Manchete SociedadeJogo | Receitas crescem 15 por cento Hoje Macau - 2 Abr 20262 Abr 2026 As receitas do jogo aumentaram 15 por cento em Março, em comparação com o mesmo mês de 2025, segundo dados divulgados ontem pela Direcção de Inspecção e Coordenação de Jogos (DICJ). Os casinos arrecadaram em Março 22,6 mil milhões de patacas, face aos 20,6 mil milhões de patacas registados em Fevereiro, que já tinham representado uma subida de 4,5 por cento em relação ao mês homólogo anterior. Nos primeiros três meses do ano, os casinos de Macau somaram receitas totais de 65,9 mil milhões de patacas, mais 14,3 por cento do que em igual período de 2025. No ano passado, as receitas dos casinos atingiram 247,4 mil milhões de patacas, um crescimento de 9,1 por cento em comparação com 2024. O Governo de Macau prevê que as receitas brutas dos casinos aumentem 3,5 por cento em 2026, atingindo cerca de 236 mil milhões de patacas. Nos primeiros dois meses, Macau recebeu 7,82 milhões de visitantes, um aumento de 15,1 por cento face ao mesmo período de 2025. O território atingiu a marca de 10 milhões de visitantes em 21 de Março, alcançando este registo 12 dias mais cedo do que em 2025. As autoridades locais prevêem que o ano acabe com 41 milhões de visitantes. Junkets | Número de empresas sobe para 31 O número de empresas de promoção do jogo licenciadas pelas autoridades subiu para 31, o que significa um aumento de duas licenças face ao registo anterior, de acordo com o portal GGRAsia. As mais recentes empresas a obterem a licença necessária para promover o jogo são a Xin Wei Lda e a Pok Lok Promoção de Jogos Lda. No entanto, o total actual representa apenas 62 por cento da quota existente para 50 empresas junkets, estabelecida anualmente pelo Governo. O Governo estima que, em 2026, irá arrecadar 150 milhões de patacas em impostos sobre as comissões pagas pelos casinos aos junkets. De acordo com o plano orçamental da cidade para 2026, isso representaria um aumento de 50 por cento em relação aos 100 milhões de patacas de receitas fiscais que o governo espera registar no ano fiscal de 2025.