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É já no próximo fim-de-semana, nos dias 18 e 19, que serão exibidos seis filmes dedicados ao mundo lusófono, inseridos no Lusophone Film Festival. No sábado terão lugar os filmes “Time to draw the line”, da Austrália e “Lusophony, the (r)Evolution”, produzido em Portugal. No domingo serão exibidos os filmes “I’m from over there” e “The boy and the world”, do Brasil; “Journey to Cape Verde”, de Portugal; e “Os pestinhas e o ladrão de brinquedos”, de Moçambique.

O evento está pensado para quem não fala português. Nasceu em Nairobi, Quénia, e partiu de “uma iniciativa de um moçambicano e de um português de ONGs internacionais (Nações Unidas)”. Esta é a segunda edição de uma proposta que “pretende servir de mostra do cinema dos países lusófonos, porque este tem pouca visibilidade, até mesmo nos próprios países de origem”.

Segundo um comunicado da Fundação Oriente (FO), que dá apoio ao evento, os filmes terão legendas em inglês e “pretendem construir pontes, dar a conhecer a variedade de mundos diferentes que existem dentro das comunidades que têm alguma ligação à língua portuguesa”.

Além do português, alguns filmes são falados em crioulo ou noutras línguas. A excepção vai apenas para o filme “Time to draw the line”, que foi escolhido por abordar “o problema das relações de Timor-Leste com a Austrália”, merecendo “destaque pela actualidade do assunto”.

A FO explica que, na terceira edição do Lusophone Film Festival, “espera-se poder dar alguma prioridade a Angola, São Tomé e Príncipe, Goa e Guiné-Bissau”.

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