Manchete PolíticaEnsino | Sam quer ver UM como instituição de classe mundial João Luz - 28 Ago 2026 O Chefe do Executivo reuniu com uma representação da Universidade de Macau e pediu ousadia, encorajando a instituição a tornar-se uma universidade de classe mundial, com reputação internacional. Sam Hou Fai apontou como caminho para o sucesso o campus em Hengqin O Chefe do Executivo recebeu na quarta-feira na sede do Governo o novo elenco do Comité Permanente do Conselho Universitário da Universidade de Macau (UM), presidido pelo deputado Ip Sio Kai. Durante o encontro, Sam Hou Fai manifestou a esperança de que a UM aproveite os seus pontos fortes para apoiar a integração de Macau no desenvolvimento nacional, contribuindo para o mesmo. O Governo incentivou a instituição de ensino a “definir objectivos claros e a intensificar esforços para se afirmar como uma universidade de classe mundial com reputação internacional”, segundo um comunicado divulgado pela UM na quarta-feira à noite. À medida que a instituição de ensino “entra numa nova fase de desenvolvimento”, Sam Hou Fai considera que a UM deve assumir novas missões e responsabilidades, promovendo “a inovação tecnológica e contribuindo para o desenvolvimento de Macau como um polo internacional de talentos de alto nível”. Com a construção do novo campus em Hengqin, o governante recomendou que a UM tire partido das vantagens geográficas de Macau para atrair recursos educativos e de investigação de alta qualidade, para reforçar “ainda mais a sua influência internacional”. Matemática política O Chefe do Executivo incitou os responsáveis da instituição, entre eles o reitor Yonghua Song, a projectar a UM para um patamar de liderança, tornando-se um exemplo a nível académico, implementando o modelo “uma universidade, dois campus”. Por seu turno, o deputado Ip Sio Kai garantiu que “o Conselho Universitário apoiará plenamente as diversas iniciativas previstas no 3.º Plano Quinquenal do Governo e impulsionará o desenvolvimento de alta qualidade da universidade na nova era”. Já Yonghua Song salientou que o campus em Hengqin vai apostar em áreas como inteligência artificial, tecnologia financeira, saúde integrada e o design. O reitor está confiante de que o campus em Hengqin “elevará ainda mais os padrões educativos da universidade e aumentará o seu número de estudantes, proporcionando um impulso para o desenvolvimento sustentável de Macau e do país”.