USJ | Assinado protocolo de investigação com a Universidade Federal do Ceará

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Universidade de São José assinou uma parceria com a congénere do Brasil que vai implicar a pesquisa em áreas como o desenvolvimento económico, administração, língua e cultural chinesas, inteligência artificial e medicina

 

A Universidade de São José e a Universidade Federal do Ceará (UFC), no nordeste do Brasil, anunciaram a assinatura de um protocolo, que prevê o lançamento de projectos de investigação conjuntos.

Segundo um comunicado divulgado na quinta-feira, o memorando de entendimento prevê a realização de trabalhos em conjunto em áreas como desenvolvimento económico, administração, língua e cultural chinesas, ciências ambientais, ciência de dados, inteligência artificial e medicina.

O acordo assinado na quarta-feira entre a UFC e a USJ prevê ainda o intercâmbio de funcionários técnico-administrativos, a realização de visitas de delegações e a organização conjunta de eventos.

O memorando irá também “consolidar alianças estratégicas entre as duas universidades”, incluindo “actividades que já são desenvolvidas”, como supervisão de dissertações e teses e intercâmbio de publicações, periódicos e resultados de ensino e pesquisa.

A USJ já tinha lançado um projecto de investigação com a UFC e o Instituto da Primeira Infância, com sede em Fortaleza, com famílias carentes, “submetidas a stress crónico”, disse à Lusa em Junho o director do novo laboratório de neurociências aplicadas, Alexandre Lobo.

Reorganização interna

Também na quinta-feira, entrou em vigor uma reorganização das unidades académicas da USJ, que incluiu a criação da Faculdade de Ciências da Saúde.

A USJ lançou ainda um projecto conjunto, com a UFC e a Universidade Católica do Porto, em Portugal, para usar inteligência artificial para interpretar e classificar de forma automática as reacções das pessoas, revelou o académico brasileiro.

Em Abril deste ano, Macau tinha levantado as restrições fronteiriças a estudantes universitários e profissionais do ensino estrangeiro, como professores portugueses.

No entanto, quem chega à região chinesa do estrangeiro continua a ser obrigado a cumprir uma quarentena de sete dias num hotel designado para o efeito.

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