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A Direcção dos Serviços para os Assuntos de Justiça (DSAJ) emitiu um comunicado onde afirma que “irá ponderar a criação de mais cartórios notariais”, tendo em conta a “distribuição populacional das diferentes zonas de Macau e a necessidade dos serviços”. A DSAJ explica ainda que a mudança do 1º Cartório Notarial, actualmente a funcionar no rés-do-chão do edifício da Santa Casa da Misericórdia (SCM), se deve não só a uma melhor gestão dos recursos financeiros, como ao facto da zona norte não possuir ainda um cartório notarial, sendo uma zona com “uma densidade populacional bastante elevada”. O Governo paga uma renda de 1,2 milhões de patacas à SCM, cujo contrato termina em Dezembro deste ano. António José de Freitas, provedor da SCM, já se mostrou descontente com esta decisão.

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