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Macau contava, no final de Janeiro, com 181.415 trabalhadores contratados ao exterior, número que traduz uma redução ligeira face a Dezembro, mas um aumento em termos anuais homólogos, indicam dados oficiais. De acordo com informações da Polícia de Segurança Pública (PSP), disponíveis no portal do Gabinete para os Recursos Humanos, o universo de mão-de-obra importada sofreu em Janeiro uma contracção ligeira (menos 231 trabalhadores) em termos mensais, pelo segundo mês consecutivo.
Contudo, num intervalo de um ano, o mercado laboral ganhou 9353 trabalhadores não residentes, ou seja, uma média de 25 por dia, crescendo 5,4% face a Janeiro de 2015.
O universo de mão-de-obra importada equivalia a 45,5% da população activa e a 46,4% da população empregada, estimadas entre Novembro de 2015 e Janeiro do corrente ano.
O interior da China continua a ser a principal fonte de trabalhadores recrutados ao exterior, com 115.688 (63,7% do total), mantendo uma larga distância das Filipinas, que ocupa o segundo lugar (24.935) num pódio que se completa com o Vietname (14.989).
O sector dos hotéis, restaurantes e similares continua a figurar como o que mais absorve mão-de-obra importada (48.283), seguido do da construção (42.755).
O universo de trabalhadores não residentes superou os cem mil pela primeira vez na história da RAEM em Setembro de 2008, número que voltou a ser ultrapassado em Maio de 2012. LUSA/HM

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