Prostituição | 13 detidos em operação do CPSP

O Corpo de Polícia de Segurança Pública (CPSP) anunciou a detenção de 13 pessoas por suspeitas de prostituição e incompatibilidade com os vistos de entrada no território. Dos 13 detidos, 10 admitiram terem entrado como turistas e estarem a disponibilizar serviços de prostituição.

Entre os detidos, o CPSP afirmou também que havia dois “homens que se vestiam como mulheres”, segundo o jornal Ou Mun. Uma vez que as pessoas exerceram actividades incompatíveis com os vistos de entrada, o caso foi encaminhado para o departamento de imigração.

Além disso, durante a operação foi também verificado que algumas habitações estavam a ser utilizadas para fornecer alojamento ilegal. Os casos foi foram encaminhados para a Direcção de Serviços de Turismo (DST) e os espaços confirmados como alojamentos ilegais foram selados. O CPSP prometeu ainda mais campanhas contra a prostituição e pediu à população que denuncie casos suspeitos.

Extorsão | Paga 7 mil patacas depois de se mostrar nu

Um jovem foi extorquido em mais de 7 mil patacas, depois de ter mantido uma videochamada online sem roupas. O caso foi relatado ontem pela Polícia Judiciária (PJ), e citado pelo jornal Ou Mun. Segundo os pormenores apresentados, o jovem conheceu uma alegada mulher através de uma aplicação online.

Os dois mantiveram-se em contacto até que ela o convidou para fazerem uma videochamada sem roupas. A chamada terá durado cerca de um minuto, e depois de terminada, a mulher enviou várias imagens do jovem nu, exigindo que que o jovem comprasse vários pontos num portal online. Se não comprasse, as imagens seriam divulgadas online. A compra dos pontos implicou um custo de cerca de 7.300 patacas. Feita a primeira compra, a alegada mulher exigiu mais dinheiro, o que levou o jovem a apresentar queixa à Polícia Judiciária. O caso está a ser investigado.

Burla | Perde 13 mil yuan a tentar jogar online

Um residente local foi burlado em mais de 13 mil renminbis, depois de ter tentado jogar num portal de jogo online. De acordo com o caso apresentado pela Polícia Judiciária (PJ), e relatado pelo canal chinês da Rádio Macau, o jovem viu um anúncio online numa rede social e tentou abrir uma conta para transferir 674 unidades de uma criptomoeda, equivalente a 4,583 yuan. Contudo, o portal indicou que o montante transferido tinha ficado bloqueado.

O jovem queixou-se nas redes sociais onde viu o anúncio e foi contactado por um utilizador que afirmou estar ligado à plataforma. Esse utilizador afirmou que ia tenta resolver o problema e que se o residente de Macau transferisse mais 1.000 unidades da criptomoeda iria obter um bónus. O residente fez a transferência e mais uma vez o montante ficou bloqueado. Nessa altura, o jovem percebeu que tinha sido burlado e apresentou queixa. Às autoridades, a vítima admitiu ter por hábito jogar bacará online.

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