representa um aumento de 22 por cento em comparação com o ano anterior, de acordo com dados divulgados no sábado pelo país asiático. O aumento de turistas, indicam as estatísticas, deve-se sobretudo a uma subida de visitantes asiáticos, nomeadamente chineses, japoneses e taiwaneses. A Mongólia está a promover o desenvolvimento do turismo sustentável para proteger os recursos naturais do país. Criou o programa “Go Mongolia 2.0”, centrado na promoção do turismo nas quatro estações do ano e no desenvolvimento regional do sector, lançando projectos de infra-estruturas, como a construção de 4.440 quilómetros de estradas, a melhoria dos postos fronteiriços e novas ligações ferroviárias e aéreas entre regiões. O Governo mongol sublinhou ainda a importância do planeamento de infra-estruturas – como parques de campismo e rotas de viagem bem definidas – e da protecção de zonas sensíveis. Desde 2019, um projecto de turismo sustentável apoiado pelo Banco Asiático de Desenvolvimento tem incidido na construção de infraestruturas e na gestão de resíduos em destinos chave, como o lago Khovsgol e o complexo natural de Onon Balzhin. O sector do turismo gerou receitas recorde de 1,5 mil milhões de dólares em 2024, desempenhando um papel importante nos esforços da Mongólia para diversificar a economia historicamente dependente da mineração. A administração do país designou os anos 2023-2028 como os “Anos de Visita à Mongólia”, com o objectivo de atrair pelo menos um milhão de turistas por ano.
Hoje Macau DesportoFutebol | Selecção de Macau goleada pela Mongólia [dropcap style=’circle’]A[/dropcap]selecção principal de Macau foi goleada, ontem, por 4-1 diante da Mongólia, em encontro a contar para a primeira fase de apuramento para o Campeonato EAFF E-1. O golo da selecção da Flor do Lótus foi apontado por Carlos Leonel, aos 48 minutos, quando Macau já perdia por 2-0. Para os mongóis marcaram Gankhuyag Seo-Od-Yanjiv (39’), Janchiv Sundorj (45’), Batbold Baljinnyam (74’) e Naranbold Nyam-Osor (82’). “Não era o resultado que esperávamos, mas o futebol é assim”, afirmou, no final, Iong Cho Ieng, selecionador de Macau.
Hoje Macau China / ÁsiaPequim aprecia compromisso da Mongólia [dropcap style≠’circle’]A[/dropcap] China aprecia a posição da Mongólia de aderir “com firmeza” à política de Uma Só China e de que respeitará os interesses fundamentais e as principais preocupações da China sobre assuntos relacionados com o Tibete, Xinjiang e Taiwan, declarou na segunda-feira em Pequim o ministro das Relações Exteriores da China, Wang Yi. Wang fez a declaração depois de conversar com o ministro das Relações Exteriores da Mongólia, Damdin Tsogtbaatar, que está de visita à China. “A China e a Mongólia são vizinhos amigos”, disse Wang. “O novo governo da Mongólia enviou uma clara mensagem à China sobre a manutenção da confiança mútua e o modo apropriado de abordar assuntos sensíveis, e o país expressou uma forte esperança de aprofundar a cooperação com a China”, acrescentou o ministro. Wang indicou que a China dá as boas-vindas à atitude da Mongólia e considera que as relações bilaterais continuarão na direcção correta. “A China, como sempre, respeitará a independência, soberania e integridade territorial da Mongólia, assim como a opção do povo da Mongólia de seu caminho de desenvolvimento”, assegurou. “A declaração da Mongólia é muito importante, aumentou a confiança mútua entre as duas partes”, disse Wang, assinalando que a confiança é um factor chave que garante as relações boas e estáveis entre os dois países. Por seu lado, Tsogtbaatar mencionou que o 19º Congresso Nacional do Partido Comunista da China “desenhou um projecto para o futuro desenvolvimento da China e estabeleceu o objectivo de promover a construção de uma comunidade de futuro compartilhado para a humanidade e fez uma importante contribuição ao desenvolvimento mundial que gerará oportunidades para os países vizinhos”. Tsogtbaatar disse que a Mongólia adere com firmeza à política de Uma Só China e considera que o Tibete e Taiwan são parte inalienável do território chinês. A Mongólia quer promover uma parceria estratégica abrangente entre os dois países para um novo nível com base no respeito de independência, soberania, integridade territorial e os interesses fundamentais um do outro”.