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As queixas de investidores da Dore, a empresa junket que foi defraudada por uma funcionária, aumentaram para 30 junto da Polícia Judiciária e a Sociedade de Jogos de Macau e a MGM também podem estar em risco. É o que diz José Pereira Coutinho, que ontem se juntou mais uma vez a um grupo de 40 pessoas para apresentar nova petição sobre o caso.
O deputado, que disse ter recebido queixas de investidores no seu gabinete e de Leong Veng Chai, colega do hemiciclo, foi ontem entregar uma carta ao Gabinete de Ligação da China na RAEM, pedindo a ajuda de Pequim para recuperar o capital aplicado na empresa. A PJ adiantou à Rádio Macau que pelo menos 30 queixosos reclamam a devolução de 330 milhões de dólares de Hong Kong, sendo que o total de dinheiro desviado que se conhece até agora é de dois mil milhões de dólares.
O dinheiro desapareceu de uma sala VIP no Casino Wynn, mas Pereira Coutinho disse, no entanto, que “a SJM e a MGM também estão envolvidas” no caso Dore, uma vez que “também têm salas de jogo do mesmo grupo”. O HM não conseguiu verificar a situação, devido ao avançado da hora, junto das operadoras.
Além de residentes de Macau, há ainda “40% de defraudados da China continental”, daí a entrega da carta aos representantes do Governo Central na RAEM.
“Achamos que o Governo Central deveria fazer o que conseguir para resolver o caso”, disse Coutinho. O caso Dore rebentou no final da semana passada, depois de a empresa ter comunicado um roubo, por parte de uma antiga directora financeira. Segundo a rádio, a Dore continua a operar no casino Wynn, que, entretanto, já afastou qualquer responsabilidade no caso.

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